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Meu aliado perfeito
Fandom: Teen Wolf
Criado: 28/06/2026
Tags
RomanceFantasiaSombrioPWP (Enredo? Que enredo?)UA (Universo Alternativo)CiúmesLinguagem ExplícitaDramaSongficRealismo MágicoAngústiaDor/ConfortoRecontarEstudo de PersonagemDivergênciaCenário CanônicoMistérioAçãoSuspense
O Brilho do Gelo sob as Luzes de Neon
O ar nos bastidores do teatro municipal estava impregnado com o cheiro de laquê, maquiagem pesada e o suor frio da ansiedade. As luzes de ensaio projetavam sombras longas contra as cortinas de veludo vermelho, mas para mim, a temperatura parecia cair dez graus a cada passo que eu dava em direção ao palco. O figurino de "Cats" era apertado, uma segunda pele que realçava cada curva do meu corpo, mas o que realmente queimava sob o tecido não era o calor das lâmpadas, e sim a energia gélida que pulsava nas palmas das minhas mãos.
— Você está distraída de novo — a voz rouca de Derek ecoou logo atrás de mim.
Virei-me bruscamente, sentindo o arrepio familiar. Derek Hale estava encostado em uma arara de roupas, os braços cruzados sobre o peito largo que o figurino de Rum Tum Tugger mal conseguia conter. Seus olhos verdes pareciam brilhar com uma intensidade animalesca, uma possessividade que ele mal tentava esconder desde que os ensaios começaram.
— É só o nervosismo da estreia, Derek — menti, fechando os punhos para esconder os pequenos cristais de gelo que começavam a se formar entre meus dedos.
— Não minta para um lobo — ele deu um passo à frente, invadindo meu espaço pessoal. — Eu sinto o cheiro do seu medo, e sinto esse frio que emana de você. O que você está escondendo?
Antes que eu pudesse responder, a porta do camarim se abriu e Isaac Lahey entrou, deslizando com a elegância de um predador. Ele usava a maquiagem felina que destacava seus olhos claros, agora fixos em Derek com um desafio silencioso.
— Deixe ela em paz, Derek — disse Isaac, sua voz suave escondendo uma ameaça latente. — Você está sufocando a garota.
— Eu não preciso de guarda-costas, Isaac — rebati, mas meu coração disparou quando ele se aproximou, parando do meu outro lado.
Eu estava cercada. De um lado, a força bruta e o controle sombrio de Derek; do outro, a intensidade carente e protetora de Isaac. O clima no teatro não era apenas sobre a peça; era sobre o território que eles achavam que eu representava.
— Ela é minha parceira de cena — Derek rosnou, dando um passo para mais perto de mim, sua mão subindo para apertar minha cintura com uma firmeza possessiva. — O que acontece entre nós nos bastidores não é da sua conta.
— Tudo o que envolve ela é da minha conta — Isaac rebateu, os olhos brilhando em um tom dourado sobrenatural por um breve segundo.
A tensão era palpável, um fio esticado prestes a arrombar. Eu sentia o poder dentro de mim querendo explodir. Meus irmãos, Andre e Lucca, já haviam me avisado sobre os perigos de Beacon Hills, mas eles não mencionaram que eu me tornaria o epicentro de uma guerra de egos sobrenaturais.
— Parem com isso! — exclamei, e sem querer, uma lufada de ar congelante saiu de mim, fazendo as araras de metal estalarem com o frio repentino.
Os dois paralisaram. Derek olhou para a fina camada de geada que agora cobria o chão ao redor dos meus pés.
— O que é isso? — ele perguntou, sua voz agora baixa, carregada de uma curiosidade perigosa.
— É o meu segredo — sussurrei, sentindo as lágrimas arderem. — O segredo que vocês não deveriam saber.
— Você não é a única com segredos aqui — a voz de Scott McCall veio das sombras, calma e autoritária.
Ele caminhou até nós, seguido por Stiles, que parecia mais inquieto do que o normal, girando um bastão de ensaio entre os dedos. Scott olhou para o gelo e depois para mim, seus olhos vermelhos de Alfa brilhando por um instante antes de voltarem ao normal.
— Scott, o que está acontecendo? — perguntei, sentindo que o mundo que eu conhecia estava desmoronando entre as coxias do teatro.
— Estamos todos em perigo — disse Stiles, aproximando-se e tocando meu ombro. — E esse seu "poder monstruoso", como você chama, pode ser a única coisa que vai nos manter vivos quando as cortinas subirem.
— Mas antes — Derek interrompeu, puxando-me para longe do toque de Stiles e me prensando contra a parede de madeira dos bastidores —, precisamos resolver essa tensão. Eu não consigo me concentrar com o cheiro de todos eles em você.
A possessividade de Derek era como um incêndio no meio de todo aquele gelo. Ele ignorou a presença dos outros, inclinando o rosto para o meu pescoço, aspirando profundamente. Senti seus lábios roçarem minha pele, um beijo quente e exigente que me fez perder o fôlego.
— Ela não pertence a você, Derek — Scott disse, mas não se moveu para impedir. Havia um acordo silencioso e sombrio entre eles, uma fome compartilhada que eu estava apenas começando a entender.
Isaac se aproximou por trás, suas mãos subindo pelas minhas pernas cobertas pelo colante, os dedos longos e ágeis encontrando a curva do meu quadril.
— Nós podemos dividir — sussurrou Isaac no meu ouvido, sua respiração quente enviando arrepios por toda a minha espinha. — Mas você precisa escolher quem vai te aquecer primeiro.
O teatro estava vazio de público, mas cheio de desejos proibidos. Derek selou meus lábios com um beijo voraz, sua língua explorando minha boca com uma urgência que exigia submissão. Ao mesmo tempo, Isaac começou a baixar o zíper lateral do meu figurino, seus dedos encontrando minha pele nua, contrastando violentamente com o frio que eu carregava internamente.
— Eu quero todos vocês — confessei entre gemidos, a necessidade superando o medo. — Mas eu não sei se consigo controlar... o que há dentro de mim.
— Então deixe sair — Scott disse, observando a cena com uma intensidade sombria. — Use o gelo. Use o fogo. Nós aguentamos.
Derek me levantou, minhas pernas se entrelaçando em sua cintura enquanto ele me carregava para um dos divãs de veludo usados na cenografia. Isaac não perdeu tempo, posicionando-se entre minhas pernas assim que Derek me deitou. O contraste era loucura: as mãos geladas de Isaac em minhas coxas, o calor febril de Derek sobre meu peito, e os olhos de Scott e Stiles vigiando, como se protegessem o santuário da nossa depravação.
— Você é nossa — Derek rosnou contra meus lábios, sua mão descendo para se perder entre minhas pernas, onde a umidade já denunciava meu desejo. — De ninguém mais.
— Prove — eu desafiei, sentindo o gelo começar a subir pelas paredes do camarim improvisado, criando um casulo cintilante ao nosso redor.
O toque de Derek era bruto, possessivo; ele usava os dedos com uma maestria que me fazia arquear as costas, procurando por mais. Ele encontrou meu ponto de prazer com uma precisão cirúrgica, enquanto Isaac distribuía beijos úmidos pelo meu ventre, subindo para morder levemente meus seios por cima do tecido fino.
— Grite para mim — pediu Isaac, sua voz vibrando contra minha pele. — Quero ouvir o som do seu poder se quebrando.
Eu estava no limite. O prazer era uma onda avassaladora, misturando-se à energia sobrenatural que fluía em minhas veias. Quando Derek penetrou meus dedos com força, um grito escapou da minha garganta, e o gelo ao nosso redor explodiu em mil fragmentos brilhantes, refletindo a luz das lâmpadas como diamantes.
— Isso... — Stiles comentou de longe, sua voz falhando — ...foi definitivamente a melhor performance que este teatro já viu.
Mas o momento de êxtase foi interrompido por um estrondo vindo da entrada do palco. Meus irmãos, Andre e Lucca, apareceram, as expressões carregadas de preocupação e fúria.
— Afastem-se dela! — Andre gritou, suas mãos já brilhando com uma luz dourada, o oposto do meu gelo.
— Ela está sob nossa proteção — Lucca rosnou, avançando para o centro do palco.
Derek se levantou lentamente, limpando o canto da boca com o polegar, um sorriso predatório brincando em seus lábios. Scott deu um passo à frente, os olhos vermelhos brilhando com força total.
— A família chegou — Scott disse calmamente. — Mas vocês estão atrasados. Ela já fez a escolha dela.
Olhei para meus irmãos e depois para os quatro homens que me cercavam. O segredo do meu poder não era o único mistério ali. Scott era um Alfa, Derek um lobo amargurado, Isaac um sobrevivente e Stiles... Stiles era a mente que mantinha todos eles unidos. E eu? Eu era a rainha de gelo que eles estavam dispostos a queimar o mundo para possuir.
— Andre, Lucca, parem — pedi, minha voz saindo mais firme do que eu esperava, enquanto eu me recompunha, ajeitando o figurino. — Eles sabem o que eu sou. E eu estou começando a descobrir o que eles são.
— Você não entende o perigo — Lucca disse, olhando com nojo para Derek. — Eles são animais.
— Talvez — respondi, sentindo a mão de Isaac se entrelaçar na minha de forma protetora. — Mas são os meus animais. E a peça ainda nem começou.
O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado de promessas de violência e mais paixão. O teatro "Cats" seria o palco de algo muito maior do que uma apresentação musical. Seria o campo de batalha onde segredos seriam arrancados e desejos seriam saciados, não importava o preço.
— Vamos ensaiar? — Stiles perguntou com um sorriso irônico, quebrando a tensão. — Temos um show para apresentar e um mundo para esconder.
Derek se aproximou de mim uma última vez antes de voltarmos para as posições, sussurrando no meu ouvido de forma que apenas eu (e provavelmente os outros lobos) pudesse ouvir:
— Isso foi apenas o primeiro ato. No segundo, eu não vou parar até que você esqueça seu próprio nome.
O frio em minhas mãos finalmente se estabilizou. Eu não era mais apenas uma garota com um "poder monstruoso". Eu era o centro de uma alcateia que me desejava com uma possessividade que me assustava e me excitava na mesma medida. A cortina estava prestes a subir, e Beacon Hills não tinha ideia do que estava por vir.
— Você está distraída de novo — a voz rouca de Derek ecoou logo atrás de mim.
Virei-me bruscamente, sentindo o arrepio familiar. Derek Hale estava encostado em uma arara de roupas, os braços cruzados sobre o peito largo que o figurino de Rum Tum Tugger mal conseguia conter. Seus olhos verdes pareciam brilhar com uma intensidade animalesca, uma possessividade que ele mal tentava esconder desde que os ensaios começaram.
— É só o nervosismo da estreia, Derek — menti, fechando os punhos para esconder os pequenos cristais de gelo que começavam a se formar entre meus dedos.
— Não minta para um lobo — ele deu um passo à frente, invadindo meu espaço pessoal. — Eu sinto o cheiro do seu medo, e sinto esse frio que emana de você. O que você está escondendo?
Antes que eu pudesse responder, a porta do camarim se abriu e Isaac Lahey entrou, deslizando com a elegância de um predador. Ele usava a maquiagem felina que destacava seus olhos claros, agora fixos em Derek com um desafio silencioso.
— Deixe ela em paz, Derek — disse Isaac, sua voz suave escondendo uma ameaça latente. — Você está sufocando a garota.
— Eu não preciso de guarda-costas, Isaac — rebati, mas meu coração disparou quando ele se aproximou, parando do meu outro lado.
Eu estava cercada. De um lado, a força bruta e o controle sombrio de Derek; do outro, a intensidade carente e protetora de Isaac. O clima no teatro não era apenas sobre a peça; era sobre o território que eles achavam que eu representava.
— Ela é minha parceira de cena — Derek rosnou, dando um passo para mais perto de mim, sua mão subindo para apertar minha cintura com uma firmeza possessiva. — O que acontece entre nós nos bastidores não é da sua conta.
— Tudo o que envolve ela é da minha conta — Isaac rebateu, os olhos brilhando em um tom dourado sobrenatural por um breve segundo.
A tensão era palpável, um fio esticado prestes a arrombar. Eu sentia o poder dentro de mim querendo explodir. Meus irmãos, Andre e Lucca, já haviam me avisado sobre os perigos de Beacon Hills, mas eles não mencionaram que eu me tornaria o epicentro de uma guerra de egos sobrenaturais.
— Parem com isso! — exclamei, e sem querer, uma lufada de ar congelante saiu de mim, fazendo as araras de metal estalarem com o frio repentino.
Os dois paralisaram. Derek olhou para a fina camada de geada que agora cobria o chão ao redor dos meus pés.
— O que é isso? — ele perguntou, sua voz agora baixa, carregada de uma curiosidade perigosa.
— É o meu segredo — sussurrei, sentindo as lágrimas arderem. — O segredo que vocês não deveriam saber.
— Você não é a única com segredos aqui — a voz de Scott McCall veio das sombras, calma e autoritária.
Ele caminhou até nós, seguido por Stiles, que parecia mais inquieto do que o normal, girando um bastão de ensaio entre os dedos. Scott olhou para o gelo e depois para mim, seus olhos vermelhos de Alfa brilhando por um instante antes de voltarem ao normal.
— Scott, o que está acontecendo? — perguntei, sentindo que o mundo que eu conhecia estava desmoronando entre as coxias do teatro.
— Estamos todos em perigo — disse Stiles, aproximando-se e tocando meu ombro. — E esse seu "poder monstruoso", como você chama, pode ser a única coisa que vai nos manter vivos quando as cortinas subirem.
— Mas antes — Derek interrompeu, puxando-me para longe do toque de Stiles e me prensando contra a parede de madeira dos bastidores —, precisamos resolver essa tensão. Eu não consigo me concentrar com o cheiro de todos eles em você.
A possessividade de Derek era como um incêndio no meio de todo aquele gelo. Ele ignorou a presença dos outros, inclinando o rosto para o meu pescoço, aspirando profundamente. Senti seus lábios roçarem minha pele, um beijo quente e exigente que me fez perder o fôlego.
— Ela não pertence a você, Derek — Scott disse, mas não se moveu para impedir. Havia um acordo silencioso e sombrio entre eles, uma fome compartilhada que eu estava apenas começando a entender.
Isaac se aproximou por trás, suas mãos subindo pelas minhas pernas cobertas pelo colante, os dedos longos e ágeis encontrando a curva do meu quadril.
— Nós podemos dividir — sussurrou Isaac no meu ouvido, sua respiração quente enviando arrepios por toda a minha espinha. — Mas você precisa escolher quem vai te aquecer primeiro.
O teatro estava vazio de público, mas cheio de desejos proibidos. Derek selou meus lábios com um beijo voraz, sua língua explorando minha boca com uma urgência que exigia submissão. Ao mesmo tempo, Isaac começou a baixar o zíper lateral do meu figurino, seus dedos encontrando minha pele nua, contrastando violentamente com o frio que eu carregava internamente.
— Eu quero todos vocês — confessei entre gemidos, a necessidade superando o medo. — Mas eu não sei se consigo controlar... o que há dentro de mim.
— Então deixe sair — Scott disse, observando a cena com uma intensidade sombria. — Use o gelo. Use o fogo. Nós aguentamos.
Derek me levantou, minhas pernas se entrelaçando em sua cintura enquanto ele me carregava para um dos divãs de veludo usados na cenografia. Isaac não perdeu tempo, posicionando-se entre minhas pernas assim que Derek me deitou. O contraste era loucura: as mãos geladas de Isaac em minhas coxas, o calor febril de Derek sobre meu peito, e os olhos de Scott e Stiles vigiando, como se protegessem o santuário da nossa depravação.
— Você é nossa — Derek rosnou contra meus lábios, sua mão descendo para se perder entre minhas pernas, onde a umidade já denunciava meu desejo. — De ninguém mais.
— Prove — eu desafiei, sentindo o gelo começar a subir pelas paredes do camarim improvisado, criando um casulo cintilante ao nosso redor.
O toque de Derek era bruto, possessivo; ele usava os dedos com uma maestria que me fazia arquear as costas, procurando por mais. Ele encontrou meu ponto de prazer com uma precisão cirúrgica, enquanto Isaac distribuía beijos úmidos pelo meu ventre, subindo para morder levemente meus seios por cima do tecido fino.
— Grite para mim — pediu Isaac, sua voz vibrando contra minha pele. — Quero ouvir o som do seu poder se quebrando.
Eu estava no limite. O prazer era uma onda avassaladora, misturando-se à energia sobrenatural que fluía em minhas veias. Quando Derek penetrou meus dedos com força, um grito escapou da minha garganta, e o gelo ao nosso redor explodiu em mil fragmentos brilhantes, refletindo a luz das lâmpadas como diamantes.
— Isso... — Stiles comentou de longe, sua voz falhando — ...foi definitivamente a melhor performance que este teatro já viu.
Mas o momento de êxtase foi interrompido por um estrondo vindo da entrada do palco. Meus irmãos, Andre e Lucca, apareceram, as expressões carregadas de preocupação e fúria.
— Afastem-se dela! — Andre gritou, suas mãos já brilhando com uma luz dourada, o oposto do meu gelo.
— Ela está sob nossa proteção — Lucca rosnou, avançando para o centro do palco.
Derek se levantou lentamente, limpando o canto da boca com o polegar, um sorriso predatório brincando em seus lábios. Scott deu um passo à frente, os olhos vermelhos brilhando com força total.
— A família chegou — Scott disse calmamente. — Mas vocês estão atrasados. Ela já fez a escolha dela.
Olhei para meus irmãos e depois para os quatro homens que me cercavam. O segredo do meu poder não era o único mistério ali. Scott era um Alfa, Derek um lobo amargurado, Isaac um sobrevivente e Stiles... Stiles era a mente que mantinha todos eles unidos. E eu? Eu era a rainha de gelo que eles estavam dispostos a queimar o mundo para possuir.
— Andre, Lucca, parem — pedi, minha voz saindo mais firme do que eu esperava, enquanto eu me recompunha, ajeitando o figurino. — Eles sabem o que eu sou. E eu estou começando a descobrir o que eles são.
— Você não entende o perigo — Lucca disse, olhando com nojo para Derek. — Eles são animais.
— Talvez — respondi, sentindo a mão de Isaac se entrelaçar na minha de forma protetora. — Mas são os meus animais. E a peça ainda nem começou.
O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado de promessas de violência e mais paixão. O teatro "Cats" seria o palco de algo muito maior do que uma apresentação musical. Seria o campo de batalha onde segredos seriam arrancados e desejos seriam saciados, não importava o preço.
— Vamos ensaiar? — Stiles perguntou com um sorriso irônico, quebrando a tensão. — Temos um show para apresentar e um mundo para esconder.
Derek se aproximou de mim uma última vez antes de voltarmos para as posições, sussurrando no meu ouvido de forma que apenas eu (e provavelmente os outros lobos) pudesse ouvir:
— Isso foi apenas o primeiro ato. No segundo, eu não vou parar até que você esqueça seu próprio nome.
O frio em minhas mãos finalmente se estabilizou. Eu não era mais apenas uma garota com um "poder monstruoso". Eu era o centro de uma alcateia que me desejava com uma possessividade que me assustava e me excitava na mesma medida. A cortina estava prestes a subir, e Beacon Hills não tinha ideia do que estava por vir.
