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Amor quenre
Fandom: Através da minha janela, 50 tons de cinza
Criado: 28/06/2026
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RomanceDramaSombrioPsicológicoCiúmesRomanceRecontarPWP (Enredo? Que enredo?)Estudo de PersonagemLinguagem Explícita
Entre Janelas e Sombras
O corredor da escola secundária de Barcelona parecia mais estreito naquela manhã de terça-feira. Para Marcelle, de quinze anos, o mundo era um borrão de livros de literatura e fones de ouvido, até que ele apareceu. Com seus 1,70m de altura e um cabelo liso que insistia em cair sobre os olhos escuros, Kevin não era apenas mais um veterano de dezessete anos. Ele tinha aquela aura magnética, algo que Marcelle só tinha lido nos livros de sua mãe — histórias sobre homens intensos, possessivos e cheios de segredos.
Tudo começou com um esbarrão bobo perto da biblioteca. Os cachos de Marcelle, volumosos e definidos, balançaram quando ela se abaixou para recolher seus cadernos. Kevin se abaixou ao mesmo tempo.
— Deixa que eu te ajudo — disse ele, a voz mais grave do que Marcelle esperava para alguém daquela idade.
— Obrigada — respondeu ela, sentindo o rosto esquentar. — Eu sou meio desastrada.
— O desastre às vezes é o começo de algo interessante — Kevin sorriu, entregando o livro de poesias para ela.
A partir daquele dia, o caminho de volta para casa tornou-se o momento favorito de Marcelle. Eles moravam em direções próximas, e o que começou como um encontro casual no portão da escola transformou-se em uma rotina sagrada. Kevin não falava muito sobre sua família, mas havia algo em seu olhar, uma intensidade que lembrava Marcelle dos personagens de *Através da Minha Janela*. Ele a observava como se ela fosse um enigma a ser decifrado, e ela, apesar da pouca idade, sentia uma atração que beirava o perigoso.
Em uma tarde chuvosa, eles buscaram abrigo sob o toldo de uma loja fechada. O ar estava frio, mas a proximidade entre os dois emanava um calor palpável.
— Você está tremendo — observou Kevin, dando um passo à frente, diminuindo a distância entre seus corpos.
— É só o vento — mentiu Marcelle, olhando para cima. Com seus 1,61m, ela precisava inclinar a cabeça para encontrar os olhos dele.
— Não minta para mim, Marcelle — ele murmurou, aproximando a mão do rosto dela, contornando um de seus cachos com o dedo. — Eu não gosto quando as pessoas mentem.
O toque dele era possessivo, mesmo que sutil. Naquele momento, o primeiro beijo aconteceu. Foi urgente, carregado de uma tensão que vinha se acumulando há semanas. As mãos de Kevin seguraram a cintura dela com firmeza, enquanto Marcelle se perdia na sensação de ser desejada por alguém que parecia carregar o mundo nas costas.
As semanas seguintes foram um borrão de encontros furtivos. Eles se beijavam nos cantos escuros do parque, atrás das arquibancadas do ginásio e em becos onde a luz do sol mal chegava. Havia uma espécie de jogo de poder silencioso entre eles. Kevin gostava de ditar o ritmo, e Marcelle, curiosa e fascinada pela escuridão que emanava dele, deixava-se levar.
— Você me deixa louco com esse jeito de me olhar — disse Kevin certa tarde, enquanto estavam sentados na grama alta de um terreno baldio. — Como se eu fosse um herói de romance.
— E você não é? — Marcelle brincou, embora seu coração batesse forte.
— Eu estou longe de ser um herói, pequena — ele respondeu, a expressão subitamente séria. — Eu tenho gostos... peculiares. Você não entenderia.
— Tente me explicar — desafiou ela, aproximando-se.
Kevin apenas sorriu, um sorriso que não chegava aos olhos, e a beijou novamente, calando qualquer pergunta.
Alguns dias depois, o convite que mudaria tudo finalmente veio. Eles estavam caminhando após a aula, o sol se pondo no horizonte, pintando o céu de laranja e roxo.
— Meus pais viajaram para a casa de campo — começou Kevin, parando de andar e olhando para ela com uma intensidade renovada. — Vou ficar sozinho o fim de semana inteiro.
Marcelle sentiu um frio na barriga. Ela sabia o que aquilo significava, ou pelo menos achava que sabia.
— Por que você está me contando isso? — perguntou ela, embora já soubesse a resposta.
— Porque eu quero que você vá lá em casa hoje à noite — Kevin deu um passo à frente, invadindo o espaço pessoal dela. — Quero te mostrar o meu mundo. Sem interrupções. Sem ninguém olhando.
— Kevin, eu tenho quinze anos... — ela começou, mas ele a interrompeu com um dedo sobre os lábios dela.
— Eu sei exatamente quantos anos você tem, Marcelle. E sei que você quer isso tanto quanto eu. Você não é uma garotinha comum. Eu vejo o fogo em você.
Marcelle engoliu em seco. A proposta era tentadora e assustadora ao mesmo tempo. Era como se ela estivesse prestes a atravessar uma janela para um lugar de onde não teria volta.
— Tudo bem — sussurrou ela. — Eu vou.
A casa de Kevin era moderna, de linhas retas e grandes janelas de vidro que refletiam a lua. Quando Marcelle chegou, o coração parecia querer saltar do peito. Ele a esperava na porta, vestindo uma camisa preta que realçava seu cabelo liso e sua pele clara.
— Você veio — disse ele, dando passagem para ela entrar.
O interior da casa era minimalista, quase frio, mas exalava luxo. Marcelle sentiu-se pequena naquele ambiente, mas Kevin logo pegou sua mão, conduzindo-a escada acima.
— Você quer beber alguma coisa? Água? Suco? — perguntou ele, embora sua voz sugerisse que ele tinha outras prioridades.
— Água, por favor — pediu ela, tentando acalmar os nervos.
Eles foram até a cozinha, onde Kevin serviu o copo com movimentos precisos. Ele a observava o tempo todo, como um predador observa sua presa, mas havia uma ternura estranha misturada àquela intensidade.
— Você está com medo? — ele perguntou, aproximando-se por trás enquanto ela bebia, as mãos dele descansando nos ombros dela.
— Um pouco — confessou Marcelle, sentindo o arrepio percorrer sua espinha.
— O medo é bom — sussurrou ele no ouvido dela. — Significa que você está viva. Significa que o que estamos sentindo é real.
Kevin a virou para ele, retirando o copo da mão dela e colocando-o na bancada. Ele começou a acariciar os cachos de Marcelle, um por um, com uma paciência quase torturante.
— Eu andei pensando muito em você — Kevin admitiu, a voz baixa e rouca. — No jeito que você morde o lábio quando está nervosa. No jeito que você me desafia.
— E o que você decidiu? — Marcelle perguntou, ganhando coragem.
— Que eu quero que você seja minha — ele respondeu de forma direta, sem rodeios. — Mas do meu jeito. Eu não sou como os outros garotos da escola, Marcelle. Eu quero controle. Eu quero que você confie em mim cegamente.
As palavras dele ecoaram na mente de Marcelle. Era como se as páginas dos livros de Christian Grey ou Ares Hidalgo tivessem ganhado vida bem na sua frente. Ela sabia que era jovem, que o mundo diria que aquilo era errado, mas a conexão que sentia com Kevin era algo que transcendia a lógica.
— Eu confio em você — disse ela, a voz firme apesar da juventude.
Kevin sorriu, mas desta vez o sorriso era diferente. Era vitorioso.
— Então venha comigo — ele disse, estendendo a mão. — Tenho algo para te mostrar no meu quarto.
Eles subiram os degraus em silêncio. O quarto de Kevin era amplo, com uma iluminação indireta que criava sombras longas nas paredes. Ele não a levou para a cama de imediato. Em vez disso, ele a conduziu até a grande janela que dava para a rua.
— Daqui eu consigo ver o mundo — explicou ele, parando atrás dela. — Mas agora, a única coisa que eu quero ver é você.
Ele começou a desamarrar a fita que prendia o cabelo dela, deixando os cachos caírem livres. Marcelle fechou os olhos, sentindo a respiração dele em seu pescoço.
— Você é linda, Marcelle — ele murmurou. — E a partir de hoje, as coisas vão mudar entre nós.
— Mudar como? — ela perguntou, virando-se para ele.
— Não haverá mais segredos — Kevin disse, segurando o queixo dela com firmeza. — E você vai aprender que o prazer e a dor às vezes andam de mãos dadas. Você está pronta para isso?
Marcelle olhou nos olhos dele, vendo a escuridão e o desejo que ali habitavam. Ela não sabia exatamente o que a esperava, mas sabia que não queria estar em nenhum outro lugar.
— Estou pronta — respondeu ela.
Kevin a puxou para um beijo profundo, um beijo que selava um pacto silencioso. Naquela noite, sob o brilho da lua que atravessava a janela, Marcelle deixou de ser apenas a menina cacheada da escola para se tornar a obsessão de Kevin. E ele, com seu jeito possessivo e misterioso, tornou-se o mestre de um jogo que estava apenas começando.
— Lembre-se, pequena — disse ele, entre beijos —, você me deu permissão.
— Eu sei — ela sussurrou, entregando-se ao desconhecido.
A noite estava apenas começando, e as sombras daquele quarto guardariam segredos que ninguém mais poderia entender. Entre Através da Minha Janela e Cinquenta Tons de Cinza, Marcelle e Kevin estavam escrevendo sua própria história, uma linha perigosa entre o amor juvenil e uma intensidade que queimava mais que o sol.
Tudo começou com um esbarrão bobo perto da biblioteca. Os cachos de Marcelle, volumosos e definidos, balançaram quando ela se abaixou para recolher seus cadernos. Kevin se abaixou ao mesmo tempo.
— Deixa que eu te ajudo — disse ele, a voz mais grave do que Marcelle esperava para alguém daquela idade.
— Obrigada — respondeu ela, sentindo o rosto esquentar. — Eu sou meio desastrada.
— O desastre às vezes é o começo de algo interessante — Kevin sorriu, entregando o livro de poesias para ela.
A partir daquele dia, o caminho de volta para casa tornou-se o momento favorito de Marcelle. Eles moravam em direções próximas, e o que começou como um encontro casual no portão da escola transformou-se em uma rotina sagrada. Kevin não falava muito sobre sua família, mas havia algo em seu olhar, uma intensidade que lembrava Marcelle dos personagens de *Através da Minha Janela*. Ele a observava como se ela fosse um enigma a ser decifrado, e ela, apesar da pouca idade, sentia uma atração que beirava o perigoso.
Em uma tarde chuvosa, eles buscaram abrigo sob o toldo de uma loja fechada. O ar estava frio, mas a proximidade entre os dois emanava um calor palpável.
— Você está tremendo — observou Kevin, dando um passo à frente, diminuindo a distância entre seus corpos.
— É só o vento — mentiu Marcelle, olhando para cima. Com seus 1,61m, ela precisava inclinar a cabeça para encontrar os olhos dele.
— Não minta para mim, Marcelle — ele murmurou, aproximando a mão do rosto dela, contornando um de seus cachos com o dedo. — Eu não gosto quando as pessoas mentem.
O toque dele era possessivo, mesmo que sutil. Naquele momento, o primeiro beijo aconteceu. Foi urgente, carregado de uma tensão que vinha se acumulando há semanas. As mãos de Kevin seguraram a cintura dela com firmeza, enquanto Marcelle se perdia na sensação de ser desejada por alguém que parecia carregar o mundo nas costas.
As semanas seguintes foram um borrão de encontros furtivos. Eles se beijavam nos cantos escuros do parque, atrás das arquibancadas do ginásio e em becos onde a luz do sol mal chegava. Havia uma espécie de jogo de poder silencioso entre eles. Kevin gostava de ditar o ritmo, e Marcelle, curiosa e fascinada pela escuridão que emanava dele, deixava-se levar.
— Você me deixa louco com esse jeito de me olhar — disse Kevin certa tarde, enquanto estavam sentados na grama alta de um terreno baldio. — Como se eu fosse um herói de romance.
— E você não é? — Marcelle brincou, embora seu coração batesse forte.
— Eu estou longe de ser um herói, pequena — ele respondeu, a expressão subitamente séria. — Eu tenho gostos... peculiares. Você não entenderia.
— Tente me explicar — desafiou ela, aproximando-se.
Kevin apenas sorriu, um sorriso que não chegava aos olhos, e a beijou novamente, calando qualquer pergunta.
Alguns dias depois, o convite que mudaria tudo finalmente veio. Eles estavam caminhando após a aula, o sol se pondo no horizonte, pintando o céu de laranja e roxo.
— Meus pais viajaram para a casa de campo — começou Kevin, parando de andar e olhando para ela com uma intensidade renovada. — Vou ficar sozinho o fim de semana inteiro.
Marcelle sentiu um frio na barriga. Ela sabia o que aquilo significava, ou pelo menos achava que sabia.
— Por que você está me contando isso? — perguntou ela, embora já soubesse a resposta.
— Porque eu quero que você vá lá em casa hoje à noite — Kevin deu um passo à frente, invadindo o espaço pessoal dela. — Quero te mostrar o meu mundo. Sem interrupções. Sem ninguém olhando.
— Kevin, eu tenho quinze anos... — ela começou, mas ele a interrompeu com um dedo sobre os lábios dela.
— Eu sei exatamente quantos anos você tem, Marcelle. E sei que você quer isso tanto quanto eu. Você não é uma garotinha comum. Eu vejo o fogo em você.
Marcelle engoliu em seco. A proposta era tentadora e assustadora ao mesmo tempo. Era como se ela estivesse prestes a atravessar uma janela para um lugar de onde não teria volta.
— Tudo bem — sussurrou ela. — Eu vou.
A casa de Kevin era moderna, de linhas retas e grandes janelas de vidro que refletiam a lua. Quando Marcelle chegou, o coração parecia querer saltar do peito. Ele a esperava na porta, vestindo uma camisa preta que realçava seu cabelo liso e sua pele clara.
— Você veio — disse ele, dando passagem para ela entrar.
O interior da casa era minimalista, quase frio, mas exalava luxo. Marcelle sentiu-se pequena naquele ambiente, mas Kevin logo pegou sua mão, conduzindo-a escada acima.
— Você quer beber alguma coisa? Água? Suco? — perguntou ele, embora sua voz sugerisse que ele tinha outras prioridades.
— Água, por favor — pediu ela, tentando acalmar os nervos.
Eles foram até a cozinha, onde Kevin serviu o copo com movimentos precisos. Ele a observava o tempo todo, como um predador observa sua presa, mas havia uma ternura estranha misturada àquela intensidade.
— Você está com medo? — ele perguntou, aproximando-se por trás enquanto ela bebia, as mãos dele descansando nos ombros dela.
— Um pouco — confessou Marcelle, sentindo o arrepio percorrer sua espinha.
— O medo é bom — sussurrou ele no ouvido dela. — Significa que você está viva. Significa que o que estamos sentindo é real.
Kevin a virou para ele, retirando o copo da mão dela e colocando-o na bancada. Ele começou a acariciar os cachos de Marcelle, um por um, com uma paciência quase torturante.
— Eu andei pensando muito em você — Kevin admitiu, a voz baixa e rouca. — No jeito que você morde o lábio quando está nervosa. No jeito que você me desafia.
— E o que você decidiu? — Marcelle perguntou, ganhando coragem.
— Que eu quero que você seja minha — ele respondeu de forma direta, sem rodeios. — Mas do meu jeito. Eu não sou como os outros garotos da escola, Marcelle. Eu quero controle. Eu quero que você confie em mim cegamente.
As palavras dele ecoaram na mente de Marcelle. Era como se as páginas dos livros de Christian Grey ou Ares Hidalgo tivessem ganhado vida bem na sua frente. Ela sabia que era jovem, que o mundo diria que aquilo era errado, mas a conexão que sentia com Kevin era algo que transcendia a lógica.
— Eu confio em você — disse ela, a voz firme apesar da juventude.
Kevin sorriu, mas desta vez o sorriso era diferente. Era vitorioso.
— Então venha comigo — ele disse, estendendo a mão. — Tenho algo para te mostrar no meu quarto.
Eles subiram os degraus em silêncio. O quarto de Kevin era amplo, com uma iluminação indireta que criava sombras longas nas paredes. Ele não a levou para a cama de imediato. Em vez disso, ele a conduziu até a grande janela que dava para a rua.
— Daqui eu consigo ver o mundo — explicou ele, parando atrás dela. — Mas agora, a única coisa que eu quero ver é você.
Ele começou a desamarrar a fita que prendia o cabelo dela, deixando os cachos caírem livres. Marcelle fechou os olhos, sentindo a respiração dele em seu pescoço.
— Você é linda, Marcelle — ele murmurou. — E a partir de hoje, as coisas vão mudar entre nós.
— Mudar como? — ela perguntou, virando-se para ele.
— Não haverá mais segredos — Kevin disse, segurando o queixo dela com firmeza. — E você vai aprender que o prazer e a dor às vezes andam de mãos dadas. Você está pronta para isso?
Marcelle olhou nos olhos dele, vendo a escuridão e o desejo que ali habitavam. Ela não sabia exatamente o que a esperava, mas sabia que não queria estar em nenhum outro lugar.
— Estou pronta — respondeu ela.
Kevin a puxou para um beijo profundo, um beijo que selava um pacto silencioso. Naquela noite, sob o brilho da lua que atravessava a janela, Marcelle deixou de ser apenas a menina cacheada da escola para se tornar a obsessão de Kevin. E ele, com seu jeito possessivo e misterioso, tornou-se o mestre de um jogo que estava apenas começando.
— Lembre-se, pequena — disse ele, entre beijos —, você me deu permissão.
— Eu sei — ela sussurrou, entregando-se ao desconhecido.
A noite estava apenas começando, e as sombras daquele quarto guardariam segredos que ninguém mais poderia entender. Entre Através da Minha Janela e Cinquenta Tons de Cinza, Marcelle e Kevin estavam escrevendo sua própria história, uma linha perigosa entre o amor juvenil e uma intensidade que queimava mais que o sol.
