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Uma dama e seis vagabundos
Fandom: Harry Potter
Criado: 29/06/2026
Tags
RomanceFatias de VidaHistória DomésticaHumorFantasiaCiúmesLinguagem ExplícitaCenário CanônicoDramaEstudo de PersonagemFofura
Entre Fumaça, Livros e Insultos Carinhosos
O dormitório masculino da Sonserina sempre teve um cheiro característico: uma mistura de pergaminho antigo, madeira de carvalho, o aroma úmido das masmorras e, ultimamente, o perfume forte de tabaco mágico que Matteo e Theodore insistiam em manter no ar. Eu estava terminando de dobrar meu último suéter de lã verde, guardando-o com cuidado na gaveta da cômoda que agora delimitava o "meu lado" do quarto.
Ser a única garota em um dormitório cheio de garotos sonserinos não era exatamente o que eu planejei para o meu quinto ano em Hogwarts, mas a superlotação nas masmorras femininas não me deu escolha. No começo, achei que morreria de vergonha. Agora, eu apenas aceitava que minha vida era um caos constante cercada por Draco, Tom, Matteo, Theodore, Lorenzo e Régulos.
Sentei-me na cama, encostando as costas na cabeceira fria de pedra, e abri meu exemplar de "Poções Avançadas". O silêncio durou pouco. Como já estávamos na véspera das férias e os professores tinham desistido de passar conteúdo novo, o castelo parecia uma festa eterna.
A porta do dormitório foi escancarada com um estrondo. Eu nem precisei levantar os olhos para saber quem era. O barulho de risadas e passos pesados preencheu o espaço instantaneamente.
— Vejam só, a nossa pequena nerd continua tentando fingir que é inteligente — a voz arrastada de Draco Malfoy ecoou. — Hanna, as aulas acabaram. Você pode parar de tentar ser a nova Hermione Granger, é humilhante para a nossa casa.
Eu suspirei, sentindo o colchão afundar pesadamente ao meu lado. Não precisei olhar para saber que era Matteo Riddle. Ele se jogou de qualquer jeito, esticando as pernas longas e apoiando o queixo no meu ombro, olhando para o livro com um desdém fingido.
— O que você quer, Matteo? — perguntei, tentando manter o tom sério, embora a presença dele sempre me deixasse um pouco alerta.
— Quero que você feche essa droga de livro e me dê atenção — ele murmurou, a voz rouca perto do meu ouvido. — Você está com essa cara de quem está tentando resolver o sentido da vida, mas todo mundo sabe que você só está escondendo que sentiu nossa falta.
— Senti falta do silêncio, isso sim — retruquei, fechando o livro com um estalo.
— Mentirosa — disse Theodore Nott, cruzando o quarto em direção à janela. Ele já estava com um cigarro entre os dedos, invocando uma pequena chama com a varinha. — Você adora a gente. Admita que esse quarto seria um tédio sem a minha beleza e o mau humor do Tom.
— Falando no diabo... — Lorenzo sussurrou, entrando logo atrás com Régulos Black.
Tom Riddle entrou por último, a expressão fechada e o uniforme impecável, como se estivesse pronto para uma audiência com o Ministro da Magia e não para um descanso no dormitório. Ele não disse nada, apenas caminhou até sua poltrona no canto e abriu um tomo de capa escura que parecia ter uns mil anos.
A dinâmica do quarto se estabeleceu rapidamente. Matteo e Theodore se encostaram no parapeito da janela, iniciando a rotina de "Marias Fumaça", como eu os chamava. A fumaça cinzenta começou a subir em espirais preguiçosas.
— Hanna, você viu minha gravata de seda? — Lorenzo perguntou, revirando o malão dele que, para variar, parecia que tinha explodido.
— Está embaixo da cama do Draco, Enzo — respondi, sem olhar. — Você a jogou lá ontem quando tentou usá-la como corda para prender o Régulos.
— Ah, é verdade — Lorenzo riu, abaixando-se para pegar a peça. — Obrigado, querida. O que seria de nós sem a sua memória de elefante e esse seu rostinho de anjo?
— Provavelmente estariam todos mortos ou perdidos na Floresta Proibida — comentei.
— Ou apenas mais felizes sem uma garota ranzinza nos vigiando — Draco provocou, sentando-se no pé da cama de Lorenzo com Régulos.
Os dois começaram a conversar sobre as vassouras novas da Nimbus, mas o tom de voz deles subia a cada segundo. Eles riam alto, gesticulavam e faziam questão de chutar os pés um do outro, criando um barulho ensurdecedor que rebatia nas paredes de pedra.
Eu olhei de soslaio para Tom. Ele estava com os dedos apertando as bordas do livro, uma veia saltando levemente em sua têmpora. Ele odiava barulho enquanto lia. E Draco e Régulos sabiam perfeitamente disso.
— E então o batedor da Corvinal caiu de cara na lama! — Régulos exclamou, rindo tão alto que quase engasgou. — Foi a coisa mais patética que eu já vi!
— Patético é o seu senso de humor, Black — Draco rebateu, rindo ainda mais alto.
Eu senti um riso começar a borbulhar na minha garganta. A expressão de ódio contido no rosto de Tom era quase cômica. Matteo, percebendo minha reação, inclinou-se mais para perto, o sorriso de lado denunciando que ele também estava se divertindo com a provocação.
— Ela vai rir — Matteo sussurrou para o quarto, fazendo com que todos olhassem para mim. — Olhem para ela. A pequena Hanna está tentando ser uma boa menina, mas quer rir do sofrimento do Lorde das Trevas de araque.
— Eu não estou rindo — menti, mordendo o lábio inferior.
— Está sim — disse Theodore, soltando uma nuvem de fumaça. — Suas bochechas estão ficando vermelhas. Você é péssima em esconder as coisas, Hanna. É por isso que te amamos, você é transparente demais para o seu próprio bem.
— Eu não sou transparente — retruquei, tentando recuperar minha pose rude. — Eu só acho que vocês são todos idiotas. Especialmente você, Matteo, que está usando minha coberta como apoio para os pés. Tira agora!
— E se eu não tirar? — Ele me desafiou, aproximando o rosto do meu. — Vai fazer o quê? Me lançar um feitiço de cócegas?
— Eu vou te chutar da cama — avisei, embora soubesse que ele era muito mais forte.
— Tão brava — ele riu, mas não se moveu. — É por isso que você é a nossa mascote favorita. Uma gatinha que pensa que é um dragão.
— Se eu fosse você, Malfoy, calaria a boca antes que o Tom decida que sua língua seria um ótimo ingrediente para uma poção — Lorenzo disse, embora ele mesmo estivesse rindo da situação.
— O Malfoy não cala a boca nem se eu costurar os lábios dele — Tom finalmente falou, sua voz fria cortando o barulho como uma lâmina. Ele não desviou os olhos do livro. — E se vocês três não pararem de gritar sobre quadribol nos próximos dois minutos, eu vou garantir que nenhum de vocês consiga montar em uma vassoura nas férias.
O quarto ficou em silêncio por exatamente três segundos, antes de Draco soltar uma risadinha abafada.
— Viu, Hanna? — Draco piscou para mim. — Ele está bravinho.
— Ele está certo — eu disse, tentando parecer inteligente e sensata. — Vocês são insuportáveis quando querem.
— Ah, não venha com essa — Régulos se aproximou, sentando-se no chão perto da minha cama. — Você adora a gente. Quem mais te chamaria de "estúpida" com tanto carinho quanto o Draco? Ou quem mais dividiria o melhor tabaco do mundo bruxo com você se você pedisse?
— Eu nunca pediria isso, Theodore — respondi, fazendo uma careta para o cheiro.
— Mas você gosta que a gente esteja aqui — Matteo insistiu, pegando uma mecha do meu cabelo preto e enrolando no dedo. — Admita. Você se sente protegida com seis dos bruxos mais perigosos de Hogwarts ao seu redor.
— Eu me sinto em um hospício — corrigi, embora, no fundo, uma parte de mim soubesse que ele tinha razão.
Apesar das humilhações constantes, dos apelidos bobos e do jeito torto que eles tinham de demonstrar afeto — que geralmente envolvia me irritar até eu perder a paciência —, eu nunca me senti sozinha naquele quarto. Eles eram rudes, eram arrogantes e, muitas vezes, completamente sem noção, mas eram a minha família ali dentro.
— Hanna? — Tom chamou, ainda sem olhar para mim.
— Sim?
— Se você rir da próxima piada idiota do Malfoy, eu vou queimar esse seu livro de Poções.
Eu olhei para o Draco, que estava fazendo uma careta ridícula por trás das costas de Tom, e não aguentei. A primeira risada escapou, curta e leve.
— Ops — eu disse, cobrindo a boca com a mão.
— É, Riddle — Matteo riu, passando o braço pelos meus ombros e me puxando para perto. — Parece que você vai ter que procurar um isqueiro, porque a nossa pequena sonserina perdeu a compostura de vez.
— Vocês são todos uns idiotas — eu resmunguei, mas não me afastei do abraço de Matteo.
— Mas somos os seus idiotas — Lorenzo completou, atirando um travesseiro na minha direção, que eu peguei no ar com habilidade.
O resto da tarde passou assim: entre fumaça, provocações e o som de páginas virando. Eu podia ser a única garota naquele dormitório, e eles podiam ser os garotos mais difíceis de Hogwarts, mas, de alguma forma bizarra, aquele caos era exatamente onde eu deveria estar.
— Ei, Hanna — Draco chamou, antes de saírem para o jantar. — Você está horrível com esse cabelo bagunçado.
— Obrigada, Draco — sorri, sabendo que, no dicionário Malfoy, aquilo significava que ele estava feliz por eu estar ali.
— De nada, sua tonta — ele respondeu, saindo do quarto logo atrás dos outros.
Fiquei por último, ajeitando meu cabelo no espelho e rindo sozinha. É, as férias estavam chegando, mas eu já sabia que sentiria falta daquela confusão.
Ser a única garota em um dormitório cheio de garotos sonserinos não era exatamente o que eu planejei para o meu quinto ano em Hogwarts, mas a superlotação nas masmorras femininas não me deu escolha. No começo, achei que morreria de vergonha. Agora, eu apenas aceitava que minha vida era um caos constante cercada por Draco, Tom, Matteo, Theodore, Lorenzo e Régulos.
Sentei-me na cama, encostando as costas na cabeceira fria de pedra, e abri meu exemplar de "Poções Avançadas". O silêncio durou pouco. Como já estávamos na véspera das férias e os professores tinham desistido de passar conteúdo novo, o castelo parecia uma festa eterna.
A porta do dormitório foi escancarada com um estrondo. Eu nem precisei levantar os olhos para saber quem era. O barulho de risadas e passos pesados preencheu o espaço instantaneamente.
— Vejam só, a nossa pequena nerd continua tentando fingir que é inteligente — a voz arrastada de Draco Malfoy ecoou. — Hanna, as aulas acabaram. Você pode parar de tentar ser a nova Hermione Granger, é humilhante para a nossa casa.
Eu suspirei, sentindo o colchão afundar pesadamente ao meu lado. Não precisei olhar para saber que era Matteo Riddle. Ele se jogou de qualquer jeito, esticando as pernas longas e apoiando o queixo no meu ombro, olhando para o livro com um desdém fingido.
— O que você quer, Matteo? — perguntei, tentando manter o tom sério, embora a presença dele sempre me deixasse um pouco alerta.
— Quero que você feche essa droga de livro e me dê atenção — ele murmurou, a voz rouca perto do meu ouvido. — Você está com essa cara de quem está tentando resolver o sentido da vida, mas todo mundo sabe que você só está escondendo que sentiu nossa falta.
— Senti falta do silêncio, isso sim — retruquei, fechando o livro com um estalo.
— Mentirosa — disse Theodore Nott, cruzando o quarto em direção à janela. Ele já estava com um cigarro entre os dedos, invocando uma pequena chama com a varinha. — Você adora a gente. Admita que esse quarto seria um tédio sem a minha beleza e o mau humor do Tom.
— Falando no diabo... — Lorenzo sussurrou, entrando logo atrás com Régulos Black.
Tom Riddle entrou por último, a expressão fechada e o uniforme impecável, como se estivesse pronto para uma audiência com o Ministro da Magia e não para um descanso no dormitório. Ele não disse nada, apenas caminhou até sua poltrona no canto e abriu um tomo de capa escura que parecia ter uns mil anos.
A dinâmica do quarto se estabeleceu rapidamente. Matteo e Theodore se encostaram no parapeito da janela, iniciando a rotina de "Marias Fumaça", como eu os chamava. A fumaça cinzenta começou a subir em espirais preguiçosas.
— Hanna, você viu minha gravata de seda? — Lorenzo perguntou, revirando o malão dele que, para variar, parecia que tinha explodido.
— Está embaixo da cama do Draco, Enzo — respondi, sem olhar. — Você a jogou lá ontem quando tentou usá-la como corda para prender o Régulos.
— Ah, é verdade — Lorenzo riu, abaixando-se para pegar a peça. — Obrigado, querida. O que seria de nós sem a sua memória de elefante e esse seu rostinho de anjo?
— Provavelmente estariam todos mortos ou perdidos na Floresta Proibida — comentei.
— Ou apenas mais felizes sem uma garota ranzinza nos vigiando — Draco provocou, sentando-se no pé da cama de Lorenzo com Régulos.
Os dois começaram a conversar sobre as vassouras novas da Nimbus, mas o tom de voz deles subia a cada segundo. Eles riam alto, gesticulavam e faziam questão de chutar os pés um do outro, criando um barulho ensurdecedor que rebatia nas paredes de pedra.
Eu olhei de soslaio para Tom. Ele estava com os dedos apertando as bordas do livro, uma veia saltando levemente em sua têmpora. Ele odiava barulho enquanto lia. E Draco e Régulos sabiam perfeitamente disso.
— E então o batedor da Corvinal caiu de cara na lama! — Régulos exclamou, rindo tão alto que quase engasgou. — Foi a coisa mais patética que eu já vi!
— Patético é o seu senso de humor, Black — Draco rebateu, rindo ainda mais alto.
Eu senti um riso começar a borbulhar na minha garganta. A expressão de ódio contido no rosto de Tom era quase cômica. Matteo, percebendo minha reação, inclinou-se mais para perto, o sorriso de lado denunciando que ele também estava se divertindo com a provocação.
— Ela vai rir — Matteo sussurrou para o quarto, fazendo com que todos olhassem para mim. — Olhem para ela. A pequena Hanna está tentando ser uma boa menina, mas quer rir do sofrimento do Lorde das Trevas de araque.
— Eu não estou rindo — menti, mordendo o lábio inferior.
— Está sim — disse Theodore, soltando uma nuvem de fumaça. — Suas bochechas estão ficando vermelhas. Você é péssima em esconder as coisas, Hanna. É por isso que te amamos, você é transparente demais para o seu próprio bem.
— Eu não sou transparente — retruquei, tentando recuperar minha pose rude. — Eu só acho que vocês são todos idiotas. Especialmente você, Matteo, que está usando minha coberta como apoio para os pés. Tira agora!
— E se eu não tirar? — Ele me desafiou, aproximando o rosto do meu. — Vai fazer o quê? Me lançar um feitiço de cócegas?
— Eu vou te chutar da cama — avisei, embora soubesse que ele era muito mais forte.
— Tão brava — ele riu, mas não se moveu. — É por isso que você é a nossa mascote favorita. Uma gatinha que pensa que é um dragão.
— Se eu fosse você, Malfoy, calaria a boca antes que o Tom decida que sua língua seria um ótimo ingrediente para uma poção — Lorenzo disse, embora ele mesmo estivesse rindo da situação.
— O Malfoy não cala a boca nem se eu costurar os lábios dele — Tom finalmente falou, sua voz fria cortando o barulho como uma lâmina. Ele não desviou os olhos do livro. — E se vocês três não pararem de gritar sobre quadribol nos próximos dois minutos, eu vou garantir que nenhum de vocês consiga montar em uma vassoura nas férias.
O quarto ficou em silêncio por exatamente três segundos, antes de Draco soltar uma risadinha abafada.
— Viu, Hanna? — Draco piscou para mim. — Ele está bravinho.
— Ele está certo — eu disse, tentando parecer inteligente e sensata. — Vocês são insuportáveis quando querem.
— Ah, não venha com essa — Régulos se aproximou, sentando-se no chão perto da minha cama. — Você adora a gente. Quem mais te chamaria de "estúpida" com tanto carinho quanto o Draco? Ou quem mais dividiria o melhor tabaco do mundo bruxo com você se você pedisse?
— Eu nunca pediria isso, Theodore — respondi, fazendo uma careta para o cheiro.
— Mas você gosta que a gente esteja aqui — Matteo insistiu, pegando uma mecha do meu cabelo preto e enrolando no dedo. — Admita. Você se sente protegida com seis dos bruxos mais perigosos de Hogwarts ao seu redor.
— Eu me sinto em um hospício — corrigi, embora, no fundo, uma parte de mim soubesse que ele tinha razão.
Apesar das humilhações constantes, dos apelidos bobos e do jeito torto que eles tinham de demonstrar afeto — que geralmente envolvia me irritar até eu perder a paciência —, eu nunca me senti sozinha naquele quarto. Eles eram rudes, eram arrogantes e, muitas vezes, completamente sem noção, mas eram a minha família ali dentro.
— Hanna? — Tom chamou, ainda sem olhar para mim.
— Sim?
— Se você rir da próxima piada idiota do Malfoy, eu vou queimar esse seu livro de Poções.
Eu olhei para o Draco, que estava fazendo uma careta ridícula por trás das costas de Tom, e não aguentei. A primeira risada escapou, curta e leve.
— Ops — eu disse, cobrindo a boca com a mão.
— É, Riddle — Matteo riu, passando o braço pelos meus ombros e me puxando para perto. — Parece que você vai ter que procurar um isqueiro, porque a nossa pequena sonserina perdeu a compostura de vez.
— Vocês são todos uns idiotas — eu resmunguei, mas não me afastei do abraço de Matteo.
— Mas somos os seus idiotas — Lorenzo completou, atirando um travesseiro na minha direção, que eu peguei no ar com habilidade.
O resto da tarde passou assim: entre fumaça, provocações e o som de páginas virando. Eu podia ser a única garota naquele dormitório, e eles podiam ser os garotos mais difíceis de Hogwarts, mas, de alguma forma bizarra, aquele caos era exatamente onde eu deveria estar.
— Ei, Hanna — Draco chamou, antes de saírem para o jantar. — Você está horrível com esse cabelo bagunçado.
— Obrigada, Draco — sorri, sabendo que, no dicionário Malfoy, aquilo significava que ele estava feliz por eu estar ali.
— De nada, sua tonta — ele respondeu, saindo do quarto logo atrás dos outros.
Fiquei por último, ajeitando meu cabelo no espelho e rindo sozinha. É, as férias estavam chegando, mas eu já sabia que sentiria falta daquela confusão.
