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Oliver
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 29/06/2026
Tags
HumorCrack / Humor ParódicoFatias de VidaHorror CorporalCenário CanônicoParódia
O Experimento Inflável de Oliver
Os corredores da Escola de Papel estavam estranhamente silenciosos naquela tarde, o que geralmente era um sinal de que algo muito errado — ou muito engraçado — estava prestes a acontecer. Na sala de ciências abandonada, o trio de encrenqueiros mais conhecido da instituição estava reunido em volta de uma mesa de metal. Oliver, com seus longos cabelos brancos que chegavam aos tornozelos e seu braço de lápis batucando impacientemente na superfície fria, encarava o objeto no centro da discussão.
Havia um cilindro de gás hélio industrial e uma mangueira adaptada com uma válvula de enchimento de balões. Edward, o mestre das invenções duvidosas, ajustava os óculos com um sorriso malicioso, enquanto Zip balançava uma fita de presente azul brilhante entre os dedos, os olhos brilhando com uma ideia travessa.
— Eu não sei se isso é uma boa ideia, pessoal — disse Oliver, ajeitando o laço preto que prendia seu rabo de cavalo baixo. — Eu já comi três barras de sabão de lavanda hoje, meu estômago já está meio... sensível.
— Ah, deixa de ser frouxo, Oliver! — exclamou Zip, dando um tapinha nas costas dele. — É um desafio. Você não quer ser o único de nós que não aguenta um pouco de pressão, quer?
— O plano é simples — explicou Edward, segurando o bico da mangueira. — Vamos ver o quanto o seu corpo de papel e tinta consegue expandir antes de você virar uma decoração de festa de aniversário. É ciência, cara!
Oliver tentou recuar, mas Edward foi mais rápido. Com uma agilidade surpreendente, ele agarrou o queixo de Oliver. O garoto dos chifres pretos tentou protestar, mas a mangueira foi pressionada contra seus lábios antes que ele pudesse dizer "A+".
— Edward, para! Eu não quero... — a voz de Oliver saiu abafada e interrompida.
— Fica parado! — ordenou Edward, forçando o bico na boca de Oliver. — Zip, liga a válvula! Agora!
Zip não perdeu tempo. Ela girou a manivela com entusiasmo, e o som do gás escapando preencheu a sala com um chiado agudo.
— Um! — contou Zip em voz alta, começando a contagem.
Oliver sentiu a primeira golfada de ar entrar. Seus olhos se arregalaram. Ele tentou empurrar Edward com seu braço de lápis, mas o amigo estava firme. Suas bochechas inflaram instantaneamente, ficando redondas como duas maçãs.
— Dois! — gritou Zip.
O peito de Oliver estufou, a camisa preta de gola começando a esticar sobre seu tronco. As listras brancas nas mangas pareciam estar se afastando umas das outras.
— Três! Quatro! — Zip estava pulando de alegria agora.
A barriga de Oliver começou a crescer para a frente de forma alarmante. Suas bermudas brancas estavam ficando apertadas, e a sensação de leveza começou a tomar conta de seus pés. Ele não era mais apenas um garoto travesso; ele estava se tornando uma esfera viva.
— Cinco! Seis! — A voz de Zip subiu de tom.
Nesse ponto, Oliver já não conseguia tocar o chão com as botas pretas. Seus braços e pernas estavam sendo empurrados para fora pelo volume crescente de seu torso. Ele parecia uma versão gigantesca e humana de um balão de desfile. A marca de "A+" em seu cabelo parecia tremer conforme sua cabeça balançava levemente sobre o pescoço que agora mal aparecia.
— Sete! — Edward começou a suar, percebendo que Oliver estava ficando realmente enorme. — Zip, acho que já está bom...
— Oito! — Zip ignorou o aviso, dando uma última volta completa na válvula antes de finalmente fechá-la.
Edward puxou a mangueira da boca de Oliver com um estalo. O silêncio que se seguiu foi interrompido apenas pelo som do tecido da roupa de Oliver rangendo sob a tensão extrema. Oliver não caiu no chão; ele flutuou a alguns centímetros da superfície, balançando como uma boia no mar.
Ele estava imenso. Sua silhueta esguia havia sumido, substituída por uma forma perfeitamente esférica que fazia suas meias brancas até o joelho parecerem minúsculas em comparação ao resto do corpo.
— Meu Deus... — sussurrou Zip, boquiaberta. — Você está... gigante.
Oliver tentou olhar para baixo, mas sua própria barriga impedia a visão de seus pés. Quando ele falou, sua voz saiu fina e aguda, como se tivesse engolido uma orquestra de flautas.
— Eu... eu estou horroroso! — exclamou Oliver, sua voz oscilando. — Olhem para mim! Eu pareço uma baleia! Uma baleia de cabelos brancos!
— Você parece mais um dirigível — comentou Edward, cutucando o lado de Oliver com o dedo. O corpo do garoto ricocheteou levemente, vibrando como gelatina.
— Edward, isso não tem graça! — Oliver tentou cruzar os braços, mas eles eram curtos demais para alcançar o centro de seu peito inflado. — Eu vou estourar! Eu sinto que se alguém me espetar com um alfinete, eu vou voar até a sala da Miss Circle e virar confete!
Zip, no entanto, não estava ouvindo as reclamações. Ela tinha visto o rolo de fita de presente azul sobre a mesa e uma ideia ainda mais brilhante surgiu em sua mente travessa.
— Sabe o que falta? — perguntou Zip, desenrolando uma longa tira de fita. — Já que você é um balão, você precisa ser devidamente decorado.
— Zip, nem pense nisso! — Oliver tentou se afastar, mas flutuar não era o método de locomoção mais eficiente. Ele apenas girou lentamente no ar, expondo as costas.
— Fica parado, "Baleia Oliver" — brincou ela, rindo.
Zip começou a correr em volta de Oliver, passando a fita brilhante por cima de seus ombros, por baixo de seus braços esticados e em volta de sua cintura inexistente. Ela trabalhava com a precisão de quem embrulha um presente de Natal muito valioso e muito redondo.
— Ai! Isso está apertado! — reclamou Oliver, sentindo a fita afundar levemente em sua forma inflada.
— É para garantir que você não saia voando pelo teto — disse Zip, passando a fita agora pelas pernas dele. — E pronto... a parte final.
Com um movimento rápido e uma risadinha abafada, Zip passou a fita por baixo, prendendo-a firmemente até na bunda de Oliver, cruzando o material para garantir que o "embrulho" estivesse completo. Ela finalizou com um laço enorme e espalhafatoso bem no topo da cabeça dele, logo abaixo da mecha de cabelo arrepiada.
— Perfeito! — exclamou ela, batendo palmas. — O presente de aniversário mais gorducho da escola.
— Eu vou matar vocês dois — disse Oliver, embora fosse difícil soar ameaçador enquanto ele balançava inutilmente de um lado para o outro, parecendo uma decoração de festa flutuante. — Assim que eu desinflar, eu vou colocar sabonete na comida de vocês por um mês inteiro!
Edward riu, recostando-se na mesa de ciências.
— Até lá, Oliver, aproveite a vista de cima. Você sempre quis ser um aluno nota dez, agora você é um aluno nota... bem, um "A+" bem grande e redondo.
Oliver bufou, o que causou um som de assobio engraçado saindo de seus lábios, e ele flutuou mais alguns centímetros em direção ao teto, resignado ao seu destino de ser o balão oficial da turma, pelo menos até o hélio passar.
Havia um cilindro de gás hélio industrial e uma mangueira adaptada com uma válvula de enchimento de balões. Edward, o mestre das invenções duvidosas, ajustava os óculos com um sorriso malicioso, enquanto Zip balançava uma fita de presente azul brilhante entre os dedos, os olhos brilhando com uma ideia travessa.
— Eu não sei se isso é uma boa ideia, pessoal — disse Oliver, ajeitando o laço preto que prendia seu rabo de cavalo baixo. — Eu já comi três barras de sabão de lavanda hoje, meu estômago já está meio... sensível.
— Ah, deixa de ser frouxo, Oliver! — exclamou Zip, dando um tapinha nas costas dele. — É um desafio. Você não quer ser o único de nós que não aguenta um pouco de pressão, quer?
— O plano é simples — explicou Edward, segurando o bico da mangueira. — Vamos ver o quanto o seu corpo de papel e tinta consegue expandir antes de você virar uma decoração de festa de aniversário. É ciência, cara!
Oliver tentou recuar, mas Edward foi mais rápido. Com uma agilidade surpreendente, ele agarrou o queixo de Oliver. O garoto dos chifres pretos tentou protestar, mas a mangueira foi pressionada contra seus lábios antes que ele pudesse dizer "A+".
— Edward, para! Eu não quero... — a voz de Oliver saiu abafada e interrompida.
— Fica parado! — ordenou Edward, forçando o bico na boca de Oliver. — Zip, liga a válvula! Agora!
Zip não perdeu tempo. Ela girou a manivela com entusiasmo, e o som do gás escapando preencheu a sala com um chiado agudo.
— Um! — contou Zip em voz alta, começando a contagem.
Oliver sentiu a primeira golfada de ar entrar. Seus olhos se arregalaram. Ele tentou empurrar Edward com seu braço de lápis, mas o amigo estava firme. Suas bochechas inflaram instantaneamente, ficando redondas como duas maçãs.
— Dois! — gritou Zip.
O peito de Oliver estufou, a camisa preta de gola começando a esticar sobre seu tronco. As listras brancas nas mangas pareciam estar se afastando umas das outras.
— Três! Quatro! — Zip estava pulando de alegria agora.
A barriga de Oliver começou a crescer para a frente de forma alarmante. Suas bermudas brancas estavam ficando apertadas, e a sensação de leveza começou a tomar conta de seus pés. Ele não era mais apenas um garoto travesso; ele estava se tornando uma esfera viva.
— Cinco! Seis! — A voz de Zip subiu de tom.
Nesse ponto, Oliver já não conseguia tocar o chão com as botas pretas. Seus braços e pernas estavam sendo empurrados para fora pelo volume crescente de seu torso. Ele parecia uma versão gigantesca e humana de um balão de desfile. A marca de "A+" em seu cabelo parecia tremer conforme sua cabeça balançava levemente sobre o pescoço que agora mal aparecia.
— Sete! — Edward começou a suar, percebendo que Oliver estava ficando realmente enorme. — Zip, acho que já está bom...
— Oito! — Zip ignorou o aviso, dando uma última volta completa na válvula antes de finalmente fechá-la.
Edward puxou a mangueira da boca de Oliver com um estalo. O silêncio que se seguiu foi interrompido apenas pelo som do tecido da roupa de Oliver rangendo sob a tensão extrema. Oliver não caiu no chão; ele flutuou a alguns centímetros da superfície, balançando como uma boia no mar.
Ele estava imenso. Sua silhueta esguia havia sumido, substituída por uma forma perfeitamente esférica que fazia suas meias brancas até o joelho parecerem minúsculas em comparação ao resto do corpo.
— Meu Deus... — sussurrou Zip, boquiaberta. — Você está... gigante.
Oliver tentou olhar para baixo, mas sua própria barriga impedia a visão de seus pés. Quando ele falou, sua voz saiu fina e aguda, como se tivesse engolido uma orquestra de flautas.
— Eu... eu estou horroroso! — exclamou Oliver, sua voz oscilando. — Olhem para mim! Eu pareço uma baleia! Uma baleia de cabelos brancos!
— Você parece mais um dirigível — comentou Edward, cutucando o lado de Oliver com o dedo. O corpo do garoto ricocheteou levemente, vibrando como gelatina.
— Edward, isso não tem graça! — Oliver tentou cruzar os braços, mas eles eram curtos demais para alcançar o centro de seu peito inflado. — Eu vou estourar! Eu sinto que se alguém me espetar com um alfinete, eu vou voar até a sala da Miss Circle e virar confete!
Zip, no entanto, não estava ouvindo as reclamações. Ela tinha visto o rolo de fita de presente azul sobre a mesa e uma ideia ainda mais brilhante surgiu em sua mente travessa.
— Sabe o que falta? — perguntou Zip, desenrolando uma longa tira de fita. — Já que você é um balão, você precisa ser devidamente decorado.
— Zip, nem pense nisso! — Oliver tentou se afastar, mas flutuar não era o método de locomoção mais eficiente. Ele apenas girou lentamente no ar, expondo as costas.
— Fica parado, "Baleia Oliver" — brincou ela, rindo.
Zip começou a correr em volta de Oliver, passando a fita brilhante por cima de seus ombros, por baixo de seus braços esticados e em volta de sua cintura inexistente. Ela trabalhava com a precisão de quem embrulha um presente de Natal muito valioso e muito redondo.
— Ai! Isso está apertado! — reclamou Oliver, sentindo a fita afundar levemente em sua forma inflada.
— É para garantir que você não saia voando pelo teto — disse Zip, passando a fita agora pelas pernas dele. — E pronto... a parte final.
Com um movimento rápido e uma risadinha abafada, Zip passou a fita por baixo, prendendo-a firmemente até na bunda de Oliver, cruzando o material para garantir que o "embrulho" estivesse completo. Ela finalizou com um laço enorme e espalhafatoso bem no topo da cabeça dele, logo abaixo da mecha de cabelo arrepiada.
— Perfeito! — exclamou ela, batendo palmas. — O presente de aniversário mais gorducho da escola.
— Eu vou matar vocês dois — disse Oliver, embora fosse difícil soar ameaçador enquanto ele balançava inutilmente de um lado para o outro, parecendo uma decoração de festa flutuante. — Assim que eu desinflar, eu vou colocar sabonete na comida de vocês por um mês inteiro!
Edward riu, recostando-se na mesa de ciências.
— Até lá, Oliver, aproveite a vista de cima. Você sempre quis ser um aluno nota dez, agora você é um aluno nota... bem, um "A+" bem grande e redondo.
Oliver bufou, o que causou um som de assobio engraçado saindo de seus lábios, e ele flutuou mais alguns centímetros em direção ao teto, resignado ao seu destino de ser o balão oficial da turma, pelo menos até o hélio passar.
