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Michael
Fandom: Niely
Criado: 29/06/2026
Tags
RomancePWP (Enredo? Que enredo?)História DomésticaLinguagem ExplícitaRomance
Sinfonia Rústica sob o Luar
O isolamento da casa de campo trazia um silêncio que, para Michael, era o convite perfeito para o caos sensorial. Longe dos holofotes, das câmeras e da histeria urbana, o único som que preenchia o ar era o estalo rítmico da lenha na lareira e o sussurro do vento nas árvores altas que cercavam a propriedade. Mas, dentro do quarto principal, o clima era de uma intensidade que faria qualquer tempestade parecer uma brisa leve.
Lily estava de quatro sobre a cama de lençóis de linho escuro, a pele alva contrastando com o tecido, os cabelos espalhados como um véu de seda sobre os travesseiros. Michael estava logo atrás dela, ajoelhado, as mãos firmes em seus quadris, sentindo a vibração de cada gemido que escapava dos lábios dela.
Ele aumentou um pouco o ritmo, ainda cuidadoso, mas visivelmente mais firme, cada estocada ecoando a urgência que crescia em seu peito. A luz âmbar das chamas dançava sobre os músculos definidos das costas dele, criando sombras que acentuavam sua força.
— Você é tão linda assim, Lily — sussurrou ele, a voz rouca, carregada de um desejo que ele não tentava mais esconder.
A mão direita dele desceu, deslizando por entre as pernas dela com uma precisão que fez Lily arquear as costas. Os dedos de Michael, longos e ágeis, começaram a roçar o clitóris dela com uma cadência torturante, enquanto ele continuava a possuí-la por trás, mantendo um movimento profundo e constante.
Lily virou o rosto para o lado, buscando o contato dele, e Michael não hesitou. Ele se inclinou para frente, beijando-a por cima do ombro, uma mordida leve no lóbulo da orelha antes que sua língua se enroscasse na dela em um beijo úmido e faminto. Os quadris dele não paravam; pelo contrário, pareciam ganhar uma autonomia própria, movendo-se em um compasso frenético.
O som molhado dos corpos se encontrando, o impacto rítmico da pele contra a pele, preenchia o quarto como uma música primitiva. Era uma sinfonia de desejo puro, misturada com os gemidos baixos e guturais que ambos soltavam.
— Michael... por favor... — Lily arquejou, as unhas cravando-se nos lençóis enquanto a estimulação dupla a levava para o abismo.
Ele segurou o quadril dela com ainda mais força, os dedos deixando marcas leves na pele macia, metendo-se um pouco mais fundo, cada vez mais desesperado para sentir cada centímetro dela.
— Goza pra mim de novo, baby — ele pediu, a respiração quente contra o pescoço dela. — Quero sentir você gozando no meu pau. Quero sentir cada aperto seu.
Lily obedeceu da única forma que seu corpo sabia. O segundo orgasmo veio como uma onda avassaladora, mais forte que o primeiro, fazendo seu corpo inteiro tremer violentamente contra o dele. As paredes internas dela se contraíram em volta dele, prendendo-o em um abraço de puro prazer. Michael fechou os olhos, a cabeça jogada para trás, aguentando mais alguns movimentos vigorosos, sentindo o calor dela consumi-lo, antes de finalmente se entregar e gozar fundo dentro dela, soltando um rosnado baixo que vibrou por todo o quarto.
Eles ficaram ali por alguns minutos, a respiração pesada sendo o único som audível além do fogo na sala ao lado. Michael desabou sobre o corpo dela, mantendo-se unido a ela, beijando a curva de seu pescoço com ternura.
— Você me deixa louco, sabia? — ele disse, a voz voltando ao tom suave de sempre, mas ainda tingida pela exaustão deliciosa.
Lily girou o corpo com dificuldade, ficando de frente para ele. Seus olhos brilhavam, as bochechas coradas e os lábios inchados pelos beijos.
— É recíproco, Michael. Você sabe que é.
Ele sorriu, aquele sorriso tímido que escondia o homem voraz que ele acabara de ser. Michael a puxou para mais perto, aninhando-a em seus braços, mas o brilho em seus olhos sugeria que a noite na casa de campo estava longe de terminar.
— A lareira ainda está acesa — ele comentou, passando a mão pelo cabelo dela. — E eu aposto que o tapete da sala é muito mais confortável do que parece.
Lily soltou uma risada baixa, sentindo a mão dele descer novamente, explorando as curvas de seu corpo com uma curiosidade renovada.
— Você não se cansa nunca? — ela perguntou, embora já soubesse a resposta.
— Com você? Jamais — Michael respondeu, selando a promessa com um beijo lento e profundo.
Ele se levantou, a silhueta esguia e poderosa destacada pela penumbra, e estendeu a mão para ela. Lily a aceitou sem hesitar. Eles caminharam até a sala, onde o calor do fogo criava um santuário de luz e sombra. Michael a guiou até o tapete de pele sintética diante da lareira, sentando-se e puxando-a para o seu colo.
— Quero ver você sob a luz do fogo — ele murmurou, as mãos subindo para os seios dela, massageando-os com uma lentidão que a fazia suspirar.
Ele começou a chupar um dos bicos, a língua brincando com a ponta sensível enquanto a outra mão descia para o ventre dela. Lily inclinou a cabeça para trás, sentindo o calor das chamas em suas costas e o calor de Michael em sua frente.
— Michael... — ela sussurrou, sentindo a umidade retornar entre suas pernas.
— Shh... apenas sinta — ele disse, aumentando o ritmo da sucção, os olhos fixos nela, devorando cada expressão de prazer que cruzava seu rosto.
Ali, naquela casa isolada do mundo, não havia regras, não havia pressões. Havia apenas a pele, o fogo e a música silenciosa de um desejo que parecia infinito. Michael a deitou suavemente no tapete, posicionando-se entre suas pernas mais uma vez, pronto para recomeçar a dança que os dois conheciam tão bem.
— Eu nunca vou me cansar de você — ele repetiu, desta vez contra os lábios dela, antes de se perderem novamente um no outro.
Lily estava de quatro sobre a cama de lençóis de linho escuro, a pele alva contrastando com o tecido, os cabelos espalhados como um véu de seda sobre os travesseiros. Michael estava logo atrás dela, ajoelhado, as mãos firmes em seus quadris, sentindo a vibração de cada gemido que escapava dos lábios dela.
Ele aumentou um pouco o ritmo, ainda cuidadoso, mas visivelmente mais firme, cada estocada ecoando a urgência que crescia em seu peito. A luz âmbar das chamas dançava sobre os músculos definidos das costas dele, criando sombras que acentuavam sua força.
— Você é tão linda assim, Lily — sussurrou ele, a voz rouca, carregada de um desejo que ele não tentava mais esconder.
A mão direita dele desceu, deslizando por entre as pernas dela com uma precisão que fez Lily arquear as costas. Os dedos de Michael, longos e ágeis, começaram a roçar o clitóris dela com uma cadência torturante, enquanto ele continuava a possuí-la por trás, mantendo um movimento profundo e constante.
Lily virou o rosto para o lado, buscando o contato dele, e Michael não hesitou. Ele se inclinou para frente, beijando-a por cima do ombro, uma mordida leve no lóbulo da orelha antes que sua língua se enroscasse na dela em um beijo úmido e faminto. Os quadris dele não paravam; pelo contrário, pareciam ganhar uma autonomia própria, movendo-se em um compasso frenético.
O som molhado dos corpos se encontrando, o impacto rítmico da pele contra a pele, preenchia o quarto como uma música primitiva. Era uma sinfonia de desejo puro, misturada com os gemidos baixos e guturais que ambos soltavam.
— Michael... por favor... — Lily arquejou, as unhas cravando-se nos lençóis enquanto a estimulação dupla a levava para o abismo.
Ele segurou o quadril dela com ainda mais força, os dedos deixando marcas leves na pele macia, metendo-se um pouco mais fundo, cada vez mais desesperado para sentir cada centímetro dela.
— Goza pra mim de novo, baby — ele pediu, a respiração quente contra o pescoço dela. — Quero sentir você gozando no meu pau. Quero sentir cada aperto seu.
Lily obedeceu da única forma que seu corpo sabia. O segundo orgasmo veio como uma onda avassaladora, mais forte que o primeiro, fazendo seu corpo inteiro tremer violentamente contra o dele. As paredes internas dela se contraíram em volta dele, prendendo-o em um abraço de puro prazer. Michael fechou os olhos, a cabeça jogada para trás, aguentando mais alguns movimentos vigorosos, sentindo o calor dela consumi-lo, antes de finalmente se entregar e gozar fundo dentro dela, soltando um rosnado baixo que vibrou por todo o quarto.
Eles ficaram ali por alguns minutos, a respiração pesada sendo o único som audível além do fogo na sala ao lado. Michael desabou sobre o corpo dela, mantendo-se unido a ela, beijando a curva de seu pescoço com ternura.
— Você me deixa louco, sabia? — ele disse, a voz voltando ao tom suave de sempre, mas ainda tingida pela exaustão deliciosa.
Lily girou o corpo com dificuldade, ficando de frente para ele. Seus olhos brilhavam, as bochechas coradas e os lábios inchados pelos beijos.
— É recíproco, Michael. Você sabe que é.
Ele sorriu, aquele sorriso tímido que escondia o homem voraz que ele acabara de ser. Michael a puxou para mais perto, aninhando-a em seus braços, mas o brilho em seus olhos sugeria que a noite na casa de campo estava longe de terminar.
— A lareira ainda está acesa — ele comentou, passando a mão pelo cabelo dela. — E eu aposto que o tapete da sala é muito mais confortável do que parece.
Lily soltou uma risada baixa, sentindo a mão dele descer novamente, explorando as curvas de seu corpo com uma curiosidade renovada.
— Você não se cansa nunca? — ela perguntou, embora já soubesse a resposta.
— Com você? Jamais — Michael respondeu, selando a promessa com um beijo lento e profundo.
Ele se levantou, a silhueta esguia e poderosa destacada pela penumbra, e estendeu a mão para ela. Lily a aceitou sem hesitar. Eles caminharam até a sala, onde o calor do fogo criava um santuário de luz e sombra. Michael a guiou até o tapete de pele sintética diante da lareira, sentando-se e puxando-a para o seu colo.
— Quero ver você sob a luz do fogo — ele murmurou, as mãos subindo para os seios dela, massageando-os com uma lentidão que a fazia suspirar.
Ele começou a chupar um dos bicos, a língua brincando com a ponta sensível enquanto a outra mão descia para o ventre dela. Lily inclinou a cabeça para trás, sentindo o calor das chamas em suas costas e o calor de Michael em sua frente.
— Michael... — ela sussurrou, sentindo a umidade retornar entre suas pernas.
— Shh... apenas sinta — ele disse, aumentando o ritmo da sucção, os olhos fixos nela, devorando cada expressão de prazer que cruzava seu rosto.
Ali, naquela casa isolada do mundo, não havia regras, não havia pressões. Havia apenas a pele, o fogo e a música silenciosa de um desejo que parecia infinito. Michael a deitou suavemente no tapete, posicionando-se entre suas pernas mais uma vez, pronto para recomeçar a dança que os dois conheciam tão bem.
— Eu nunca vou me cansar de você — ele repetiu, desta vez contra os lábios dela, antes de se perderem novamente um no outro.
