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D58
Fandom: Record of ragnarok
Criado: 30/06/2026
Tags
RomanceFantasiaDor/ConfortoHistória DomésticaEstudo de PersonagemCenário CanônicoDramaFofuraFatias de VidaTeslapunk
Onde o Trono se Torna Lar
A madrugada em Helheim nunca era verdadeiramente escura, mas sim tingida por um roxo profundo e perpétuo que banhava as colunas de obsidiana do palácio. O silêncio, geralmente absoluto, foi quebrado pelo som metálico de passos apressados e sussurros indiscretos. Brunhilde liderava o grupo com uma expressão que oscilava entre a irritação e a urgência, seguida de perto por um Ares trêmulo, um Hermes excessivamente curioso e Kojiro Sasaki, que coçava a nuca com um sorriso sem graça.
— Eu lhes digo, o Imperador não responde às convocações há três dias! — exclamou Brunhilde, parando diante das imensas portas duplas dos aposentos reais. — Se ele decidiu ignorar a redistribuição das almas do setor leste apenas para tirar uma soneca, eu mesma o trarei pelos cabelos.
— Brunhilde, talvez não seja a melhor hora... — ponderou Kojiro, sentindo uma aura densa emanando do quarto. — Grandes reis costumam valorizar sua privacidade, sabe?
Ares, suando frio, concordou rapidamente.
— Hades-sama não gosta de intrusos. Se ele estiver aí dentro, estamos todos mortos!
Ignorando os avisos, Brunhilde escancarou as portas com um estrondo. O que encontraram, no entanto, não foi a cena de combate ou a pompa imperial que esperavam.
O vasto quarto estava mergulhado em um caos burocrático. Pergaminhos de seda, relatórios de Helheim e mapas estelares cobriam o chão de mármore. No centro de tudo, sentado não em um trono, mas em um divã largo, estava Qin Shi Huang. O Primeiro Imperador da China, o homem que desafiara deuses com um sorriso arrogante, parecia... pequeno.
Ele não usava sua armadura ornamentada ou suas túnicas imperiais. Qin estava envolto em um robe de seda negra e carmesim que claramente pertencia a Hades — as mangas eram longas demais, cobrindo suas mãos, e o tecido caía pesadamente sobre seus ombros. Seus olhos, geralmente ocultos pela venda, estavam semicerrados, revelando olheiras profundas. Ele segurava um pincel com dedos trêmulos, lutando contra o sono enquanto tentava corrigir uma pilha de documentos.
— Onde eu me sento... é o trono... — murmurou Qin, a voz rouca e arrastada, sem sequer levantar a cabeça para ver os invasores. — Mas quem diria que o trono de Helheim exigia tanta... maldita... papelada...
— Qin Shi Huang? — Brunhilde travou, a fúria evaporando diante da vulnerabilidade do homem.
Qin finalmente levantou o olhar. Por um segundo, a antiga centelha de orgulho brilhou. Ele tentou endireitar a postura, mas o cansaço era uma carga mais pesada que qualquer império.
— Ah, a Valquíria e seus... súditos — ele forçou um sorriso, embora o canto de sua boca tremesse. — Vieram pedir uma audiência? O Rei está... ligeiramente ocupado com a incompetência dos escribas deste reino. Eles trocaram as almas dos pecadores do terceiro círculo com as do quinto. Uma bagunça... que eu tive que consertar.
— Você parece um trapo, rapaz — comentou Kojiro, aproximando-se com cautela. — Quando foi a última vez que dormiu?
Qin soltou uma risada seca, que terminou em um suspiro cansado.
— O tempo é irrelevante para um Imperador. Mas admito... este corpo humano ainda tem suas... limitações.
Antes que Brunhilde pudesse berrar sobre a urgência política, uma presença gélida e majestosa preencheu o ambiente. Hades surgiu de uma antecâmara lateral, carregando uma bandeja com chá e frutas. O Rei do Submundo parou, seus olhos bicolores varrendo o grupo de intrusos com uma frieza que fez Ares se esconder atrás de um pilar.
— Eu não me recordo de ter agendado uma recepção para esta hora — disse Hades, sua voz baixa e vibrante como um trovão distante.
— Hades-sama! — Ares gaguejou. — Nós... nós pensamos que algo tinha acontecido! Qin não aparece nas reuniões e...
Hades ignorou o sobrinho, caminhando calmamente até Qin. Ele colocou a bandeja de lado e, com uma ternura que chocou os presentes, retirou o pincel das mãos do Imperador.
— Já chega, Ying Zheng — disse Hades suavemente. — Você já fez o trabalho de dez escribas em uma única noite.
— Eu ainda não terminei, Hades — protestou Qin, tentando recuperar o documento, mas suas mãos se perderam nas mangas excessivamente grandes do robe de seu marido. — Se eu não organizar isso, a estabilidade política das regiões inferiores vai colapsar. E eu sou o Rei. Eu não deixo meu povo, mesmo os mortos, em desordem.
Hades suspirou, sentando-se ao lado dele e puxando-o para que Qin apoiasse a cabeça em seu ombro.
— Você é um Rei, sim. Mas até os deuses descansam. E você está sentindo a exaustão deles, não está?
Qin estremeceu levemente. Sua sinestesia toque-espelho, a maldição e benção que o fazia sentir a dor alheia, estava aguçada pelo cansaço. A confusão e o estresse dos burocratas de Helheim ecoavam em seu próprio sistema nervoso como agulhas sob a pele.
— É irritante — confessou Qin, fechando os olhos e se permitindo relaxar contra o peito de Hades. — Eles são tão... ineficientes. Sinto a ansiedade deles a cada erro que cometem.
Os observadores na porta estavam em silêncio absoluto. Ver o temível Qin Shi Huang, o homem que derrubou deuses, buscando refúgio no abraço do Rei do Submundo era uma imagem que nenhum bardo poderia ter inventado.
— Brunhilde — chamou Hades, sem desviar os olhos do marido. — A redistribuição das almas será tratada amanhã. Por mim. Se algum deus ou humano tiver objeções, que venha falar pessoalmente com o Rei de Helheim.
— Mas a burocracia... — Brunhilde começou, mas parou ao encontrar o olhar severo de Hades.
— A burocracia pode esperar. A saúde do meu consorte, não.
Qin soltou um murmúrio abafado contra a túnica de Hades.
— Eu não preciso de proteção... eu sou o trono...
— Sim, você é o trono — sussurrou Hades, beijando o topo da cabeça de Qin —, mas até o trono precisa de um alicerce firme. Deixe-me ser o seu por esta noite.
Hermes, com um sorriso enigmático, fez uma reverência e começou a guiar o grupo para fora do quarto.
— Creio que nossa presença é mais do que indesejada agora. Vamos, Ares. Brunhilde, deixe os soberanos em paz.
Quando as portas se fecharam novamente, o silêncio retornou, mas desta vez era um silêncio confortável. Hades envolveu Qin com seus braços, sentindo o calor do corpo humano contra o seu.
— Eles viram... — murmurou Qin, a voz quase desaparecendo. — O Imperador... em roupas de dormir... que escândalo.
— Deixe que falem — respondeu Hades, acariciando o rosto de Qin, removendo cuidadosamente um rastro de tinta que manchava sua bochecha. — Eles viram um homem que trabalha mais do que qualquer divindade para garantir que seu novo reino não caia em caos. Não há desonra nisso.
Qin abriu um olho, um brilho de sua habitual arrogância retornando por um breve instante.
— É claro que não há desonra. Tudo o que eu faço é magnífico. Até ficar exausto é um ato de grandeza imperial.
Hades riu baixo, um som raro e melodioso.
— Sua modéstia continua sendo sua característica mais marcante, vejo.
— Onde eu me deito... — Qin bocejou, finalmente se entregando ao peso dos braços de Hades — ... é o centro do mundo.
— Então durma, meu Imperador. O mundo pode girar sem você por algumas horas.
Hades o ajeitou melhor no divã, cobrindo-o com um cobertor de pele fina, mas Qin segurou a borda da túnica de Hades, puxando-o para perto.
— Fique — ordenou Qin, embora soasse mais como um pedido. — Sua presença... silencia as dores dos outros. É a única coisa que me traz paz.
Hades não hesitou. Ele se deitou ao lado do chinês, permitindo que Qin se aninhasse em seu peito. O Rei de Helheim, conhecido por sua impiedade e sua seriedade inabalável, agora era apenas um homem cuidando de quem amava.
Enquanto Qin Shi Huang mergulhava em um sono profundo e sem sonhos, Hades observava a pilha de papéis no chão. Ele sabia que os erros cometidos pelos escribas eram graves e que a redistribuição de almas causaria tensões políticas com as outras divindades. Havia perguntas sem respostas: por que os escribas estavam falhando tão sistematicamente? Seria uma sabotagem interna contra a influência de um humano no submundo?
Mas, ao sentir a respiração rítmica de Qin contra sua pele, Hades decidiu que os mistérios de Helheim poderiam esperar pelo amanhecer. Pela primeira vez em milênios, o dever não era sua prioridade absoluta.
Naquela noite, sob o céu roxo do submundo, não havia deuses ou imperadores. Havia apenas dois seres que, após uma guerra que quase destruiu a existência, encontraram um no outro o que nunca buscaram no poder: um lar.
— Descanse, Zheng — sussurrou Hades, fechando os próprios olhos. — Amanhã, o mundo sentirá a fúria e o esplendor de seus reis novamente. Mas hoje... somos apenas nós.
E no silêncio dos aposentos reais, o único som era o bater de dois corações que, contra todas as probabilidades, aprenderam a bater no mesmo ritmo. A vulnerabilidade que Qin tanto temia mostrar tornara-se sua maior força, pois fora ela que permitira a Hades atravessar as muralhas de sua arrogância e encontrar o homem por trás da coroa.
O sol de Helheim nunca nasceria, mas para Qin Shi Huang, a luz que emanava do abraço de Hades era mais do que suficiente para dissipar qualquer escuridão.
— Eu lhes digo, o Imperador não responde às convocações há três dias! — exclamou Brunhilde, parando diante das imensas portas duplas dos aposentos reais. — Se ele decidiu ignorar a redistribuição das almas do setor leste apenas para tirar uma soneca, eu mesma o trarei pelos cabelos.
— Brunhilde, talvez não seja a melhor hora... — ponderou Kojiro, sentindo uma aura densa emanando do quarto. — Grandes reis costumam valorizar sua privacidade, sabe?
Ares, suando frio, concordou rapidamente.
— Hades-sama não gosta de intrusos. Se ele estiver aí dentro, estamos todos mortos!
Ignorando os avisos, Brunhilde escancarou as portas com um estrondo. O que encontraram, no entanto, não foi a cena de combate ou a pompa imperial que esperavam.
O vasto quarto estava mergulhado em um caos burocrático. Pergaminhos de seda, relatórios de Helheim e mapas estelares cobriam o chão de mármore. No centro de tudo, sentado não em um trono, mas em um divã largo, estava Qin Shi Huang. O Primeiro Imperador da China, o homem que desafiara deuses com um sorriso arrogante, parecia... pequeno.
Ele não usava sua armadura ornamentada ou suas túnicas imperiais. Qin estava envolto em um robe de seda negra e carmesim que claramente pertencia a Hades — as mangas eram longas demais, cobrindo suas mãos, e o tecido caía pesadamente sobre seus ombros. Seus olhos, geralmente ocultos pela venda, estavam semicerrados, revelando olheiras profundas. Ele segurava um pincel com dedos trêmulos, lutando contra o sono enquanto tentava corrigir uma pilha de documentos.
— Onde eu me sento... é o trono... — murmurou Qin, a voz rouca e arrastada, sem sequer levantar a cabeça para ver os invasores. — Mas quem diria que o trono de Helheim exigia tanta... maldita... papelada...
— Qin Shi Huang? — Brunhilde travou, a fúria evaporando diante da vulnerabilidade do homem.
Qin finalmente levantou o olhar. Por um segundo, a antiga centelha de orgulho brilhou. Ele tentou endireitar a postura, mas o cansaço era uma carga mais pesada que qualquer império.
— Ah, a Valquíria e seus... súditos — ele forçou um sorriso, embora o canto de sua boca tremesse. — Vieram pedir uma audiência? O Rei está... ligeiramente ocupado com a incompetência dos escribas deste reino. Eles trocaram as almas dos pecadores do terceiro círculo com as do quinto. Uma bagunça... que eu tive que consertar.
— Você parece um trapo, rapaz — comentou Kojiro, aproximando-se com cautela. — Quando foi a última vez que dormiu?
Qin soltou uma risada seca, que terminou em um suspiro cansado.
— O tempo é irrelevante para um Imperador. Mas admito... este corpo humano ainda tem suas... limitações.
Antes que Brunhilde pudesse berrar sobre a urgência política, uma presença gélida e majestosa preencheu o ambiente. Hades surgiu de uma antecâmara lateral, carregando uma bandeja com chá e frutas. O Rei do Submundo parou, seus olhos bicolores varrendo o grupo de intrusos com uma frieza que fez Ares se esconder atrás de um pilar.
— Eu não me recordo de ter agendado uma recepção para esta hora — disse Hades, sua voz baixa e vibrante como um trovão distante.
— Hades-sama! — Ares gaguejou. — Nós... nós pensamos que algo tinha acontecido! Qin não aparece nas reuniões e...
Hades ignorou o sobrinho, caminhando calmamente até Qin. Ele colocou a bandeja de lado e, com uma ternura que chocou os presentes, retirou o pincel das mãos do Imperador.
— Já chega, Ying Zheng — disse Hades suavemente. — Você já fez o trabalho de dez escribas em uma única noite.
— Eu ainda não terminei, Hades — protestou Qin, tentando recuperar o documento, mas suas mãos se perderam nas mangas excessivamente grandes do robe de seu marido. — Se eu não organizar isso, a estabilidade política das regiões inferiores vai colapsar. E eu sou o Rei. Eu não deixo meu povo, mesmo os mortos, em desordem.
Hades suspirou, sentando-se ao lado dele e puxando-o para que Qin apoiasse a cabeça em seu ombro.
— Você é um Rei, sim. Mas até os deuses descansam. E você está sentindo a exaustão deles, não está?
Qin estremeceu levemente. Sua sinestesia toque-espelho, a maldição e benção que o fazia sentir a dor alheia, estava aguçada pelo cansaço. A confusão e o estresse dos burocratas de Helheim ecoavam em seu próprio sistema nervoso como agulhas sob a pele.
— É irritante — confessou Qin, fechando os olhos e se permitindo relaxar contra o peito de Hades. — Eles são tão... ineficientes. Sinto a ansiedade deles a cada erro que cometem.
Os observadores na porta estavam em silêncio absoluto. Ver o temível Qin Shi Huang, o homem que derrubou deuses, buscando refúgio no abraço do Rei do Submundo era uma imagem que nenhum bardo poderia ter inventado.
— Brunhilde — chamou Hades, sem desviar os olhos do marido. — A redistribuição das almas será tratada amanhã. Por mim. Se algum deus ou humano tiver objeções, que venha falar pessoalmente com o Rei de Helheim.
— Mas a burocracia... — Brunhilde começou, mas parou ao encontrar o olhar severo de Hades.
— A burocracia pode esperar. A saúde do meu consorte, não.
Qin soltou um murmúrio abafado contra a túnica de Hades.
— Eu não preciso de proteção... eu sou o trono...
— Sim, você é o trono — sussurrou Hades, beijando o topo da cabeça de Qin —, mas até o trono precisa de um alicerce firme. Deixe-me ser o seu por esta noite.
Hermes, com um sorriso enigmático, fez uma reverência e começou a guiar o grupo para fora do quarto.
— Creio que nossa presença é mais do que indesejada agora. Vamos, Ares. Brunhilde, deixe os soberanos em paz.
Quando as portas se fecharam novamente, o silêncio retornou, mas desta vez era um silêncio confortável. Hades envolveu Qin com seus braços, sentindo o calor do corpo humano contra o seu.
— Eles viram... — murmurou Qin, a voz quase desaparecendo. — O Imperador... em roupas de dormir... que escândalo.
— Deixe que falem — respondeu Hades, acariciando o rosto de Qin, removendo cuidadosamente um rastro de tinta que manchava sua bochecha. — Eles viram um homem que trabalha mais do que qualquer divindade para garantir que seu novo reino não caia em caos. Não há desonra nisso.
Qin abriu um olho, um brilho de sua habitual arrogância retornando por um breve instante.
— É claro que não há desonra. Tudo o que eu faço é magnífico. Até ficar exausto é um ato de grandeza imperial.
Hades riu baixo, um som raro e melodioso.
— Sua modéstia continua sendo sua característica mais marcante, vejo.
— Onde eu me deito... — Qin bocejou, finalmente se entregando ao peso dos braços de Hades — ... é o centro do mundo.
— Então durma, meu Imperador. O mundo pode girar sem você por algumas horas.
Hades o ajeitou melhor no divã, cobrindo-o com um cobertor de pele fina, mas Qin segurou a borda da túnica de Hades, puxando-o para perto.
— Fique — ordenou Qin, embora soasse mais como um pedido. — Sua presença... silencia as dores dos outros. É a única coisa que me traz paz.
Hades não hesitou. Ele se deitou ao lado do chinês, permitindo que Qin se aninhasse em seu peito. O Rei de Helheim, conhecido por sua impiedade e sua seriedade inabalável, agora era apenas um homem cuidando de quem amava.
Enquanto Qin Shi Huang mergulhava em um sono profundo e sem sonhos, Hades observava a pilha de papéis no chão. Ele sabia que os erros cometidos pelos escribas eram graves e que a redistribuição de almas causaria tensões políticas com as outras divindades. Havia perguntas sem respostas: por que os escribas estavam falhando tão sistematicamente? Seria uma sabotagem interna contra a influência de um humano no submundo?
Mas, ao sentir a respiração rítmica de Qin contra sua pele, Hades decidiu que os mistérios de Helheim poderiam esperar pelo amanhecer. Pela primeira vez em milênios, o dever não era sua prioridade absoluta.
Naquela noite, sob o céu roxo do submundo, não havia deuses ou imperadores. Havia apenas dois seres que, após uma guerra que quase destruiu a existência, encontraram um no outro o que nunca buscaram no poder: um lar.
— Descanse, Zheng — sussurrou Hades, fechando os próprios olhos. — Amanhã, o mundo sentirá a fúria e o esplendor de seus reis novamente. Mas hoje... somos apenas nós.
E no silêncio dos aposentos reais, o único som era o bater de dois corações que, contra todas as probabilidades, aprenderam a bater no mesmo ritmo. A vulnerabilidade que Qin tanto temia mostrar tornara-se sua maior força, pois fora ela que permitira a Hades atravessar as muralhas de sua arrogância e encontrar o homem por trás da coroa.
O sol de Helheim nunca nasceria, mas para Qin Shi Huang, a luz que emanava do abraço de Hades era mais do que suficiente para dissipar qualquer escuridão.
