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D60
Fandom: Record of ragnarok
Criado: 01/07/2026
Tags
RomanceDramaDor/ConfortoFofuraFantasiaEstudo de PersonagemCenário Canônico
O Brilho nos Olhos do Imperador
O salão de reuniões do Valhalla estava mergulhado em um silêncio pesado, quebrado apenas pelo som das respirações contidas de deuses e humanos. Em uma tela colossal, criada pela tecnologia de Nikola Tesla e a magia de Nostradamus, uma sequência de memórias passava diante dos olhos de todos. Lu Bu cruzou os braços, sua expressão carrancuda escondendo uma irritação crescente; Adão observava com um olhar paternal e triste, enquanto Shiva e Zeus trocavam olhares desconfortáveis.
As imagens mostravam os antigos relacionamentos de Qin Shi Huang. O Primeiro Imperador da China, o homem que se autoproclamava o início de tudo, sempre fora uma figura de força inabalável. No entanto, as gravações revelavam uma realidade amarga. Qin havia se envolvido com pessoas que não entendiam a profundidade de sua sinestesia toque-espelho, ou pior, que ignoravam sua necessidade de afeto. Ele era tratado como uma ferramenta de poder, um monarca frio que não precisava de cuidados. Os espectadores viram Qin ser ignorado em momentos de dor, ser tratado com aspereza por amantes que se sentiam intimidados por sua aura real, e o pior: viram o brilho nos olhos do Imperador se apagar gradualmente a cada desilusão.
— Isso é inaceitável — murmurou Jack, o Estripador, ajustando seu monóculo com uma expressão de desdém por aqueles que não souberam apreciar a "cor" de Qin. — Tratar um cavalheiro com tamanha falta de polidez...
— Ele sempre fingiu que não se importava — comentou Sasaki Kojiro, suspirando. — Mas vejam só... ele só queria ser amado.
De repente, a imagem na tela mudou. A paleta de cores acinzentada das memórias passadas deu lugar a um brilho dourado e suave. Era a gravação do primeiro encontro entre Qin Shi Huang e Hades, o Rei do Submundo.
Na tela, Qin aparecia vestindo suas túnicas imperiais, mas havia algo diferente nele. Ele não estava na defensiva. Ao seu lado, Hades caminhava com uma postura nobre, sua capa balançando levemente ao vento dos jardins suspensos do Helheim. O que chocou a plateia foi a forma como Hades agia. O Deus dos Mortos, conhecido por sua seriedade e poder avassalador, tratava Qin como se ele fosse a joia mais rara e frágil de todo o universo.
— Ele está... segurando a mão dele como se fosse porcelana? — Poseidon ergueu uma sobrancelha, incrédulo ao ver o cuidado excessivo de seu irmão mais velho.
Na gravação, Hades parou por um momento para ajustar o protetor de dedos de Qin, que parecia levemente frouxo. O toque de Hades era tão leve, tão carregado de reverência, que o Imperador, sempre tão audaz e arrogante, desviou o olhar, com as bochechas tingidas de um rosa profundo.
— Você está confortável, Qin? — a voz de Hades ecoou na sala, soando mais doce do que qualquer um ali jamais ouvira. — Se o caminho estiver muito cansativo, podemos parar.
— Eu sou o Imperador, Hades! — Qin respondeu na tela, tentando manter sua pose, mas sua voz falhou levemente. — Eu não me canso tão facilmente.
Hades apenas sorriu, um sorriso que desarmaria exércitos.
— Eu sei que é forte. Mas, comigo, você não precisa ser o Imperador o tempo todo. Pode ser apenas você.
A cena continuou, mostrando os dois caminhando por uma trilha que levava a um lago místico. No entanto, uma chuva repentina de pétalas e orvalho havia deixado uma parte do caminho completamente alagada e coberta de lama fina. Qin parou, olhando para suas botas ornamentadas e para a poça extensa à frente.
— Ah, que inconveniente — disse Qin, apontando para o lado. — Teremos que dar a volta por aquele caminho de pedras, embora seja mais longo...
Antes que ele pudesse terminar a frase, Hades deu um passo à frente.
— Com licença, meu querido — disse o Rei do Submundo com uma naturalidade desconcertante.
Sem esperar por um protesto, Hades envolveu a cintura de Qin com um braço firme e, com uma facilidade impressionante, içou o Imperador e o colocou sobre o ombro. Qin soltou um pequeno som de surpresa, suas pernas balançando levemente enquanto ele era carregado como se não pesasse nada.
No salão do Valhalla, a reação foi imediata.
— O QUE?! — gritou Leônidas, quase derrubando sua caneca de vinho. — Ele simplesmente o pegou no colo?!
— Isso é... tão romântico — suspirou Kimi, enquanto as Valquírias ao fundo trocavam olhares cúmplices.
Na tela, Qin Shi Huang estava estático. Suas mãos, que antes comandavam exércitos, agora se apoiavam timidamente nas costas de Hades. O rosto do Imperador estava tão vermelho que rivalizava com os detalhes de suas vestes. Ele não reclamou. Ele não exigiu ser colocado no chão. Em vez disso, ele escondeu o rosto no pescoço de Hades, sentindo o perfume de sândalo e o calor do deus. Para Qin, aquele gesto de proteção, de ser carregado para não sujar os pés ou se esforçar, era o ápice do romantismo que ele sempre desejou em segredo.
Hades atravessou a parte molhada com passos seguros, depositando Qin delicadamente no chão seco do outro lado, mas não antes de deslizar as mãos pelas costas dele para garantir que ele estivesse estável.
— Pronto — disse Hades, limpando uma pequena mancha imaginária no ombro de Qin. — Não queria que você se sentisse desconfortável.
Qin olhou para cima, seus olhos brilhando com uma vulnerabilidade que ninguém jamais vira.
— Você... você é um bobo, Hades — ele murmurou, mas o sorriso em seu rosto era de pura felicidade.
A gravação saltou para o final do encontro. Hades estava acompanhando Qin de volta ao seu palácio particular no Valhalla. A lua brilhava intensamente, refletindo-se na armadura de Hades e na seda de Qin. Eles pararam diante do grande portão escarlate.
Hades fez uma reverência elegante, o tipo de gesto que ele reservava apenas para a realeza de igual importância, mas com um brilho de afeto nos olhos que era inteiramente pessoal.
— Espero que esta noite tenha sido do seu agrado, Qin.
O Imperador hesitou por um segundo. Ele olhou para os lados, vendo as sombras dos guardas à distância, e então, quebrando todos os protocolos de sua própria dignidade imperial, ele se inclinou para frente. Qin segurou o rosto de Hades com as mãos trêmulas e depositou um beijo suave e demorado em seus lábios.
— Eu adorei o encontro — sussurou Qin, logo após se afastar. — De verdade.
A reação de Hades foi o que mais surpreendeu os espectadores no salão. O Deus do Submundo, o juiz implacável das almas, ficou paralisado. Um rubor intenso subiu por seu pescoço até as orelhas. Ele piscou várias vezes, perdendo completamente sua compostura de líder digno, e abriu um sorriso bobo, quase infantil de tanta alegria.
— Eu... eu também — gaguejou Hades, observando Qin entrar rapidamente no palácio.
Assim que as portas se fecharam, a câmera seguiu Qin Shi Huang. O Imperador, que segundos antes tentava manter a calma, começou a correr pelo corredor. Ele não andava; ele saltitava. Ele passou pelos seus servos como um borrão escarlate, subindo as escadas em direção aos seus aposentos privados.
Ao entrar no quarto, Qin fechou a porta com força, encostou-se nela e deslizou até o chão, abraçando os próprios joelhos. Ele parecia uma adolescente que acabara de ter seu primeiro beijo. Ele chutou o ar de leve, rindo baixinho para si mesmo, com as mãos cobrindo o rosto quente.
— Ele me carregou... — Qin sussurrou para o quarto vazio, balançando o corpo de um lado para o outro. — Ele realmente me tratou como se eu fosse... especial.
Na sala de reuniões, o silêncio foi substituído por uma mistura de risos e comentários emocionados.
— Olhem para ele — disse Buda, comendo um pirulito e sorrindo. — Quem diria que o grande Rei dos Homens ficaria assim por causa de um colo e um beijo?
— É o amor, meu amigo — respondeu Héracles, comovido com a cena. — Hades sempre teve um coração enorme, e parece que Qin finalmente encontrou alguém que enxerga o homem por trás da coroa.
Beelzebub, sentado em um canto sombrio, apenas observou a felicidade no rosto de seu amigo Hades na tela e deu um raro e quase imperceptível aceno de aprovação. Até mesmo Poseidon, apesar de seu habitual desprezo pelos humanos, não comentou nada negativo; a felicidade de seu irmão era algo que ele respeitava.
A tela se apagou lentamente, deixando todos com a imagem final de Qin Shi Huang deitado em sua cama, rolando de um lado para o outro com um travesseiro abraçado, com um sorriso que nem mesmo a dor da sinestesia poderia apagar. Ele não era apenas um Imperador naquele momento; ele era alguém que, pela primeira vez, se sentia verdadeiramente cuidado.
— Bem — disse Zeus, quebrando o gelo enquanto se levantava. — Acho que o meu irmão mais velho leva jeito para a coisa. Quem diria que o Rei do Submundo seria o maior romântico de todos nós?
Raiden Tameemon riu alto, batendo no ombro de um Tesla pensativo.
— Às vezes, Nikola, a ciência mais complexa é o coração humano. E Hades acabou de descobrir a fórmula perfeita.
Enquanto os deuses e humanos se dispersavam, comentando sobre o que viram, a sensação que ficava era a de que, no meio de um torneio de vida ou morte, algo muito mais eterno havia florescido. Qin Shi Huang, o homem que carregava a dor do mundo em seus sentidos, finalmente havia encontrado um par de braços fortes o suficiente para carregá-lo quando ele simplesmente quisesse ser leve.
As imagens mostravam os antigos relacionamentos de Qin Shi Huang. O Primeiro Imperador da China, o homem que se autoproclamava o início de tudo, sempre fora uma figura de força inabalável. No entanto, as gravações revelavam uma realidade amarga. Qin havia se envolvido com pessoas que não entendiam a profundidade de sua sinestesia toque-espelho, ou pior, que ignoravam sua necessidade de afeto. Ele era tratado como uma ferramenta de poder, um monarca frio que não precisava de cuidados. Os espectadores viram Qin ser ignorado em momentos de dor, ser tratado com aspereza por amantes que se sentiam intimidados por sua aura real, e o pior: viram o brilho nos olhos do Imperador se apagar gradualmente a cada desilusão.
— Isso é inaceitável — murmurou Jack, o Estripador, ajustando seu monóculo com uma expressão de desdém por aqueles que não souberam apreciar a "cor" de Qin. — Tratar um cavalheiro com tamanha falta de polidez...
— Ele sempre fingiu que não se importava — comentou Sasaki Kojiro, suspirando. — Mas vejam só... ele só queria ser amado.
De repente, a imagem na tela mudou. A paleta de cores acinzentada das memórias passadas deu lugar a um brilho dourado e suave. Era a gravação do primeiro encontro entre Qin Shi Huang e Hades, o Rei do Submundo.
Na tela, Qin aparecia vestindo suas túnicas imperiais, mas havia algo diferente nele. Ele não estava na defensiva. Ao seu lado, Hades caminhava com uma postura nobre, sua capa balançando levemente ao vento dos jardins suspensos do Helheim. O que chocou a plateia foi a forma como Hades agia. O Deus dos Mortos, conhecido por sua seriedade e poder avassalador, tratava Qin como se ele fosse a joia mais rara e frágil de todo o universo.
— Ele está... segurando a mão dele como se fosse porcelana? — Poseidon ergueu uma sobrancelha, incrédulo ao ver o cuidado excessivo de seu irmão mais velho.
Na gravação, Hades parou por um momento para ajustar o protetor de dedos de Qin, que parecia levemente frouxo. O toque de Hades era tão leve, tão carregado de reverência, que o Imperador, sempre tão audaz e arrogante, desviou o olhar, com as bochechas tingidas de um rosa profundo.
— Você está confortável, Qin? — a voz de Hades ecoou na sala, soando mais doce do que qualquer um ali jamais ouvira. — Se o caminho estiver muito cansativo, podemos parar.
— Eu sou o Imperador, Hades! — Qin respondeu na tela, tentando manter sua pose, mas sua voz falhou levemente. — Eu não me canso tão facilmente.
Hades apenas sorriu, um sorriso que desarmaria exércitos.
— Eu sei que é forte. Mas, comigo, você não precisa ser o Imperador o tempo todo. Pode ser apenas você.
A cena continuou, mostrando os dois caminhando por uma trilha que levava a um lago místico. No entanto, uma chuva repentina de pétalas e orvalho havia deixado uma parte do caminho completamente alagada e coberta de lama fina. Qin parou, olhando para suas botas ornamentadas e para a poça extensa à frente.
— Ah, que inconveniente — disse Qin, apontando para o lado. — Teremos que dar a volta por aquele caminho de pedras, embora seja mais longo...
Antes que ele pudesse terminar a frase, Hades deu um passo à frente.
— Com licença, meu querido — disse o Rei do Submundo com uma naturalidade desconcertante.
Sem esperar por um protesto, Hades envolveu a cintura de Qin com um braço firme e, com uma facilidade impressionante, içou o Imperador e o colocou sobre o ombro. Qin soltou um pequeno som de surpresa, suas pernas balançando levemente enquanto ele era carregado como se não pesasse nada.
No salão do Valhalla, a reação foi imediata.
— O QUE?! — gritou Leônidas, quase derrubando sua caneca de vinho. — Ele simplesmente o pegou no colo?!
— Isso é... tão romântico — suspirou Kimi, enquanto as Valquírias ao fundo trocavam olhares cúmplices.
Na tela, Qin Shi Huang estava estático. Suas mãos, que antes comandavam exércitos, agora se apoiavam timidamente nas costas de Hades. O rosto do Imperador estava tão vermelho que rivalizava com os detalhes de suas vestes. Ele não reclamou. Ele não exigiu ser colocado no chão. Em vez disso, ele escondeu o rosto no pescoço de Hades, sentindo o perfume de sândalo e o calor do deus. Para Qin, aquele gesto de proteção, de ser carregado para não sujar os pés ou se esforçar, era o ápice do romantismo que ele sempre desejou em segredo.
Hades atravessou a parte molhada com passos seguros, depositando Qin delicadamente no chão seco do outro lado, mas não antes de deslizar as mãos pelas costas dele para garantir que ele estivesse estável.
— Pronto — disse Hades, limpando uma pequena mancha imaginária no ombro de Qin. — Não queria que você se sentisse desconfortável.
Qin olhou para cima, seus olhos brilhando com uma vulnerabilidade que ninguém jamais vira.
— Você... você é um bobo, Hades — ele murmurou, mas o sorriso em seu rosto era de pura felicidade.
A gravação saltou para o final do encontro. Hades estava acompanhando Qin de volta ao seu palácio particular no Valhalla. A lua brilhava intensamente, refletindo-se na armadura de Hades e na seda de Qin. Eles pararam diante do grande portão escarlate.
Hades fez uma reverência elegante, o tipo de gesto que ele reservava apenas para a realeza de igual importância, mas com um brilho de afeto nos olhos que era inteiramente pessoal.
— Espero que esta noite tenha sido do seu agrado, Qin.
O Imperador hesitou por um segundo. Ele olhou para os lados, vendo as sombras dos guardas à distância, e então, quebrando todos os protocolos de sua própria dignidade imperial, ele se inclinou para frente. Qin segurou o rosto de Hades com as mãos trêmulas e depositou um beijo suave e demorado em seus lábios.
— Eu adorei o encontro — sussurou Qin, logo após se afastar. — De verdade.
A reação de Hades foi o que mais surpreendeu os espectadores no salão. O Deus do Submundo, o juiz implacável das almas, ficou paralisado. Um rubor intenso subiu por seu pescoço até as orelhas. Ele piscou várias vezes, perdendo completamente sua compostura de líder digno, e abriu um sorriso bobo, quase infantil de tanta alegria.
— Eu... eu também — gaguejou Hades, observando Qin entrar rapidamente no palácio.
Assim que as portas se fecharam, a câmera seguiu Qin Shi Huang. O Imperador, que segundos antes tentava manter a calma, começou a correr pelo corredor. Ele não andava; ele saltitava. Ele passou pelos seus servos como um borrão escarlate, subindo as escadas em direção aos seus aposentos privados.
Ao entrar no quarto, Qin fechou a porta com força, encostou-se nela e deslizou até o chão, abraçando os próprios joelhos. Ele parecia uma adolescente que acabara de ter seu primeiro beijo. Ele chutou o ar de leve, rindo baixinho para si mesmo, com as mãos cobrindo o rosto quente.
— Ele me carregou... — Qin sussurrou para o quarto vazio, balançando o corpo de um lado para o outro. — Ele realmente me tratou como se eu fosse... especial.
Na sala de reuniões, o silêncio foi substituído por uma mistura de risos e comentários emocionados.
— Olhem para ele — disse Buda, comendo um pirulito e sorrindo. — Quem diria que o grande Rei dos Homens ficaria assim por causa de um colo e um beijo?
— É o amor, meu amigo — respondeu Héracles, comovido com a cena. — Hades sempre teve um coração enorme, e parece que Qin finalmente encontrou alguém que enxerga o homem por trás da coroa.
Beelzebub, sentado em um canto sombrio, apenas observou a felicidade no rosto de seu amigo Hades na tela e deu um raro e quase imperceptível aceno de aprovação. Até mesmo Poseidon, apesar de seu habitual desprezo pelos humanos, não comentou nada negativo; a felicidade de seu irmão era algo que ele respeitava.
A tela se apagou lentamente, deixando todos com a imagem final de Qin Shi Huang deitado em sua cama, rolando de um lado para o outro com um travesseiro abraçado, com um sorriso que nem mesmo a dor da sinestesia poderia apagar. Ele não era apenas um Imperador naquele momento; ele era alguém que, pela primeira vez, se sentia verdadeiramente cuidado.
— Bem — disse Zeus, quebrando o gelo enquanto se levantava. — Acho que o meu irmão mais velho leva jeito para a coisa. Quem diria que o Rei do Submundo seria o maior romântico de todos nós?
Raiden Tameemon riu alto, batendo no ombro de um Tesla pensativo.
— Às vezes, Nikola, a ciência mais complexa é o coração humano. E Hades acabou de descobrir a fórmula perfeita.
Enquanto os deuses e humanos se dispersavam, comentando sobre o que viram, a sensação que ficava era a de que, no meio de um torneio de vida ou morte, algo muito mais eterno havia florescido. Qin Shi Huang, o homem que carregava a dor do mundo em seus sentidos, finalmente havia encontrado um par de braços fortes o suficiente para carregá-lo quando ele simplesmente quisesse ser leve.
