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D61
Fandom: Record of ragnarok
Criado: 01/07/2026
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RomanceFantasiaPWP (Enredo? Que enredo?)História DomésticaLinguagem ExplícitaEstudo de PersonagemCenário Canônico
O Trono Entre os Lençóis
O silêncio nos aposentos de Hades em Helheim era quase absoluto, uma quietude que refletia a natureza de seu governante: profunda, solene e imponente. O Rei do Submundo estava sentado em uma poltrona de veludo negro, com a túnica levemente aberta, permitindo-se um raro momento de descanso após as tensões do Ragnarok. Ele observava a chama de uma vela dançar, seus pensamentos vagando entre o dever para com seus irmãos e a complexidade da existência.
A porta, no entanto, não foi aberta com a reverência que a maioria dos deuses ou almas demonstraria. Ela foi escancarada com a confiança absoluta de quem acredita que todo solo que pisa é seu domínio pessoal.
Qin Shi Huang entrou no quarto. A venda que costumava cobrir seus olhos estava frouxa em seu pescoço, e suas vestes imperiais pareciam mais leves, quase casuais. Ele caminhou com passos medidos, o som de seus adornos ecoando nas paredes de pedra, até chegar à beira da cama de Hades. Sem dizer uma palavra inicial, o Primeiro Imperador da China se jogou sobre o colchão macio, deitando-se de barriga para cima e esticando os braços como se estivesse tomando posse de um novo território.
Hades ergueu uma sobrancelha, fechando o livro que segurava.
— Você entra nos meus aposentos como se fosse o dono do Submundo, Qin — comentou Hades, sua voz um barítono calmo e controlado.
Qin virou o rosto para ele, um sorriso presunçoso brincando em seus lábios.
— Onde o Rei se senta, ali é o seu trono — declarou Qin, a arrogância habitual tingida por um desejo evidente. — E hoje, meu trono é esta cama. E eu quero que você me foda, Hades.
Hades não se moveu de imediato. Ele analisou o homem diante dele, notando a postura desafiadora, mas também a centelha de expectativa nos olhos de Qin. O Imperador não pedia; ele comandava, mas havia uma entrega implícita naquele comando. Hades, como um estrategista e um homem de família que valorizava a conexão, compreendia que, por trás daquela máscara de orgulho, Qin buscava algo que apenas alguém de peso igual poderia oferecer.
— Um pedido direto — disse Hades, levantando-se com uma elegância predatória. — Como um verdadeiro soberano faria. Eu aceito.
Hades caminhou até a cama, sua presença preenchendo o espaço de forma esmagadora. Ele se posicionou sobre Qin, cujos olhos brilharam com a antecipação. O contraste entre a sofisticação fria de Hades e a vivacidade ardente de Qin era magnético.
As roupas foram descartadas com uma urgência contida. Quando Hades finalmente penetrou o Imperador, o impacto inicial fez Qin arquear as costas, os dedos cravando-se nos lençóis de seda. O ritmo começou constante, poderoso, cada estocada de Hades carregando a autoridade de um deus que governa as profundezas.
No meio do ato, enquanto o suor brilhava na pele de ambos sob a luz fraca das velas, Hades diminuiu ligeiramente a cadência. Ele se inclinou, aproximando o rosto do de Qin, observando as marcas que começavam a surgir no corpo do humano devido à sua sinestesia toque-espelho. Ele sabia que Qin sentia tudo em dobro.
— Está tudo bem? — perguntou Hades, sua voz carregada de uma preocupação genuína que poucos tinham o privilégio de conhecer. — Sente alguma dor que não deseja?
Qin soltou uma risada anasalada, o rosto corado, enquanto começava a quicar com mais força contra o membro de Hades, assumindo o controle do ritmo por um momento.
— Está tudo bem? — Qin repetiu, revirando os olhos de forma dramática. — Você é muito educado, Hades! É irritante! O Submundo é frio demais, esses seus corredores são longos demais e seus irmãos são uns chatos insuportáveis. Especialmente aquele Zeus, ele não para de gritar!
Hades piscou, surpreso com a súbita enxurrada de reclamações.
— E as uvas daqui! — continuou Qin, movendo os quadris com vigor. — Elas não têm o mesmo açúcar das que eu tinha em Xianyang. E essa sua mania de analisar tudo... às vezes um Rei só quer ser usado sem um relatório estratégico depois!
Hades soltou um riso curto, uma raridade. Ele entendeu o que Qin estava fazendo: dissipando a tensão com sua arrogância característica. O deus então segurou a cintura de Qin com firmeza, suas mãos grandes e fortes ancorando o Imperador no lugar.
— Reclama demais para alguém que está em uma posição tão vulnerável — disse Hades, seu tom tornando-se mais sombrio e autoritário.
Com um movimento súbito e vigoroso, Hades inverteu a dinâmica, empurrando com tudo para dentro de Qin, atingindo-o com uma força que ecoou pelo quarto.
— Ah! — Qin soltou um grito agudo, sua cabeça jogada para trás, mas o grito logo se transformou em um sorriso largo e extasiado. — Isso! É disso que o Rei estava falando!
Ele parecia genuinamente feliz, a dor e o prazer se misturando de uma forma que apenas alguém com sua história poderia apreciar. Ele florescia sob a intensidade de Hades.
Após alguns minutos de um ritmo frenético e profundo, Qin puxou Hades pelo pescoço, sussurrando perto de seu ouvido, o rosto subitamente tingido por uma sombra de hesitação que raramente mostrava.
— Hades... — murmurou ele, a voz falhando levemente. — Dê... dê tapas na minha bunda. Com força.
Hades parou por uma fração de segundo, notando a vergonha escondida na voz do Imperador. Qin, o homem que unificou a China, estava pedindo por algo que o colocava em uma posição de submissão física total. Para Hades, isso não era uma fraqueza, mas uma prova de confiança absoluta.
— Como desejar, meu Imperador — respondeu Hades.
O som dos tapas estalando contra a carne de Qin preencheu o quarto, ritmado com as estocadas profundas de Hades. Qin gemia alto, sem mais nenhuma pretensão de controle, entregando-se ao domínio do Deus dos Mortos. A cada golpe, a conexão entre eles parecia se fortalecer, uma dança de poder e entrega entre dois governantes que carregavam o peso do mundo nos ombros.
Hades continuou a foder Qin com uma intensidade renovada, sentindo o ápice se aproximar. Ele puxou Qin para cima, forçando-o a olhar em seus olhos.
— Olhe para mim, Qin — ordenou Hades.
O Imperador obedeceu, os olhos nublados pelo prazer. Hades se retirou no último segundo, segurando o queixo de Qin com uma mão enquanto a outra guiava seu próprio ápice. O sêmen jorrou sobre o rosto e a boca de Qin, marcando a pele do Imperador com o calor do deus.
— Engula tudo — comandou Hades, sua voz não deixando espaço para discussões, o tom de um rei que espera obediência total de seu súdito mais precioso.
Qin, sem hesitar por um único microssegundo, abriu a boca e engoliu, limpando os lábios com a língua logo em seguida, um brilho de triunfo e satisfação nos olhos. Ele não parecia humilhado; pelo contrário, parecia ter conquistado o próprio Deus do Submundo.
Hades se deitou ao lado dele, puxando o lençol para cobri-los, enquanto o silêncio voltava a reinar no quarto. Qin se aninhou no peito de Hades, o cansaço finalmente vencendo sua energia imperial.
— Você é um bom anfitrião, Hades — murmurou Qin, fechando os olhos.
— E você — respondeu Hades, beijando o topo da cabeça do homem — é o único humano que eu permitiria que reclamasse das minhas uvas.
Qin sorriu antes de adormecer, sabendo que, naquela noite, dois tronos haviam se tornado um só.
A porta, no entanto, não foi aberta com a reverência que a maioria dos deuses ou almas demonstraria. Ela foi escancarada com a confiança absoluta de quem acredita que todo solo que pisa é seu domínio pessoal.
Qin Shi Huang entrou no quarto. A venda que costumava cobrir seus olhos estava frouxa em seu pescoço, e suas vestes imperiais pareciam mais leves, quase casuais. Ele caminhou com passos medidos, o som de seus adornos ecoando nas paredes de pedra, até chegar à beira da cama de Hades. Sem dizer uma palavra inicial, o Primeiro Imperador da China se jogou sobre o colchão macio, deitando-se de barriga para cima e esticando os braços como se estivesse tomando posse de um novo território.
Hades ergueu uma sobrancelha, fechando o livro que segurava.
— Você entra nos meus aposentos como se fosse o dono do Submundo, Qin — comentou Hades, sua voz um barítono calmo e controlado.
Qin virou o rosto para ele, um sorriso presunçoso brincando em seus lábios.
— Onde o Rei se senta, ali é o seu trono — declarou Qin, a arrogância habitual tingida por um desejo evidente. — E hoje, meu trono é esta cama. E eu quero que você me foda, Hades.
Hades não se moveu de imediato. Ele analisou o homem diante dele, notando a postura desafiadora, mas também a centelha de expectativa nos olhos de Qin. O Imperador não pedia; ele comandava, mas havia uma entrega implícita naquele comando. Hades, como um estrategista e um homem de família que valorizava a conexão, compreendia que, por trás daquela máscara de orgulho, Qin buscava algo que apenas alguém de peso igual poderia oferecer.
— Um pedido direto — disse Hades, levantando-se com uma elegância predatória. — Como um verdadeiro soberano faria. Eu aceito.
Hades caminhou até a cama, sua presença preenchendo o espaço de forma esmagadora. Ele se posicionou sobre Qin, cujos olhos brilharam com a antecipação. O contraste entre a sofisticação fria de Hades e a vivacidade ardente de Qin era magnético.
As roupas foram descartadas com uma urgência contida. Quando Hades finalmente penetrou o Imperador, o impacto inicial fez Qin arquear as costas, os dedos cravando-se nos lençóis de seda. O ritmo começou constante, poderoso, cada estocada de Hades carregando a autoridade de um deus que governa as profundezas.
No meio do ato, enquanto o suor brilhava na pele de ambos sob a luz fraca das velas, Hades diminuiu ligeiramente a cadência. Ele se inclinou, aproximando o rosto do de Qin, observando as marcas que começavam a surgir no corpo do humano devido à sua sinestesia toque-espelho. Ele sabia que Qin sentia tudo em dobro.
— Está tudo bem? — perguntou Hades, sua voz carregada de uma preocupação genuína que poucos tinham o privilégio de conhecer. — Sente alguma dor que não deseja?
Qin soltou uma risada anasalada, o rosto corado, enquanto começava a quicar com mais força contra o membro de Hades, assumindo o controle do ritmo por um momento.
— Está tudo bem? — Qin repetiu, revirando os olhos de forma dramática. — Você é muito educado, Hades! É irritante! O Submundo é frio demais, esses seus corredores são longos demais e seus irmãos são uns chatos insuportáveis. Especialmente aquele Zeus, ele não para de gritar!
Hades piscou, surpreso com a súbita enxurrada de reclamações.
— E as uvas daqui! — continuou Qin, movendo os quadris com vigor. — Elas não têm o mesmo açúcar das que eu tinha em Xianyang. E essa sua mania de analisar tudo... às vezes um Rei só quer ser usado sem um relatório estratégico depois!
Hades soltou um riso curto, uma raridade. Ele entendeu o que Qin estava fazendo: dissipando a tensão com sua arrogância característica. O deus então segurou a cintura de Qin com firmeza, suas mãos grandes e fortes ancorando o Imperador no lugar.
— Reclama demais para alguém que está em uma posição tão vulnerável — disse Hades, seu tom tornando-se mais sombrio e autoritário.
Com um movimento súbito e vigoroso, Hades inverteu a dinâmica, empurrando com tudo para dentro de Qin, atingindo-o com uma força que ecoou pelo quarto.
— Ah! — Qin soltou um grito agudo, sua cabeça jogada para trás, mas o grito logo se transformou em um sorriso largo e extasiado. — Isso! É disso que o Rei estava falando!
Ele parecia genuinamente feliz, a dor e o prazer se misturando de uma forma que apenas alguém com sua história poderia apreciar. Ele florescia sob a intensidade de Hades.
Após alguns minutos de um ritmo frenético e profundo, Qin puxou Hades pelo pescoço, sussurrando perto de seu ouvido, o rosto subitamente tingido por uma sombra de hesitação que raramente mostrava.
— Hades... — murmurou ele, a voz falhando levemente. — Dê... dê tapas na minha bunda. Com força.
Hades parou por uma fração de segundo, notando a vergonha escondida na voz do Imperador. Qin, o homem que unificou a China, estava pedindo por algo que o colocava em uma posição de submissão física total. Para Hades, isso não era uma fraqueza, mas uma prova de confiança absoluta.
— Como desejar, meu Imperador — respondeu Hades.
O som dos tapas estalando contra a carne de Qin preencheu o quarto, ritmado com as estocadas profundas de Hades. Qin gemia alto, sem mais nenhuma pretensão de controle, entregando-se ao domínio do Deus dos Mortos. A cada golpe, a conexão entre eles parecia se fortalecer, uma dança de poder e entrega entre dois governantes que carregavam o peso do mundo nos ombros.
Hades continuou a foder Qin com uma intensidade renovada, sentindo o ápice se aproximar. Ele puxou Qin para cima, forçando-o a olhar em seus olhos.
— Olhe para mim, Qin — ordenou Hades.
O Imperador obedeceu, os olhos nublados pelo prazer. Hades se retirou no último segundo, segurando o queixo de Qin com uma mão enquanto a outra guiava seu próprio ápice. O sêmen jorrou sobre o rosto e a boca de Qin, marcando a pele do Imperador com o calor do deus.
— Engula tudo — comandou Hades, sua voz não deixando espaço para discussões, o tom de um rei que espera obediência total de seu súdito mais precioso.
Qin, sem hesitar por um único microssegundo, abriu a boca e engoliu, limpando os lábios com a língua logo em seguida, um brilho de triunfo e satisfação nos olhos. Ele não parecia humilhado; pelo contrário, parecia ter conquistado o próprio Deus do Submundo.
Hades se deitou ao lado dele, puxando o lençol para cobri-los, enquanto o silêncio voltava a reinar no quarto. Qin se aninhou no peito de Hades, o cansaço finalmente vencendo sua energia imperial.
— Você é um bom anfitrião, Hades — murmurou Qin, fechando os olhos.
— E você — respondeu Hades, beijando o topo da cabeça do homem — é o único humano que eu permitiria que reclamasse das minhas uvas.
Qin sorriu antes de adormecer, sabendo que, naquela noite, dois tronos haviam se tornado um só.
