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D62
Fandom: Record of ragnarok
Criado: 01/07/2026
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RomanceFantasiaFofuraDor/ConfortoHistória DomésticaCiúmesPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaCrossoverCenário Canônico
Soberania em Desordem
O silêncio nos corredores de Helheim era absoluto, uma característica que Hades sempre apreciou. No entanto, dentro de seu escritório particular, o som da caneta deslizando sobre o pergaminho era a única prova de que o Rei do Submundo ainda exercia sua função exaustiva de manter a ordem entre os mortos e os deuses. Pilhas de relatórios sobre a reconstrução de setores periféricos e petições de juízes infernais ocupavam sua mesa de ébano, exigindo sua atenção estratégica.
Hades suspirou, ajeitando a franja platinada. Seu semblante era calmo, mas seus olhos carregavam o peso de milênios de responsabilidade. Ele era o pilar de sua família, o equilíbrio entre o caos de Zeus e a frieza de Poseidon. Mas, ultimamente, sua mente divagava para longe dos deveres reais, focando-se no Imperador que havia transformado sua vida em um turbilhão de cores e sensações.
A porta pesada de carvalho negro se abriu sem qualquer aviso. Não houve batida, nem anúncio. Apenas o som de passos confiantes e o tilintar de joias. Hades nem precisou erguer os olhos para saber quem era; o cheiro de peônias e a aura de autoconfiança absoluta eram inconfundíveis.
— Hao! — a voz de Qin Shi Huang ecoou pelo recinto, vibrante e carregada de uma petulância divertida.
Hades finalmente levantou a cabeça, mas as palavras de saudação morreram em sua garganta. Qin não estava usando suas túnicas imperiais habituais. Ele vestia uma seda negra translúcida que mal cobria seus ombros, presa por cordões dourados que deixavam suas costas e grande parte de seu peito à mostra. A venda que costumava cobrir seus olhos estava frouxa, revelando o brilho desafiador de suas íris. Ele parecia uma tentação personificada, uma afronta à seriedade daquele escritório.
— Qin — disse Hades, recuperando a compostura, embora sua voz tivesse baixado um tom. — Pensei que estivesse ocupado testando a nova safra de uvas que mandei trazer do mundo superior.
O Imperador caminhou até a mesa, deslizando as unhas compridas e decoradas pela madeira, parando exatamente sobre um relatório crucial da logística de almas. Ele se inclinou, aproximando o rosto do de Hades, e fez um biquinho de insatisfação que beirava o teatral.
— As uvas estavam passáveis — declarou Qin, cruzando os braços, o que fez o tecido fino subir ainda mais por suas coxas. — Mas algo muito mais irritante aconteceu no caminho para cá. Um daqueles deuses menores, um burocrata de terceira classe com cara de peixe, teve a audácia de cruzar meu caminho.
Hades arqueou uma sobrancelha, o instinto protetor já se agitando sob sua pele.
— E o que ele fez?
— Ele me olhou de cima a baixo — Qin bufou, revirando os olhos — e disse, com todas as letras, que eu era "extremamente fodível". Pode acreditar nisso? Um subordinado falando assim com o Rei de Onde Eu Me Sento! Eu não gostei nem um pouco.
Hades sentiu uma onda de calor percorrer sua espinha, uma mistura de fúria possessiva e um desejo sombrio que ele raramente deixava transparecer. Ele largou a caneta e se recostou na cadeira, seus olhos escaneando a figura provocante de Qin. Um sorriso lento e perigoso surgiu em seus lábios.
— Ele teve a audácia de dizer isso em voz alta? — Hades perguntou, sua voz agora como um trovão distante. — Ele não está errado sobre a descrição, mas cometeu um erro fatal de protocolo.
Ele se levantou, sua altura imponente fazendo Qin inclinar a cabeça para trás para manter o contato visual. Hades rodeou a mesa com a graça de um predador, parando a centímetros do Imperador.
— Apenas eu tenho o direito de dizer o quanto você é desejável, Qin — sussurrou Hades, sua mão enluvada subindo para apertar o queixo do outro. — E apenas eu tenho o direito de provar isso.
Qin sorriu, aquele sorriso vitorioso de quem sabia exatamente o que estava provocando.
— Então prove, Rei do Submundo. Mostre para esse imperador que seus relatórios não são mais importantes que o meu entretenimento.
Hades não precisou de um segundo convite. Com um movimento rápido e vigoroso, ele limpou uma parte da mesa, derrubando pergaminhos e tinteiros para o chão com um estrondo. Ele segurou Qin pela cintura e o içou, sentando-o brusca e firmemente sobre os relatórios restantes.
— Hades! — Qin soltou uma exclamação que era metade surpresa e metade deleite, suas pernas se envolvendo instantaneamente na cintura do deus.
— Você queria atenção, Qin Shi Huang? — Hades murmurou contra o pescoço dele, desfazendo os laços da seda com uma impaciência que contrastava com sua nobreza habitual. — Agora você tem toda a minha atenção.
O encontro foi imediato e voraz. Hades não foi gentil; ele era um rei reivindicando o que era seu por direito e desejo. Quando ele penetrou Qin, o Imperador jogou a cabeça para trás, as unhas cravando-se nos ombros largos de Hades.
— Mais... — Qin arquejou, a sinestesia toque-espelho transformando cada movimento de Hades em uma explosão de sensações que reverberava por todo o seu ser. — Vá mais fundo, Hades! Mais forte! Eu sou seu Rei, ordene que eu sinta tudo!
Hades obedeceu com uma intensidade que fez a mesa de carvalho ranger. Ele segurou os quadris de Qin com força, marcando a pele pálida com os dedos, enquanto seus estocadas eram profundas e ritmadas. Qin gritava, o som ecoando pelas paredes de pedra, seus gemidos perdendo a forma e se tornando súplicas desconexas por mais. Ele não era mais o governante inabalável da China naquele momento; ele era um homem entregue ao único ser que ele considerava seu igual, sua âncora e seu mestre.
A sinestesia de Qin trabalhava a favor deles, cada prazer que ele causava em Hades voltando para ele em dobro, criando um ciclo infinito de êxtase. O suor brilhava em seus corpos sob a luz das tochas.
— Implore — rosnou Hades no ouvido de Qin, sua respiração pesada.
— Por favor... Hades... mais! — Qin exclamou, as lágrimas de prazer começando a nublar sua visão. — Destrua-me!
Com um último esforço coordenado, Hades atingiu o ápice, preenchendo Qin completamente enquanto o Imperador se desmanchava em um orgasmo tão violento que o deixou sem fôlego, o corpo tremendo contra o do deus. Hades enterrou o rosto no ombro de Qin, sentindo o coração do outro martelar contra seu peito, uma melodia de vida no reino dos mortos.
O silêncio retornou ao escritório, quebrado apenas pela respiração descompassada de ambos. Hades se afastou lentamente, mas manteve Qin em seus braços. Quando o Imperador finalmente conseguiu se mover e desceu da mesa, o sêmen escorreu por suas pernas, uma marca visível da possessão de Hades. Qin olhou para baixo e soltou uma risadinha rouca, nada envergonhado.
— Olhe só o que você fez com meus relatórios — brincou Qin, embora seu sorriso fosse de pura felicidade.
Ele se aproximou de Hades e começou a distribuir pequenos beijos pelo rosto e pescoço do deus, demonstrando um carinho que poucos teriam a chance de ver. Hades, em resposta, segurou o rosto de Qin e o calou com um beijo profundo, de tirar o fôlego, que parecia querer consumir a própria alma do Imperador.
Qin, sentindo o pulmão arder pela falta de ar, começou a dar tapinhas leves no peito de Hades, protestando entre risos abafados.
— Deixe-me... respirar... seu bruto! — ele conseguiu dizer quando Hades finalmente o soltou, apenas para sentir o deus morder o lóbulo de sua orelha com força suficiente para fazê-lo gemer novamente.
— Eu ainda não terminei com você — sussurrou Hades, sua voz carregada de uma promessa sombria e excitante.
Antes que Qin pudesse protestar ou fazer mais uma piada sarcástica, Hades o virou contra a mesa novamente. O Imperador tentou dizer algo, mas as palavras se transformaram em balbucios sem sentido quando Hades o possuiu de novo, com ainda mais fervor que da primeira vez.
Qin Shi Huang, o homem que unificou a China e desafiou os céus, estava agora reduzido a sons desconexos de puro prazer, agarrando-se desesperadamente aos braços de Hades. Ele não conseguia formular uma frase, sua mente era um borrão de branco e dourado, mas em seu coração, ele nunca esteve tão satisfeito. No domínio das sombras, ele havia encontrado a luz mais intensa de todas nos braços do Rei do Submundo.
Hades suspirou, ajeitando a franja platinada. Seu semblante era calmo, mas seus olhos carregavam o peso de milênios de responsabilidade. Ele era o pilar de sua família, o equilíbrio entre o caos de Zeus e a frieza de Poseidon. Mas, ultimamente, sua mente divagava para longe dos deveres reais, focando-se no Imperador que havia transformado sua vida em um turbilhão de cores e sensações.
A porta pesada de carvalho negro se abriu sem qualquer aviso. Não houve batida, nem anúncio. Apenas o som de passos confiantes e o tilintar de joias. Hades nem precisou erguer os olhos para saber quem era; o cheiro de peônias e a aura de autoconfiança absoluta eram inconfundíveis.
— Hao! — a voz de Qin Shi Huang ecoou pelo recinto, vibrante e carregada de uma petulância divertida.
Hades finalmente levantou a cabeça, mas as palavras de saudação morreram em sua garganta. Qin não estava usando suas túnicas imperiais habituais. Ele vestia uma seda negra translúcida que mal cobria seus ombros, presa por cordões dourados que deixavam suas costas e grande parte de seu peito à mostra. A venda que costumava cobrir seus olhos estava frouxa, revelando o brilho desafiador de suas íris. Ele parecia uma tentação personificada, uma afronta à seriedade daquele escritório.
— Qin — disse Hades, recuperando a compostura, embora sua voz tivesse baixado um tom. — Pensei que estivesse ocupado testando a nova safra de uvas que mandei trazer do mundo superior.
O Imperador caminhou até a mesa, deslizando as unhas compridas e decoradas pela madeira, parando exatamente sobre um relatório crucial da logística de almas. Ele se inclinou, aproximando o rosto do de Hades, e fez um biquinho de insatisfação que beirava o teatral.
— As uvas estavam passáveis — declarou Qin, cruzando os braços, o que fez o tecido fino subir ainda mais por suas coxas. — Mas algo muito mais irritante aconteceu no caminho para cá. Um daqueles deuses menores, um burocrata de terceira classe com cara de peixe, teve a audácia de cruzar meu caminho.
Hades arqueou uma sobrancelha, o instinto protetor já se agitando sob sua pele.
— E o que ele fez?
— Ele me olhou de cima a baixo — Qin bufou, revirando os olhos — e disse, com todas as letras, que eu era "extremamente fodível". Pode acreditar nisso? Um subordinado falando assim com o Rei de Onde Eu Me Sento! Eu não gostei nem um pouco.
Hades sentiu uma onda de calor percorrer sua espinha, uma mistura de fúria possessiva e um desejo sombrio que ele raramente deixava transparecer. Ele largou a caneta e se recostou na cadeira, seus olhos escaneando a figura provocante de Qin. Um sorriso lento e perigoso surgiu em seus lábios.
— Ele teve a audácia de dizer isso em voz alta? — Hades perguntou, sua voz agora como um trovão distante. — Ele não está errado sobre a descrição, mas cometeu um erro fatal de protocolo.
Ele se levantou, sua altura imponente fazendo Qin inclinar a cabeça para trás para manter o contato visual. Hades rodeou a mesa com a graça de um predador, parando a centímetros do Imperador.
— Apenas eu tenho o direito de dizer o quanto você é desejável, Qin — sussurrou Hades, sua mão enluvada subindo para apertar o queixo do outro. — E apenas eu tenho o direito de provar isso.
Qin sorriu, aquele sorriso vitorioso de quem sabia exatamente o que estava provocando.
— Então prove, Rei do Submundo. Mostre para esse imperador que seus relatórios não são mais importantes que o meu entretenimento.
Hades não precisou de um segundo convite. Com um movimento rápido e vigoroso, ele limpou uma parte da mesa, derrubando pergaminhos e tinteiros para o chão com um estrondo. Ele segurou Qin pela cintura e o içou, sentando-o brusca e firmemente sobre os relatórios restantes.
— Hades! — Qin soltou uma exclamação que era metade surpresa e metade deleite, suas pernas se envolvendo instantaneamente na cintura do deus.
— Você queria atenção, Qin Shi Huang? — Hades murmurou contra o pescoço dele, desfazendo os laços da seda com uma impaciência que contrastava com sua nobreza habitual. — Agora você tem toda a minha atenção.
O encontro foi imediato e voraz. Hades não foi gentil; ele era um rei reivindicando o que era seu por direito e desejo. Quando ele penetrou Qin, o Imperador jogou a cabeça para trás, as unhas cravando-se nos ombros largos de Hades.
— Mais... — Qin arquejou, a sinestesia toque-espelho transformando cada movimento de Hades em uma explosão de sensações que reverberava por todo o seu ser. — Vá mais fundo, Hades! Mais forte! Eu sou seu Rei, ordene que eu sinta tudo!
Hades obedeceu com uma intensidade que fez a mesa de carvalho ranger. Ele segurou os quadris de Qin com força, marcando a pele pálida com os dedos, enquanto seus estocadas eram profundas e ritmadas. Qin gritava, o som ecoando pelas paredes de pedra, seus gemidos perdendo a forma e se tornando súplicas desconexas por mais. Ele não era mais o governante inabalável da China naquele momento; ele era um homem entregue ao único ser que ele considerava seu igual, sua âncora e seu mestre.
A sinestesia de Qin trabalhava a favor deles, cada prazer que ele causava em Hades voltando para ele em dobro, criando um ciclo infinito de êxtase. O suor brilhava em seus corpos sob a luz das tochas.
— Implore — rosnou Hades no ouvido de Qin, sua respiração pesada.
— Por favor... Hades... mais! — Qin exclamou, as lágrimas de prazer começando a nublar sua visão. — Destrua-me!
Com um último esforço coordenado, Hades atingiu o ápice, preenchendo Qin completamente enquanto o Imperador se desmanchava em um orgasmo tão violento que o deixou sem fôlego, o corpo tremendo contra o do deus. Hades enterrou o rosto no ombro de Qin, sentindo o coração do outro martelar contra seu peito, uma melodia de vida no reino dos mortos.
O silêncio retornou ao escritório, quebrado apenas pela respiração descompassada de ambos. Hades se afastou lentamente, mas manteve Qin em seus braços. Quando o Imperador finalmente conseguiu se mover e desceu da mesa, o sêmen escorreu por suas pernas, uma marca visível da possessão de Hades. Qin olhou para baixo e soltou uma risadinha rouca, nada envergonhado.
— Olhe só o que você fez com meus relatórios — brincou Qin, embora seu sorriso fosse de pura felicidade.
Ele se aproximou de Hades e começou a distribuir pequenos beijos pelo rosto e pescoço do deus, demonstrando um carinho que poucos teriam a chance de ver. Hades, em resposta, segurou o rosto de Qin e o calou com um beijo profundo, de tirar o fôlego, que parecia querer consumir a própria alma do Imperador.
Qin, sentindo o pulmão arder pela falta de ar, começou a dar tapinhas leves no peito de Hades, protestando entre risos abafados.
— Deixe-me... respirar... seu bruto! — ele conseguiu dizer quando Hades finalmente o soltou, apenas para sentir o deus morder o lóbulo de sua orelha com força suficiente para fazê-lo gemer novamente.
— Eu ainda não terminei com você — sussurrou Hades, sua voz carregada de uma promessa sombria e excitante.
Antes que Qin pudesse protestar ou fazer mais uma piada sarcástica, Hades o virou contra a mesa novamente. O Imperador tentou dizer algo, mas as palavras se transformaram em balbucios sem sentido quando Hades o possuiu de novo, com ainda mais fervor que da primeira vez.
Qin Shi Huang, o homem que unificou a China e desafiou os céus, estava agora reduzido a sons desconexos de puro prazer, agarrando-se desesperadamente aos braços de Hades. Ele não conseguia formular uma frase, sua mente era um borrão de branco e dourado, mas em seu coração, ele nunca esteve tão satisfeito. No domínio das sombras, ele havia encontrado a luz mais intensa de todas nos braços do Rei do Submundo.
