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Veldora e Guy
Fandom: Tensei shitara slime datta Ken
Criado: 01/07/2026
Tags
RomanceUA (Universo Alternativo)HumorFantasiaCrack / Humor ParódicoHistória DomésticaCiúmesLinguagem ExplícitaOOC (Fora do Personagem)Menção de IncestoIsekai / Fantasia PortalFatias de VidaPWP (Enredo? Que enredo?)Cenário Canônico
O Caos Vermelho e o Dragão Protetor
A atmosfera no salão do Octagrama estava, para dizer o mínimo, carregada. Não era o tipo de tensão que precedia uma guerra mundial — embora com aquelas personalidades reunidas, isso fosse sempre uma possibilidade —, mas sim uma tensão familiar e territorial extremamente irritante.
No centro de tudo, Rimuru Tempest observava a cena com um sorriso sarcástico brincando em seus lábios. Ela estava sentada em sua cadeira de Lorde Demônio, sua pele branca leitosa contrastando com o azul profundo de seu vestido justo. Seus cabelos azuis prateados caíam como uma cascata de seda sobre os ombros, e seus olhos amarelos brilhavam com uma inocência que, como Guy Crimson bem sabia, era puramente decorativa.
Ao seu lado direito, Veldora Tempest, o Dragão da Tempestade, mantinha uma postura ereta e vigilante. Para a surpresa absoluta de Lordes como Luminous Valentine e Leon Cromwell, o dragão outrora indomável estava comportado, agindo como um guarda-costas oficial. No entanto, sua aura de "irmão mais velho protetor" estava operando em capacidade máxima, emanando ondas de choque cada vez que Guy Crimson se aproximava demais de Rimuru.
— Você não acha que sua mão está um pouco baixa demais, Demônio Vermelho? — rosnou Veldora, os olhos fixos em Guy, que tinha o braço casualmente jogado sobre o encosto da cadeira de Rimuru, os dedos brincando com uma mecha do cabelo dela.
Guy Crimson, a personificação do orgulho e do caos, soltou uma risada baixa e rouca, um som que costumava fazer os outros Lordes tremerem, mas que para Rimuru era apenas o prelúdio de alguma provocação.
— Ora, Veldora, não seja tão antiquado — disse Guy, inclinando-se para frente. — Rimuru é minha esposa. Eu tenho o direito de tocá-la onde e quando eu quiser. Inclusive...
Guy baixou a voz, mas não o suficiente para que Veldora não ouvisse, garantindo que o tom fosse perfeitamente audível para todos na mesa circular.
— ... as marcas que deixei na parte interna da coxa dela ontem à noite ainda devem estar bem vívidas. Ela solta uns sons tão interessantes quando eu mordo aquele ponto sensível logo acima da...
— BASTA! — Veldora se levantou da cadeira, a mesa tremendo sob seu poder. — Eu vou reduzir você a cinzas, seu pervertido atrevido! Como ousa dizer tais coisas na minha frente? Ela é minha irmãzinha pura e inocente!
Rimuru suspirou, sentindo o calor subir pelo pescoço. Ela estava vermelha de vergonha, mas não conseguia evitar o pequeno sorriso travesso. Ela adorava ver o caos, especialmente quando ela era o pivô.
— Veldora, acalme-se — disse Rimuru, puxando o braço do irmão para que ele se sentasse novamente. — Ele só está tentando te irritar. Não dê a ele esse gosto.
Ela envolveu o braço de Veldora em um abraço carinhoso, encostando a cabeça no ombro dele por um momento. O efeito foi instantâneo: Veldora inflou o peito, sentindo-se vitorioso pelo afeto da irmã, enquanto Guy Crimson estreitava os olhos vermelhos, uma pontada de ciúme genuíno atravessando seu semblante arrogante.
— Rimuru — murmurou Guy, sua voz agora tingida com uma possessividade perigosa —, você sabe que eu não gosto de compartilhar sua atenção. Mesmo com esse lagarto superdimensionado.
Rimuru olhou para Guy e deu uma piscadinha imperceptível. Ela sabia exatamente como manipulá-lo. Para provocar, ela se ajeitou na cadeira, cruzando as pernas de forma lenta. O vestido azul, que já era ousado, revelou uma fenda lateral profunda que subia até o topo de sua coxa, enquanto o decote generoso enfatizava suas curvas de forma que fez o salão ficar em silêncio por um segundo longo demais.
Guy e Veldora pararam de rosnar um para o outro instantaneamente. Suas atenções se voltaram para o resto dos Lordes Demônios na sala.
— Onde vocês pensam que estão olhando? — Guy rugiu, sua aura carmesim explodindo e fazendo as paredes do castelo de gelo de Walpurgis rangerem. — Leon, se você não desviar os olhos agora, eu vou transformar El Dorado em um buraco no oceano!
— Eu não estava olhando... — Leon tentou protestar, mas preferiu encarar o teto.
— E você, Milim! — Veldora gritou com sua sobrinha. — Não deixe esses pensamentos mundanos corromperem sua mente! Rimuru, cubra-se! O mundo não é digno de ver tamanha perfeição!
Guy, agindo por puro instinto possessivo (e aproveitando a oportunidade), estendeu a mão e a pressionou firmemente contra o peito de Rimuru, cobrindo o decote. No entanto, em vez de apenas cobrir, seus dedos começaram a amassar a carne macia com uma possessividade descarada.
— Guy! — Rimuru exclamou, rindo entre dentes. — Você não está ajudando!
— Estou protegendo o que é meu — mentiu Guy descaradamente, apertando o seio dela com mais força sob o tecido fino. — Embora eu admita que a textura está particularmente convidativa hoje.
Veldora parecia prestes a ter um aneurisma.
— Você está apalpando ela na minha frente! — Veldora berrou, apontando o dedo trêmulo para a mão de Guy. — Isso não é proteção, é assédio em plena reunião do Octagrama!
Rimuru, percebendo que a reunião nunca começaria se ela não tomasse as rédeas, segurou o pulso de Guy e removeu a mão dele de seu peito. Guy fez um beicinho tão exagerado que parecia que Rimuru tinha acabado de chutar seu animal de estimação favorito. Ele olhou para a própria mão, agora vazia, com um ar de injustiça profunda.
— Pronto, chega de drama — disse Rimuru. Ela então se virou para Veldora e, com um movimento ágil, puxou a capa dourada e preta que o dragão usava.
— Ei! — Veldora exclamou, surpreso.
Rimuru pegou a capa e a estendeu sobre as próprias pernas, cobrindo a fenda do vestido e o decote de uma só vez, transformando o visual provocante em algo mais comportado.
— Satisfeitos agora? — perguntou ela, olhando de um para o outro. — Veldora, você é meu protetor, então sua capa está cumprindo o papel dela. Guy, pare de olhar como se o mundo tivesse acabado e foque no que interessa.
Veldora cruzou os braços, bufando, mas visivelmente mais calmo agora que a pele de sua "irmãzinha" estava devidamente escondida dos olhares alheios.
— Humf. Pelo menos agora esses abutres não terão o que ver — resmungou o dragão.
Guy Crimson soltou um suspiro teatral, recostando-se em seu trono e lançando um olhar de soslaio para Rimuru, um olhar que prometia retribuição pelas "perdas e danos" assim que estivessem sozinhos.
— Você é uma mulher cruel, Rimuru — disse Guy, recuperando sua postura de Lorde Demônio soberano. — Mas eu aceito os termos por enquanto.
Rimuru deu um tapinha carinhoso na mão de Guy e depois acenou para que os outros Lordes, que assistiam a tudo com uma mistura de tédio e pavor, voltassem aos seus lugares.
— Ótimo — disse Rimuru, sua voz agora clara e autoritária. — Guy, por favor, continue a reunião. Temos assuntos mais importantes do que o meu guarda-roupa para discutir.
Guy sorriu, um brilho perigoso e divertido nos olhos.
— Muito bem. Mas que fique registrado: a próxima reunião será feita com você usando uma armadura completa, ou eu vou passar o tempo todo no seu colo.
Veldora começou a gritar novamente, e Rimuru apenas fechou os olhos, rindo baixinho. O caos era, afinal, a linguagem oficial daquela família.
No centro de tudo, Rimuru Tempest observava a cena com um sorriso sarcástico brincando em seus lábios. Ela estava sentada em sua cadeira de Lorde Demônio, sua pele branca leitosa contrastando com o azul profundo de seu vestido justo. Seus cabelos azuis prateados caíam como uma cascata de seda sobre os ombros, e seus olhos amarelos brilhavam com uma inocência que, como Guy Crimson bem sabia, era puramente decorativa.
Ao seu lado direito, Veldora Tempest, o Dragão da Tempestade, mantinha uma postura ereta e vigilante. Para a surpresa absoluta de Lordes como Luminous Valentine e Leon Cromwell, o dragão outrora indomável estava comportado, agindo como um guarda-costas oficial. No entanto, sua aura de "irmão mais velho protetor" estava operando em capacidade máxima, emanando ondas de choque cada vez que Guy Crimson se aproximava demais de Rimuru.
— Você não acha que sua mão está um pouco baixa demais, Demônio Vermelho? — rosnou Veldora, os olhos fixos em Guy, que tinha o braço casualmente jogado sobre o encosto da cadeira de Rimuru, os dedos brincando com uma mecha do cabelo dela.
Guy Crimson, a personificação do orgulho e do caos, soltou uma risada baixa e rouca, um som que costumava fazer os outros Lordes tremerem, mas que para Rimuru era apenas o prelúdio de alguma provocação.
— Ora, Veldora, não seja tão antiquado — disse Guy, inclinando-se para frente. — Rimuru é minha esposa. Eu tenho o direito de tocá-la onde e quando eu quiser. Inclusive...
Guy baixou a voz, mas não o suficiente para que Veldora não ouvisse, garantindo que o tom fosse perfeitamente audível para todos na mesa circular.
— ... as marcas que deixei na parte interna da coxa dela ontem à noite ainda devem estar bem vívidas. Ela solta uns sons tão interessantes quando eu mordo aquele ponto sensível logo acima da...
— BASTA! — Veldora se levantou da cadeira, a mesa tremendo sob seu poder. — Eu vou reduzir você a cinzas, seu pervertido atrevido! Como ousa dizer tais coisas na minha frente? Ela é minha irmãzinha pura e inocente!
Rimuru suspirou, sentindo o calor subir pelo pescoço. Ela estava vermelha de vergonha, mas não conseguia evitar o pequeno sorriso travesso. Ela adorava ver o caos, especialmente quando ela era o pivô.
— Veldora, acalme-se — disse Rimuru, puxando o braço do irmão para que ele se sentasse novamente. — Ele só está tentando te irritar. Não dê a ele esse gosto.
Ela envolveu o braço de Veldora em um abraço carinhoso, encostando a cabeça no ombro dele por um momento. O efeito foi instantâneo: Veldora inflou o peito, sentindo-se vitorioso pelo afeto da irmã, enquanto Guy Crimson estreitava os olhos vermelhos, uma pontada de ciúme genuíno atravessando seu semblante arrogante.
— Rimuru — murmurou Guy, sua voz agora tingida com uma possessividade perigosa —, você sabe que eu não gosto de compartilhar sua atenção. Mesmo com esse lagarto superdimensionado.
Rimuru olhou para Guy e deu uma piscadinha imperceptível. Ela sabia exatamente como manipulá-lo. Para provocar, ela se ajeitou na cadeira, cruzando as pernas de forma lenta. O vestido azul, que já era ousado, revelou uma fenda lateral profunda que subia até o topo de sua coxa, enquanto o decote generoso enfatizava suas curvas de forma que fez o salão ficar em silêncio por um segundo longo demais.
Guy e Veldora pararam de rosnar um para o outro instantaneamente. Suas atenções se voltaram para o resto dos Lordes Demônios na sala.
— Onde vocês pensam que estão olhando? — Guy rugiu, sua aura carmesim explodindo e fazendo as paredes do castelo de gelo de Walpurgis rangerem. — Leon, se você não desviar os olhos agora, eu vou transformar El Dorado em um buraco no oceano!
— Eu não estava olhando... — Leon tentou protestar, mas preferiu encarar o teto.
— E você, Milim! — Veldora gritou com sua sobrinha. — Não deixe esses pensamentos mundanos corromperem sua mente! Rimuru, cubra-se! O mundo não é digno de ver tamanha perfeição!
Guy, agindo por puro instinto possessivo (e aproveitando a oportunidade), estendeu a mão e a pressionou firmemente contra o peito de Rimuru, cobrindo o decote. No entanto, em vez de apenas cobrir, seus dedos começaram a amassar a carne macia com uma possessividade descarada.
— Guy! — Rimuru exclamou, rindo entre dentes. — Você não está ajudando!
— Estou protegendo o que é meu — mentiu Guy descaradamente, apertando o seio dela com mais força sob o tecido fino. — Embora eu admita que a textura está particularmente convidativa hoje.
Veldora parecia prestes a ter um aneurisma.
— Você está apalpando ela na minha frente! — Veldora berrou, apontando o dedo trêmulo para a mão de Guy. — Isso não é proteção, é assédio em plena reunião do Octagrama!
Rimuru, percebendo que a reunião nunca começaria se ela não tomasse as rédeas, segurou o pulso de Guy e removeu a mão dele de seu peito. Guy fez um beicinho tão exagerado que parecia que Rimuru tinha acabado de chutar seu animal de estimação favorito. Ele olhou para a própria mão, agora vazia, com um ar de injustiça profunda.
— Pronto, chega de drama — disse Rimuru. Ela então se virou para Veldora e, com um movimento ágil, puxou a capa dourada e preta que o dragão usava.
— Ei! — Veldora exclamou, surpreso.
Rimuru pegou a capa e a estendeu sobre as próprias pernas, cobrindo a fenda do vestido e o decote de uma só vez, transformando o visual provocante em algo mais comportado.
— Satisfeitos agora? — perguntou ela, olhando de um para o outro. — Veldora, você é meu protetor, então sua capa está cumprindo o papel dela. Guy, pare de olhar como se o mundo tivesse acabado e foque no que interessa.
Veldora cruzou os braços, bufando, mas visivelmente mais calmo agora que a pele de sua "irmãzinha" estava devidamente escondida dos olhares alheios.
— Humf. Pelo menos agora esses abutres não terão o que ver — resmungou o dragão.
Guy Crimson soltou um suspiro teatral, recostando-se em seu trono e lançando um olhar de soslaio para Rimuru, um olhar que prometia retribuição pelas "perdas e danos" assim que estivessem sozinhos.
— Você é uma mulher cruel, Rimuru — disse Guy, recuperando sua postura de Lorde Demônio soberano. — Mas eu aceito os termos por enquanto.
Rimuru deu um tapinha carinhoso na mão de Guy e depois acenou para que os outros Lordes, que assistiam a tudo com uma mistura de tédio e pavor, voltassem aos seus lugares.
— Ótimo — disse Rimuru, sua voz agora clara e autoritária. — Guy, por favor, continue a reunião. Temos assuntos mais importantes do que o meu guarda-roupa para discutir.
Guy sorriu, um brilho perigoso e divertido nos olhos.
— Muito bem. Mas que fique registrado: a próxima reunião será feita com você usando uma armadura completa, ou eu vou passar o tempo todo no seu colo.
Veldora começou a gritar novamente, e Rimuru apenas fechou os olhos, rindo baixinho. O caos era, afinal, a linguagem oficial daquela família.
