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Elijah x Lily

Fandom: TVD

Criado: 04/07/2026

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O Pecado Vestido de Cetim Branco

A mansão dos Mikaelson em New Orleans nunca pareceu tão viva — ou tão perigosa. O ar estava saturado com o cheiro de incenso, perfumes caros e o odor metálico de sangue escondido sob o álcool. Era a festa de Halloween anual da família original, e as luzes baixas em tons de roxo e laranja projetavam sombras distorcidas nas paredes seculares.

Elijah Mikaelson, o epítome da elegância e do controle, observava a multidão da varanda interna. Ele usava uma máscara veneziana de prata que escondia parcialmente suas feições nobres, mas seus olhos escuros estavam fixos em um único ponto no salão de baile.

Lily Campbell.

Ela era uma visão que desafiava a sanidade dele. Loira, de pele clara como porcelana e olhos azuis que pareciam guardar segredos oceânicos, Lily era o seu maior arrependimento e seu desejo mais profundo. Naquela noite, ela não tinha vindo para passar despercebida. Vestida em uma fantasia de coelhinha sexy, com um corpete de cetim branco que apertava sua cintura e realçava seus seios fartos, ela parecia uma tentação pura. As orelhas de coelho de veludo repousavam sobre seus cabelos lisos e loiros, que caíam como uma cascata de seda pelas costas.

Elijah apertou o copo de cristal em sua mão. Eles haviam terminado meses atrás, um rompimento amargo causado pela obsessão dele com a "redenção" de Klaus, mas o vínculo entre eles nunca fora realmente cortado.

Lá embaixo, Lily sabia exatamente onde ele estava. Ela sentia o olhar dele queimando sua pele. Com um sorriso travesso e calculado, ela avistou Rebekah Mikaelson perto do bar. Rebekah, sempre disposta a causar um pouco de caos, arqueou uma sobrancelha ao ver a ex-cunhada se aproximar.

— Você está deslumbrante, Lily — comentou Rebekah, segurando uma taça de champanhe. — Mas acho que meu irmão está prestes a ter um aneurisma apenas olhando para você.

— Deixe que ele olhe — Lily sussurrou, a voz carregada de intenção. — Mas eu quero que ele sinta.

Sem aviso, Lily envolveu o pescoço de Rebekah com os braços e a puxou para um beijo profundo e provocador. Rebekah, pega de surpresa, mas nunca alguém que recuasse de um desafio, correspondeu com uma risada abafada contra os lábios de Lily.

Lá em cima, o vidro na mão de Elijah estilhaçou.

O som foi abafado pela música alta, mas a fúria que emanou dele foi palpável. Em um borrão de velocidade vampírica, ele desceu as escadas. Antes que Lily pudesse se separar de Rebekah, ela sentiu uma mão de ferro envolver seu braço.

— Chega — a voz de Elijah era um trovão contido, vibrando com uma possessividade que ele raramente demonstrava em público.

Lily se afastou de Rebekah, ofegante, um brilho de triunfo nos olhos azuis.

— Elijah — ela disse, fingindo surpresa. — Que recepção calorosa.

— Fora daqui. Agora — ordenou ele, sem olhar para a irmã, que apenas sorria com diversão antes de desaparecer na multidão.

Elijah a arrastou pelo braço, ignorando os protestos silenciosos dela, até um canto isolado da mansão, longe dos olhos dos convidados. Ele a prensou contra uma parede de pedra fria, seu corpo grande e imponente cercando-a completamente.

— O que foi aquilo, Lily? — ele rosnou, o rosto a centímetros do dela. — Você perdeu o juízo?

— Eu fiz isso só para te provocar, Elijah — ela respondeu, desafiadora, empinando o queixo. — E pelo visto, funcionou. Você está furioso.

— Você não tem ideia do que a fúria de um Mikaelson pode fazer — ele sussurrou, a voz rouca. — Você quer brincar com fogo, Lily? Pois eu vou te queimar.

Ele a pegou no colo com uma brutalidade que a fez soltar um ganido de surpresa e a carregou escada acima, em direção ao seu quarto particular. Ao entrar, ele chutou a porta, fechando-a com um estrondo, e a jogou sobre a cama de dossel.

— De quatro. Agora — ordenou ele, a voz não permitindo discussões.

Lily sentiu um calafrio percorrer sua espinha, uma mistura de medo e uma excitação avassaladora. Ela obedeceu, posicionando-se sobre o colchão de seda, o rabo de pompom branco da fantasia balançando enquanto ela se acomodava.

Elijah retirou o cinto de couro de sua calça com um movimento fluido. Ele pegou os pulsos dela, puxando-os para trás das costas e amarrando-os com firmeza.

— Elijah, o que você está fazendo? — ela perguntou, a voz trêmula.

— O que eu deveria ter feito no momento em que te vi naquele traje — ele disse, a voz gélida e quente ao mesmo tempo. — Empine bem essa bunda, Lily. Eu vou descontar cada grama de ciúme que você me fez sentir naquele salão.

Ele não foi gentil. Elijah rasgou a parte de trás da fantasia dela, expondo a pele clara e as curvas perfeitas ao ar frio do quarto. Sem qualquer preliminar além do desejo bruto que consumia ambos, ele se posicionou atrás dela.

— Isso é para você aprender a nunca mais usar outra pessoa para me atingir — ele disse, antes de penetrá-la com força e profundidade.

Lily soltou um grito que foi uma mistura de dor aguda e um prazer tão intenso que sua visão escureceu por um segundo. Elijah não parou. Ele mantinha um ritmo frenético, cada estocada ecoando pelo quarto. A força do impacto fazia com que os seios fartos de Lily balançassem violentamente, e ela podia sentir os testículos dele surrando sua bunda a cada movimento pesado.

— Elijah! — ela gritou, cravando os dedos amarrados nos lençóis.

Ele se inclinou para frente, agarrando os cabelos loiros e lisos dela com uma mão, puxando sua cabeça para trás para que ela pudesse sentir cada polegada dele.

— Olhe para mim — ele comandou, sua respiração quente contra o ouvido dela. — Diga-me de quem você é.

— Sua... eu sou sua — ela ofegou, as lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto.

— Sim, você é — ele sussurrou, aumentando a velocidade, a pele clara dela ficando ruborizada pelo esforço e pelo calor do ato. — E se eu vir você beijando mais alguém, Lily, eu garanto que isso será apenas o começo.

Ele continuou a estocar, fundo e forte, até que ambos atingissem o ápice. Lily sentiu as ondas de prazer inundarem seu corpo enquanto Elijah se derramava dentro dela, um rosnado animal escapando de sua garganta.

Ele permaneceu ali por um momento, o peito subindo e descendo, antes de soltar o cabelo dela e desamarrar seus pulsos com uma delicadeza súbita que contrastava com a violência de instantes atrás.

— Não me provoque novamente, Lily Campbell — ele disse, recuperando sua postura de cavalheiro, embora seus olhos ainda brilhassem com o fogo do vampiro. — As consequências podem ser permanentes.

Lily se deitou no colchão, exausta e completamente marcada por ele, um sorriso fraco e satisfeito brincando em seus lábios enquanto observava o homem que ela amava — e temia — se recompor.
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