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Love Propice
Fandom: Sem fandom
Criado: 06/07/2026
Tags
RomanceHistória DomésticaRomanceFatias de VidaFofuraCiúmesGravidez Não Planejada/IndesejadaCenário Canônico
Promessas de Sal e Sedução
O som rítmico das ondas quebrando na areia lá embaixo servia como a trilha sonora perfeita para o silêncio carregado de eletricidade dentro da suíte presidencial. A lua, imensa e prateada, refletia-se nas águas calmas do oceano, mas para Augusto, a única visão que importava estava bem ali, a poucos centímetros de distância, envolta em um robe de seda branca que parecia flutuar sobre suas curvas.
Rafaella — ou apenas Rafa, como ela sempre insistia para que ele a chamasse nos momentos de maior intimidade — observava a linha do horizonte com um sorriso enigmático. Ela era a personificação da intensidade. Bonita era um eufemismo; Rafa era magnética, uma força da natureza que Augusto tivera a sorte de conquistar três anos atrás.
Ele se aproximou por trás, sentindo o perfume floral e adocicado que emanava da pele dela. Augusto, com seu porte atlético e o rosto que parecia esculpido à mão, envolveu a cintura da esposa com braços firmes. O calor do corpo dele atravessou o tecido fino, fazendo Rafa soltar um suspiro baixo.
— Ainda parece um sonho — sussurrou ela, inclinando a cabeça para trás para repousá-la no ombro dele. — Aquele restaurante, as flores, você de joelhos... e agora, aqui.
Augusto beijou o pescoço dela, sentindo um arrepio percorrer a espinha da mulher.
— Não é um sonho, Rafa. É a nossa realidade agora. Você é minha esposa.
Rafa se virou nos braços dele, os olhos brilhando com uma chama romântica e, ao mesmo tempo, perigosamente faminta. Ela passou as mãos pelo peito dele, sentindo os músculos tensos sob a camisa de linho entreaberta.
— Esposa — repetiu ela, saboreando a palavra. — Eu gosto de como isso soa. Mas gosto ainda mais de como você me olha quando diz isso.
Augusto sorriu, aquele sorriso ladino que sempre desarmava Rafa. Ele a pegou pela cintura e a sentou no parapeito largo da varanda, posicionando-se entre as pernas dela. A brisa marinha trazia o cheiro de sal, mas o ar entre eles estava denso, saturado de desejo.
— Eu esperei três anos por essa noite — disse Augusto, a voz tornando-se mais rouca. — Cada segundo valeu a pena para ver você entrando naquela igreja, mas nada se compara a ter você só para mim, longe de todos os convidados, de toda a música e de todo o barulho.
— Então por que ainda estamos conversando? — perguntou Rafa, puxando-o pela gola da camisa.
O beijo que se seguiu foi uma explosão de tudo o que eles eram: intensos, apaixonados e profundamente conectados. Não era um beijo de início de namoro; era o beijo de duas pessoas que conheciam cada ponto fraco um do outro e sabiam exatamente como causar o maior impacto.
Augusto a carregou de volta para dentro do quarto, onde a luz da lua desenhava sombras longas no tapete felpudo. Ele a deitou na cama imensa, cobrindo o corpo dela com o seu. A seda do robe de Rafa deslizou para fora de seus ombros, revelando a pele bronzeada que contrastava com os lençóis claros.
— Você está tão linda, Rafa — murmurou ele, as mãos explorando as curvas que ele tanto adorava. — A mulher mais gostosa que eu já vi na vida. E agora é minha noiva, minha mulher, minha vida.
Rafa soltou uma risada baixa, uma mistura de diversão e luxúria.
— Eu amo quando você fica possessivo assim, Guto. Mas lembre-se, você também é meu. Cada centímetro desse corpo é meu por direito.
— Eu sou seu escravo, se você quiser — respondeu ele, descendo os beijos pelo colo dela, provocando gemidos contidos que faziam o sangue dele ferver.
A intensidade entre os dois sempre fora o ponto central do relacionamento. Desde o primeiro encontro, a química era inegável, mas o casamento parecia ter elevado tudo a um novo patamar de urgência. Eles se buscavam com as mãos, com os lábios, com cada fibra de seus seres.
Rafaella entrelaçou os dedos nos cabelos de Augusto, puxando-o para mais perto, querendo sentir cada grama do peso dele sobre si. Ela era uma romântica incurável, amava as declarações e os gestos grandiosos, mas ali, no calor da lua de mel, o que ela mais desejava era a entrega física total que só Augusto conseguia proporcionar.
— Promete que nunca vai deixar essa chama apagar? — perguntou ela, a respiração ofegante contra o ouvido dele.
Augusto se afastou apenas o suficiente para olhar nos olhos dela. A seriedade em seu rosto era evidente, uma promessa silenciosa de fidelidade e paixão eterna.
— Rafa, eu te amei desde o momento em que te vi naquele café há três anos. O pedido no restaurante foi só a formalidade. Meu coração já era seu muito antes disso. Eu vou passar o resto da minha vida provando o quanto eu te quero. Começando agora.
Ele selou a promessa com um toque mais ousado, fazendo Rafa arquear as costas e fechar os olhos, entregando-se completamente às sensações. O quarto, com sua vista deslumbrante para a praia, tornou-se o universo inteiro para eles. O som das ondas lá fora era apenas um eco distante comparado ao som dos corações batendo em uníssono e aos sussurros de amor que trocavam.
As horas pareciam não existir. Entre carícias lentas e momentos de pura urgência, eles exploraram cada detalhe um do outro, como se estivessem se descobrindo pela primeira vez, apesar da longa história que já compartilhavam. Augusto era o porto seguro de Rafa, e ela era a tempestade que o mantinha vivo e vibrante.
Mais tarde, quando o cansaço prazeroso finalmente começou a se instalar, eles ficaram abraçados, envoltos em um lençol fino, observando as luzes distantes dos barcos no mar.
— Sabe o que eu estava pensando? — disse Rafa, traçando círculos imaginários no abdômen definido de Augusto.
— No quanto você me ama? — brincou ele, beijando o topo da cabeça dela.
— Também. Mas estava pensando que este é apenas o primeiro dia do resto das nossas vidas. Imagine quantas viagens, quantos jantares e quantas noites como esta nós ainda teremos.
Augusto apertou o abraço, sentindo uma paz imensa.
— Se depender de mim, cada noite será como se fosse a primeira. Eu nunca vou me cansar de você, Rafa. Nunca.
— Nem eu de você, meu lindo — respondeu ela, fechando os olhos. — Agora, me chama de Rafa de novo, mas daquele jeito que só você sabe.
Augusto sorriu, aproximando os lábios do ouvido dela.
— Minha Rafa. Minha noiva eterna. Minha mulher.
O sussurro foi seguido por um beijo terno, o prelúdio de um sono profundo e tranquilo, embalado pelo cheiro do mar e pela certeza de que o amor deles, tão intenso quanto as ondas, jamais encontraria um fim. A lua de mel estava apenas começando, e o mundo lá fora podia esperar, pois dentro daquela suíte, o tempo havia parado para celebrar a união de duas almas que nasceram para se pertencer.
Rafaella — ou apenas Rafa, como ela sempre insistia para que ele a chamasse nos momentos de maior intimidade — observava a linha do horizonte com um sorriso enigmático. Ela era a personificação da intensidade. Bonita era um eufemismo; Rafa era magnética, uma força da natureza que Augusto tivera a sorte de conquistar três anos atrás.
Ele se aproximou por trás, sentindo o perfume floral e adocicado que emanava da pele dela. Augusto, com seu porte atlético e o rosto que parecia esculpido à mão, envolveu a cintura da esposa com braços firmes. O calor do corpo dele atravessou o tecido fino, fazendo Rafa soltar um suspiro baixo.
— Ainda parece um sonho — sussurrou ela, inclinando a cabeça para trás para repousá-la no ombro dele. — Aquele restaurante, as flores, você de joelhos... e agora, aqui.
Augusto beijou o pescoço dela, sentindo um arrepio percorrer a espinha da mulher.
— Não é um sonho, Rafa. É a nossa realidade agora. Você é minha esposa.
Rafa se virou nos braços dele, os olhos brilhando com uma chama romântica e, ao mesmo tempo, perigosamente faminta. Ela passou as mãos pelo peito dele, sentindo os músculos tensos sob a camisa de linho entreaberta.
— Esposa — repetiu ela, saboreando a palavra. — Eu gosto de como isso soa. Mas gosto ainda mais de como você me olha quando diz isso.
Augusto sorriu, aquele sorriso ladino que sempre desarmava Rafa. Ele a pegou pela cintura e a sentou no parapeito largo da varanda, posicionando-se entre as pernas dela. A brisa marinha trazia o cheiro de sal, mas o ar entre eles estava denso, saturado de desejo.
— Eu esperei três anos por essa noite — disse Augusto, a voz tornando-se mais rouca. — Cada segundo valeu a pena para ver você entrando naquela igreja, mas nada se compara a ter você só para mim, longe de todos os convidados, de toda a música e de todo o barulho.
— Então por que ainda estamos conversando? — perguntou Rafa, puxando-o pela gola da camisa.
O beijo que se seguiu foi uma explosão de tudo o que eles eram: intensos, apaixonados e profundamente conectados. Não era um beijo de início de namoro; era o beijo de duas pessoas que conheciam cada ponto fraco um do outro e sabiam exatamente como causar o maior impacto.
Augusto a carregou de volta para dentro do quarto, onde a luz da lua desenhava sombras longas no tapete felpudo. Ele a deitou na cama imensa, cobrindo o corpo dela com o seu. A seda do robe de Rafa deslizou para fora de seus ombros, revelando a pele bronzeada que contrastava com os lençóis claros.
— Você está tão linda, Rafa — murmurou ele, as mãos explorando as curvas que ele tanto adorava. — A mulher mais gostosa que eu já vi na vida. E agora é minha noiva, minha mulher, minha vida.
Rafa soltou uma risada baixa, uma mistura de diversão e luxúria.
— Eu amo quando você fica possessivo assim, Guto. Mas lembre-se, você também é meu. Cada centímetro desse corpo é meu por direito.
— Eu sou seu escravo, se você quiser — respondeu ele, descendo os beijos pelo colo dela, provocando gemidos contidos que faziam o sangue dele ferver.
A intensidade entre os dois sempre fora o ponto central do relacionamento. Desde o primeiro encontro, a química era inegável, mas o casamento parecia ter elevado tudo a um novo patamar de urgência. Eles se buscavam com as mãos, com os lábios, com cada fibra de seus seres.
Rafaella entrelaçou os dedos nos cabelos de Augusto, puxando-o para mais perto, querendo sentir cada grama do peso dele sobre si. Ela era uma romântica incurável, amava as declarações e os gestos grandiosos, mas ali, no calor da lua de mel, o que ela mais desejava era a entrega física total que só Augusto conseguia proporcionar.
— Promete que nunca vai deixar essa chama apagar? — perguntou ela, a respiração ofegante contra o ouvido dele.
Augusto se afastou apenas o suficiente para olhar nos olhos dela. A seriedade em seu rosto era evidente, uma promessa silenciosa de fidelidade e paixão eterna.
— Rafa, eu te amei desde o momento em que te vi naquele café há três anos. O pedido no restaurante foi só a formalidade. Meu coração já era seu muito antes disso. Eu vou passar o resto da minha vida provando o quanto eu te quero. Começando agora.
Ele selou a promessa com um toque mais ousado, fazendo Rafa arquear as costas e fechar os olhos, entregando-se completamente às sensações. O quarto, com sua vista deslumbrante para a praia, tornou-se o universo inteiro para eles. O som das ondas lá fora era apenas um eco distante comparado ao som dos corações batendo em uníssono e aos sussurros de amor que trocavam.
As horas pareciam não existir. Entre carícias lentas e momentos de pura urgência, eles exploraram cada detalhe um do outro, como se estivessem se descobrindo pela primeira vez, apesar da longa história que já compartilhavam. Augusto era o porto seguro de Rafa, e ela era a tempestade que o mantinha vivo e vibrante.
Mais tarde, quando o cansaço prazeroso finalmente começou a se instalar, eles ficaram abraçados, envoltos em um lençol fino, observando as luzes distantes dos barcos no mar.
— Sabe o que eu estava pensando? — disse Rafa, traçando círculos imaginários no abdômen definido de Augusto.
— No quanto você me ama? — brincou ele, beijando o topo da cabeça dela.
— Também. Mas estava pensando que este é apenas o primeiro dia do resto das nossas vidas. Imagine quantas viagens, quantos jantares e quantas noites como esta nós ainda teremos.
Augusto apertou o abraço, sentindo uma paz imensa.
— Se depender de mim, cada noite será como se fosse a primeira. Eu nunca vou me cansar de você, Rafa. Nunca.
— Nem eu de você, meu lindo — respondeu ela, fechando os olhos. — Agora, me chama de Rafa de novo, mas daquele jeito que só você sabe.
Augusto sorriu, aproximando os lábios do ouvido dela.
— Minha Rafa. Minha noiva eterna. Minha mulher.
O sussurro foi seguido por um beijo terno, o prelúdio de um sono profundo e tranquilo, embalado pelo cheiro do mar e pela certeza de que o amor deles, tão intenso quanto as ondas, jamais encontraria um fim. A lua de mel estava apenas começando, e o mundo lá fora podia esperar, pois dentro daquela suíte, o tempo havia parado para celebrar a união de duas almas que nasceram para se pertencer.
