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One Piece • O Pirata e sua Estrela
Fandom: One Piece
Criado: 07/07/2026
Tags
RomanceFofuraFatias de VidaHistória DomésticaAventuraCenário CanônicoExperimentação HumanaFantasiaUA (Universo Alternativo)Humor
O Brilho da Aurora e o Calor da Borracha
O convés do Thousand Sunny ainda exalava o aroma de sake e da comida farta de Sanji. A festa de celebração pelo "casamento de juramento" entre o capitão e sua nova companheira, Shary Aurora, havia durado horas. Agora, os broches trocados brilhavam sob a luz do luar: o de Luffy, preso com orgulho na fita vermelha de seu chapéu de palha, e o de Shary, adornando o lenço branco que contrastava com seus profundos cabelos azul-escuros.
Shary estava encostada na amurada, observando o reflexo das estrelas na água escura do Novo Mundo. Para alguém que passara anos sendo tratada como um "projeto" pela Marinha, trancafiada em laboratórios frios por causa de sua conexão com a Aurora Boreal, aquela liberdade ainda parecia um sonho. Ela abriu seu caderno de desenhos, sentindo o cheiro familiar de papel novo, misturado à fragrância de lavanda que emanava de sua própria pele.
Com um lápis, ela começou a traçar a constelação que guiava o navio naquela noite. Shary era uma mulher de contrastes: possuía o corpo de uma deusa, com curvas que faziam os olhos de Sanji saltarem, mas a alma era de uma criança que nunca teve permissão para brincar.
— Shary! — A voz animada de Luffy ecoou atrás dela antes mesmo que ela sentisse seus braços longos a rodearem.
Luffy não apenas a abraçou; ele a envolveu, prendendo-a entre seu corpo quente e a madeira do navio. Ele afundou o nariz entre o pescoço e o ombro dela, inspirando profundamente.
— Você tem cheiro de coisa boa... — murmurou Luffy, a voz um pouco mais grave que o normal. — Cheiro de lavanda e daqueles papéis que você gosta de riscar.
Shary sentiu as pernas ficarem bambas. Ela sempre se maravilhava com a dualidade dele: o homem que podia derrubar imperadores com um soco era o mesmo que a abraçava com uma ternura que a fazia derreter. Ela inclinou a cabeça para trás, repousando-a no ombro do capitão.
— Luffy... você está me atrapalhando a ver as estrelas — disse ela, com uma espontaneidade atrapalhada, embora seu coração estivesse disparado.
— As estrelas não vão fugir — Luffy riu, o som vibrando contra as costas dela. — Mas eu queria ficar perto. Eu gosto de ver você sorrir. Quando você sorri, eu sei que você está feliz de verdade e não está mais triste por causa daqueles caras da Marinha.
Shary virou-se nos braços dele, ficando de frente para o homem que mudou seu destino. Os olhos castanhos avermelhados dela encontraram os olhos determinados e pretos de Luffy. Ela se sentiu pequena diante daquela intensidade, mas ao mesmo tempo imensamente protegida.
— Por que essa atenção toda de repente... em mim? — ela perguntou, a voz falhando levemente pela timidez, enquanto brincava com o leque que Usopp lhe dera, aquele que ela costumava usar para canalizar sua energia de Aurora em fitas luminosas e dançantes.
Luffy inclinou a cabeça para o lado, com aquele sorriso largo que mostrava todos os dentes.
— Porque você é linda, Shary! — ele exclamou, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. — É difícil não olhar. Eu gosto de tudo em você. Gosto do seu cabelo azul, gosto do jeito que você luta parecendo que está dançando... e gosto de como você é macia.
Ele levou as mãos ao rosto dela, segurando-o com uma delicadeza surpreendente para alguém tão bruto em combate.
— Posso te beijar de novo? — perguntou ele. — Aquele beijo da festa foi bom, mas eu quero outro.
Shary nem teve tempo de responder com palavras. Ela apenas assentiu, sentindo o calor dele emanar para sua pele. O beijo começou gentil, um toque de lábios que experimentava a doçura um do outro. Mas, em segundos, a fome de Luffy assumiu o controle. O beijo tornou-se profundo, selvagem, uma exploração que fez Shary soltar um suspiro baixo contra a boca dele.
Ela tentou dizer algo, talvez uma brincadeira para aliviar o nervosismo, mas Luffy a interrompeu com outro beijo, ainda mais urgente. As mãos dele desceram do rosto para a cintura dela, apertando-a contra si. Shary sentiu os músculos rígidos do peito dele sob suas mãos, a cicatriz em forma de X sob a camisa aberta sendo um lembrete de quão forte ele era.
— Luffy... aqui não... — ela conseguiu sussurrar entre um beijo e outro.
— Então vamos para outro lugar — disse ele, com aquela determinação que nunca aceitava um "não" como resposta.
Sem aviso, Luffy a pegou no colo, no estilo noiva. Shary soltou um ganido de surpresa, agarrando-se ao pescoço dele.
— Onde você vai me levar? — perguntou ela, o rosto escondido no pescoço dele.
— Para algum lugar com cama! — ele riu, saltando do convés em direção aos quartos com a agilidade de um macaco.
O que se seguiu naquela noite foi uma explosão de energia que nem mesmo a Aurora de Shary poderia explicar. No quarto, sob a luz de uma pequena lamparina, Luffy se revelou um amante tão entusiasmado quanto era um lutador. Ele amava cada detalhe dela, desde o modo como a luz da lua fazia sua pele brilhar até a maciez de seus seios, que ele explorava com uma curiosidade quase devota.
— Shary, você é tão quente... — ele murmurou, enquanto seus corpos se entrelaçavam.
— E você é... tão forte... — ela respondeu, sentindo o prazer percorrer seu corpo como se estrelas estivessem explodindo em suas veias.
A espontaneidade de Shary se transformou em entrega total. Ela não era mais o projeto da Marinha; ela era a mulher de Luffy, a estrela guia de seu capitão. E Luffy, em sua forma pura e direta de amar, não poupou fôlego.
No dia seguinte, o sol mal havia nascido quando o bando se reuniu na cozinha para o café da manhã. O silêncio era pesado, interrompido apenas pelo som de Sanji fritando ovos com uma expressão de absoluta derrota.
Zoro estava com uma veia saltada na testa, bebendo seu café com força extra. Usopp tinha olheiras profundas e Nami massageava as têmporas.
— Eu juro... — começou Usopp, apontando um garfo para o teto. — Eu tentei colocar algodão nos ouvidos. Eu tentei! Mas o Luffy não tem limites? O navio inteiro balançava! Eu achei que era um ataque de um Rei dos Mares!
— Foi um desrespeito com os solteiros deste navio — resmungou Sanji, choramingando dramaticamente. — Ouvir a Shary-swan chamando o nome dele daquele jeito... é um crime contra a humanidade!
— Eles são casados agora, Usopp — Nami suspirou, embora também parecesse exausta. — Mas eu concordo. Vou cobrar uma taxa de "poluição sonora" do Luffy. Cem mil berries por hora de barulho.
Nesse momento, a porta da cozinha se abriu. Luffy entrou saltitando, com o chapéu de palha pendurado nas costas e um sorriso que parecia brilhar mais que o sol. Logo atrás dele, Shary caminhava com uma leveza nova, seu lenço branco ligeiramente torto e um brilho nos olhos castanhos que ninguém nunca tinha visto antes.
— Bom dia, pessoal! — exclamou Luffy, sentando-se à mesa e batendo os talheres. — Sanji! Carne! Muita carne! Eu estou com uma fome de dez pessoas!
Shary sentou-se ao lado dele, um pouco corada ao notar os olhares acusadores do bando, mas logo recuperou sua espontaneidade.
— Vocês dormiram bem? — perguntou ela, com uma inocência que quase fez Usopp cair da cadeira. — A noite estava tão linda, não acham? As estrelas estavam em uma posição perfeita para o amor.
— É, Shary... as estrelas — murmurou Zoro, revirando os olhos. — O problema não foram as estrelas, foi o barulho de borracha esticando a noite toda.
Luffy, mastigando um pedaço enorme de carne que Sanji jogara em seu prato de má vontade, olhou para o espadachim sem entender nada.
— Barulho? Que barulho? Eu não ouvi nada. Eu estava ocupado.
Shary soltou uma risadinha divertida e abriu seu caderno de desenhos, começando a esboçar Luffy enquanto ele lutava com um osso de galinha.
— Não se preocupe, Luffy — disse ela, inclinando-se para beijar a bochecha dele, deixando uma marca de carinho. — Eles só estão com inveja porque não têm uma Aurora para guiá-los.
Usopp suspirou, derrotado pela lógica daquela mulher que era, ao mesmo tempo, a mais poderosa manipuladora de energia que já vira e a pessoa mais adoravelmente desligada do mundo.
— Shary — chamou Usopp, tentando mudar de assunto —, você viu meu leque? Eu preciso fazer uns ajustes nele para você não quebrar as varetas quando for lutar.
— Ah! O leque! — Shary brilhou, tirando o objeto de madeira e seda da cintura. — Eu usei ele hoje cedo para fazer um aviãozinho de papel gigante com a minha energia e jogar lá no ninho do corvo. Foi tão alto, Usopp!
— O QUÊ?! — gritou o atirador, levando as mãos à cabeça. — Aquele leque é uma arma de precisão, Shary! Não é para brincar de avião!
Luffy soltou uma gargalhada alta, abraçando Shary pelo pescoço.
— Deixa ela, Usopp! Ficou muito legal! Eu vi o avião brilhar!
Shary sorriu, sentindo o cheiro de mar e aventura que sempre acompanhava Luffy. Ela olhou para seus companheiros, sua nova família, e soube que o livro que estava escrevendo sobre os segredos do mundo teria o capítulo mais bonito de todos: aquele em que uma estrela solitária finalmente encontrou seu sol. E, enquanto Luffy estivesse ao seu lado, ela continuaria desenhando, amando e fazendo o navio balançar, não importava o quanto o bando reclamasse na manhã seguinte.
Shary estava encostada na amurada, observando o reflexo das estrelas na água escura do Novo Mundo. Para alguém que passara anos sendo tratada como um "projeto" pela Marinha, trancafiada em laboratórios frios por causa de sua conexão com a Aurora Boreal, aquela liberdade ainda parecia um sonho. Ela abriu seu caderno de desenhos, sentindo o cheiro familiar de papel novo, misturado à fragrância de lavanda que emanava de sua própria pele.
Com um lápis, ela começou a traçar a constelação que guiava o navio naquela noite. Shary era uma mulher de contrastes: possuía o corpo de uma deusa, com curvas que faziam os olhos de Sanji saltarem, mas a alma era de uma criança que nunca teve permissão para brincar.
— Shary! — A voz animada de Luffy ecoou atrás dela antes mesmo que ela sentisse seus braços longos a rodearem.
Luffy não apenas a abraçou; ele a envolveu, prendendo-a entre seu corpo quente e a madeira do navio. Ele afundou o nariz entre o pescoço e o ombro dela, inspirando profundamente.
— Você tem cheiro de coisa boa... — murmurou Luffy, a voz um pouco mais grave que o normal. — Cheiro de lavanda e daqueles papéis que você gosta de riscar.
Shary sentiu as pernas ficarem bambas. Ela sempre se maravilhava com a dualidade dele: o homem que podia derrubar imperadores com um soco era o mesmo que a abraçava com uma ternura que a fazia derreter. Ela inclinou a cabeça para trás, repousando-a no ombro do capitão.
— Luffy... você está me atrapalhando a ver as estrelas — disse ela, com uma espontaneidade atrapalhada, embora seu coração estivesse disparado.
— As estrelas não vão fugir — Luffy riu, o som vibrando contra as costas dela. — Mas eu queria ficar perto. Eu gosto de ver você sorrir. Quando você sorri, eu sei que você está feliz de verdade e não está mais triste por causa daqueles caras da Marinha.
Shary virou-se nos braços dele, ficando de frente para o homem que mudou seu destino. Os olhos castanhos avermelhados dela encontraram os olhos determinados e pretos de Luffy. Ela se sentiu pequena diante daquela intensidade, mas ao mesmo tempo imensamente protegida.
— Por que essa atenção toda de repente... em mim? — ela perguntou, a voz falhando levemente pela timidez, enquanto brincava com o leque que Usopp lhe dera, aquele que ela costumava usar para canalizar sua energia de Aurora em fitas luminosas e dançantes.
Luffy inclinou a cabeça para o lado, com aquele sorriso largo que mostrava todos os dentes.
— Porque você é linda, Shary! — ele exclamou, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. — É difícil não olhar. Eu gosto de tudo em você. Gosto do seu cabelo azul, gosto do jeito que você luta parecendo que está dançando... e gosto de como você é macia.
Ele levou as mãos ao rosto dela, segurando-o com uma delicadeza surpreendente para alguém tão bruto em combate.
— Posso te beijar de novo? — perguntou ele. — Aquele beijo da festa foi bom, mas eu quero outro.
Shary nem teve tempo de responder com palavras. Ela apenas assentiu, sentindo o calor dele emanar para sua pele. O beijo começou gentil, um toque de lábios que experimentava a doçura um do outro. Mas, em segundos, a fome de Luffy assumiu o controle. O beijo tornou-se profundo, selvagem, uma exploração que fez Shary soltar um suspiro baixo contra a boca dele.
Ela tentou dizer algo, talvez uma brincadeira para aliviar o nervosismo, mas Luffy a interrompeu com outro beijo, ainda mais urgente. As mãos dele desceram do rosto para a cintura dela, apertando-a contra si. Shary sentiu os músculos rígidos do peito dele sob suas mãos, a cicatriz em forma de X sob a camisa aberta sendo um lembrete de quão forte ele era.
— Luffy... aqui não... — ela conseguiu sussurrar entre um beijo e outro.
— Então vamos para outro lugar — disse ele, com aquela determinação que nunca aceitava um "não" como resposta.
Sem aviso, Luffy a pegou no colo, no estilo noiva. Shary soltou um ganido de surpresa, agarrando-se ao pescoço dele.
— Onde você vai me levar? — perguntou ela, o rosto escondido no pescoço dele.
— Para algum lugar com cama! — ele riu, saltando do convés em direção aos quartos com a agilidade de um macaco.
O que se seguiu naquela noite foi uma explosão de energia que nem mesmo a Aurora de Shary poderia explicar. No quarto, sob a luz de uma pequena lamparina, Luffy se revelou um amante tão entusiasmado quanto era um lutador. Ele amava cada detalhe dela, desde o modo como a luz da lua fazia sua pele brilhar até a maciez de seus seios, que ele explorava com uma curiosidade quase devota.
— Shary, você é tão quente... — ele murmurou, enquanto seus corpos se entrelaçavam.
— E você é... tão forte... — ela respondeu, sentindo o prazer percorrer seu corpo como se estrelas estivessem explodindo em suas veias.
A espontaneidade de Shary se transformou em entrega total. Ela não era mais o projeto da Marinha; ela era a mulher de Luffy, a estrela guia de seu capitão. E Luffy, em sua forma pura e direta de amar, não poupou fôlego.
No dia seguinte, o sol mal havia nascido quando o bando se reuniu na cozinha para o café da manhã. O silêncio era pesado, interrompido apenas pelo som de Sanji fritando ovos com uma expressão de absoluta derrota.
Zoro estava com uma veia saltada na testa, bebendo seu café com força extra. Usopp tinha olheiras profundas e Nami massageava as têmporas.
— Eu juro... — começou Usopp, apontando um garfo para o teto. — Eu tentei colocar algodão nos ouvidos. Eu tentei! Mas o Luffy não tem limites? O navio inteiro balançava! Eu achei que era um ataque de um Rei dos Mares!
— Foi um desrespeito com os solteiros deste navio — resmungou Sanji, choramingando dramaticamente. — Ouvir a Shary-swan chamando o nome dele daquele jeito... é um crime contra a humanidade!
— Eles são casados agora, Usopp — Nami suspirou, embora também parecesse exausta. — Mas eu concordo. Vou cobrar uma taxa de "poluição sonora" do Luffy. Cem mil berries por hora de barulho.
Nesse momento, a porta da cozinha se abriu. Luffy entrou saltitando, com o chapéu de palha pendurado nas costas e um sorriso que parecia brilhar mais que o sol. Logo atrás dele, Shary caminhava com uma leveza nova, seu lenço branco ligeiramente torto e um brilho nos olhos castanhos que ninguém nunca tinha visto antes.
— Bom dia, pessoal! — exclamou Luffy, sentando-se à mesa e batendo os talheres. — Sanji! Carne! Muita carne! Eu estou com uma fome de dez pessoas!
Shary sentou-se ao lado dele, um pouco corada ao notar os olhares acusadores do bando, mas logo recuperou sua espontaneidade.
— Vocês dormiram bem? — perguntou ela, com uma inocência que quase fez Usopp cair da cadeira. — A noite estava tão linda, não acham? As estrelas estavam em uma posição perfeita para o amor.
— É, Shary... as estrelas — murmurou Zoro, revirando os olhos. — O problema não foram as estrelas, foi o barulho de borracha esticando a noite toda.
Luffy, mastigando um pedaço enorme de carne que Sanji jogara em seu prato de má vontade, olhou para o espadachim sem entender nada.
— Barulho? Que barulho? Eu não ouvi nada. Eu estava ocupado.
Shary soltou uma risadinha divertida e abriu seu caderno de desenhos, começando a esboçar Luffy enquanto ele lutava com um osso de galinha.
— Não se preocupe, Luffy — disse ela, inclinando-se para beijar a bochecha dele, deixando uma marca de carinho. — Eles só estão com inveja porque não têm uma Aurora para guiá-los.
Usopp suspirou, derrotado pela lógica daquela mulher que era, ao mesmo tempo, a mais poderosa manipuladora de energia que já vira e a pessoa mais adoravelmente desligada do mundo.
— Shary — chamou Usopp, tentando mudar de assunto —, você viu meu leque? Eu preciso fazer uns ajustes nele para você não quebrar as varetas quando for lutar.
— Ah! O leque! — Shary brilhou, tirando o objeto de madeira e seda da cintura. — Eu usei ele hoje cedo para fazer um aviãozinho de papel gigante com a minha energia e jogar lá no ninho do corvo. Foi tão alto, Usopp!
— O QUÊ?! — gritou o atirador, levando as mãos à cabeça. — Aquele leque é uma arma de precisão, Shary! Não é para brincar de avião!
Luffy soltou uma gargalhada alta, abraçando Shary pelo pescoço.
— Deixa ela, Usopp! Ficou muito legal! Eu vi o avião brilhar!
Shary sorriu, sentindo o cheiro de mar e aventura que sempre acompanhava Luffy. Ela olhou para seus companheiros, sua nova família, e soube que o livro que estava escrevendo sobre os segredos do mundo teria o capítulo mais bonito de todos: aquele em que uma estrela solitária finalmente encontrou seu sol. E, enquanto Luffy estivesse ao seu lado, ela continuaria desenhando, amando e fazendo o navio balançar, não importava o quanto o bando reclamasse na manhã seguinte.
