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Big the cat e Tails
Fandom: Sonic The Hedgehog
Criado: 07/07/2026
Tags
Fatias de VidaDor/ConfortoFofuraHistória DomésticaCenário CanônicoEstudo de Personagem
Um Passeio Nas Nuvens de Pelo
O sol da tarde filtrava-se entre as copas das árvores da Mystic Ruins, criando padrões de luz e sombra que dançavam sobre o solo gramado. O som distante de uma cachoeira e o coaxar alegre de Froggy compunham a trilha sonora perfeita para um dia de descanso. Para Tails, a pequena e brilhante raposa de duas caudas, aquele era um momento raro de paz. Normalmente, seus dias eram preenchidos pelo som metálico de ferramentas, o cheiro de óleo de motor e os cálculos complexos para melhorar o Tornado. Mas hoje, ele não era o mecânico gênio ou o herói voador; ele era apenas uma criança aproveitando a companhia de alguém que ele amava profundamente.
Big, o Gato, caminhava com passos pesados e rítmicos, sua presença sendo como uma montanha gentil que se movia pela floresta. Em seus braços, ele carregava Tails com um cuidado que contrastava com seu tamanho colossal. O pequeno Tails estava aninhado contra a barriga imensa e macia de Big, um lugar que ele descobrira ser o refúgio mais confortável de todo o mundo.
— Você está confortável aí, Tails? — perguntou Big com sua voz profunda e lenta, que vibrava como um ronrono baixo contra o peito da raposa.
Tails soltou um suspiro de pura satisfação, afundando um pouco mais na pelagem roxa e fofa. A barriga de Big era como um colchão de nuvens, quente e acolhedora.
— Estou perfeito, Big — respondeu Tails, fechando os olhos por um momento para sentir a brisa no rosto. — É como se eu estivesse flutuando.
Big deu uma risadinha, um som que fez sua barriga balançar suavemente, ninar Tails em seus braços. Froggy, empoleirado no ombro largo do gato, soltou um "ribbit" de aprovação.
— Eu gosto de carregar você — disse Big, olhando para baixo com seus grandes olhos amarelos cheios de carinho. — Você trabalha muito com aquelas máquinas barulhentas. Às vezes, as pernas precisam descansar, não é, Froggy?
Tails olhou para cima, vendo o queixo duplo e o sorriso bondoso de Big. Ele sentia uma conexão especial com o gato. Enquanto Sonic era como um irmão mais velho aventureiro e agitado, Big oferecia algo diferente: uma calma paternal, uma estabilidade que Tails raramente encontrava em sua vida repleta de perigos e robôs gigantes. Com Big, ele se sentia protegido, como se nada no mundo pudesse feri-lo enquanto estivesse envolto naquele abraço de urso — ou melhor, de gato.
— Você tem razão, Big. Às vezes eu esqueço como é bom apenas... não fazer nada — admitiu Tails, bocejando levemente.
Eles continuaram o passeio em direção ao lago secreto onde Big costumava pescar. O caminho era acidentado, cheio de raízes e pedras, mas Tails nem sentia os solavancos. A gordura macia de Big absorvia qualquer impacto, transformando a caminhada em um balanço suave. Tails começou a brincar com os dedos na pelagem da barriga de Big, sentindo como ela era densa e bem cuidada.
— Sua barriga é muito macia, Big — comentou Tails, rindo baixinho. — É melhor do que qualquer travesseiro que eu tenho na oficina.
— É para manter o calor no inverno — explicou Big, orgulhoso. — E para o Froggy tirar sonecas. Agora é para você também.
Big parou por um momento perto de uma árvore frutífera e, com uma das mãos livres, colheu uma fruta suculenta, entregando-a a Tails.
— Obrigado, pai... quer dizer, Big! — Tails se corrigiu rapidamente, sentindo as bochechas esquentarem.
Big não pareceu se importar com o deslize; na verdade, seu sorriso pareceu aumentar ainda mais. Ele não tinha filhos, mas o instinto de proteger e cuidar de Tails era algo que vinha naturalmente para ele. Ele via a raposinha como alguém que precisava de um porto seguro, e ele estava mais do que feliz em ser esse porto.
— Pode me chamar do que quiser, Tails — disse Big, voltando a caminhar. — Amigos são como família, certo?
— Certo — concordou Tails, dando uma mordida na fruta e sentindo o suco doce.
Enquanto avançavam, Tails se ajeitou melhor. Ele virou-se de costas para a barriga de Big, deixando que sua própria bunda se encaixasse na curva macia do abdômen do gato, enquanto Big o segurava pelas coxas com firmeza e delicadeza. A sensação de segurança era absoluta. Tails sentia que poderia dormir ali mesmo, embalado pelo passo constante do gigante.
— Big, por que você gosta tanto de morar aqui na floresta? — perguntou Tails, olhando para as copas das árvores.
— É calmo — respondeu o gato após pensar por alguns segundos. — O vento fala com as folhas. A água conta histórias. E ninguém tem pressa. A pressa é ruim para a pesca, Tails.
— Eu acho que entendo — refletiu a raposa. — Na cidade, tudo é tão rápido. Todo mundo quer chegar a algum lugar. Aqui, parece que o "lugar" já é onde estamos.
— Exatamente — disse Big, satisfeito por Tails entender sua filosofia de vida simples.
Eles chegaram a uma clareira onde a grama era alta e de um verde vibrante. Big decidiu que era um bom lugar para uma pequena pausa antes de chegarem ao lago. Ele sentou-se lentamente, tomando o cuidado de não sacudir Tails bruscamente. Quando o gato se acomodou no chão, Tails acabou ficando sentado no colo dele, afundado na generosa barriga de Big que se espalhava confortavelmente.
— Uau, Big! Eu estou afundando! — Tails riu, tentando se mexer, mas apenas se sentindo mais abraçado pela maciez.
— É um bom lugar para sentar — disse Big, dando tapinhas leves em sua própria barriga. — Macio como um pãozinho.
Tails encostou a cabeça no peito de Big e ouviu o coração do gato. Era um batimento lento, forte e constante.
— Sabe, Big... — começou Tails, sua voz ficando mais baixa e sonolenta. — Às vezes eu me sinto pequeno demais para todas as coisas que acontecem. Robôs, esmeraldas do caos, salvar o mundo... É muita coisa.
Big colocou sua mão enorme e peluda sobre as costas de Tails, cobrindo quase o pequeno herói por inteiro.
— Você é pequeno, mas seu coração é grande, Tails — disse Big com uma sabedoria simples que sempre surpreendia a raposa. — Mas mesmo os grandes precisam de um descanso. Quando o mundo for pesado demais, você pode vir aqui. Eu sou grande o bastante para aguentar o peso para você.
As lágrimas arderam nos olhos de Tails por um momento. Ele não estava acostumado a ouvir coisas assim. Sonic o incentivava a ser forte, a ser rápido, a ser melhor. Mas Big... Big apenas queria que ele estivesse bem.
— Obrigado, Big. De verdade.
— Ribbit! — Froggy pulou do ombro de Big para o colo de Tails, esfregando-se na mão da raposa.
— Veja, o Froggy concorda — Big riu, e o som vibrou por todo o corpo de Tails.
Depois de alguns minutos de silêncio confortável, Big levantou-se novamente, trazendo Tails consigo. O passeio continuou. O sol começava a baixar no horizonte, pintando o céu de tons de laranja e rosa, combinando com as cores da pelagem de Tails.
— Estamos quase lá — anunciou Big. — O lago tem os melhores peixes hoje, eu sinto isso.
— Você vai me ensinar a pescar de novo? — perguntou Tails, animado. — Prometo que não vou tentar usar um sonar eletrônico desta vez.
— Nada de máquinas — brincou Big. — Apenas o fio, a isca e a paciência.
Tails bocejou novamente, sentindo o cansaço do dia de trabalho na oficina finalmente o atingir. Ele se aconchegou mais uma vez, apoiando o rosto na pele macia do pescoço de Big. O cheiro de Big era bom, cheirava a pinho, água fresca e um pouco de peixe, um cheiro que para Tails agora significava "casa".
— Big?
— Sim, Tails?
— Você é o melhor gato do mundo.
Big parou por um segundo, olhou para a raposinha quase dormindo em seus braços e sentiu uma onda de calor em seu peito que nada tinha a ver com o sol.
— E você é a melhor raposa, Tails. Meu pequeno ajudante.
Enquanto caminhavam os últimos metros até o lago, o silêncio da floresta era apenas quebrado pelo som dos passos de Big. Tails já estava meio dormindo, sonhando com engrenagens de ouro e nuvens de algodão doce que tinham o formato da barriga de Big. Ele sabia que, não importa o que acontecesse amanhã, hoje ele estava seguro. Ele estava com seu pai de coração, o gigante gentil que transformava o mundo em um lugar mais macio e menos assustador.
Ao chegarem à beira do lago, a água refletia as cores do entardecer como um espelho perfeito. Big sentou-se em seu tronco de árvore favorito, mantendo Tails em seu colo. Ele não queria acordar o pequeno. A pesca podia esperar um pouco. A prioridade agora era garantir que o sono de Tails fosse tão tranquilo quanto o balanço das águas.
— Durma, Tails — sussurrou Big, enquanto Froggy se acomodava ao lado deles. — O papai Big está aqui.
E ali, sob o céu que escurecia e a primeira estrela que surgia, o grande gato e a pequena raposa compartilharam um momento de pura paz, unidos por um laço que não precisava de palavras complicadas ou invenções geniais para ser entendido. Era apenas amor, simples e vasto como a barriga de um gato gordo e o coração de uma criança.
Big, o Gato, caminhava com passos pesados e rítmicos, sua presença sendo como uma montanha gentil que se movia pela floresta. Em seus braços, ele carregava Tails com um cuidado que contrastava com seu tamanho colossal. O pequeno Tails estava aninhado contra a barriga imensa e macia de Big, um lugar que ele descobrira ser o refúgio mais confortável de todo o mundo.
— Você está confortável aí, Tails? — perguntou Big com sua voz profunda e lenta, que vibrava como um ronrono baixo contra o peito da raposa.
Tails soltou um suspiro de pura satisfação, afundando um pouco mais na pelagem roxa e fofa. A barriga de Big era como um colchão de nuvens, quente e acolhedora.
— Estou perfeito, Big — respondeu Tails, fechando os olhos por um momento para sentir a brisa no rosto. — É como se eu estivesse flutuando.
Big deu uma risadinha, um som que fez sua barriga balançar suavemente, ninar Tails em seus braços. Froggy, empoleirado no ombro largo do gato, soltou um "ribbit" de aprovação.
— Eu gosto de carregar você — disse Big, olhando para baixo com seus grandes olhos amarelos cheios de carinho. — Você trabalha muito com aquelas máquinas barulhentas. Às vezes, as pernas precisam descansar, não é, Froggy?
Tails olhou para cima, vendo o queixo duplo e o sorriso bondoso de Big. Ele sentia uma conexão especial com o gato. Enquanto Sonic era como um irmão mais velho aventureiro e agitado, Big oferecia algo diferente: uma calma paternal, uma estabilidade que Tails raramente encontrava em sua vida repleta de perigos e robôs gigantes. Com Big, ele se sentia protegido, como se nada no mundo pudesse feri-lo enquanto estivesse envolto naquele abraço de urso — ou melhor, de gato.
— Você tem razão, Big. Às vezes eu esqueço como é bom apenas... não fazer nada — admitiu Tails, bocejando levemente.
Eles continuaram o passeio em direção ao lago secreto onde Big costumava pescar. O caminho era acidentado, cheio de raízes e pedras, mas Tails nem sentia os solavancos. A gordura macia de Big absorvia qualquer impacto, transformando a caminhada em um balanço suave. Tails começou a brincar com os dedos na pelagem da barriga de Big, sentindo como ela era densa e bem cuidada.
— Sua barriga é muito macia, Big — comentou Tails, rindo baixinho. — É melhor do que qualquer travesseiro que eu tenho na oficina.
— É para manter o calor no inverno — explicou Big, orgulhoso. — E para o Froggy tirar sonecas. Agora é para você também.
Big parou por um momento perto de uma árvore frutífera e, com uma das mãos livres, colheu uma fruta suculenta, entregando-a a Tails.
— Obrigado, pai... quer dizer, Big! — Tails se corrigiu rapidamente, sentindo as bochechas esquentarem.
Big não pareceu se importar com o deslize; na verdade, seu sorriso pareceu aumentar ainda mais. Ele não tinha filhos, mas o instinto de proteger e cuidar de Tails era algo que vinha naturalmente para ele. Ele via a raposinha como alguém que precisava de um porto seguro, e ele estava mais do que feliz em ser esse porto.
— Pode me chamar do que quiser, Tails — disse Big, voltando a caminhar. — Amigos são como família, certo?
— Certo — concordou Tails, dando uma mordida na fruta e sentindo o suco doce.
Enquanto avançavam, Tails se ajeitou melhor. Ele virou-se de costas para a barriga de Big, deixando que sua própria bunda se encaixasse na curva macia do abdômen do gato, enquanto Big o segurava pelas coxas com firmeza e delicadeza. A sensação de segurança era absoluta. Tails sentia que poderia dormir ali mesmo, embalado pelo passo constante do gigante.
— Big, por que você gosta tanto de morar aqui na floresta? — perguntou Tails, olhando para as copas das árvores.
— É calmo — respondeu o gato após pensar por alguns segundos. — O vento fala com as folhas. A água conta histórias. E ninguém tem pressa. A pressa é ruim para a pesca, Tails.
— Eu acho que entendo — refletiu a raposa. — Na cidade, tudo é tão rápido. Todo mundo quer chegar a algum lugar. Aqui, parece que o "lugar" já é onde estamos.
— Exatamente — disse Big, satisfeito por Tails entender sua filosofia de vida simples.
Eles chegaram a uma clareira onde a grama era alta e de um verde vibrante. Big decidiu que era um bom lugar para uma pequena pausa antes de chegarem ao lago. Ele sentou-se lentamente, tomando o cuidado de não sacudir Tails bruscamente. Quando o gato se acomodou no chão, Tails acabou ficando sentado no colo dele, afundado na generosa barriga de Big que se espalhava confortavelmente.
— Uau, Big! Eu estou afundando! — Tails riu, tentando se mexer, mas apenas se sentindo mais abraçado pela maciez.
— É um bom lugar para sentar — disse Big, dando tapinhas leves em sua própria barriga. — Macio como um pãozinho.
Tails encostou a cabeça no peito de Big e ouviu o coração do gato. Era um batimento lento, forte e constante.
— Sabe, Big... — começou Tails, sua voz ficando mais baixa e sonolenta. — Às vezes eu me sinto pequeno demais para todas as coisas que acontecem. Robôs, esmeraldas do caos, salvar o mundo... É muita coisa.
Big colocou sua mão enorme e peluda sobre as costas de Tails, cobrindo quase o pequeno herói por inteiro.
— Você é pequeno, mas seu coração é grande, Tails — disse Big com uma sabedoria simples que sempre surpreendia a raposa. — Mas mesmo os grandes precisam de um descanso. Quando o mundo for pesado demais, você pode vir aqui. Eu sou grande o bastante para aguentar o peso para você.
As lágrimas arderam nos olhos de Tails por um momento. Ele não estava acostumado a ouvir coisas assim. Sonic o incentivava a ser forte, a ser rápido, a ser melhor. Mas Big... Big apenas queria que ele estivesse bem.
— Obrigado, Big. De verdade.
— Ribbit! — Froggy pulou do ombro de Big para o colo de Tails, esfregando-se na mão da raposa.
— Veja, o Froggy concorda — Big riu, e o som vibrou por todo o corpo de Tails.
Depois de alguns minutos de silêncio confortável, Big levantou-se novamente, trazendo Tails consigo. O passeio continuou. O sol começava a baixar no horizonte, pintando o céu de tons de laranja e rosa, combinando com as cores da pelagem de Tails.
— Estamos quase lá — anunciou Big. — O lago tem os melhores peixes hoje, eu sinto isso.
— Você vai me ensinar a pescar de novo? — perguntou Tails, animado. — Prometo que não vou tentar usar um sonar eletrônico desta vez.
— Nada de máquinas — brincou Big. — Apenas o fio, a isca e a paciência.
Tails bocejou novamente, sentindo o cansaço do dia de trabalho na oficina finalmente o atingir. Ele se aconchegou mais uma vez, apoiando o rosto na pele macia do pescoço de Big. O cheiro de Big era bom, cheirava a pinho, água fresca e um pouco de peixe, um cheiro que para Tails agora significava "casa".
— Big?
— Sim, Tails?
— Você é o melhor gato do mundo.
Big parou por um segundo, olhou para a raposinha quase dormindo em seus braços e sentiu uma onda de calor em seu peito que nada tinha a ver com o sol.
— E você é a melhor raposa, Tails. Meu pequeno ajudante.
Enquanto caminhavam os últimos metros até o lago, o silêncio da floresta era apenas quebrado pelo som dos passos de Big. Tails já estava meio dormindo, sonhando com engrenagens de ouro e nuvens de algodão doce que tinham o formato da barriga de Big. Ele sabia que, não importa o que acontecesse amanhã, hoje ele estava seguro. Ele estava com seu pai de coração, o gigante gentil que transformava o mundo em um lugar mais macio e menos assustador.
Ao chegarem à beira do lago, a água refletia as cores do entardecer como um espelho perfeito. Big sentou-se em seu tronco de árvore favorito, mantendo Tails em seu colo. Ele não queria acordar o pequeno. A pesca podia esperar um pouco. A prioridade agora era garantir que o sono de Tails fosse tão tranquilo quanto o balanço das águas.
— Durma, Tails — sussurrou Big, enquanto Froggy se acomodava ao lado deles. — O papai Big está aqui.
E ali, sob o céu que escurecia e a primeira estrela que surgia, o grande gato e a pequena raposa compartilharam um momento de pura paz, unidos por um laço que não precisava de palavras complicadas ou invenções geniais para ser entendido. Era apenas amor, simples e vasto como a barriga de um gato gordo e o coração de uma criança.
