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King K.rool e Diddy Kong

Fandom: Donkey kong

Criado: 08/07/2026

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O Mergulho Real e as Cócegas de Escamas

O sol de Donkey Kong Island brilhava intensamente, refletindo-se nas águas cristalinas do Lago Azul como se milhares de diamantes tivessem sido lançados na superfície. O calor era quase palpável, mas para a dupla mais improvável da selva, aquele era o dia perfeito para uma aventura aquática.

King K. Rool, o imenso e outrora temido rei dos Kremlings, caminhava pesadamente em direção à margem. Suas escamas verdes brilhavam sob a luz solar, e sua capa vermelha, que ele raramente tirava, estava dobrada cuidadosamente sobre uma pedra próxima. Ao seu lado, saltitando com uma energia inesgotável, estava Diddy Kong. O pequeno macaco, que agora via o grande crocodilo não como um inimigo, mas como um pai adotivo e o melhor companheiro de brincadeiras do mundo, não conseguia parar de rir.

— Vamos, K. Rool! A água parece estar ótima! — gritou Diddy, dando uma pirueta no ar antes de aterrissar na areia macia.

O rei soltou uma risada profunda, que vibrou em seu peito largo como um trovão distante. Ele deu um tapinha carinhoso no topo da cabeça de Diddy.

— Calma, pequeno. Um rei não tem pressa para se refrescar, mas confesso que esse calor está derretendo até minhas ideias — disse K. Rool, soltando um suspiro de satisfação ao sentir a brisa úmida do lago.

Sem aviso prévio, Diddy correu e deu um salto ornamental, mergulhando de cabeça na água. Um grande espirro molhou as canelas de K. Rool, que fingiu uma careta de indignação antes de abrir um sorriso largo e mostrar seus dentes afiados, mas agora amigáveis.

— Ah, é assim? — K. Rool deu alguns passos pesados e, com um impacto que fez o nível do lago subir momentaneamente, mergulhou logo atrás.

A água estava fresca e revigorante. K. Rool flutuava como uma enorme boia verde, sua barriga dourada e arredondada sobressaindo na superfície. Diddy emergiu logo em seguida, sacudindo as orelhas e rindo alto ao ver o "Papai Croco" boiando calmamente.

— Você parece uma ilha, K. Rool! — Diddy nadou rapidamente em direção ao crocodilo.

— Uma ilha de pura realeza e conforto, meu caro Diddy — respondeu o rei, fechando o olho bom enquanto o outro, maior e avermelhado, observava o macaco com diversão.

Diddy não perdeu tempo. Ele adorava a textura das escamas de K. Rool, especialmente na região da barriga, que era macia e, para a surpresa de muitos, extremamente sensível a cócegas. O macaco subiu em cima do peito do crocodilo e começou a dar pulinhos, fazendo a barriga de K. Rool balançar como uma gelatina gigante.

— Ei, ei! Cuidado com a carga! — exclamou K. Rool, rindo enquanto tentava manter o equilíbrio na água.

Diddy começou a usar suas mãos ágeis para batucar na barriga dourada do rei. O som era abafado e rítmico.

— É como um tambor! — disse Diddy, rindo enquanto aumentava a velocidade dos movimentos.

K. Rool começou a se contorcer, a risada borbulhando em sua garganta.

— Pare com isso, seu macaquinho atrevido! — Ele tentou agarrar Diddy, mas o pequeno era rápido demais, escorregando pela lateral do corpo do crocodilo e mergulhando por baixo dele.

De repente, K. Rool sentiu algo cutucando sua parte traseira. Diddy havia nadado por baixo e agora estava cutucando e apertando a bunda volumosa do rei, que era o alvo favorito das brincadeiras do macaco.

— Diddy! — K. Rool deu um solavanco, espalhando água para todos os lados. — Ali não! Isso é falta de respeito com a coroa!

— Mas é tão fofinho! — Diddy emergiu atrás dele, com os olhos brilhando de travessura. — Você é o rei mais fofinho da selva!

K. Rool virou-se rapidamente, criando uma pequena onda que empurrou Diddy para trás. O crocodilo fingiu uma expressão séria, mas seus olhos o traíam. Ele adorava aquela atenção e o carinho genuíno que o pequeno macaco demonstrava.

— Fofinho? Eu sou temível! Eu sou o terror dos mares! — K. Rool fez uma pose dramática, estufando o peito e a barriga de forma imponente.

Diddy não se intimidou nem por um segundo. Ele nadou até a barriga de K. Rool novamente e se abraçou a ela, sentindo o calor do sol que ainda aquecia a pele do rei acima da linha da água.

— Você é o meu K. Rool — disse Diddy em um tom mais baixo, mas cheio de afeto.

O coração do grande crocodilo derreteu. Ele envolveu Diddy com suas patas enormes, puxando-o para um abraço desajeitado, mas protetor, enquanto ambos boiavam no centro do lago.

— E você é o meu pequeno desastre — sussurrou K. Rool, antes de começar a fazer cócegas nas costelas de Diddy com suas garras rombas.

— Hahaha! Não! K. Rool, para! — Diddy se contorcia, tentando escapar do ataque surpresa.

— Agora você vai ver o que acontece com quem desafia a barriga real! — K. Rool ria alto, girando no lago e fazendo Diddy mergulhar e voltar à tona repetidamente.

Eles passaram horas assim. K. Rool usava sua cauda poderosa para criar redemoinhos onde Diddy tentava nadar contra a corrente, e depois o macaco usava a barriga do rei como um escorregador, subindo pelos ombros e deslizando até cair na água com um "tchibum" sonoro.

Em certo momento, K. Rool deitou-se de costas, deixando sua barriga totalmente exposta e convidativa. Diddy, exausto de tanto nadar, escalou o monte verde e dourado e deitou-se ali, sentindo a respiração rítmica e profunda do crocodilo.

— K. Rool? — chamou Diddy, fechando os olhos enquanto sentia o sol secar seus pelos.

— Sim, pequeno?

— Obrigado por me adotar. A selva é muito mais divertida com você.

K. Rool ficou em silêncio por um momento, sentindo um nó na garganta que nada tinha a ver com a água do lago. Ele deu um tapinha suave no bumbum de Diddy, que estava aninhado contra ele.

— Agradeça a si mesmo por ter paciência com este velho réptil rabugento — respondeu o rei, com a voz embargada de emoção. — Agora, descanse. Ainda temos que voltar para o castelo antes do jantar, e eu ouvi dizer que as bananas estão especialmente doces hoje.

Diddy sorriu, sentindo-se seguro e amado. Ele deu um último aperto na barriga macia de seu pai adotivo antes de cair em um sono leve, embalado pelo movimento suave das ondas do lago e pelo calor do abraço do rei.

K. Rool permaneceu ali, boiando sob o céu azul, protegendo seu pequeno tesouro. Ele sabia que muitos na selva não entendiam aquela amizade, mas para ele, não importava. Naquele lago, ele não era apenas um vilão reformado ou um rei sem súditos leais; ele era um pai, e aquela era a sua melhor versão.

As horas passaram e as sombras das árvores começaram a se alongar sobre a água. K. Rool percebeu que era hora de partir. Ele começou a nadar lentamente em direção à margem, tomando cuidado para não acordar Diddy, que continuava ferrado no sono sobre sua barriga.

Ao chegar na areia, o crocodilo levantou-se com extrema cautela. Ele pegou Diddy com uma das mãos, acomodando o pequeno macaco em seu ombro, e com a outra mão recolheu sua capa vermelha.

— Vamos para casa, pequeno príncipe — murmurou K. Rool.

Enquanto caminhava pela trilha da selva, o som dos passos pesados de K. Rool era acompanhado pelo ronco suave de Diddy. O rei olhou para o lado, vendo a barriga do macaco subir e descer, e não pôde evitar dar uma leve cutucada ali, só para ver Diddy sorrir durante o sono.

A vida na ilha de Donkey Kong tinha mudado drasticamente. As batalhas por bananas e as disputas por território haviam dado lugar a tardes de brincadeiras e laços de família que ninguém poderia quebrar. K. Rool sabia que, no dia seguinte, Diddy estaria pulando em sua bunda e fazendo piadas sobre sua barriga novamente, e ele não trocaria isso por todo o ouro do mundo.

Ao chegar no Castelo Kremling, as luzes das tochas iluminavam o caminho. K. Rool entrou em seus aposentos e colocou Diddy em uma cama feita de almofadas macias e folhas de palmeira.

— Durma bem, Diddy — disse ele, cobrindo o macaco com um pedaço de tecido.

Antes de sair, K. Rool olhou-se no espelho. Sua barriga dourada tinha algumas marcas de areia e sua bunda estava coberta de poeira da trilha, mas ele nunca se sentira tão majestoso. Ele soltou uma última risada silenciosa, lembrando-se das cócegas no lago, e retirou-se para seu próprio descanso, ansioso pelo que o amanhã traria para a dupla mais feliz da selva.
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