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Diddy kong e King k.rool
Fandom: Donkey kong
Criado: 08/07/2026
Tags
UA (Universo Alternativo)Fatias de VidaFofuraHumorCrack / Humor ParódicoHistória DomésticaOOC (Fora do Personagem)
O Trono de Escamas e as Travessuras de Algodão
A Ilha Crocodilo raramente conhecia o silêncio, mas naquela tarde, o navio pirata Gangplank Galleon ecoava com uma mistura peculiar de risadas agudas e o som pesado de passos reais. King K. Rool, o monarca autoproclamado e líder dos Kremlings, não estava em seu habitual humor de conquista. Em vez de planejar o roubo do estoque de bananas, ele estava ocupado tentando manter sua dignidade enquanto um pequeno furacão de pelos e boné vermelho orbitava seu corpo maciço.
Diddy Kong, que há muito tempo havia sido "adotado" por K. Rool em uma reviravolta bizarra de destino que misturava rivalidade com um carinho paternal tortuoso, estava em um de seus dias mais hiperativos. Para Diddy, a barriga dourada e protuberante de K. Rool não era apenas o ponto fraco de um vilão, mas o melhor brinquedo do mundo.
— Peguei você, Paizão! — gritou Diddy, saltando com agilidade e aterrissando com um baque surdo bem no centro da barriga blindada do crocodilo.
K. Rool soltou um som que era metade rosnado, metade risada, sentindo o impacto do pequeno macaco.
— Ora, seu pequeno primata insolente! — exclamou o rei, tentando agarrar Diddy com suas garras curtas, mas o macaco era rápido demais. — Eu já disse que hoje é dia de manutenção do navio, não dia de pular no seu rei como se eu fosse um colchão de molas!
Diddy não deu ouvidos. Ele deslizou pela barriga lisa e dourada de K. Rool, rindo histericamente, e começou a dar tapinhas rítmicos no couro escamoso. Para Diddy, a textura da pele de K. Rool e o som oco que sua barriga fazia eram a fonte máxima de entretenimento. Ele saltou para o chão, deu uma cambalhota e, antes que K. Rool pudesse se levantar do trono, o macaco correu para trás dele.
— E a retaguarda real também está desprotegida! — zombou Diddy, começando a dar palmadas rápidas e brincalhonas na cauda e na bunda massiva do rei.
K. Rool sentiu um calafrio subir pela espinha. Ele amava o pequeno Diddy, mas havia limites para a paciência de um soberano. Além disso, Diddy havia passado a manhã inteira escondendo as coroas de reserva de K. Rool e amarrando os cadarços dos Kritters uns nos outros, causando um caos generalizado no convés.
— Ah, é assim? — K. Rool se virou com uma agilidade surpreendente para o seu tamanho, prendendo Diddy entre seus braços poderosos. — Você acha que pode simplesmente usar o seu rei como um parque de diversões e sair impune?
Diddy tentou se contorcer, mas K. Rool o segurou firme contra o peito, sentindo o coração acelerado do macaquinho.
— Eu só estava testando suas defesas! — Diddy riu, tentando cutucar o umbigo de K. Rool. — Você está ficando lento, Velho Rool!
— Lento, é? — O olho esquerdo de K. Rool, aquele maior e avermelhado, saltou levemente de excitação. — Pois saiba que o "Velho Rool" tem um castigo muito especial para macacos que não sabem a hora de parar de brincar.
K. Rool sentou-se pesadamente em um banco de madeira reforçado, virando Diddy de bruços sobre seus joelhos escamosos. O macaco começou a rir, achando que era apenas mais uma parte da brincadeira, mas o sorriso de K. Rool era travesso e carregado de uma intenção gasosa.
— Você gosta tanto de ficar perto da minha bunda, não é, Diddy? — perguntou o rei, ajeitando a capa vermelha para o lado. — Pois agora você vai experimentar o poder total do trono real!
— Espere, Paizão, o que você vai fazer? — Diddy perguntou, começando a sentir que a situação estava mudando.
K. Rool não respondeu com palavras. Em vez disso, ele começou a esfregar as costas e o bumbum de Diddy contra sua própria retaguarda maciça, usando o peso do seu corpo para prender o macaco ali. Diddy sentia a textura grossa das escamas e o calor que emanava do corpo do crocodilo. Era uma sensação engraçada, mas o que veio a seguir foi o verdadeiro "golpe de mestre".
K. Rool respirou fundo, estufou a barriga dourada e, com um esforço deliberado, relaxou os músculos da base de sua cauda.
Um som alto, profundo e vibrante ecoou pela cabine, um verdadeiro trovão vindo das profundezas do sistema digestivo de um monstro que se alimentava de frutas fermentadas e peixe cru.
— Toma isso! — exclamou K. Rool, enquanto o gás envolvia Diddy como uma nuvem invisível.
— Eca! Paizão! Isso é jogo sujo! — Diddy gritou, abafando o rosto entre as mãos, mas ele não conseguia parar de rir entre os protestos. — Que cheiro de pântano podre!
— É o cheiro da autoridade! — rebateu K. Rool, soltando mais um pum curto e ruidoso que fez Diddy pular sobre seu colo. — Quem manda aqui sou eu, e se você quer brincar com o fogo, vai acabar sentindo a fumaça!
K. Rool continuou a brincadeira, esfregando sua bunda contra Diddy para "espalhar o perfume", enquanto o macaco tentava escapar, escorregando nas escamas lisas do rei. A cena era cômica: o grande e temido vilão da Ilha DK, rindo como uma criança enquanto usava seus gases como "arma de castigo" contra o pequeno macaco que ele mesmo decidiu criar.
— Por favor, piedade! — implorou Diddy, rindo tanto que suas costelas doíam. — Eu prometo que não vou mais esconder sua coroa!
— Promete mesmo? — K. Rool parou por um momento, olhando por cima do ombro para o macaquinho de rosto vermelho. — E vai parar de usar minha barriga como tambor às seis da manhã?
— Vou tentar! — Diddy respondeu, recuperando o fôlego.
K. Rool soltou uma última bufada sonora, apenas por precaução, e finalmente libertou o pequeno primata. Diddy saltou para o chão, abanando o nariz com a mão, mas seus olhos brilhavam de alegria. Ele adorava como K. Rool, apesar de toda a sua pose de vilão terrível, sempre acabava entrando em suas brincadeiras, mesmo que de um jeito meio nojento e autoritário.
— Você é um monstro, Paizão — disse Diddy, limpando uma lágrima de riso do olho.
— Eu sou um rei, Diddy. Nunca se esqueça disso — K. Rool se levantou, ajeitando sua barriga dourada com orgulho. — E reis têm métodos... únicos de manter a ordem no castelo.
Diddy correu e abraçou a perna grossa de K. Rool. O crocodilo, por sua vez, pousou sua mão pesada e cheia de garras sobre a cabeça do macaco, bagunçando o pouco de pelo que saía debaixo do boné.
— Agora vá lavar esse rosto — ordenou K. Rool, com uma voz que tentava soar severa, mas falhava miseravelmente. — E se eu encontrar mais uma banana descascada dentro das minhas botas, o próximo castigo será dez vezes mais barulhento.
Diddy soltou um guincho de alegria e saiu correndo pelo corredor do navio, gritando para quem quisesse ouvir que o Rei K. Rool tinha o "pum mais poderoso de todos os sete mares".
K. Rool ficou ali, observando o pequeno vulto vermelho desaparecer. Ele soltou um suspiro, sentindo o estômago mais leve e o coração, de certa forma, mais quente. Ele voltou a sentar-se em seu trono, massageando a própria barriga dourada.
— Macaco atrevido... — resmungou para si mesmo, com um sorriso de canto de boca. — Mas pelo menos ele tem bom gosto para diversão.
O silêncio voltou por alguns segundos, apenas para ser quebrado por um novo estrondo vindo do trono. K. Rool olhou em volta, certificando-se de que nenhum de seus guardas Kremlings tinha ouvido.
— Bem... — murmurou ele — parece que ainda sobrou um pouco de autoridade para mais tarde.
Lá fora, o sol começava a se pôr sobre a Ilha Crocodilo. A relação entre o rei e o macaco era estranha para qualquer um que olhasse de fora, mas para eles, entre barrigas douradas, brincadeiras de bunda e castigos gasosos, tudo fazia o mais perfeito sentido. Afinal, em um mundo de heróis e vilões, quem teria coragem de dizer que um rei crocodilo não poderia adotar um macaco e puni-lo com as armas mais naturais que a biologia lhe deu?
Diddy logo voltou, trazendo uma melancia enorme para compartilhar. Ele sabia que o caminho para o perdão total de K. Rool era através do estômago — o que, claro, só prepararia o terreno para mais "trovões reais" no dia seguinte. E assim, a vida no Gangplank Galleon seguia, ruidosa, cheirosa e cheia de uma afeição que apenas um rei e seu pequeno macaco brincalhão poderiam entender.
Diddy Kong, que há muito tempo havia sido "adotado" por K. Rool em uma reviravolta bizarra de destino que misturava rivalidade com um carinho paternal tortuoso, estava em um de seus dias mais hiperativos. Para Diddy, a barriga dourada e protuberante de K. Rool não era apenas o ponto fraco de um vilão, mas o melhor brinquedo do mundo.
— Peguei você, Paizão! — gritou Diddy, saltando com agilidade e aterrissando com um baque surdo bem no centro da barriga blindada do crocodilo.
K. Rool soltou um som que era metade rosnado, metade risada, sentindo o impacto do pequeno macaco.
— Ora, seu pequeno primata insolente! — exclamou o rei, tentando agarrar Diddy com suas garras curtas, mas o macaco era rápido demais. — Eu já disse que hoje é dia de manutenção do navio, não dia de pular no seu rei como se eu fosse um colchão de molas!
Diddy não deu ouvidos. Ele deslizou pela barriga lisa e dourada de K. Rool, rindo histericamente, e começou a dar tapinhas rítmicos no couro escamoso. Para Diddy, a textura da pele de K. Rool e o som oco que sua barriga fazia eram a fonte máxima de entretenimento. Ele saltou para o chão, deu uma cambalhota e, antes que K. Rool pudesse se levantar do trono, o macaco correu para trás dele.
— E a retaguarda real também está desprotegida! — zombou Diddy, começando a dar palmadas rápidas e brincalhonas na cauda e na bunda massiva do rei.
K. Rool sentiu um calafrio subir pela espinha. Ele amava o pequeno Diddy, mas havia limites para a paciência de um soberano. Além disso, Diddy havia passado a manhã inteira escondendo as coroas de reserva de K. Rool e amarrando os cadarços dos Kritters uns nos outros, causando um caos generalizado no convés.
— Ah, é assim? — K. Rool se virou com uma agilidade surpreendente para o seu tamanho, prendendo Diddy entre seus braços poderosos. — Você acha que pode simplesmente usar o seu rei como um parque de diversões e sair impune?
Diddy tentou se contorcer, mas K. Rool o segurou firme contra o peito, sentindo o coração acelerado do macaquinho.
— Eu só estava testando suas defesas! — Diddy riu, tentando cutucar o umbigo de K. Rool. — Você está ficando lento, Velho Rool!
— Lento, é? — O olho esquerdo de K. Rool, aquele maior e avermelhado, saltou levemente de excitação. — Pois saiba que o "Velho Rool" tem um castigo muito especial para macacos que não sabem a hora de parar de brincar.
K. Rool sentou-se pesadamente em um banco de madeira reforçado, virando Diddy de bruços sobre seus joelhos escamosos. O macaco começou a rir, achando que era apenas mais uma parte da brincadeira, mas o sorriso de K. Rool era travesso e carregado de uma intenção gasosa.
— Você gosta tanto de ficar perto da minha bunda, não é, Diddy? — perguntou o rei, ajeitando a capa vermelha para o lado. — Pois agora você vai experimentar o poder total do trono real!
— Espere, Paizão, o que você vai fazer? — Diddy perguntou, começando a sentir que a situação estava mudando.
K. Rool não respondeu com palavras. Em vez disso, ele começou a esfregar as costas e o bumbum de Diddy contra sua própria retaguarda maciça, usando o peso do seu corpo para prender o macaco ali. Diddy sentia a textura grossa das escamas e o calor que emanava do corpo do crocodilo. Era uma sensação engraçada, mas o que veio a seguir foi o verdadeiro "golpe de mestre".
K. Rool respirou fundo, estufou a barriga dourada e, com um esforço deliberado, relaxou os músculos da base de sua cauda.
Um som alto, profundo e vibrante ecoou pela cabine, um verdadeiro trovão vindo das profundezas do sistema digestivo de um monstro que se alimentava de frutas fermentadas e peixe cru.
— Toma isso! — exclamou K. Rool, enquanto o gás envolvia Diddy como uma nuvem invisível.
— Eca! Paizão! Isso é jogo sujo! — Diddy gritou, abafando o rosto entre as mãos, mas ele não conseguia parar de rir entre os protestos. — Que cheiro de pântano podre!
— É o cheiro da autoridade! — rebateu K. Rool, soltando mais um pum curto e ruidoso que fez Diddy pular sobre seu colo. — Quem manda aqui sou eu, e se você quer brincar com o fogo, vai acabar sentindo a fumaça!
K. Rool continuou a brincadeira, esfregando sua bunda contra Diddy para "espalhar o perfume", enquanto o macaco tentava escapar, escorregando nas escamas lisas do rei. A cena era cômica: o grande e temido vilão da Ilha DK, rindo como uma criança enquanto usava seus gases como "arma de castigo" contra o pequeno macaco que ele mesmo decidiu criar.
— Por favor, piedade! — implorou Diddy, rindo tanto que suas costelas doíam. — Eu prometo que não vou mais esconder sua coroa!
— Promete mesmo? — K. Rool parou por um momento, olhando por cima do ombro para o macaquinho de rosto vermelho. — E vai parar de usar minha barriga como tambor às seis da manhã?
— Vou tentar! — Diddy respondeu, recuperando o fôlego.
K. Rool soltou uma última bufada sonora, apenas por precaução, e finalmente libertou o pequeno primata. Diddy saltou para o chão, abanando o nariz com a mão, mas seus olhos brilhavam de alegria. Ele adorava como K. Rool, apesar de toda a sua pose de vilão terrível, sempre acabava entrando em suas brincadeiras, mesmo que de um jeito meio nojento e autoritário.
— Você é um monstro, Paizão — disse Diddy, limpando uma lágrima de riso do olho.
— Eu sou um rei, Diddy. Nunca se esqueça disso — K. Rool se levantou, ajeitando sua barriga dourada com orgulho. — E reis têm métodos... únicos de manter a ordem no castelo.
Diddy correu e abraçou a perna grossa de K. Rool. O crocodilo, por sua vez, pousou sua mão pesada e cheia de garras sobre a cabeça do macaco, bagunçando o pouco de pelo que saía debaixo do boné.
— Agora vá lavar esse rosto — ordenou K. Rool, com uma voz que tentava soar severa, mas falhava miseravelmente. — E se eu encontrar mais uma banana descascada dentro das minhas botas, o próximo castigo será dez vezes mais barulhento.
Diddy soltou um guincho de alegria e saiu correndo pelo corredor do navio, gritando para quem quisesse ouvir que o Rei K. Rool tinha o "pum mais poderoso de todos os sete mares".
K. Rool ficou ali, observando o pequeno vulto vermelho desaparecer. Ele soltou um suspiro, sentindo o estômago mais leve e o coração, de certa forma, mais quente. Ele voltou a sentar-se em seu trono, massageando a própria barriga dourada.
— Macaco atrevido... — resmungou para si mesmo, com um sorriso de canto de boca. — Mas pelo menos ele tem bom gosto para diversão.
O silêncio voltou por alguns segundos, apenas para ser quebrado por um novo estrondo vindo do trono. K. Rool olhou em volta, certificando-se de que nenhum de seus guardas Kremlings tinha ouvido.
— Bem... — murmurou ele — parece que ainda sobrou um pouco de autoridade para mais tarde.
Lá fora, o sol começava a se pôr sobre a Ilha Crocodilo. A relação entre o rei e o macaco era estranha para qualquer um que olhasse de fora, mas para eles, entre barrigas douradas, brincadeiras de bunda e castigos gasosos, tudo fazia o mais perfeito sentido. Afinal, em um mundo de heróis e vilões, quem teria coragem de dizer que um rei crocodilo não poderia adotar um macaco e puni-lo com as armas mais naturais que a biologia lhe deu?
Diddy logo voltou, trazendo uma melancia enorme para compartilhar. Ele sabia que o caminho para o perdão total de K. Rool era através do estômago — o que, claro, só prepararia o terreno para mais "trovões reais" no dia seguinte. E assim, a vida no Gangplank Galleon seguia, ruidosa, cheirosa e cheia de uma afeição que apenas um rei e seu pequeno macaco brincalhão poderiam entender.
