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Entre sexo e prazer
Fandom: Sonic
Criado: 08/07/2026
Tags
RomancePWP (Enredo? Que enredo?)FofuraCenário CanônicoFatias de VidaHistória Doméstica
Sob a Velocidade do Desejo
O som das ondas quebrando na costa de Emerald Coast era apenas um ruído distante, abafado pelo som da respiração pesada e descompassada dentro da oficina de Tails. O ar ali dentro estava denso, carregado com o cheiro de óleo de máquina, ozônio e algo muito mais primitivo e inebriante. Sobre a mesa de metal, onde geralmente repousavam plantas de aviões e peças de reposição, agora repousava o corpo trêmulo de uma raposa amarela, cujas caudas se agitavam freneticamente em resposta aos toques ousados de um certo ouriço azul.
Sonic nunca foi de ir devagar. A velocidade estava em seu DNA, mas, desde que começaram a namorar, ele havia descoberto que o verdadeiro prazer estava em saber exatamente quando acelerar e quando saborear cada centímetro da pele de Tails. Ele estava posicionado entre as pernas da raposa, seus olhos verdes brilhando com uma malícia sedutora que sempre fazia o coração de Tails disparar mais do que qualquer voo no Tornado.
— S-Sonic... — Tails arquejou, as mãos pequenas agarrando os ombros musculosos do azulão. — Eu achei que íamos apenas... calibrar os propulsores hoje.
Sonic soltou uma risada baixa, um som rouco que vibrou contra o pescoço de Tails antes de ele depositar um beijo úmido logo abaixo da orelha sensível da raposa.
— E estamos calibrando, amigão — sussurrou Sonic, sua voz carregada de uma intenção pecaminosa. — Só que o motor que eu quero ouvir roncar hoje é o seu. Você está tão quente, Tails... e tão apertado.
Sem aviso, Sonic impulsionou o quadril para frente, unindo seus corpos em um movimento fluido e profundo. Tails soltou um grito agudo, a cabeça jogada para trás enquanto seus olhos se reviravam de puro êxtase. A sensação de ser preenchido por Sonic era avassaladora; era como se uma corrente elétrica percorresse cada nervo do seu corpo, fritando seus circuitos lógicos de nerd e deixando apenas o instinto puro.
— Oh, deuses! — Tails exclamou, as pernas envolvendo a cintura de Sonic para puxá-lo ainda mais para perto. — Sonic, é demais... eu vou...
— Ainda não, gênio — provocou Sonic, parando por um segundo apenas para ver a expressão de desespero e luxúria no rosto do namorado. — Eu quero que você sinta cada movimento. Quero que você lembre que, não importa o quão rápido eu seja no mundo lá fora, aqui dentro eu sou todo seu.
Sonic começou a se mover novamente, estabelecendo um ritmo rítmico e implacável. Cada estocada era acompanhada pelo som da carne colidindo e pelos gemidos abafados de Tails, que agora enterrava o rosto no peito de Sonic para tentar conter os gritos de prazer. O ouriço era um mestre na arte da sedução; ele sabia exatamente onde tocar, como morder o ombro de Tails para arrancar um tremor extra, e como usar suas mãos para estimular o ponto exato que fazia a raposa perder o fôlego.
— Você é tão lindo quando está assim — disse Sonic, observando o rubor intenso que subia pelas bochechas de Tails. — Tão vulnerável, tão meu. Gosta disso, não gosta? Gosta de sentir o herói do mundo te possuindo assim?
— S-sim... por favor, Sonic! — Tails implorou, as lágrimas de prazer começando a brotar no canto dos olhos. — Mais rápido... eu não aguento mais, eu preciso...
Sonic sorriu, aquele sorriso ladino e confiante que salvava o mundo, mas que agora só servia para levar Tails ao abismo. Ele aumentou a velocidade, transformando o ato em um borrão de movimento azul e amarelo. O metal da mesa rangia sob o peso e o vigor do encontro, um ritmo industrial que acompanhava as batidas frenéticas de dois corações apaixonados.
— Então receba tudo, Tails! — Sonic rugiu, sua própria voz vacilando conforme ele atingia o ápice de sua resistência.
O clímax veio como uma explosão sônica. Tails travou o corpo, as caudas se esticando completamente enquanto ele se derramava entre eles, o prazer sendo tão intenso que sua visão escureceu por um momento. Sonic seguiu logo atrás, cravando os dedos nos quadris da raposa enquanto despejava sua semente e seu calor dentro dele, soltando um rosnado de satisfação que ecoou pelas paredes de metal da oficina.
Por vários minutos, o único som era o da respiração pesada de ambos, tentando recuperar o oxigênio que a paixão havia roubado. Sonic colapsou sobre Tails, mas teve o cuidado de não colocar todo o seu peso sobre o menor, mantendo-os unidos enquanto o suor secava em suas pelagens.
— Uau — murmurou Tails, a voz rouca e trêmula. — Acho que você... quebrou o meu sistema de arrefecimento.
Sonic soltou uma risadinha, beijando a ponta do nariz preto de Tails com uma ternura que contrastava com a agressividade de momentos antes.
— Eu disse que a calibração seria intensa — brincou o ouriço, acariciando as orelhas de Tails. — Você está bem, gracinha?
Tails sorriu, um sorriso bobo e satisfeito, enquanto escondia o rosto no pescoço de Sonic, sentindo o cheiro de aventura e de amor que o namorado exalava.
— Nunca estive melhor — admitiu Tails em um sussurro. — Mas da próxima vez... talvez possamos começar no sofá? A mesa de metal é um pouco fria.
Sonic girou, deitando-se de costas na mesa e puxando Tails para cima de seu peito, confortando-o entre seus braços.
— Combinado. Mas não prometo que vamos chegar até o sofá se você continuar me olhando com esses olhos de nerd carente. Você sabe que eu não resisto a você, Tails.
— Eu sei — disse a raposa, fechando os olhos e ouvindo as batidas agora calmas do coração de Sonic. — E eu conto com isso.
O silêncio que se seguiu não era desconfortável; era o silêncio de dois heróis que haviam encontrado um porto seguro um no outro. Fora daquela oficina, o mundo podia precisar de velocidade e de saltos impossíveis, mas ali dentro, o tempo podia parar, permitindo que o ouriço mais rápido do mundo e a raposa mais inteligente do universo simplesmente se perdessem no calor um do outro.
Sonic começou a traçar padrões preguiçosos nas costas de Tails, sentindo a maciez de seus pelos. Ele sabia que muitas pessoas veriam a relação deles com estranheza, mas nada disso importava. Tails era o único que realmente o conhecia, o único que conseguia acompanhar seu ritmo, não apenas em uma perseguição a Eggman, mas na vida.
— Ei, Tails? — chamou Sonic baixinho.
— Hum? — respondeu a raposa, já quase pegando no sono.
— Eu te amo. Mais do que chili dogs.
Tails soltou uma risada fraca, apertando o abraço.
— Eu também te amo, Sonic. Mais do que qualquer invenção que eu já criei.
E assim, entre ferramentas espalhadas e o cheiro do desejo satisfeito, os dois adormeceram, prontos para enfrentar qualquer desafio que o amanhã trouxesse, desde que estivessem juntos, em alta velocidade ou na paz de um abraço pós-tempestade.
Sonic nunca foi de ir devagar. A velocidade estava em seu DNA, mas, desde que começaram a namorar, ele havia descoberto que o verdadeiro prazer estava em saber exatamente quando acelerar e quando saborear cada centímetro da pele de Tails. Ele estava posicionado entre as pernas da raposa, seus olhos verdes brilhando com uma malícia sedutora que sempre fazia o coração de Tails disparar mais do que qualquer voo no Tornado.
— S-Sonic... — Tails arquejou, as mãos pequenas agarrando os ombros musculosos do azulão. — Eu achei que íamos apenas... calibrar os propulsores hoje.
Sonic soltou uma risada baixa, um som rouco que vibrou contra o pescoço de Tails antes de ele depositar um beijo úmido logo abaixo da orelha sensível da raposa.
— E estamos calibrando, amigão — sussurrou Sonic, sua voz carregada de uma intenção pecaminosa. — Só que o motor que eu quero ouvir roncar hoje é o seu. Você está tão quente, Tails... e tão apertado.
Sem aviso, Sonic impulsionou o quadril para frente, unindo seus corpos em um movimento fluido e profundo. Tails soltou um grito agudo, a cabeça jogada para trás enquanto seus olhos se reviravam de puro êxtase. A sensação de ser preenchido por Sonic era avassaladora; era como se uma corrente elétrica percorresse cada nervo do seu corpo, fritando seus circuitos lógicos de nerd e deixando apenas o instinto puro.
— Oh, deuses! — Tails exclamou, as pernas envolvendo a cintura de Sonic para puxá-lo ainda mais para perto. — Sonic, é demais... eu vou...
— Ainda não, gênio — provocou Sonic, parando por um segundo apenas para ver a expressão de desespero e luxúria no rosto do namorado. — Eu quero que você sinta cada movimento. Quero que você lembre que, não importa o quão rápido eu seja no mundo lá fora, aqui dentro eu sou todo seu.
Sonic começou a se mover novamente, estabelecendo um ritmo rítmico e implacável. Cada estocada era acompanhada pelo som da carne colidindo e pelos gemidos abafados de Tails, que agora enterrava o rosto no peito de Sonic para tentar conter os gritos de prazer. O ouriço era um mestre na arte da sedução; ele sabia exatamente onde tocar, como morder o ombro de Tails para arrancar um tremor extra, e como usar suas mãos para estimular o ponto exato que fazia a raposa perder o fôlego.
— Você é tão lindo quando está assim — disse Sonic, observando o rubor intenso que subia pelas bochechas de Tails. — Tão vulnerável, tão meu. Gosta disso, não gosta? Gosta de sentir o herói do mundo te possuindo assim?
— S-sim... por favor, Sonic! — Tails implorou, as lágrimas de prazer começando a brotar no canto dos olhos. — Mais rápido... eu não aguento mais, eu preciso...
Sonic sorriu, aquele sorriso ladino e confiante que salvava o mundo, mas que agora só servia para levar Tails ao abismo. Ele aumentou a velocidade, transformando o ato em um borrão de movimento azul e amarelo. O metal da mesa rangia sob o peso e o vigor do encontro, um ritmo industrial que acompanhava as batidas frenéticas de dois corações apaixonados.
— Então receba tudo, Tails! — Sonic rugiu, sua própria voz vacilando conforme ele atingia o ápice de sua resistência.
O clímax veio como uma explosão sônica. Tails travou o corpo, as caudas se esticando completamente enquanto ele se derramava entre eles, o prazer sendo tão intenso que sua visão escureceu por um momento. Sonic seguiu logo atrás, cravando os dedos nos quadris da raposa enquanto despejava sua semente e seu calor dentro dele, soltando um rosnado de satisfação que ecoou pelas paredes de metal da oficina.
Por vários minutos, o único som era o da respiração pesada de ambos, tentando recuperar o oxigênio que a paixão havia roubado. Sonic colapsou sobre Tails, mas teve o cuidado de não colocar todo o seu peso sobre o menor, mantendo-os unidos enquanto o suor secava em suas pelagens.
— Uau — murmurou Tails, a voz rouca e trêmula. — Acho que você... quebrou o meu sistema de arrefecimento.
Sonic soltou uma risadinha, beijando a ponta do nariz preto de Tails com uma ternura que contrastava com a agressividade de momentos antes.
— Eu disse que a calibração seria intensa — brincou o ouriço, acariciando as orelhas de Tails. — Você está bem, gracinha?
Tails sorriu, um sorriso bobo e satisfeito, enquanto escondia o rosto no pescoço de Sonic, sentindo o cheiro de aventura e de amor que o namorado exalava.
— Nunca estive melhor — admitiu Tails em um sussurro. — Mas da próxima vez... talvez possamos começar no sofá? A mesa de metal é um pouco fria.
Sonic girou, deitando-se de costas na mesa e puxando Tails para cima de seu peito, confortando-o entre seus braços.
— Combinado. Mas não prometo que vamos chegar até o sofá se você continuar me olhando com esses olhos de nerd carente. Você sabe que eu não resisto a você, Tails.
— Eu sei — disse a raposa, fechando os olhos e ouvindo as batidas agora calmas do coração de Sonic. — E eu conto com isso.
O silêncio que se seguiu não era desconfortável; era o silêncio de dois heróis que haviam encontrado um porto seguro um no outro. Fora daquela oficina, o mundo podia precisar de velocidade e de saltos impossíveis, mas ali dentro, o tempo podia parar, permitindo que o ouriço mais rápido do mundo e a raposa mais inteligente do universo simplesmente se perdessem no calor um do outro.
Sonic começou a traçar padrões preguiçosos nas costas de Tails, sentindo a maciez de seus pelos. Ele sabia que muitas pessoas veriam a relação deles com estranheza, mas nada disso importava. Tails era o único que realmente o conhecia, o único que conseguia acompanhar seu ritmo, não apenas em uma perseguição a Eggman, mas na vida.
— Ei, Tails? — chamou Sonic baixinho.
— Hum? — respondeu a raposa, já quase pegando no sono.
— Eu te amo. Mais do que chili dogs.
Tails soltou uma risada fraca, apertando o abraço.
— Eu também te amo, Sonic. Mais do que qualquer invenção que eu já criei.
E assim, entre ferramentas espalhadas e o cheiro do desejo satisfeito, os dois adormeceram, prontos para enfrentar qualquer desafio que o amanhã trouxesse, desde que estivessem juntos, em alta velocidade ou na paz de um abraço pós-tempestade.
