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Amor Mascarado
Fandom: Dark romance hentai
Criado: 08/07/2026
Tags
SombrioPsicológicoSuspenseDramaGravidez Não Planejada/IndesejadaEstuproLinguagem ExplícitaEstudo de PersonagemPWP (Enredo? Que enredo?)HorrorHorror CorporalViolência GráficaCrime
Sombras e Silêncio Devorador
O frio da parede de pedra contra as costas de Mariana era o único contraste para o calor avassalador que emanava dos dois corpos que a prensavam. Ela não sabia como havia chegado ali, nem quem eram os homens que a dominavam, mas a urgência em suas veias calava qualquer pergunta. O ar no quarto escuro estava pesado, saturado com o cheiro de couro, suor e uma masculinidade perigosa que a fazia tremer da cabeça aos pés.
Mariana, sempre tão doce e reservada, sentia-se fragmentada. Um dos homens, o mais alto, mantinha suas mãos grandes e calejadas firmemente presas acima da cabeça dela, esmagando seus pulsos contra a parede com uma força que beirava a dor, mas que disparava choques de prazer por sua espinha. Ele usava uma máscara tática preta que ocultava cada traço de seu rosto, deixando apenas o brilho predatório de seus olhos visível através das fendas.
Ele não disse uma palavra. Ele nunca dizia.
O segundo homem estava agachado entre as pernas dela, as mãos musculosas separando suas coxas com uma possessividade brutal. Ele também estava mascarado, uma figura sombria que parecia fundir-se com a escuridão do ambiente. Mariana soltou um soluço baixo quando sentiu a língua dele, quente e experiente, traçar o caminho sensível de sua virilha.
— Por favor... — ela sussurrou, a voz embargada pelo desejo e pelo medo excitante.
Não houve resposta verbal. Apenas o aperto mais firme em seus pulsos e o som da respiração pesada dos dois. O homem que a segurava contra a parede inclinou a cabeça, roçando a ponta da máscara contra o pescoço dela, aspirando seu perfume como se quisesse absorver sua própria alma. Ele era uma muralha de músculos, o peito largo pressionando seus seios pequenos e sensíveis, reduzindo-a a nada além de um brinquedo em suas mãos.
Subitamente, o homem abaixo dela se levantou. Mariana sentiu a ausência do calor entre suas pernas por apenas um segundo antes que ele se posicionasse. Sem aviso, sem preliminares gentis, ele a penetrou de uma vez, um estocada profunda que a fez arquear as costas e soltar um grito agudo que ecoou pelo quarto silencioso.
— Ahnn! Devagar... por favor... — ela implorou, as lágrimas de prazer começando a nublar sua visão.
O homem que a penetrava ignorou o pedido. Ele segurou a cintura dela com dedos que certamente deixariam marcas roxas, puxando-a para encontrar cada um de seus movimentos rítmicos e violentos. Ele era um assassino, ela sentia isso na forma como ele a manuseava — com a precisão de quem sabe exatamente onde causar o maior impacto.
Enquanto isso, o primeiro mascarado soltou um de seus pulsos apenas para levar a mão ao rosto dela, forçando-a a olhá-lo. Ele não tinha rosto, apenas aquela máscara fria, mas a obsessão em seu olhar era palpável. Ele deslizou o polegar pelo lábio inferior de Mariana, puxando-o para baixo, e então substituiu o dedo por sua própria boca, calando os gemidos dela com um beijo faminto e possessivo. Não era um beijo de amor; era um beijo de reivindicação.
Mariana estava presa em um sanduíche de carne e desejo. O ritmo aumentava, as estocadas tornando-se mais rápidas, mais profundas, preenchendo-a de uma forma que ela nunca imaginou ser possível. O som da carne batendo contra a carne era o único ritmo que importava.
— Eu... eu não aguento... — ela arquejou entre os beijos, a cabeça caindo para trás contra a parede.
O homem que a segurava soltou um rosnado baixo, a primeira vibração que saía de sua garganta, embora não fosse uma palavra. Ele a girou com uma facilidade assustadora, forçando-a a ficar de frente para a parede, com as mãos espalmadas contra a superfície fria e o bumbum empinado para trás.
Agora, ela estava à mercê deles de costas. Ela sentiu as mãos de ambos percorrerem seu corpo simultaneamente. Um deles apertava seus seios, enquanto o outro distribuía mordidas ardidas em seus ombros. A sensação de ser possuída por dois estranhos, dois predadores silenciosos que pareciam se comunicar sem precisar de uma única sílaba, levava Mariana ao limite da sanidade.
O homem atrás dela recomeçou a investida, desta vez com uma angulação que atingia o ponto mais profundo de seu prazer. Mariana gemia sem parar, o som de sua voz sendo a única música naquela coreografia de sombras.
— Ahn, sim! Mais... por favor, mais! — ela gritava, perdendo toda a timidez que um dia a definira.
Eles eram insaciáveis. Quando um parecia satisfeito, o outro assumia, trocando de lugar com uma sincronia quase mecânica, como se tivessem feito aquilo a vida inteira. Mariana era o centro do universo deles, um objeto de adoração e luxúria extrema. A possessividade era sufocante; cada vez que ela tentava se mover para longe do contato, eles a puxavam de volta com uma força que deixava claro: ela pertencia a eles. Naquela noite, e talvez para sempre.
As horas pareciam se fundir. O sexo na parede deu lugar a posições no chão, contra os móveis, cada centímetro do quarto tornando-se palco para a obsessão dos mascarados. Eles não mostravam cansaço. A musculatura de seus braços e costas brilhava com o suor sob a luz fraca que entrava pela fresta da cortina. Eles eram máquinas de prazer, silenciosos executores de uma luxúria que não conhecia limites.
Mariana já não conseguia mais manter os olhos abertos. Seu corpo estava trêmulo, as pernas bambas, a mente em um estado de êxtase completo e exaustão absoluta. Ela sentia o sêmen quente escorrendo por suas coxas, o cheiro deles impregnado em sua pele, a marca de suas mãos em cada curva de seu corpo.
Em algum momento, o movimento cessou.
Ela sentiu braços fortes a levantarem do chão. O toque era, pela primeira vez, quase cuidadoso, embora a possessão ainda estivesse lá na forma como a apertavam contra o peito. Ela foi carregada até a cama grande no centro do quarto.
O colchão macio a recebeu como uma nuvem. Mariana mal teve forças para se ajeitar. Ela sentiu o peso de um corpo de cada lado dela, cercando-a, prendendo-a em um casulo de calor humano. Ninguém tirou a máscara. Ninguém disse "boa noite".
Ela sentiu uma mão grande repousar sobre seu quadril, os dedos se fechando em um aperto firme, mesmo no repouso. O outro homem acariciou seu cabelo, um gesto estranhamente terno vindo de alguém que, momentos antes, a havia dominado com tanta selvageria.
Mariana fechou os olhos, o silêncio finalmente retornando ao quarto, quebrado apenas pela respiração pesada dos três. Ela estava nua, exausta e completamente à mercê daqueles dois assassinos silenciosos. E, enquanto o sono a levava, a última coisa que sentiu foi a certeza aterrorizante e deliciosa de que, quando acordasse, eles ainda estariam lá. Eles nunca a deixariam ir.
Mariana, sempre tão doce e reservada, sentia-se fragmentada. Um dos homens, o mais alto, mantinha suas mãos grandes e calejadas firmemente presas acima da cabeça dela, esmagando seus pulsos contra a parede com uma força que beirava a dor, mas que disparava choques de prazer por sua espinha. Ele usava uma máscara tática preta que ocultava cada traço de seu rosto, deixando apenas o brilho predatório de seus olhos visível através das fendas.
Ele não disse uma palavra. Ele nunca dizia.
O segundo homem estava agachado entre as pernas dela, as mãos musculosas separando suas coxas com uma possessividade brutal. Ele também estava mascarado, uma figura sombria que parecia fundir-se com a escuridão do ambiente. Mariana soltou um soluço baixo quando sentiu a língua dele, quente e experiente, traçar o caminho sensível de sua virilha.
— Por favor... — ela sussurrou, a voz embargada pelo desejo e pelo medo excitante.
Não houve resposta verbal. Apenas o aperto mais firme em seus pulsos e o som da respiração pesada dos dois. O homem que a segurava contra a parede inclinou a cabeça, roçando a ponta da máscara contra o pescoço dela, aspirando seu perfume como se quisesse absorver sua própria alma. Ele era uma muralha de músculos, o peito largo pressionando seus seios pequenos e sensíveis, reduzindo-a a nada além de um brinquedo em suas mãos.
Subitamente, o homem abaixo dela se levantou. Mariana sentiu a ausência do calor entre suas pernas por apenas um segundo antes que ele se posicionasse. Sem aviso, sem preliminares gentis, ele a penetrou de uma vez, um estocada profunda que a fez arquear as costas e soltar um grito agudo que ecoou pelo quarto silencioso.
— Ahnn! Devagar... por favor... — ela implorou, as lágrimas de prazer começando a nublar sua visão.
O homem que a penetrava ignorou o pedido. Ele segurou a cintura dela com dedos que certamente deixariam marcas roxas, puxando-a para encontrar cada um de seus movimentos rítmicos e violentos. Ele era um assassino, ela sentia isso na forma como ele a manuseava — com a precisão de quem sabe exatamente onde causar o maior impacto.
Enquanto isso, o primeiro mascarado soltou um de seus pulsos apenas para levar a mão ao rosto dela, forçando-a a olhá-lo. Ele não tinha rosto, apenas aquela máscara fria, mas a obsessão em seu olhar era palpável. Ele deslizou o polegar pelo lábio inferior de Mariana, puxando-o para baixo, e então substituiu o dedo por sua própria boca, calando os gemidos dela com um beijo faminto e possessivo. Não era um beijo de amor; era um beijo de reivindicação.
Mariana estava presa em um sanduíche de carne e desejo. O ritmo aumentava, as estocadas tornando-se mais rápidas, mais profundas, preenchendo-a de uma forma que ela nunca imaginou ser possível. O som da carne batendo contra a carne era o único ritmo que importava.
— Eu... eu não aguento... — ela arquejou entre os beijos, a cabeça caindo para trás contra a parede.
O homem que a segurava soltou um rosnado baixo, a primeira vibração que saía de sua garganta, embora não fosse uma palavra. Ele a girou com uma facilidade assustadora, forçando-a a ficar de frente para a parede, com as mãos espalmadas contra a superfície fria e o bumbum empinado para trás.
Agora, ela estava à mercê deles de costas. Ela sentiu as mãos de ambos percorrerem seu corpo simultaneamente. Um deles apertava seus seios, enquanto o outro distribuía mordidas ardidas em seus ombros. A sensação de ser possuída por dois estranhos, dois predadores silenciosos que pareciam se comunicar sem precisar de uma única sílaba, levava Mariana ao limite da sanidade.
O homem atrás dela recomeçou a investida, desta vez com uma angulação que atingia o ponto mais profundo de seu prazer. Mariana gemia sem parar, o som de sua voz sendo a única música naquela coreografia de sombras.
— Ahn, sim! Mais... por favor, mais! — ela gritava, perdendo toda a timidez que um dia a definira.
Eles eram insaciáveis. Quando um parecia satisfeito, o outro assumia, trocando de lugar com uma sincronia quase mecânica, como se tivessem feito aquilo a vida inteira. Mariana era o centro do universo deles, um objeto de adoração e luxúria extrema. A possessividade era sufocante; cada vez que ela tentava se mover para longe do contato, eles a puxavam de volta com uma força que deixava claro: ela pertencia a eles. Naquela noite, e talvez para sempre.
As horas pareciam se fundir. O sexo na parede deu lugar a posições no chão, contra os móveis, cada centímetro do quarto tornando-se palco para a obsessão dos mascarados. Eles não mostravam cansaço. A musculatura de seus braços e costas brilhava com o suor sob a luz fraca que entrava pela fresta da cortina. Eles eram máquinas de prazer, silenciosos executores de uma luxúria que não conhecia limites.
Mariana já não conseguia mais manter os olhos abertos. Seu corpo estava trêmulo, as pernas bambas, a mente em um estado de êxtase completo e exaustão absoluta. Ela sentia o sêmen quente escorrendo por suas coxas, o cheiro deles impregnado em sua pele, a marca de suas mãos em cada curva de seu corpo.
Em algum momento, o movimento cessou.
Ela sentiu braços fortes a levantarem do chão. O toque era, pela primeira vez, quase cuidadoso, embora a possessão ainda estivesse lá na forma como a apertavam contra o peito. Ela foi carregada até a cama grande no centro do quarto.
O colchão macio a recebeu como uma nuvem. Mariana mal teve forças para se ajeitar. Ela sentiu o peso de um corpo de cada lado dela, cercando-a, prendendo-a em um casulo de calor humano. Ninguém tirou a máscara. Ninguém disse "boa noite".
Ela sentiu uma mão grande repousar sobre seu quadril, os dedos se fechando em um aperto firme, mesmo no repouso. O outro homem acariciou seu cabelo, um gesto estranhamente terno vindo de alguém que, momentos antes, a havia dominado com tanta selvageria.
Mariana fechou os olhos, o silêncio finalmente retornando ao quarto, quebrado apenas pela respiração pesada dos três. Ela estava nua, exausta e completamente à mercê daqueles dois assassinos silenciosos. E, enquanto o sono a levava, a última coisa que sentiu foi a certeza aterrorizante e deliciosa de que, quando acordasse, eles ainda estariam lá. Eles nunca a deixariam ir.
