
← Voltar à lista de fanfics
0 curtida
Oliver!!!!:3
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 09/07/2026
Tags
PWP (Enredo? Que enredo?)HorrorHorror CorporalLinguagem ExplícitaSombrioFantasiaUA (Universo Alternativo)
O Doce Gosto do Perigo
A Academia Paper não era um lugar para os fracos de coração, e Oliver sabia disso melhor do que ninguém. Com seus longos cabelos brancos balançando atrás de si como uma cauda de seda e o lápis gigante que servia como seu braço esquerdo batendo levemente contra sua perna, ele caminhava pelos corredores com a confiança de quem era o dono do lugar. Em sua mão direita, ele segurava uma barra de sabonete artesanal, da qual tirava lascas com os dentes, mastigando com um prazer quase hipnótico. O sabor floral e a textura cerosa eram o seu lanche favorito.
— Oliver! Espera aí! — a voz estridente de Zip ecoou pelo corredor.
Oliver parou e se virou, vendo Zip e Edward correndo em sua direção. Edward ajustava os óculos, enquanto Zip parecia ter acabado de pregar uma peça em algum infeliz do primeiro ano.
— O que foi agora? — Oliver perguntou, a voz abafada pelo pedaço de sabonete. — Se for sobre o projeto de ciências, eu já disse que o Edward faz a maior parte.
— Não é isso, seu tonto — Zip riu, cutucando o braço de lápis de Oliver. — A Miss Circle está de mau humor hoje. É melhor você não ser pego comendo isso no meio da aula dela de novo.
— Ela que tente me impedir — Oliver deu de ombros, exibindo um sorriso travesso que destacava a marca de "A+" em seu cabelo. — Vejo vocês na cantina em dez minutos. Vou só passar no meu armário para pegar um caderno.
Ele se despediu dos amigos com um aceno e seguiu pelo corredor mais isolado, onde os armários pareciam mais velhos e a iluminação falhava constantemente. Oliver não tinha medo; ele era o valentão, o provocador. O que poderia acontecer com ele?
Ao parar diante de seu armário, algo pareceu estranho. Uma leve névoa rosada escapava pelas frestas do metal frio. Antes que ele pudesse raciocinar, a porta do armário se escancarou violentamente.
— Mas o que diabo... — Oliver não conseguiu terminar a frase.
Vários tentáculos grossos, de um tom rosa vibrante e textura viscosa, dispararam de dentro da escuridão do armário. Eles se envolveram em torno de sua cintura e de seu braço de lápis com uma força descomunal. Com um puxão seco, Oliver foi tragado para dentro do espaço apertado, e a porta se fechou com um estrondo metálico, trancando-o no escuro.
Lá dentro, o espaço parecia milagrosamente maior, mas estava preenchido por aquela massa orgânica e pulsante. Oliver sentiu o pânico subir pela garganta.
— Me solta! Que porcaria é essa?! — ele gritou, tentando usar a ponta de seu braço de lápis para furar os tentáculos, mas a substância era elástica e absorvia seus golpes.
Ele sentiu os tentáculos se movendo com uma inteligência própria. Eles eram quentes e emanavam um cheiro doce, quase como o sabonete que ele tanto amava. O susto inicial deu lugar a uma confusão sensorial quando ele sentiu as pontas finas das criaturas se esgueirarem por baixo de sua bermuda branca.
— Ei! Parem com isso! — Oliver exclamou, o rosto ardendo em um tom carmesim que rivalizava com a marca em seu cabelo.
Os tentáculos não ouviram. Com uma precisão quase cirúrgica, eles puxaram sua bermuda para baixo, expondo sua intimidade ao frio úmido do armário. Oliver tentou se debater, mas estava completamente imobilizado contra a parede interna. Ele sentiu uma ponta úmida e insistente pressionar a entrada de sua vagina, explorando as dobras sensíveis com uma curiosidade invasiva.
— Não... por favor... — ele murmurou, a voz falhando. — Eu vou contar para a Miss Circle... eu vou... ah!
Um dos tentáculos penetrou-o de uma vez. A sensação foi um choque térmico e físico que fez Oliver arquear as costas, os olhos se arregalando enquanto ele perdia o ar. Era uma invasão, sim, mas havia algo na textura daqueles tentáculos que começou a trair seu próprio corpo. Eles se moviam lá dentro com uma suavidade rítmica, massageando pontos que Oliver mal sabia que existiam.
— Eu odeio isso... eu odeio... — ele tentava dizer, mas o tom estressado de sua voz estava começando a se transformar em algo mais agudo, mais trêmulo.
Outro tentáculo se enrolou em suas coxas, abrindo-as mais, enquanto um terceiro subia por seu peito, apertando seus mamilos através da camisa preta. Oliver sentiu uma onda de calor percorrer sua espinha. O medo estava sendo substituído por uma névoa de prazer avassaladora. Ele tentou resistir, mordendo o lábio inferior até quase sangrar, mas o movimento constante dentro dele era demais.
— Ah... hummm... — o primeiro gemido escapou, e ele odiou o som de sua própria luxúria.
Os tentáculos pareceram vibrar em resposta ao seu som, aumentando a velocidade e a intensidade. Oliver sentia-se preenchido, dominado por aquela massa rosa que parecia conhecer cada centímetro de sua sensibilidade. Ele começou a perder a noção de onde ele terminava e onde as criaturas começavam. Sua cabeça pendeu para trás, batendo levemente no metal, e seus olhos ficaram nublados.
— Mais... — ele sussurrou, a vontade própria sendo quebrada pela euforia química que inundava seu cérebro. — Por favor, não para...
Ele estava apaixonado pela sensação. O ódio e o estresse haviam evaporado, restando apenas um desejo ardente de se fundir àquela estranha anomalia. Ele se entregou completamente, movendo os quadris contra os tentáculos, buscando mais profundidade, mais contato. O armário estava abafado, cheio de seus próprios gemidos e do som úmido da fricção.
Quando o ápice finalmente veio, foi como uma explosão de cores atrás de suas pálpebras. Oliver gritou, o corpo inteiro tremendo violentamente enquanto os tentáculos liberavam uma substância quente e espessa dentro dele, preenchendo-o completamente até transbordar.
...
O sol da manhã seguinte entrava pelas janelas altas da Academia Paper, lançando sombras longas no corredor. Edward e Zip estavam parados perto dos armários, visivelmente preocupados.
— Ele não voltou para o dormitório ontem à noite — comentou Edward, limpando os óculos nervosamente. — Você acha que a Miss Bloomie pegou ele fazendo alguma besteira?
— Oliver sabe se cuidar, mas isso é estranho até para ele — Zip respondeu, cruzando os braços.
De repente, o armário de Oliver rangeu. A porta se abriu lentamente, revelando uma figura que parecia ter passado por um furacão.
Oliver saiu tropeçando, as pernas bambas e o cabelo branco, antes impecável, agora uma bagunça de nós e mechas arrepiadas. Suas mãos estavam pressionadas contra a virilha, tentando inutilmente esconder as manchas úmidas e esbranquiçadas que cobriam sua bermuda branca e escorriam por suas meias. O cheiro de sêmen e sabonete floral pairava no ar ao redor dele.
Edward e Zip ficaram paralisados, as bocas abertas em choque total.
— Oliver? — Zip finalmente conseguiu falar, a voz falhando. — Cara... o que aconteceu com você?
Oliver olhou para eles, os olhos ainda um pouco desfocados, mas com um brilho estranho e satisfeito que eles nunca tinham visto antes. Ele soltou um riso curto e trêmulo, mas não conseguiu manter a postura por muito tempo, apoiando-se na parede para não cair.
— Eu... — ele começou, mas parou, sentindo o líquido ainda escorrer por suas pernas. — Eu acho que encontrei um novo lanche favorito.
Edward e Zip se entreolharam, sem saber se chamavam um médico ou se fugiam. Oliver apenas continuou ali, segurando-se, com um sorriso sonhador que dizia que, apesar do estado deplorável, ele voltaria para aquele armário no momento em que tivesse chance.
— Oliver! Espera aí! — a voz estridente de Zip ecoou pelo corredor.
Oliver parou e se virou, vendo Zip e Edward correndo em sua direção. Edward ajustava os óculos, enquanto Zip parecia ter acabado de pregar uma peça em algum infeliz do primeiro ano.
— O que foi agora? — Oliver perguntou, a voz abafada pelo pedaço de sabonete. — Se for sobre o projeto de ciências, eu já disse que o Edward faz a maior parte.
— Não é isso, seu tonto — Zip riu, cutucando o braço de lápis de Oliver. — A Miss Circle está de mau humor hoje. É melhor você não ser pego comendo isso no meio da aula dela de novo.
— Ela que tente me impedir — Oliver deu de ombros, exibindo um sorriso travesso que destacava a marca de "A+" em seu cabelo. — Vejo vocês na cantina em dez minutos. Vou só passar no meu armário para pegar um caderno.
Ele se despediu dos amigos com um aceno e seguiu pelo corredor mais isolado, onde os armários pareciam mais velhos e a iluminação falhava constantemente. Oliver não tinha medo; ele era o valentão, o provocador. O que poderia acontecer com ele?
Ao parar diante de seu armário, algo pareceu estranho. Uma leve névoa rosada escapava pelas frestas do metal frio. Antes que ele pudesse raciocinar, a porta do armário se escancarou violentamente.
— Mas o que diabo... — Oliver não conseguiu terminar a frase.
Vários tentáculos grossos, de um tom rosa vibrante e textura viscosa, dispararam de dentro da escuridão do armário. Eles se envolveram em torno de sua cintura e de seu braço de lápis com uma força descomunal. Com um puxão seco, Oliver foi tragado para dentro do espaço apertado, e a porta se fechou com um estrondo metálico, trancando-o no escuro.
Lá dentro, o espaço parecia milagrosamente maior, mas estava preenchido por aquela massa orgânica e pulsante. Oliver sentiu o pânico subir pela garganta.
— Me solta! Que porcaria é essa?! — ele gritou, tentando usar a ponta de seu braço de lápis para furar os tentáculos, mas a substância era elástica e absorvia seus golpes.
Ele sentiu os tentáculos se movendo com uma inteligência própria. Eles eram quentes e emanavam um cheiro doce, quase como o sabonete que ele tanto amava. O susto inicial deu lugar a uma confusão sensorial quando ele sentiu as pontas finas das criaturas se esgueirarem por baixo de sua bermuda branca.
— Ei! Parem com isso! — Oliver exclamou, o rosto ardendo em um tom carmesim que rivalizava com a marca em seu cabelo.
Os tentáculos não ouviram. Com uma precisão quase cirúrgica, eles puxaram sua bermuda para baixo, expondo sua intimidade ao frio úmido do armário. Oliver tentou se debater, mas estava completamente imobilizado contra a parede interna. Ele sentiu uma ponta úmida e insistente pressionar a entrada de sua vagina, explorando as dobras sensíveis com uma curiosidade invasiva.
— Não... por favor... — ele murmurou, a voz falhando. — Eu vou contar para a Miss Circle... eu vou... ah!
Um dos tentáculos penetrou-o de uma vez. A sensação foi um choque térmico e físico que fez Oliver arquear as costas, os olhos se arregalando enquanto ele perdia o ar. Era uma invasão, sim, mas havia algo na textura daqueles tentáculos que começou a trair seu próprio corpo. Eles se moviam lá dentro com uma suavidade rítmica, massageando pontos que Oliver mal sabia que existiam.
— Eu odeio isso... eu odeio... — ele tentava dizer, mas o tom estressado de sua voz estava começando a se transformar em algo mais agudo, mais trêmulo.
Outro tentáculo se enrolou em suas coxas, abrindo-as mais, enquanto um terceiro subia por seu peito, apertando seus mamilos através da camisa preta. Oliver sentiu uma onda de calor percorrer sua espinha. O medo estava sendo substituído por uma névoa de prazer avassaladora. Ele tentou resistir, mordendo o lábio inferior até quase sangrar, mas o movimento constante dentro dele era demais.
— Ah... hummm... — o primeiro gemido escapou, e ele odiou o som de sua própria luxúria.
Os tentáculos pareceram vibrar em resposta ao seu som, aumentando a velocidade e a intensidade. Oliver sentia-se preenchido, dominado por aquela massa rosa que parecia conhecer cada centímetro de sua sensibilidade. Ele começou a perder a noção de onde ele terminava e onde as criaturas começavam. Sua cabeça pendeu para trás, batendo levemente no metal, e seus olhos ficaram nublados.
— Mais... — ele sussurrou, a vontade própria sendo quebrada pela euforia química que inundava seu cérebro. — Por favor, não para...
Ele estava apaixonado pela sensação. O ódio e o estresse haviam evaporado, restando apenas um desejo ardente de se fundir àquela estranha anomalia. Ele se entregou completamente, movendo os quadris contra os tentáculos, buscando mais profundidade, mais contato. O armário estava abafado, cheio de seus próprios gemidos e do som úmido da fricção.
Quando o ápice finalmente veio, foi como uma explosão de cores atrás de suas pálpebras. Oliver gritou, o corpo inteiro tremendo violentamente enquanto os tentáculos liberavam uma substância quente e espessa dentro dele, preenchendo-o completamente até transbordar.
...
O sol da manhã seguinte entrava pelas janelas altas da Academia Paper, lançando sombras longas no corredor. Edward e Zip estavam parados perto dos armários, visivelmente preocupados.
— Ele não voltou para o dormitório ontem à noite — comentou Edward, limpando os óculos nervosamente. — Você acha que a Miss Bloomie pegou ele fazendo alguma besteira?
— Oliver sabe se cuidar, mas isso é estranho até para ele — Zip respondeu, cruzando os braços.
De repente, o armário de Oliver rangeu. A porta se abriu lentamente, revelando uma figura que parecia ter passado por um furacão.
Oliver saiu tropeçando, as pernas bambas e o cabelo branco, antes impecável, agora uma bagunça de nós e mechas arrepiadas. Suas mãos estavam pressionadas contra a virilha, tentando inutilmente esconder as manchas úmidas e esbranquiçadas que cobriam sua bermuda branca e escorriam por suas meias. O cheiro de sêmen e sabonete floral pairava no ar ao redor dele.
Edward e Zip ficaram paralisados, as bocas abertas em choque total.
— Oliver? — Zip finalmente conseguiu falar, a voz falhando. — Cara... o que aconteceu com você?
Oliver olhou para eles, os olhos ainda um pouco desfocados, mas com um brilho estranho e satisfeito que eles nunca tinham visto antes. Ele soltou um riso curto e trêmulo, mas não conseguiu manter a postura por muito tempo, apoiando-se na parede para não cair.
— Eu... — ele começou, mas parou, sentindo o líquido ainda escorrer por suas pernas. — Eu acho que encontrei um novo lanche favorito.
Edward e Zip se entreolharam, sem saber se chamavam um médico ou se fugiam. Oliver apenas continuou ali, segurando-se, com um sorriso sonhador que dizia que, apesar do estado deplorável, ele voltaria para aquele armário no momento em que tivesse chance.
