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Fanfic
Fandom: Enola Holmes
Criado: 09/07/2026
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RomancePWP (Enredo? Que enredo?)História DomésticaLinguagem ExplícitaFatias de VidaFofuraAlmas GêmeasCenário CanônicoLirismoProsa RoxaUA (Universo Alternativo)RealismoHistóricoDetetiveEstudo de Personagem
O Alvorecer da Adoração
A luz pálida da manhã londrina filtrava-se pelas cortinas de linho pesado, banhando o quarto em tons de âmbar e ouro. O silêncio da casa era quebrado apenas pelo som rítmico da respiração de Louis, um som que S/n aprendera a amar mais do que qualquer melodia. Ela abriu os olhos lentamente, sentindo o calor do corpo dele ao seu lado, uma presença constante e sólida que ancorava sua alma.
Louis Partridge não era apenas o homem que o mundo admirava; para ela, ele era um santuário de ternura e força. S/n moveu-se ligeiramente, observando-o dormir. A pele branca dele parecia brilhar sob a claridade matinal. Ela traçou, com a ponta dos dedos, a linha do maxilar bem definido até chegar àquela covinha característica no queixo, um detalhe que sempre a fazia sorrir. Ele era alto, e mesmo deitado, sua estatura era imponente, com músculos esculpidos sem exagero, resultado de uma vida ativa e de uma saúde vigorosa.
Sentindo o toque suave, Louis despertou. Seus olhos encontraram os dela com uma intensidade que sempre tirava o fôlego de S/n. Não havia sono ali, apenas uma adoração imediata e profunda.
— Bom dia, meu amor — sussurrou ele, a voz rouca pelo sono, esticando o braço para puxá-la para mais perto.
— Bom dia — respondeu ela, perdendo-se no abraço carinhoso.
O beijo que se seguiu foi lento, um reconhecimento de almas que se pertenciam. A mão de S/n desceu pelo peito largo dele, sentindo os batimentos cardíacos acelerados. Ela explorou o abdômen definido, cada músculo reagindo ao seu toque como se estivessem vivos. Sua mão continuou a descida, fascinada pela linha da virilha atrativa que levava ao centro do desejo dele.
Ao tocá-lo, ela sentiu a pulsação quente e firme. O pênis de Louis, pulsante de vida e calor, fez com que uma onda de eletricidade percorresse o corpo de S/n. Ela sentiu seu próprio ventre contrair-se em resposta imediata, uma umidade doce e acolhedora começando a florescer entre suas coxas.
— Você é perfeito — murmurou ela, os olhos castanhos brilhando de admiração.
Louis soltou um gemido baixo, fechando os olhos por um momento enquanto desfrutava das carícias dela. Ele então se posicionou sobre ela, sustentando o peso nos braços fortes, olhando para S/n como se ela fosse uma divindade terrena. Seus dedos longos e respeitosos começaram a descobrir o corpo dela, desvelando a beleza que ele nunca se cansava de contemplar.
Ele beijou seus ombros, descendo para os seios doces e redondos. Louis os admirou com uma reverência quase religiosa antes de tomar um mamilo entre os lábios, explorando-o com a língua até que S/n arqueasse as costas, soltando um suspiro longo.
— S/n... você não tem ideia do que faz comigo — disse ele, a voz carregada de paixão.
Ele continuou sua exploração, beijando o ventre liso e macio dela, sentindo a pele de seda sob seus lábios. Quando suas mãos finalmente encontraram a vulva dela, Louis parou por um segundo, maravilhado. Estava quente, doce, e já derramava o mel que indicava o quanto ela o desejava. O contato fez com que ele pulsasse ainda mais, uma necessidade urgente de união clamando em seu sangue.
— Eu amo cada detalhe seu — continuou Louis, olhando-a nos olhos enquanto seus dedos brincavam suavemente com ela, provocando ondas de prazer que faziam S/n tremer.
— Louis, por favor... — pediu ela, as mãos agarrando os ombros musculosos dele, as unhas cravando-se levemente na pele clara.
Ele se encaixou entre as pernas dela, sentindo o calor mútuo. O olhar que trocaram naquele momento era de entrega total. Não era apenas desejo carnal; era uma adoração mútua, um respeito profundo que se manifestava em cada movimento.
— Eu sou seu — declarou ele, antes de se unir a ela em um movimento fluido e firme.
S/n soltou um gemido agudo, sentindo-se preenchida e completa. O calor dele dentro dela era como um sol que nascia em seu interior. Eles começaram a se mover em um ritmo que só eles conheciam, uma dança de pele e suor, de suspiros e promessas silenciosas.
A cada estocada, S/n sentia as paredes internas de seu corpo reagirem, enviando choques de prazer por toda a sua espinha. Ela via Louis acima dela, o rosto transfigurado pelo prazer, os músculos dos braços e do peito tensos pelo esforço e pela emoção. Ele era alto, forte, e naquele momento, inteiramente dela.
— Olhe para mim, S/n — pediu ele, a voz falhando. — Quero ver você.
Ela abriu os olhos, encarando a imensidão do amor dele. O clímax começou a se formar como uma tempestade no horizonte, uma pressão doce que pedia para ser liberada. S/n sentiu o calor subir por suas pernas, concentrando-se em seu ventre, até que o mundo ao redor desapareceu.
— Louis! — gritou ela, quando a explosão finalmente veio.
Suas paredes internas contraíram-se em espasmos rítmicos e intensos, envolvendo-o em uma onda de calor avassaladora. Ao sentir a reação dela, Louis perdeu o último resquício de controle. Com um gemido profundo que reverberou no peito de S/n, ele se derramou dentro dela, sentindo seu sêmen quente unir-se à doçura dela, selando a união de seus corpos.
Eles ficaram ali por longos minutos, os corações batendo em uníssono, a respiração voltando ao normal lentamente. Louis deitou-se ao lado dela, puxando o lençol para cobri-los, mas mantendo-a colada ao seu peito.
— Você está bem? — perguntou ele, beijando o topo da cabeça dela.
— Estou maravilhosa — respondeu S/n, aninhando-se no pescoço dele. — Nunca me senti tão amada.
— E você nunca deixará de ser — prometeu Louis, a mão acariciando as curvas do quadril dela com uma ternura infinita. — Cada manhã com você é um presente que eu nunca achei que mereceria.
S/n sorriu, sentindo a sinceridade nas palavras dele. Ela olhou para o teto, sentindo o resquício do calor dele ainda dentro de si, e soube que, não importava o que o futuro em Londres reservasse para eles, aquele quarto seria sempre o seu pequeno universo de adoração e paz.
— Eu te amo, Louis — sussurrou ela, fechando os olhos novamente, pronta para dormir mais alguns minutos sob a proteção dos braços dele.
— Eu te amo mais do que as palavras podem dizer, minha S/n — respondeu ele, apertando-a um pouco mais, antes de também se deixar levar pelo cansaço doce e satisfeito da manhã.
Louis Partridge não era apenas o homem que o mundo admirava; para ela, ele era um santuário de ternura e força. S/n moveu-se ligeiramente, observando-o dormir. A pele branca dele parecia brilhar sob a claridade matinal. Ela traçou, com a ponta dos dedos, a linha do maxilar bem definido até chegar àquela covinha característica no queixo, um detalhe que sempre a fazia sorrir. Ele era alto, e mesmo deitado, sua estatura era imponente, com músculos esculpidos sem exagero, resultado de uma vida ativa e de uma saúde vigorosa.
Sentindo o toque suave, Louis despertou. Seus olhos encontraram os dela com uma intensidade que sempre tirava o fôlego de S/n. Não havia sono ali, apenas uma adoração imediata e profunda.
— Bom dia, meu amor — sussurrou ele, a voz rouca pelo sono, esticando o braço para puxá-la para mais perto.
— Bom dia — respondeu ela, perdendo-se no abraço carinhoso.
O beijo que se seguiu foi lento, um reconhecimento de almas que se pertenciam. A mão de S/n desceu pelo peito largo dele, sentindo os batimentos cardíacos acelerados. Ela explorou o abdômen definido, cada músculo reagindo ao seu toque como se estivessem vivos. Sua mão continuou a descida, fascinada pela linha da virilha atrativa que levava ao centro do desejo dele.
Ao tocá-lo, ela sentiu a pulsação quente e firme. O pênis de Louis, pulsante de vida e calor, fez com que uma onda de eletricidade percorresse o corpo de S/n. Ela sentiu seu próprio ventre contrair-se em resposta imediata, uma umidade doce e acolhedora começando a florescer entre suas coxas.
— Você é perfeito — murmurou ela, os olhos castanhos brilhando de admiração.
Louis soltou um gemido baixo, fechando os olhos por um momento enquanto desfrutava das carícias dela. Ele então se posicionou sobre ela, sustentando o peso nos braços fortes, olhando para S/n como se ela fosse uma divindade terrena. Seus dedos longos e respeitosos começaram a descobrir o corpo dela, desvelando a beleza que ele nunca se cansava de contemplar.
Ele beijou seus ombros, descendo para os seios doces e redondos. Louis os admirou com uma reverência quase religiosa antes de tomar um mamilo entre os lábios, explorando-o com a língua até que S/n arqueasse as costas, soltando um suspiro longo.
— S/n... você não tem ideia do que faz comigo — disse ele, a voz carregada de paixão.
Ele continuou sua exploração, beijando o ventre liso e macio dela, sentindo a pele de seda sob seus lábios. Quando suas mãos finalmente encontraram a vulva dela, Louis parou por um segundo, maravilhado. Estava quente, doce, e já derramava o mel que indicava o quanto ela o desejava. O contato fez com que ele pulsasse ainda mais, uma necessidade urgente de união clamando em seu sangue.
— Eu amo cada detalhe seu — continuou Louis, olhando-a nos olhos enquanto seus dedos brincavam suavemente com ela, provocando ondas de prazer que faziam S/n tremer.
— Louis, por favor... — pediu ela, as mãos agarrando os ombros musculosos dele, as unhas cravando-se levemente na pele clara.
Ele se encaixou entre as pernas dela, sentindo o calor mútuo. O olhar que trocaram naquele momento era de entrega total. Não era apenas desejo carnal; era uma adoração mútua, um respeito profundo que se manifestava em cada movimento.
— Eu sou seu — declarou ele, antes de se unir a ela em um movimento fluido e firme.
S/n soltou um gemido agudo, sentindo-se preenchida e completa. O calor dele dentro dela era como um sol que nascia em seu interior. Eles começaram a se mover em um ritmo que só eles conheciam, uma dança de pele e suor, de suspiros e promessas silenciosas.
A cada estocada, S/n sentia as paredes internas de seu corpo reagirem, enviando choques de prazer por toda a sua espinha. Ela via Louis acima dela, o rosto transfigurado pelo prazer, os músculos dos braços e do peito tensos pelo esforço e pela emoção. Ele era alto, forte, e naquele momento, inteiramente dela.
— Olhe para mim, S/n — pediu ele, a voz falhando. — Quero ver você.
Ela abriu os olhos, encarando a imensidão do amor dele. O clímax começou a se formar como uma tempestade no horizonte, uma pressão doce que pedia para ser liberada. S/n sentiu o calor subir por suas pernas, concentrando-se em seu ventre, até que o mundo ao redor desapareceu.
— Louis! — gritou ela, quando a explosão finalmente veio.
Suas paredes internas contraíram-se em espasmos rítmicos e intensos, envolvendo-o em uma onda de calor avassaladora. Ao sentir a reação dela, Louis perdeu o último resquício de controle. Com um gemido profundo que reverberou no peito de S/n, ele se derramou dentro dela, sentindo seu sêmen quente unir-se à doçura dela, selando a união de seus corpos.
Eles ficaram ali por longos minutos, os corações batendo em uníssono, a respiração voltando ao normal lentamente. Louis deitou-se ao lado dela, puxando o lençol para cobri-los, mas mantendo-a colada ao seu peito.
— Você está bem? — perguntou ele, beijando o topo da cabeça dela.
— Estou maravilhosa — respondeu S/n, aninhando-se no pescoço dele. — Nunca me senti tão amada.
— E você nunca deixará de ser — prometeu Louis, a mão acariciando as curvas do quadril dela com uma ternura infinita. — Cada manhã com você é um presente que eu nunca achei que mereceria.
S/n sorriu, sentindo a sinceridade nas palavras dele. Ela olhou para o teto, sentindo o resquício do calor dele ainda dentro de si, e soube que, não importava o que o futuro em Londres reservasse para eles, aquele quarto seria sempre o seu pequeno universo de adoração e paz.
— Eu te amo, Louis — sussurrou ela, fechando os olhos novamente, pronta para dormir mais alguns minutos sob a proteção dos braços dele.
— Eu te amo mais do que as palavras podem dizer, minha S/n — respondeu ele, apertando-a um pouco mais, antes de também se deixar levar pelo cansaço doce e satisfeito da manhã.
