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fanfic 1
Fandom: sem famdom
Criado: 09/07/2026
Tags
OmegaversoSombrioRomancePsicológicoCiúmesAçãoDramaHistória DomésticaEstudo de PersonagemLinguagem ExplícitaUA (Universo Alternativo)FofuraAlmas Gêmeas
Marcas de Batom e Coleiras de Couro
O apartamento estava um caos absoluto, perfumado com uma mistura inebriante de lavanda, baunilha, jasmim e cereja. Roupas de grife estavam espalhadas pelos sofás de veludo, e o som de secadores de cabelo criava uma sinfonia de urgência.
— Maldição, onde está o meu gloss de morango? — exclamou Mateo, o ômega espanhol, revirando uma bolsa da Gucci enquanto tentava equilibrar o corpo roliço e macio em um pé só para calçar um tênis plataforma. — Se o Alejandro sentir que meus lábios estão secos, ele vai rosnar o jogo inteiro!
— Esquece o gloss, Mateo! — rebateu Yuki, o japonês, cujas bochechas redondas estavam levemente coradas pelo esforço de abotoar sua bermuda. — Alguém viu a minha coleira? A azul! Se eu aparecer sem ela, o Daiki vai achar que eu estou tentando declarar independência no meio da quadra da universidade.
No centro do quarto, o brasileiro Thiago tentava passar o delineador com mãos trêmulas. Ele era o mais risonho do grupo, com curvas generosas que faziam o uniforme de basquete tamanho GG — que ele usava como um vestido curto — subir perigosamente pelas coxas grossas. Nas costas da peça, o nome "CAIUS" brilhava em letras douradas, acompanhado pelo número 01.
— Relaxem, meninos. O ônibus da universidade rival quebrou no caminho, ganhamos dez minutos de bônus — disse Thiago, embora sua voz entregasse o nervosismo. — Mas só dez. Se chegarmos depois que eles entrarem em quadra, os lobos vão uivar de ódio.
— Dez minutos não são nada para a possessividade daqueles quatro — murmurou Julian, o francês, com seu sotaque elegante e melancólico. Ele estava sentado na beira da cama, lutando com o fecho de sua coleira de couro branco. — O meu Étienne já me mandou três mensagens perguntando se eu fui sequestrado ou se decidi fugir para Paris.
Os quatro amigos eram a personificação do conceito "adorável". Com seus 20 e 21 anos, eles desafiavam os padrões magros da universidade com suas silhuetas curvilíneas, gordinhas e extremamente bem cuidadas. Eram os tesouros protegidos dos quatro Alphas Primes mais temidos da instituição: os quadrigêmeos gregos da família Katsaros.
Os irmãos Katsaros — Caius, Daiki, Alejandro e Étienne — eram lendas vivas. Líderes da fraternidade Alpha Sigma, herdeiros de um império naval e as estrelas absolutas do time de basquete. Eles eram conhecidos pela conexão quase telepática que compartilhavam; onde um estava, os outros três orbitavam. E o mesmo valia para seus ômegas.
— Pronto! — Thiago exclamou, finalmente conseguindo fechar a coleira de couro verde-esmeralda em volta do próprio pescoço. No centro da peça, um pingente de prata exibia uma hidra de quatro cabeças. — Todos devidamente marcados. Vamos, antes que eles mandem a segurança do campus atrás de nós.
Eles saíram do apartamento em um turbilhão de perfumes e risadinhas nervosas. Cada um vestia uma variação do uniforme de basquete com o nome de seu respectivo Alpha. As peças eram largas, mas neles, acentuavam cada curva macia e cada movimento gracioso.
Ao chegarem ao ginásio da universidade, o som ensurdecedor da torcida já podia ser ouvido do lado de fora. O clima era de guerra. Era o jogo mais importante do semestre, mas para os quatro ômegas, o perigo real não estava no placar, e sim na intensidade dos olhares que os esperavam.
Eles entraram pela lateral da quadra, tentando ser discretos, o que era impossível. Onde quer que passassem, o aroma de ômegas bem cuidados e "pertencentes" atraía olhares de admiração e inveja.
No centro da quadra, aquecendo com uma intensidade brutal, estavam os quatro gigantes. Os quadrigêmeos Katsaros eram visualmente idênticos na estrutura — ombros largos, mandíbulas esculpidas em mármore e olhos que pareciam queimar com um fogo antigo —, mas suas auras eram distintas.
Caius, o líder nato, parou de quicar a bola no exato momento em que Thiago pisou no ginásio. Ele não precisou olhar; ele sentiu o cheiro de canela e açúcar que emanava de seu ômega brasileiro.
— Atrasados — rosnou Alejandro, o gêmeo responsável por Mateo, cruzando os braços poderosos. Seus músculos tencionaram sob a regata do time.
Os quatro ômegas caminharam até a beira da quadra, parando diante de seus respectivos parceiros. A diferença de tamanho era cômica e adorável; os Alphas eram torres de dominância, enquanto os ômegas eram pequenos, fofos e redondos, parecendo nuvens de doçura diante de tempestades iminentes.
Thiago aproximou-se de Caius, sentindo o calor irradiando do corpo do Alpha.
— Oi, Alfa... — sussurrou Thiago, olhando para cima com seus grandes olhos castanhos, tentando usar sua fofura como escudo. — O trânsito estava...
Caius deu um passo à frente, invadindo o espaço pessoal de Thiago. Ele inclinou o corpo, levando a mão grande e áspera até o pescoço do brasileiro, os dedos acariciando a borda da coleira de couro verde.
— O trânsito, Thiago? — A voz de Caius era um trovão baixo, apenas para os dois ouvirem. — Você sabe o que eu sinto quando não vejo você na arquibancada no momento em que entro em quadra. Meu lobo acha que alguém te tirou de mim.
— Ninguém me tiraria de você, Caius — disse Thiago, encostando a bochecha gordinha na mão do Alpha. — Eu sou todo seu. Olha, estou usando o seu número.
Caius apertou levemente a coleira, um gesto de posse que fez as pernas de Thiago tremerem.
— É bom que esteja. Se eu visse esse pescoço nu, eu pararia este jogo agora mesmo para marcar você na frente de todos esses betas.
Ao lado deles, o cenário se repetia com variações de intensidade. Daiki segurava Yuki pela cintura, as mãos quase dando a volta completa no corpo do japonês, enquanto Étienne cheirava o pescoço de Julian com uma fome que nada tinha a ver com esporte. Alejandro, por sua vez, limpava um borrão de gloss no canto da boca de Mateo com o polegar, o olhar fixo e possessivo.
— Vocês quatro são um problema — disse Alejandro, olhando para os irmãos. — Nossos ômegas acham que podem nos deixar esperando.
— Talvez devêssemos dar um castigo coletivo depois do jogo — sugeriu Daiki, seus olhos puxados brilhando com uma malícia perigosa enquanto Yuki se encolhia, corado, contra seu peito.
— Um castigo soa justo — concordou Étienne, a voz suave do francês carregada de uma promessa sombria. — Mas primeiro, temos que massacrar esse time rival por terem nos feito esperar tanto tempo devido ao atraso do ônibus deles. Se eles não tivessem quebrado, vocês estariam perdidos.
Os quatro Alphas se alinharam, uma parede intransponível de testosterona e poder Prime. Eles eram unidos, uma hidra de quatro cabeças que protegia seu território com ferocidade.
— Vão para seus lugares — ordenou Caius, dando um tapinha firme e possessivo na parte de trás da coxa de Thiago. — E não tirem os olhos de nós por um segundo sequer. Quero sentir a torcida de vocês em cada ponto que eu fizer.
— Sim, Alfa — responderam os quatro em coro, as vozes doces contrastando com o rugido da multidão que começava a vibrar com a entrada do time adversário.
Os ômegas subiram para a área VIP, reservada exclusivamente para eles. Sentaram-se nas poltronas de couro, ainda sentindo o formigamento do toque de seus parceiros.
— Ai, meu Deus — suspirou Mateo, abanando o rosto com as mãos. — O Alejandro estava exalando tanto feromônio que eu achei que ia desmaiar ali mesmo.
— O Daiki quase rasgou minha coleira — disse Yuki, ajustando o acessório azul. — Ele é tão controlador quando está prestes a jogar. Ele odeia quando eu não estou sob o campo de visão dele.
Julian olhou para baixo, onde os quatro irmãos Katsaros agora se reuniam no centro da quadra, batendo as mãos e compartilhando um grito de guerra que silenciou metade do ginásio.
— Eles são implacáveis — murmurou o francês. — Mas é por isso que os amamos, não é? Porque ninguém no mundo se atreveria a tocar em nós enquanto eles respirarem.
Thiago sorriu, observando Caius apontar para a arquibancada VIP antes de a bola subir. O Alpha Prime fez o sinal da hidra com a mão, um gesto que era apenas para eles.
— Eles são nossos monstros — disse Thiago, ajeitando o uniforme com o nome de Caius. — E nós somos a única coisa que consegue acalmá-los. Agora, vamos torcer, porque se eles perderem — o que é impossível —, a culpa vai ser do nosso atraso e o "castigo" vai ser dobrado.
— Bom — riu Mateo, ajeitando o cabelo. — Se o castigo for trancado no quarto com o Alejandro por um fim de semana inteiro... eu não me importaria de me atrasar mais vezes.
As risadas dos quatro amigos foram abafadas pelo apito inicial. O jogo começou com uma violência controlada e uma precisão cirúrgica. Os quadrigêmeos Katsaros não jogavam apenas basquete; eles dominavam o espaço, movendo-se como uma única entidade, movidos pelo desejo de impressionar e proteger os pequenos e fofos ômegas que os observavam com adoração lá de cima.
Ali, naquele ginásio, o mundo pertencia aos Alphas Primes, mas o coração deles pertencia inteiramente aos seus quatro gordinhos favoritos.
— Maldição, onde está o meu gloss de morango? — exclamou Mateo, o ômega espanhol, revirando uma bolsa da Gucci enquanto tentava equilibrar o corpo roliço e macio em um pé só para calçar um tênis plataforma. — Se o Alejandro sentir que meus lábios estão secos, ele vai rosnar o jogo inteiro!
— Esquece o gloss, Mateo! — rebateu Yuki, o japonês, cujas bochechas redondas estavam levemente coradas pelo esforço de abotoar sua bermuda. — Alguém viu a minha coleira? A azul! Se eu aparecer sem ela, o Daiki vai achar que eu estou tentando declarar independência no meio da quadra da universidade.
No centro do quarto, o brasileiro Thiago tentava passar o delineador com mãos trêmulas. Ele era o mais risonho do grupo, com curvas generosas que faziam o uniforme de basquete tamanho GG — que ele usava como um vestido curto — subir perigosamente pelas coxas grossas. Nas costas da peça, o nome "CAIUS" brilhava em letras douradas, acompanhado pelo número 01.
— Relaxem, meninos. O ônibus da universidade rival quebrou no caminho, ganhamos dez minutos de bônus — disse Thiago, embora sua voz entregasse o nervosismo. — Mas só dez. Se chegarmos depois que eles entrarem em quadra, os lobos vão uivar de ódio.
— Dez minutos não são nada para a possessividade daqueles quatro — murmurou Julian, o francês, com seu sotaque elegante e melancólico. Ele estava sentado na beira da cama, lutando com o fecho de sua coleira de couro branco. — O meu Étienne já me mandou três mensagens perguntando se eu fui sequestrado ou se decidi fugir para Paris.
Os quatro amigos eram a personificação do conceito "adorável". Com seus 20 e 21 anos, eles desafiavam os padrões magros da universidade com suas silhuetas curvilíneas, gordinhas e extremamente bem cuidadas. Eram os tesouros protegidos dos quatro Alphas Primes mais temidos da instituição: os quadrigêmeos gregos da família Katsaros.
Os irmãos Katsaros — Caius, Daiki, Alejandro e Étienne — eram lendas vivas. Líderes da fraternidade Alpha Sigma, herdeiros de um império naval e as estrelas absolutas do time de basquete. Eles eram conhecidos pela conexão quase telepática que compartilhavam; onde um estava, os outros três orbitavam. E o mesmo valia para seus ômegas.
— Pronto! — Thiago exclamou, finalmente conseguindo fechar a coleira de couro verde-esmeralda em volta do próprio pescoço. No centro da peça, um pingente de prata exibia uma hidra de quatro cabeças. — Todos devidamente marcados. Vamos, antes que eles mandem a segurança do campus atrás de nós.
Eles saíram do apartamento em um turbilhão de perfumes e risadinhas nervosas. Cada um vestia uma variação do uniforme de basquete com o nome de seu respectivo Alpha. As peças eram largas, mas neles, acentuavam cada curva macia e cada movimento gracioso.
Ao chegarem ao ginásio da universidade, o som ensurdecedor da torcida já podia ser ouvido do lado de fora. O clima era de guerra. Era o jogo mais importante do semestre, mas para os quatro ômegas, o perigo real não estava no placar, e sim na intensidade dos olhares que os esperavam.
Eles entraram pela lateral da quadra, tentando ser discretos, o que era impossível. Onde quer que passassem, o aroma de ômegas bem cuidados e "pertencentes" atraía olhares de admiração e inveja.
No centro da quadra, aquecendo com uma intensidade brutal, estavam os quatro gigantes. Os quadrigêmeos Katsaros eram visualmente idênticos na estrutura — ombros largos, mandíbulas esculpidas em mármore e olhos que pareciam queimar com um fogo antigo —, mas suas auras eram distintas.
Caius, o líder nato, parou de quicar a bola no exato momento em que Thiago pisou no ginásio. Ele não precisou olhar; ele sentiu o cheiro de canela e açúcar que emanava de seu ômega brasileiro.
— Atrasados — rosnou Alejandro, o gêmeo responsável por Mateo, cruzando os braços poderosos. Seus músculos tencionaram sob a regata do time.
Os quatro ômegas caminharam até a beira da quadra, parando diante de seus respectivos parceiros. A diferença de tamanho era cômica e adorável; os Alphas eram torres de dominância, enquanto os ômegas eram pequenos, fofos e redondos, parecendo nuvens de doçura diante de tempestades iminentes.
Thiago aproximou-se de Caius, sentindo o calor irradiando do corpo do Alpha.
— Oi, Alfa... — sussurrou Thiago, olhando para cima com seus grandes olhos castanhos, tentando usar sua fofura como escudo. — O trânsito estava...
Caius deu um passo à frente, invadindo o espaço pessoal de Thiago. Ele inclinou o corpo, levando a mão grande e áspera até o pescoço do brasileiro, os dedos acariciando a borda da coleira de couro verde.
— O trânsito, Thiago? — A voz de Caius era um trovão baixo, apenas para os dois ouvirem. — Você sabe o que eu sinto quando não vejo você na arquibancada no momento em que entro em quadra. Meu lobo acha que alguém te tirou de mim.
— Ninguém me tiraria de você, Caius — disse Thiago, encostando a bochecha gordinha na mão do Alpha. — Eu sou todo seu. Olha, estou usando o seu número.
Caius apertou levemente a coleira, um gesto de posse que fez as pernas de Thiago tremerem.
— É bom que esteja. Se eu visse esse pescoço nu, eu pararia este jogo agora mesmo para marcar você na frente de todos esses betas.
Ao lado deles, o cenário se repetia com variações de intensidade. Daiki segurava Yuki pela cintura, as mãos quase dando a volta completa no corpo do japonês, enquanto Étienne cheirava o pescoço de Julian com uma fome que nada tinha a ver com esporte. Alejandro, por sua vez, limpava um borrão de gloss no canto da boca de Mateo com o polegar, o olhar fixo e possessivo.
— Vocês quatro são um problema — disse Alejandro, olhando para os irmãos. — Nossos ômegas acham que podem nos deixar esperando.
— Talvez devêssemos dar um castigo coletivo depois do jogo — sugeriu Daiki, seus olhos puxados brilhando com uma malícia perigosa enquanto Yuki se encolhia, corado, contra seu peito.
— Um castigo soa justo — concordou Étienne, a voz suave do francês carregada de uma promessa sombria. — Mas primeiro, temos que massacrar esse time rival por terem nos feito esperar tanto tempo devido ao atraso do ônibus deles. Se eles não tivessem quebrado, vocês estariam perdidos.
Os quatro Alphas se alinharam, uma parede intransponível de testosterona e poder Prime. Eles eram unidos, uma hidra de quatro cabeças que protegia seu território com ferocidade.
— Vão para seus lugares — ordenou Caius, dando um tapinha firme e possessivo na parte de trás da coxa de Thiago. — E não tirem os olhos de nós por um segundo sequer. Quero sentir a torcida de vocês em cada ponto que eu fizer.
— Sim, Alfa — responderam os quatro em coro, as vozes doces contrastando com o rugido da multidão que começava a vibrar com a entrada do time adversário.
Os ômegas subiram para a área VIP, reservada exclusivamente para eles. Sentaram-se nas poltronas de couro, ainda sentindo o formigamento do toque de seus parceiros.
— Ai, meu Deus — suspirou Mateo, abanando o rosto com as mãos. — O Alejandro estava exalando tanto feromônio que eu achei que ia desmaiar ali mesmo.
— O Daiki quase rasgou minha coleira — disse Yuki, ajustando o acessório azul. — Ele é tão controlador quando está prestes a jogar. Ele odeia quando eu não estou sob o campo de visão dele.
Julian olhou para baixo, onde os quatro irmãos Katsaros agora se reuniam no centro da quadra, batendo as mãos e compartilhando um grito de guerra que silenciou metade do ginásio.
— Eles são implacáveis — murmurou o francês. — Mas é por isso que os amamos, não é? Porque ninguém no mundo se atreveria a tocar em nós enquanto eles respirarem.
Thiago sorriu, observando Caius apontar para a arquibancada VIP antes de a bola subir. O Alpha Prime fez o sinal da hidra com a mão, um gesto que era apenas para eles.
— Eles são nossos monstros — disse Thiago, ajeitando o uniforme com o nome de Caius. — E nós somos a única coisa que consegue acalmá-los. Agora, vamos torcer, porque se eles perderem — o que é impossível —, a culpa vai ser do nosso atraso e o "castigo" vai ser dobrado.
— Bom — riu Mateo, ajeitando o cabelo. — Se o castigo for trancado no quarto com o Alejandro por um fim de semana inteiro... eu não me importaria de me atrasar mais vezes.
As risadas dos quatro amigos foram abafadas pelo apito inicial. O jogo começou com uma violência controlada e uma precisão cirúrgica. Os quadrigêmeos Katsaros não jogavam apenas basquete; eles dominavam o espaço, movendo-se como uma única entidade, movidos pelo desejo de impressionar e proteger os pequenos e fofos ômegas que os observavam com adoração lá de cima.
Ali, naquele ginásio, o mundo pertencia aos Alphas Primes, mas o coração deles pertencia inteiramente aos seus quatro gordinhos favoritos.
