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Stray kids
Fandom: Stray kids
Criado: 09/07/2026
Tags
RomanceFatias de VidaCenário CanônicoLinguagem ExplícitaPWP (Enredo? Que enredo?)Estudo de PersonagemFofuraHumorHistória Doméstica
Ritmo, Suor e Atrevimento
O ar dentro da sala de ensaio da JYP estava denso, carregado com o cheiro metálico de suor e o calor emanando de nove corpos em movimento constante. A música "God's Menu" ecoava pelas paredes espelhadas, as batidas graves fazendo o chão vibrar sob os pés dos membros do Stray Kids.
No centro da formação, Cauã se movia com uma precisão técnica que contrastava com sua expressão séria. Seus cabelos pretos e ondulados estavam grudados na testa, e seus olhos verdes, uma raridade que sempre fascinava as STAYs, brilhavam com uma intensidade focada sob as luzes fortes do teto. Ele era ligeiramente mais baixo que Hyunjin, mas sua presença de palco era massiva, impulsionada por ombros largos e braços definidos que denunciavam as horas extras na academia.
Quando a música finalmente parou, o silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som de respirações ofegantes.
— Ok, por hoje deu... — ofegou Bang Chan, apoiando as mãos nos joelhos, o suor pingando da ponta de seu nariz. — Foi um bom ensaio, pessoal.
Cauã caminhou até o canto da sala para pegar sua garrafa de água. Ele sentia o tecido da camisa de algodão grudado em suas costas, uma sensação desconfortável, mas familiar. Antes que pudesse levar a garrafa aos lábios, sentiu um impacto estalado e dolorido em sua nádega direita.
— Belo trabalho, Cauãzinho! — exclamou Han, passando por ele com um sorriso travesso, a mão ainda no ar após o tapa sonoro que acabara de desferir.
Cauã nem sequer piscou, apenas deu um gole longo na água antes de se virar com um olhar semicerrado.
— Você está pedindo por um troco, Jisung — disse Cauã, sua voz profunda e calma, mas com aquele tom de aviso que todos sabiam ser metade brincadeira e metade promessa.
— Ah, para com isso! — Hyunjin se aproximou, jogando um braço sobre os ombros de Cauã. O dançarino estava tão suado quanto os outros, mas ainda mantinha aquela aura etérea. — Você sabe que a gente não resiste. Esse novo treino de pernas está dando resultado, hein?
Hyunjin não perdeu tempo e, com a intimidade de quem vivia grudado no nono membro há anos, deu um aperto firme na coxa de Cauã, rindo quando o moreno tentou se desvencilhar.
— Sai pra lá, Hyunjin! Você está ensopado — reclamou Cauã, embora um sorriso estivesse começando a brincar nos cantos de sua boca.
— Estamos todos ensopados — rebateu Lee Know, surgindo do nada como um gato silencioso. Ele olhou para Cauã de cima a baixo com aquele olhar enigmático que sempre precedia alguma travessura. — Na verdade, acho que o Cauã está precisando de uma inspeção de qualidade.
— Inspeção de quê? — perguntou Cauã, arqueando uma sobrancelha.
Antes que pudesse reagir, Lee Know e Felix se aproximaram. Felix, com sua voz de trovão e sorriso de anjo, segurou Cauã pelos ombros, enquanto Lee Know, sem aviso prévio, retribuiu o tapa que Han havia dado antes, mas desta vez com muito mais força e precisão.
— Ei! — Cauã protestou, rindo agora enquanto tentava se defender. — Isso é motim?
— É apreciação técnica — corrigiu Changbin, aproximando-se com os braços cruzados, exibindo seus músculos. — A gente trabalha duro, a gente brinca duro. E você, Cauã, é o alvo mais fácil hoje porque tentou ser o "sério" durante toda a coreografia.
O clima na sala mudou de cansaço para uma energia caótica e carregada. A intimidade entre os nove era algo que ultrapassava o profissionalismo; eram irmãos, mas irmãos que não tinham Filtro ou senso de espaço pessoal.
Cauã, vendo que estava cercado, decidiu que não seria apenas a vítima. Ele deixou a garrafa de água no chão e se virou para Felix, que ainda o segurava. Com um movimento rápido, Cauã o puxou pela cintura, trazendo o australiano para perto e dando um tapa certeiro em sua bunda, fazendo Felix soltar um grito agudo de surpresa.
— Toma essa, Lixie — zombou Cauã, piscando um dos olhos verdes.
— Oh! Guerra! — gritou Seungmin do outro lado da sala, abandonando sua habitual calma para se juntar ao tumulto.
Em questão de segundos, o ensaio sério se transformou em uma perseguição lúdica. I.N tentava se esconder atrás de Bang Chan, mas foi pego por Cauã, que não teve piedade em dar um peteleco na orelha do mais novo e um tapa na bunda logo em seguida.
— Até você, Cauã-hyung? — reclamou o maknae, fazendo beicinho.
— Ninguém está a salvo hoje, Jeongin — respondeu Cauã, limpando o suor da testa com as costas da mão.
A brincadeira continuou até que todos estivessem jogados no chão, rindo e tentando recuperar o fôlego. Cauã estava sentado com as costas encostadas no espelho, as pernas esticadas. Hyunjin se arrastou até ele e deitou a cabeça em seu colo, sem se importar com o suor mútuo.
— Sabe... — começou Hyunjin, olhando para Cauã de baixo para cima — ...as fãs iam ter um colapso se vissem como a gente se comporta aqui dentro.
— Elas sabem que somos loucos — disse Cauã, passando os dedos pelos fios loiros de Hyunjin, desembaraçando-os. — Mas talvez essa parte de "bater na bunda" seja um segredo que devemos guardar para o bem da sanidade delas.
— Ou não — interveio Bang Chan, sentando-se ao lado deles. — Às vezes eu acho que o STAY é mais pervertido que a gente.
— Impossível — afirmou Lee Know, que estava sentado em cima das costas de um Han Jisung quase sem vida. — Eu sou o ápice da falta de vergonha.
Cauã soltou uma risada curta e anasalada. Ele olhou para seus companheiros, sentindo uma onda de afeto. Ele era o nono membro, aquele que muitos pensaram que teria dificuldade em se encaixar, mas ali estava ele: o porto seguro e, ao mesmo tempo, o cúmplice de todas as loucuras.
— O que foi? — perguntou Hyunjin, percebendo o olhar intenso de Cauã. — Ficou sério de novo?
— Só pensando que eu não trocaria esse bando de idiotas por nada — admitiu Cauã, sua voz suave.
— Ah, que fofo! — exclamou Han, conseguindo se livrar de Lee Know e pulando em cima de Cauã e Hyunjin. — Abraço em grupo!
Em um instante, todos os nove estavam amontoados em um abraço coletivo desajeitado e úmido no chão da sala de ensaio. Entre risadas e reclamações sobre o cheiro de suor, mãos continuavam a "atacar" discretamente. Cauã sentiu pelo menos três tapas diferentes em suas coxas e nádegas durante o abraço, e ele fez questão de retribuir em quem quer que estivesse ao alcance de suas mãos fortes.
— Ok, ok! — gritou Bang Chan, rindo. — Banho! Agora! Se ficarmos mais tempo aqui, vamos criar uma nova forma de vida com tanto suor.
Um a um, eles foram se levantando. Cauã ajudou Hyunjin a ficar de pé, recebendo um aperto de agradecimento no braço que durou um pouco mais do que o necessário.
Enquanto caminhavam para o vestiário, o clima de provocação não diminuiu. Cauã caminhava na frente, sentindo o olhar dos outros em suas costas. Ele sabia que sua constituição física chamava atenção, e ele gostava de provocar de volta. Ele parou na porta do vestiário e olhou por cima do ombro, um sorriso ladino nos lábios.
— O último a chegar no chuveiro vai ter que pagar o jantar de todo mundo — anunciou Cauã.
— Nem pensar! — gritou Changbin, já começando a correr.
No caos que se seguiu para entrar no vestiário, Cauã sentiu uma mão firme puxá-lo para trás pelo cós da calça de moletom, apenas o suficiente para desequilibrá-lo. Foi Lee Know, passando por ele com um piscar de olhos atrevido.
— Jantar por sua conta, Cauã — disse o dançarino principal, entrando no vestiário.
Cauã balançou a cabeça, rindo sozinho. Ele entrou no ambiente úmido, onde o som de chuveiros ligando e as vozes altas dos membros preenchiam o espaço. Ali, entre as paredes de azulejos e o vapor, a seriedade de Cauã desaparecia completamente, dando lugar ao homem que amava cada segundo daquela intimidade caótica e vibrante que só o Stray Kids possuía.
Ele tirou a camisa, revelando os músculos definidos das costas, e antes de entrar no box, sentiu mais um tapa rápido passar por ele.
— Te peguei de novo! — era a voz de Felix, sumindo atrás de uma cortina de chuveiro.
— Ah, vocês vão ver só amanhã no ensaio de coreografia — gritou Cauã, rindo enquanto ligava a água gelada. — Ninguém vai escapar dos meus contra-ataques!
A promessa de Cauã ficou pairando no ar, uma promessa que todos sabiam que ele cumpriria com prazer, mantendo o ciclo de amizade, suor e aquele toque de safadeza que tornava o grupo uma verdadeira família.
No centro da formação, Cauã se movia com uma precisão técnica que contrastava com sua expressão séria. Seus cabelos pretos e ondulados estavam grudados na testa, e seus olhos verdes, uma raridade que sempre fascinava as STAYs, brilhavam com uma intensidade focada sob as luzes fortes do teto. Ele era ligeiramente mais baixo que Hyunjin, mas sua presença de palco era massiva, impulsionada por ombros largos e braços definidos que denunciavam as horas extras na academia.
Quando a música finalmente parou, o silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som de respirações ofegantes.
— Ok, por hoje deu... — ofegou Bang Chan, apoiando as mãos nos joelhos, o suor pingando da ponta de seu nariz. — Foi um bom ensaio, pessoal.
Cauã caminhou até o canto da sala para pegar sua garrafa de água. Ele sentia o tecido da camisa de algodão grudado em suas costas, uma sensação desconfortável, mas familiar. Antes que pudesse levar a garrafa aos lábios, sentiu um impacto estalado e dolorido em sua nádega direita.
— Belo trabalho, Cauãzinho! — exclamou Han, passando por ele com um sorriso travesso, a mão ainda no ar após o tapa sonoro que acabara de desferir.
Cauã nem sequer piscou, apenas deu um gole longo na água antes de se virar com um olhar semicerrado.
— Você está pedindo por um troco, Jisung — disse Cauã, sua voz profunda e calma, mas com aquele tom de aviso que todos sabiam ser metade brincadeira e metade promessa.
— Ah, para com isso! — Hyunjin se aproximou, jogando um braço sobre os ombros de Cauã. O dançarino estava tão suado quanto os outros, mas ainda mantinha aquela aura etérea. — Você sabe que a gente não resiste. Esse novo treino de pernas está dando resultado, hein?
Hyunjin não perdeu tempo e, com a intimidade de quem vivia grudado no nono membro há anos, deu um aperto firme na coxa de Cauã, rindo quando o moreno tentou se desvencilhar.
— Sai pra lá, Hyunjin! Você está ensopado — reclamou Cauã, embora um sorriso estivesse começando a brincar nos cantos de sua boca.
— Estamos todos ensopados — rebateu Lee Know, surgindo do nada como um gato silencioso. Ele olhou para Cauã de cima a baixo com aquele olhar enigmático que sempre precedia alguma travessura. — Na verdade, acho que o Cauã está precisando de uma inspeção de qualidade.
— Inspeção de quê? — perguntou Cauã, arqueando uma sobrancelha.
Antes que pudesse reagir, Lee Know e Felix se aproximaram. Felix, com sua voz de trovão e sorriso de anjo, segurou Cauã pelos ombros, enquanto Lee Know, sem aviso prévio, retribuiu o tapa que Han havia dado antes, mas desta vez com muito mais força e precisão.
— Ei! — Cauã protestou, rindo agora enquanto tentava se defender. — Isso é motim?
— É apreciação técnica — corrigiu Changbin, aproximando-se com os braços cruzados, exibindo seus músculos. — A gente trabalha duro, a gente brinca duro. E você, Cauã, é o alvo mais fácil hoje porque tentou ser o "sério" durante toda a coreografia.
O clima na sala mudou de cansaço para uma energia caótica e carregada. A intimidade entre os nove era algo que ultrapassava o profissionalismo; eram irmãos, mas irmãos que não tinham Filtro ou senso de espaço pessoal.
Cauã, vendo que estava cercado, decidiu que não seria apenas a vítima. Ele deixou a garrafa de água no chão e se virou para Felix, que ainda o segurava. Com um movimento rápido, Cauã o puxou pela cintura, trazendo o australiano para perto e dando um tapa certeiro em sua bunda, fazendo Felix soltar um grito agudo de surpresa.
— Toma essa, Lixie — zombou Cauã, piscando um dos olhos verdes.
— Oh! Guerra! — gritou Seungmin do outro lado da sala, abandonando sua habitual calma para se juntar ao tumulto.
Em questão de segundos, o ensaio sério se transformou em uma perseguição lúdica. I.N tentava se esconder atrás de Bang Chan, mas foi pego por Cauã, que não teve piedade em dar um peteleco na orelha do mais novo e um tapa na bunda logo em seguida.
— Até você, Cauã-hyung? — reclamou o maknae, fazendo beicinho.
— Ninguém está a salvo hoje, Jeongin — respondeu Cauã, limpando o suor da testa com as costas da mão.
A brincadeira continuou até que todos estivessem jogados no chão, rindo e tentando recuperar o fôlego. Cauã estava sentado com as costas encostadas no espelho, as pernas esticadas. Hyunjin se arrastou até ele e deitou a cabeça em seu colo, sem se importar com o suor mútuo.
— Sabe... — começou Hyunjin, olhando para Cauã de baixo para cima — ...as fãs iam ter um colapso se vissem como a gente se comporta aqui dentro.
— Elas sabem que somos loucos — disse Cauã, passando os dedos pelos fios loiros de Hyunjin, desembaraçando-os. — Mas talvez essa parte de "bater na bunda" seja um segredo que devemos guardar para o bem da sanidade delas.
— Ou não — interveio Bang Chan, sentando-se ao lado deles. — Às vezes eu acho que o STAY é mais pervertido que a gente.
— Impossível — afirmou Lee Know, que estava sentado em cima das costas de um Han Jisung quase sem vida. — Eu sou o ápice da falta de vergonha.
Cauã soltou uma risada curta e anasalada. Ele olhou para seus companheiros, sentindo uma onda de afeto. Ele era o nono membro, aquele que muitos pensaram que teria dificuldade em se encaixar, mas ali estava ele: o porto seguro e, ao mesmo tempo, o cúmplice de todas as loucuras.
— O que foi? — perguntou Hyunjin, percebendo o olhar intenso de Cauã. — Ficou sério de novo?
— Só pensando que eu não trocaria esse bando de idiotas por nada — admitiu Cauã, sua voz suave.
— Ah, que fofo! — exclamou Han, conseguindo se livrar de Lee Know e pulando em cima de Cauã e Hyunjin. — Abraço em grupo!
Em um instante, todos os nove estavam amontoados em um abraço coletivo desajeitado e úmido no chão da sala de ensaio. Entre risadas e reclamações sobre o cheiro de suor, mãos continuavam a "atacar" discretamente. Cauã sentiu pelo menos três tapas diferentes em suas coxas e nádegas durante o abraço, e ele fez questão de retribuir em quem quer que estivesse ao alcance de suas mãos fortes.
— Ok, ok! — gritou Bang Chan, rindo. — Banho! Agora! Se ficarmos mais tempo aqui, vamos criar uma nova forma de vida com tanto suor.
Um a um, eles foram se levantando. Cauã ajudou Hyunjin a ficar de pé, recebendo um aperto de agradecimento no braço que durou um pouco mais do que o necessário.
Enquanto caminhavam para o vestiário, o clima de provocação não diminuiu. Cauã caminhava na frente, sentindo o olhar dos outros em suas costas. Ele sabia que sua constituição física chamava atenção, e ele gostava de provocar de volta. Ele parou na porta do vestiário e olhou por cima do ombro, um sorriso ladino nos lábios.
— O último a chegar no chuveiro vai ter que pagar o jantar de todo mundo — anunciou Cauã.
— Nem pensar! — gritou Changbin, já começando a correr.
No caos que se seguiu para entrar no vestiário, Cauã sentiu uma mão firme puxá-lo para trás pelo cós da calça de moletom, apenas o suficiente para desequilibrá-lo. Foi Lee Know, passando por ele com um piscar de olhos atrevido.
— Jantar por sua conta, Cauã — disse o dançarino principal, entrando no vestiário.
Cauã balançou a cabeça, rindo sozinho. Ele entrou no ambiente úmido, onde o som de chuveiros ligando e as vozes altas dos membros preenchiam o espaço. Ali, entre as paredes de azulejos e o vapor, a seriedade de Cauã desaparecia completamente, dando lugar ao homem que amava cada segundo daquela intimidade caótica e vibrante que só o Stray Kids possuía.
Ele tirou a camisa, revelando os músculos definidos das costas, e antes de entrar no box, sentiu mais um tapa rápido passar por ele.
— Te peguei de novo! — era a voz de Felix, sumindo atrás de uma cortina de chuveiro.
— Ah, vocês vão ver só amanhã no ensaio de coreografia — gritou Cauã, rindo enquanto ligava a água gelada. — Ninguém vai escapar dos meus contra-ataques!
A promessa de Cauã ficou pairando no ar, uma promessa que todos sabiam que ele cumpriria com prazer, mantendo o ciclo de amizade, suor e aquele toque de safadeza que tornava o grupo uma verdadeira família.
