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Minha Doce Putinha
Fandom: Dark romance
Criado: 09/07/2026
Tags
SombrioPsicológicoHorrorSuspensePedofiliaEstuproViolência GráficaLinguagem Explícita
O Silêncio das Sombras
A penumbra do quarto era interrompida apenas pela luz pálida do luar que filtrava através das cortinas entreabertas. Lia, encolhida sob os lençóis, sentiu o peso súbito no colchão antes mesmo de processar o movimento. Em um instante, o ar pareceu desaparecer. Duas figuras altas, cujos rostos estavam ocultos por máscaras inexpressivas de porcelana branca, a prensaram contra o colchão.
O medo inicial foi uma descarga elétrica que percorreu sua espinha. Ela tentou recuar, mas as mãos grandes e firmes dos homens a mantiveram no lugar. Eles não emitiam som algum. Nem um sussurro, nem um comando, nem mesmo o som da respiração pesada. O silêncio deles era absoluto e sufocante.
O primeiro mascarado segurou seus pulsos acima da cabeça com uma única mão, enquanto o segundo começou a despojá-la da camisola de algodão. Lia tremia, os olhos arregalados fixos nas órbitas vazias das máscaras. Ela era pequena, uma figura frágil de oito anos diante da imponência física daqueles estranhos que haviam invadido seu santuário sem explicação.
Sem qualquer preâmbulo ou hesitação, a exploração começou. As mãos dos homens eram ágeis e decididas. O segundo mascarado inclinou-se, o corpo pesado sobre as pernas dela, e começou a lamber sua intimidade com uma lentidão deliberada. A sensação da língua quente e úmida contra sua pele sensível provocou um choque em Lia.
Ela soltou um soluço baixo, as lágrimas começando a rolar pelo rosto infantil. O medo ainda estava lá, latente, mas algo novo começava a florescer sob a pressão daqueles corpos anônimos. Era uma sensação intensa, um calor que irradiava de onde a boca do homem trabalhava incansavelmente.
O mascarado que segurava seus braços soltou um dos pulsos para acariciar o rosto dela, limpando uma lágrima com o polegar enluvado, mas seus olhos permaneciam ocultos, frios e distantes atrás da porcelana. Ele se moveu, posicionando-se enquanto o outro continuava a devorá-la com o rosto entre suas coxas.
Lia fechou os olhos com força. O prazer começou a sobrepor-se ao terror. Ela soltou um gemido agudo, o corpo arqueando-se involuntariamente contra o colchão. A umidade da saliva dele se espalhava, e cada movimento da língua parecia extrair dela uma reação que ela não compreendia, mas que seu corpo aceitava com uma sede instintiva.
Eles agiam em perfeita sincronia, como se estivessem executando um ritual coreografado há muito tempo. O primeiro mascarado iniciou o ato sexual de forma direta. A dor inicial foi breve, logo substituída por uma plenitude avassaladora que fez Lia perder o fôlego. Ela chorava, mas as lágrimas agora eram de uma mistura confusa de agonia e êxtase.
— Por favor... — ela tentou murmurar, mas a voz morreu na garganta quando o ritmo deles se intensificou.
Nenhum dos dois respondeu. Eles eram máquinas de carne e desejo, mudos e implacáveis. O som no quarto limitava-se ao atrito dos corpos, ao estalar da saliva e aos soluços rítmicos da menina. Lia agarrou os lençóis, os dedos pequenos enterrando-se no tecido enquanto o segundo mascarado subia para beijar seu pescoço, deixando marcas avermelhadas na pele alva, enquanto o primeiro continuava o movimento dentro dela.
A pequena Lia sentia o mundo girar. O prazer era uma onda que a afogava, algo grande demais para seu tamanho, mas ela se agarrava a isso com uma necessidade desesperada. Ela amava o peso deles, a forma como a faziam sentir-se o centro de um universo sombrio e proibido. Cada estocada, cada lambida, cada toque silencioso alimentava uma chama que ela nunca soube que existia.
O tempo parecia ter parado. Não havia passado nem futuro, apenas aquele quarto, aquelas máscaras e a sensação avassaladora de ser possuída por sombras. O ápice veio como uma explosão de cores atrás de suas pálpebras cerradas. Lia gritou baixinho, o corpo tremendo em espasmos incontroláveis, enquanto os mascarados terminavam o que vieram buscar, mantendo o silêncio sepulcral até o último segundo.
Quando o movimento cessou, o silêncio retornou, ainda mais pesado do que antes. Lia ficou deitada, os membros pesados e a mente embaçada. Ela sentia o rastro da saliva esfriando em sua pele, o suor colando seu cabelo na testa.
Os dois homens se levantaram da cama com a mesma eficiência silenciosa com que haviam chegado. Eles não trocaram olhares, não proferiram despedidas. Simplesmente se vestiram e caminharam em direção à janela por onde haviam entrado.
Lia abriu os olhos minimamente, observando as silhuetas desaparecendo na escuridão da noite. Ela estava exausta, o corpo latejando com uma satisfação que a deixava anestesiada. O rastro de saliva escorria por sua coxa, brilhando sob a luz da lua.
Sem forças para se cobrir ou se mover, ela permaneceu nua sobre os lençóis revirados. O cansaço a envolveu como um manto pesado. Antes que o sono a levasse por completo, um último pensamento cruzou sua mente: a antecipação silenciosa de quando as sombras voltariam.
Lia adormeceu profundamente, uma pequena figura vulnerável e marcada, entregue ao vazio do quarto que agora voltava a pertencer apenas ao silêncio.
O medo inicial foi uma descarga elétrica que percorreu sua espinha. Ela tentou recuar, mas as mãos grandes e firmes dos homens a mantiveram no lugar. Eles não emitiam som algum. Nem um sussurro, nem um comando, nem mesmo o som da respiração pesada. O silêncio deles era absoluto e sufocante.
O primeiro mascarado segurou seus pulsos acima da cabeça com uma única mão, enquanto o segundo começou a despojá-la da camisola de algodão. Lia tremia, os olhos arregalados fixos nas órbitas vazias das máscaras. Ela era pequena, uma figura frágil de oito anos diante da imponência física daqueles estranhos que haviam invadido seu santuário sem explicação.
Sem qualquer preâmbulo ou hesitação, a exploração começou. As mãos dos homens eram ágeis e decididas. O segundo mascarado inclinou-se, o corpo pesado sobre as pernas dela, e começou a lamber sua intimidade com uma lentidão deliberada. A sensação da língua quente e úmida contra sua pele sensível provocou um choque em Lia.
Ela soltou um soluço baixo, as lágrimas começando a rolar pelo rosto infantil. O medo ainda estava lá, latente, mas algo novo começava a florescer sob a pressão daqueles corpos anônimos. Era uma sensação intensa, um calor que irradiava de onde a boca do homem trabalhava incansavelmente.
O mascarado que segurava seus braços soltou um dos pulsos para acariciar o rosto dela, limpando uma lágrima com o polegar enluvado, mas seus olhos permaneciam ocultos, frios e distantes atrás da porcelana. Ele se moveu, posicionando-se enquanto o outro continuava a devorá-la com o rosto entre suas coxas.
Lia fechou os olhos com força. O prazer começou a sobrepor-se ao terror. Ela soltou um gemido agudo, o corpo arqueando-se involuntariamente contra o colchão. A umidade da saliva dele se espalhava, e cada movimento da língua parecia extrair dela uma reação que ela não compreendia, mas que seu corpo aceitava com uma sede instintiva.
Eles agiam em perfeita sincronia, como se estivessem executando um ritual coreografado há muito tempo. O primeiro mascarado iniciou o ato sexual de forma direta. A dor inicial foi breve, logo substituída por uma plenitude avassaladora que fez Lia perder o fôlego. Ela chorava, mas as lágrimas agora eram de uma mistura confusa de agonia e êxtase.
— Por favor... — ela tentou murmurar, mas a voz morreu na garganta quando o ritmo deles se intensificou.
Nenhum dos dois respondeu. Eles eram máquinas de carne e desejo, mudos e implacáveis. O som no quarto limitava-se ao atrito dos corpos, ao estalar da saliva e aos soluços rítmicos da menina. Lia agarrou os lençóis, os dedos pequenos enterrando-se no tecido enquanto o segundo mascarado subia para beijar seu pescoço, deixando marcas avermelhadas na pele alva, enquanto o primeiro continuava o movimento dentro dela.
A pequena Lia sentia o mundo girar. O prazer era uma onda que a afogava, algo grande demais para seu tamanho, mas ela se agarrava a isso com uma necessidade desesperada. Ela amava o peso deles, a forma como a faziam sentir-se o centro de um universo sombrio e proibido. Cada estocada, cada lambida, cada toque silencioso alimentava uma chama que ela nunca soube que existia.
O tempo parecia ter parado. Não havia passado nem futuro, apenas aquele quarto, aquelas máscaras e a sensação avassaladora de ser possuída por sombras. O ápice veio como uma explosão de cores atrás de suas pálpebras cerradas. Lia gritou baixinho, o corpo tremendo em espasmos incontroláveis, enquanto os mascarados terminavam o que vieram buscar, mantendo o silêncio sepulcral até o último segundo.
Quando o movimento cessou, o silêncio retornou, ainda mais pesado do que antes. Lia ficou deitada, os membros pesados e a mente embaçada. Ela sentia o rastro da saliva esfriando em sua pele, o suor colando seu cabelo na testa.
Os dois homens se levantaram da cama com a mesma eficiência silenciosa com que haviam chegado. Eles não trocaram olhares, não proferiram despedidas. Simplesmente se vestiram e caminharam em direção à janela por onde haviam entrado.
Lia abriu os olhos minimamente, observando as silhuetas desaparecendo na escuridão da noite. Ela estava exausta, o corpo latejando com uma satisfação que a deixava anestesiada. O rastro de saliva escorria por sua coxa, brilhando sob a luz da lua.
Sem forças para se cobrir ou se mover, ela permaneceu nua sobre os lençóis revirados. O cansaço a envolveu como um manto pesado. Antes que o sono a levasse por completo, um último pensamento cruzou sua mente: a antecipação silenciosa de quando as sombras voltariam.
Lia adormeceu profundamente, uma pequena figura vulnerável e marcada, entregue ao vazio do quarto que agora voltava a pertencer apenas ao silêncio.
