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Fandom: Enola Holmes

Criado: 10/07/2026

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O Sussurro da Entrega

A luz da lua filtrava-se pelas cortinas de seda do quarto, banhando a pele alva de S/n com um brilho prateado. O silêncio da noite londrina era quebrado apenas pelo som das respirações entrecortadas e pelo roçar dos corpos sobre os lençóis de linho. Louis, com seus ombros largos e músculos definidos que denotavam uma força contida e gentil, pairava sobre ela, os olhos escuros transbordando uma adoração que ia muito além do desejo físico.

Ele era o porto seguro dela, o homem que a tratava com um respeito reverencial em público, mas que, entre quatro paredes, entregava-se a uma paixão avassaladora. S/n, com seus cabelos castanhos ondulados espalhados pelo travesseiro como uma moldura selvagem, sentia cada terminação nervosa de seu corpo magro e delicado vibrar sob o toque dele.

Louis inclinou-se, o rosto moreno aproximando-se do dela. Ele não tinha pressa. Para ele, o prazer de S/n era uma prioridade absoluta, uma missão que ele cumpria com devoção.

— Você é tão linda que às vezes dói olhar — sussurrou ele contra a curva do pescoço dela.

Ele começou a traçar um caminho de beijos úmidos e quentes pela linha da mandíbula de S/n, descendo lentamente. Quando seus lábios encontraram a pele pulsante do pescoço, ele alternou entre sucções suaves e mordidas leves, fazendo S/n arquear as costas e soltar um suspiro baixo.

— Louis... — murmurou ela, as mãos perdidas nos cabelos escuros dele, puxando-o para mais perto.

Ele continuou sua descida exploratória. Louis conhecia cada centímetro daquele corpo, cada ponto que a fazia estremecer. Seus lábios moveram-se para os seios dela, que estavam firmes e com os mamilos durinhos, denunciando o estado de excitação em que ela se encontrava. Ele envolveu um deles com a boca, sugando freneticamente, enquanto suas mãos grandes e firmes apertavam o outro seio com uma urgência controlada.

S/n soltou um gemido mais alto, um som de puro deleite que ecoou pelo quarto. O prazer intenso a dominava, transformando seus pensamentos em um nevoeiro de sensações.

— Por favor, não para — pediu ela, a voz embargada pela luxúria.

— Eu nunca pararia, meu amor — respondeu ele, a voz rouca.

Louis desceu ainda mais, os beijos tornando-se uma trilha de fogo pelo abdômen dela. Ele se posicionou entre as pernas de S/n, que se abriram voluntariamente para ele, revelando sua intimidade já molhada pelo "mel do prazer". O aroma doce e natural dela o embriagava.

Com uma reverência quase religiosa, Louis entregou-se àquela exploração. Ele a saboreou com gosto, usando a língua em movimentos circulares e firmes que faziam S/n perder o fôlego. Ao mesmo tempo, ele inseriu dois dedos nela, movendo-os em um ritmo que sincronizava perfeitamente com as carícias orais.

S/n estava em transe. O mundo lá fora — os mistérios de Londres, as intrigas de Enola, as responsabilidades da vida — tudo havia desaparecido. Restava apenas Louis e a eletricidade que ele disparava por seu corpo.

— Louis, continua assim... — ela exclamou, as unhas cravando-se levemente nos ombros musculosos dele. — Ah, é tão gostoso quanto sentir o seu pênis grosso e quente dentro de mim!

Aquelas palavras foram o combustível que Louis precisava. Ele intensificou o ritmo, sentindo as paredes internas dela se contraírem ao redor de seus dedos. Ele sabia que ela estava no limite, prestes a explodir.

— Entrega-se para mim, S/n — ele comandou suavemente, sem parar o que estava fazendo. — Deixa vir.

O clímax atingiu S/n como uma onda gigante. Ela jorrou em prazer, o corpo inteiro tremendo em espasmos de puro êxtase enquanto gritava o nome dele. Louis, sentindo a força do orgasmo dela, não conseguiu mais se segurar. Ele já estava no seu próprio limite, estimulando-se com as mãos e esfregando seu membro ora contra o colchão, ora contra a própria pele, buscando a fricção necessária.

No momento exato em que S/n relaxava após a explosão, Louis também atingiu o ápice, gozando com força, o corpo tenso e os músculos saltados antes de finalmente desabar ao lado dela, ambos ofegantes e suados.

O silêncio retornou ao quarto, mas agora era um silêncio preenchido pela satisfação e pelo carinho. Louis puxou o lençol para cobri-los e trouxe S/n para perto, aninhando a cabeça dela em seu peito.

— Você está bem? — perguntou ele, beijando o topo da cabeça castanha dela.

— Estou maravilhosa — respondeu ela, sorrindo e traçando círculos imaginários no peito dele. — Você sempre sabe exatamente do que eu preciso.

Louis sorriu, aquele sorriso apaixonado que ele reservava apenas para ela.

— Eu te amo, S/n. Mais do que qualquer mistério que eu possa resolver ou qualquer aventura que possamos viver.

— E eu te amo, Louis. Para sempre.

Eles ficaram ali, abraçados, enquanto o sono os envolvia lentamente, protegidos pelo amor e pela cumplicidade que os tornava invencíveis.
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