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O COELHINHO E O LOBO

Fandom: STAY

Criado: 10/07/2026

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O Despertar dos Instintos Secretos

A mansão de Christopher Bangchan era um monumento ao sucesso e à solidão. Com seus quase dois metros de altura, uma musculatura densa que transbordava poder e uma fortuna que o colocava no topo da cadeia alimentar daquela sociedade híbrida, Chan era a definição de um homem protetor. Apesar de sua forma animal ser a de um lobo pequeno, sua presença humana era esmagadora. Aos 37 anos, seu maior tesouro e, ao mesmo tempo, sua maior preocupação era Kim Seungmin, seu filho biológico de 19 anos.

Chan sempre viu Seungmin como a criatura mais pura e frágil do mundo. O garoto, um híbrido de coelho minúsculo, herdara a delicadeza que a mãe — uma mulher que Seungmin desprezava profundamente — nunca soube valorizar. Para Chan, Seungmin era seu "filhotinho", alguém que precisava ser guardado sob sete chaves, longe da malícia do mundo e, principalmente, longe de qualquer pensamento de natureza sexual. Chan era um homem de valores tradicionais, um hétero convicto que mal conseguia conceber a ideia de seu filho crescendo e tendo desejos.

O que Chan não sabia, entretanto, era que por trás dos fios pretos com mechinhas brancas e do rosto angelical de Seungmin, escondia-se uma natureza que desafiava todos os seus instintos paternais. Seungmin não era apenas um coelho; ele era um ômega de uma linhagem rara e fértil, capaz de engravidar, e cujo cio era capaz de nublar qualquer rastro de inocência. E, acima de tudo, Seungmin nutria um desejo proibido e ardente: ele queria o próprio pai.

Naquela madrugada, o ar na mansão estava pesado, carregado com um aroma adocicado e inebriante que emanava do quarto de Seungmin. O jovem estava em seu ápice. O cio havia chegado com uma força devastadora, transformando o garoto tímido em uma criatura sedenta por contato. Suas orelhinhas brancas de coelho estavam baixas, trêmulas, e seu pequeno rabo pompom agitava-se freneticamente sob o pijama de seda.

Bangchan dormia profundamente em sua suíte master, o peito largo subindo e descendo em um ritmo calmo, até que sentiu um peso sobre si. O lençol de linho foi empurrado para o lado e algo quente e úmido se acomodou entre suas pernas.

Chan começou a despertar, o instinto de lobo alertando-o de que algo estava diferente. Ele sentiu uma pressão direta sobre seu membro, uma fricção rítmica e desesperada. Ao abrir os olhos, a visão que teve quase o fez parar de respirar.

Seungmin estava montado sobre ele. O rosto do garoto estava corado, os olhos nublados pela luxúria e as mãos pequenas agarradas aos ombros largos do pai. Ele se esfregava com uma agressividade que Chan nunca imaginou que ele possuísse, gemendo baixinho, um som suplicante que ecoava pelo quarto escuro.

— Seungmin? — A voz de Chan saiu rouca, carregada de choque e sono. — Filho, o que você está fazendo? Você está doente?

Seungmin não respondeu com palavras coerentes. Ele inclinou o corpo para frente, roçando o nariz no pescoço de Chan, inalando o cheiro forte de sândalo e lobo alfa que o pai exalava. O pijama de Seungmin estava completamente encharcado; o fluido de seu cio lubrificava a fricção entre seus corpos, criando um som úmido e obsceno a cada movimento de quadril.

— Papai... por favor... — Seungmin arqueou as costas, pressionando o períneo com força contra a ereção que começava a ganhar vida sob a cueca de Chan. — Dói... está queimando... me ajuda...

Chan sentiu o sangue ferver. Sua mente gritava que aquilo era errado, que aquele era seu filho, sua responsabilidade, sua pureza. Mas o corpo de Seungmin era um convite ao pecado. A magreza do garoto contrastava com a força bruta de Chan, fazendo-o parecer ainda mais minúsculo e vulnerável sob a luz do luar.

— Seungmin, saia de cima... você não sabe o que está dizendo — Chan tentou segurar a cintura do filho para afastá-lo, mas ao tocar a pele quente e macia, seus dedos se cravaram na carne, instintivamente prendendo-o mais perto. — Você está no cio, pequeno. Eu vou chamar um médico, eu vou...

— Não! — Seungmin gritou, uma nota de desespero em sua voz doce. — Eu não quero médico! Eu quero você... eu sempre quis você! Me marca, papai... me enche... eu quero carregar um filhote seu!

As palavras de Seungmin atingiram Chan como um soco. O desejo de ter mais um filhote era o maior sonho de Chan, e ouvir aquilo de Seungmin, no meio daquela névoa de feromônios, quebrou a última barreira de sua resistência. O lobo dentro de Chan, embora pequeno em estatura animal, era feroz em proteção e posse.

— Você tem noção do que está pedindo? — Chan rosnou, a voz descendo várias oitavas. — Eu sou seu pai, Seungmin. Eu deveria te proteger disso, não ser o causador disso.

— Então me proteja da dor! — Seungmin se inclinou e mordeu o lóbulo da orelha de Chan, as orelhas de coelho roçando o rosto do pai. — Me fode... por favor, papai... me fode com força... eu sou seu coelhinho...

O controle de Chan se partiu. A inocência que ele tanto pregava foi obliterada pelo desejo carnal e pela necessidade biológica de responder ao chamado de um ômega em cio. Ele inverteu as posições com uma agilidade impressionante, prendendo Seungmin contra o colchão. O peso de Chan, com seus 1,98m de puro músculo, quase esmagava o corpo frágil do coelho, mas Seungmin soltou um suspiro de puro alívio.

— Você é meu — Chan sentenciou, os olhos brilhando em um tom escuro de dominação. — Se eu fizer isso, não haverá volta. Você entende? Eu vou te tratar como minha fêmea, vou te prender a mim para sempre.

— É tudo o que eu quero... — Seungmin soluçou, abrindo as pernas finas e convidativas, revelando o quão preparado ele estava.

Chan não usou de delicadeza. Ele rasgou o pijama de seda de Seungmin, expondo a pele pálida e as marcas de nascença que ele conhecia desde que o filho era um bebê. Mas agora, ele as via com olhos de predador. Ele se livrou de suas próprias roupas, revelando sua masculinidade pulsante e intimidadora, algo que faria qualquer um recuar, mas que fez Seungmin salivar de antecipação.

— Olha para mim, Seungmin — ordenou Chan, segurando o queixo do filho. — Diga que você quer que seu pai faça isso com você.

— Eu quero que meu pai me possua — Seungmin disse, a voz firme apesar do tremor no corpo. — Eu quero o sêmen do meu pai dentro de mim. Por favor, Christopher... me dê o que eu preciso.

Sem mais avisos, Chan se posicionou entre as coxas de Seungmin. Ele sentiu a umidade do cio do filho banhar sua glande e, com um empuxo poderoso, ele se enterrou profundamente na entrada estreita e quente do coelho.

Seungmin soltou um grito agudo, as unhas cravando-se nos braços fortes de Chan. A sensação de preenchimento era avassaladora. Ele era pequeno, e o tamanho de Chan parecia rasgá-lo ao meio, mas a dor era rapidamente substituída por um prazer elétrico que percorria sua espinha.

— Tão apertado... — Chan rosnou, começando a se mover. — Você foi feito para mim, não foi?

— Sim... ah! Sim! — Seungmin balançava a cabeça, as mechinhas brancas de seu cabelo coladas na testa pelo suor. — Mais fundo... papai... mais fundo!

Chan não se conteve. Ele começou a estocar com uma brutalidade animal, cada impacto fazendo a cama de luxo ranger contra o chão. Ele não era mais apenas o pai protetor; ele era o macho alfa reivindicando o que era seu por direito de sangue e desejo. Suas mãos grandes apertavam as nádegas de Seungmin, deixando marcas vermelhas que contrastavam com a pele de porcelana.

— Você vai engravidar, Seungmin — Chan sussurrou no ouvido do filho, a voz carregada de uma possessividade doentia. — Eu vou colocar um irmãozinho para você aí dentro. Você vai ser meu coelhinho reprodutor.

— Sim... por favor... me engravida! — Seungmin implorava, os olhos revirando enquanto o ápice se aproximava. — Eu odeio minha mãe... eu só quero você... só você!

O ritmo tornou-se frenético. O quarto estava inundado pelo som de pele batendo contra pele e pelos gemidos desavergonhados de Seungmin. O garoto, que nunca falava palavrões, agora gritava obscenidades, pedindo para ser usado, pedindo para que Chan não parasse nunca.

Chan sentiu o nó na base de seu membro começar a inchar, um traço de sua herança lupina que garantia a fertilização. Ele prendeu Seungmin em um abraço de urso, enterrando o rosto na curva do pescoço do filho e mordendo a pele ali, marcando-o de forma permanente diante de toda a espécie.

— Agora, Seungmin! — Chan rugiu.

O ápice veio como uma explosão. Chan descarregou jatos quentes e espessos dentro do útero receptivo de Seungmin, o nó prendendo-os um ao outro, garantindo que nem uma gota daquela semente fosse desperdiçada. Seungmin teve seu próprio orgasmo simultaneamente, seu corpo arqueando-se e tremendo em espasmos violentos, o fluido de seu cio jorrando sobre o abdômen de ambos.

Eles ficaram ali, unidos pelo nó e pelo pecado, a respiração ofegante sendo o único som no quarto. Chan acariciou as orelhas de coelho de Seungmin, que agora estavam caídas de exaustão. O sentimento de proteção de Chan não havia sumido; ele apenas havia se transformado em algo muito mais sombrio e absoluto.

— Você está bem, meu pequeno? — Chan perguntou, beijando a testa suada do filho.

— Eu estou perfeito... — Seungmin sorriu, um sorriso que não tinha nada de inocente. — Você sentiu, papai? Eu senti você lá dentro... você me encheu tanto...

— Eu cumpri seu desejo — disse Chan, a voz voltando a uma calma autoritária. — Mas saiba de uma coisa: a partir de hoje, você não sai mais desta casa sem a minha permissão. Você é meu filho, mas agora você é também minha propriedade. Eu vou cuidar de você, vou cuidar do nosso filhote que vai crescer aqui dentro, mas você nunca mais olhará para outro homem.

Seungmin ronronou, aconchegando-se no peito largo de Chan, sentindo-se finalmente completo.

— Eu nunca quis outro, papai. Só você.

Naquela madrugada, a dinâmica da mansão Bang mudou para sempre. O pai milionário e protetor finalmente encontrara uma forma de manter seu tesouro mais precioso por perto, e o pequeno coelho finalmente conseguira o que sua natureza mais profunda exigia: ser dominado e marcado pelo único homem que ele realmente amava. O segredo deles ficaria guardado entre aquelas paredes, selado por um laço de sangue e luxúria que ninguém ousaria questionar.
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