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Haaland
Fandom: Haaland
Criado: 11/07/2026
Tags
RomanceFatias de VidaHistória DomésticaEstudo de PersonagemRealismoNoir GóticoCenário CanônicoDramaCiúmesDivergênciaAngústiaDor/ConfortoSongficLinguagem Explícita
O Contraste do Aço e da Tinta
O Etihad Stadium estava em polvorosa. O apito final ainda ecoava, misturando-se ao hino do Manchester City que trovejava das arquibancadas. Erling Haaland, o "Ciborgue", o fenômeno norueguês que parecia ter sido esculpido em gelo e eficiência, caminhava pelo gramado com sua habitual passada larga. Ele cumprimentou os adversários com um aceno seco, mas seus olhos azuis, geralmente focados apenas na rede, procuravam algo — ou alguém — na área VIP.
A imprensa já estava posicionada. Câmeras de alta definição buscavam o ângulo perfeito das "WAGs" — as esposas e namoradas de jogadores, conhecidas por seus vestidos de grife em tons pastéis, cabelos impecavelmente escovados e bolsas que custavam o preço de um carro popular. Elas eram o padrão. Eram a moldura esperada para as estrelas do futebol.
Mas Erling nunca foi de seguir molduras.
Quando ele se aproximou da grade, o enxame de fotógrafos virou as lentes simultaneamente. O choque foi audível, um murmúrio que se espalhou mais rápido que um contra-ataque. Ao lado da esposa de De Bruyne, que exibia um elegante blazer bege, estava Maria.
Ela era a antítese de tudo o que o mundo do futebol considerava "apropriado". Vestia uma camiseta de banda de metal norueguês gasta, com as mangas rasgadas revelando braços cobertos por tatuagens de traços finos e temas obscuros — crânios anatômicos, corvos e geometria sacra. O rosto, pálido e adornado por vários piercings de titânio negro no septo e nas sobrancelhas, era emoldurado por cabelos curtos, tingidos de um azul tão escuro que parecia petróleo.
Erling abriu um sorriso que raramente mostrava para as câmeras, um sorriso genuíno que iluminava seu rosto nórdico.
— Você veio — disse ele, a voz rouca pelo esforço da partida.
Maria se inclinou sobre a grade, o tilintar de suas correntes de prata acompanhando o movimento.
— Eu disse que viria, Viking — respondeu ela, a voz grave e melódica. — Três gols? Você está ficando previsível.
Ela sorriu, e foi então que os fotógrafos capturaram o detalhe que quebraria a internet em minutos: a língua bifurcada de Maria, um movimento rápido e serpentino enquanto ela umedecia os lábios.
— Previsível é bom para os negócios — Erling riu, estendendo a mão grande para tocar o rosto dela, o contraste entre a pele suada dele e o delineador pesado dela criando uma imagem surreal. — Me espere no túnel. Quero sair daqui logo.
— Estarei lá. Tente não demorar no banho de gelo.
Meia hora depois, o caos já reinava nas redes sociais. A imagem de Haaland, o jogador mais valioso do mundo, beijando uma mulher que parecia ter saído de um clube underground de Berlim, estava em todos os portais. "Quem é a namorada gótica de Haaland?", "A revolução estética no City", "O novo casal que desafia os padrões".
No vestiário, o ambiente era de curiosidade contida. Jack Grealish, sempre o mais falador, não conseguiu se segurar enquanto ajeitava o cabelo no espelho.
— Erling, companheiro... — Jack começou, com um sorriso travesso. — A internet está explodindo. Sua garota... ela é intensa, hein?
Erling, que estava calçando seus tênis brancos minimalistas, nem sequer levantou a cabeça.
— Ela é perfeita, Jack. E entende mais de tática do que metade dos analistas dessa liga.
— Eu não duvido — disse Rodri, intervindo com um tom respeitoso. — Ela tem estilo. É autêntica.
— Exatamente — finalizou Erling, levantando-se. — Ela não está aqui para ser um acessório. Ela está aqui por mim.
Ele saiu do vestiário e encontrou Maria encostada na parede de concreto do túnel, alheia aos olhares atravessados dos seguranças e funcionários do clube. Ela estava lendo um livro de capa dura, algo sobre filosofia existencialista, com fones de ouvido grandes cobrindo as orelhas.
Quando o viu, ela fechou o livro e o guardou na mochila de couro cravejada de rebites.
— Pronto para enfrentar os lobos? — perguntou ela, referindo-se aos jornalistas na zona mista.
— Com você ao meu lado? Eles não têm chance — Erling pegou a mão dela, os dedos dele entrelaçando-se com os dela, onde anéis de prata com pedras de ônix brilhavam sob as luzes fluorescentes.
Ao cruzarem a zona mista, o silêncio caiu por um breve segundo antes do bombardeio de flashes. Os repórteres tentavam esticar os microfones, ignorando as perguntas sobre o jogo e focando na figura enigmática ao lado do atacante.
— Erling! Uma palavra sobre sua acompanhante? — gritou um jornalista de um tabloide britânico.
Haaland parou. Ele raramente dava atenção a perguntas pessoais, mas naquele dia, ele queria deixar algo claro. Ele olhou para o repórter, depois para Maria, e voltou a encarar a câmera.
— O nome dela é Maria — disse ele, a voz firme e calma. — E a única coisa que vocês precisam saber é que ela é a pessoa mais interessante que já conheci. Agora, se nos dão licença, temos um jantar para ir. E não, não é em um lugar com código de vestimenta.
Eles caminharam em direção ao estacionamento, deixando para trás um rastro de confusão e fascínio. No carro, o silêncio era confortável, preenchido apenas pelo som baixo de uma banda de darkwave que Maria colocara para tocar.
— Você não precisava ter feito aquilo — disse ela, observando as luzes de Manchester passarem pela janela. — Eu não me importo com o que eles pensam. Eu gosto de ser a anomalia no seu mundo perfeito.
— Eu sei que você não se importa — Erling respondeu, manobrando o carro com precisão. — Mas eu me importo. Eles tentam colocar todo mundo em caixas, Maria. Eles querem que eu seja o robô e que você seja a boneca de porcelana.
— Uma boneca de porcelana com língua de cobra e tatuagens de demônios? — Ela riu, um som rouco e gostoso. — Acho que eles teriam um ataque cardíaco.
— É por isso que eu te amo — ele disse, simples e direto, como um de seus gols. — Você é real. Você não finge que gosta de champanhe quando prefere cerveja preta. Você não finge que se importa com a cor das cortinas da área VIP.
Maria virou-se no banco, observando o perfil forte do namorado. O mundo via um monstro físico, uma máquina de marcar gols. Ela via o homem que gostava de meditar no escuro, que tinha uma curiosidade intelectual profunda e que, acima de tudo, não tinha medo de ser diferente.
— Onde vamos comer? — perguntou ela.
— Aquele lugar de ramen no subsolo, perto do canal — respondeu Erling. — Ninguém vai nos incomodar lá. O dono é um ex-vocalista de punk que odeia futebol.
— Perfeito — Maria sorriu, esticando a mão para acariciar a nuca de Erling, onde o cabelo loiro estava preso em seu característico coque. — E amanhã? O que os jornais vão dizer?
— Vão dizer que eu perdi o juízo — Erling deu de ombros, estacionando o carro em um beco mal iluminado, longe do brilho luxuoso do centro. — E eu vou dizer que, pela primeira vez, eu finalmente o encontrei.
Eles desceram do carro. Maria, com suas botas de plataforma que a deixavam quase da altura do gigante norueguês, e Erling, com seu casaco de grife que parecia estranhamente harmônico ao lado do visual alternativo dela.
Enquanto caminhavam para a entrada discreta do restaurante, um grupo de jovens skatistas passou por eles. Um deles parou, reconhecendo o jogador, mas seus olhos foram imediatamente atraídos para Maria.
— Caramba, que estilo! — exclamou o garoto, ignorando Haaland por um momento.
Maria piscou para o jovem, o metal de seus piercings brilhando sob a luz do poste.
— Obrigada, garoto. O segredo é nunca deixar que te digam como se vestir.
Erling riu, passando o braço pelos ombros dela e puxando-a para perto.
— Viu só? — ele sussurrou no ouvido dela. — Você já está conquistando os fãs.
— Eu não quero os fãs, Erling — ela respondeu, parando diante da porta de metal pesada do restaurante. — Eu só quero o atacante.
— O atacante é todo seu — ele afirmou, abrindo a porta para que ela passasse.
Lá dentro, entre o vapor das tigelas de ramen e o som de guitarras distorcidas, não havia câmeras, não havia padrões de WAGs e não havia expectativas. Havia apenas o aço da determinação de Haaland e a tinta da alma de Maria, fundindo-se em algo que o mundo do futebol ainda não estava pronto para entender, mas que não conseguia parar de olhar.
Naquela noite, as redes sociais continuaram a arder. Discussões sobre "etiqueta", "imagem de marca" e "influência" enchiam os fóruns. Mas, em uma mesa de canto, sob uma luz vermelha fraca, Erling Haaland observava Maria usar seus hashis com destreza, discutindo a discografia de bandas de black metal dos anos 90.
Ele percebeu, então, que a maior revolução que ele já causara não fora dentro das quatro linhas, mas sim ao escolher amar alguém que se recusava a ser apenas um reflexo do seu brilho. Maria era a sua própria luz, uma luz negra e vibrante que o mantinha mais humano do que qualquer troféu jamais conseguiria.
— Você está me encarando de novo — disse Maria, sem desviar os olhos de sua comida.
— Estou apenas admirando a vista — respondeu ele.
— Coma seu ramen, Viking. Você tem treino amanhã cedo.
— Sim, senhora — ele sorriu, pegando os hashis.
O mundo podia ter suas regras, mas ali, naquele porão úmido e barulhento, eles eram os únicos que ditavam o jogo. E, para Erling Haaland, aquele era o gol mais bonito de sua carreira.
A imprensa já estava posicionada. Câmeras de alta definição buscavam o ângulo perfeito das "WAGs" — as esposas e namoradas de jogadores, conhecidas por seus vestidos de grife em tons pastéis, cabelos impecavelmente escovados e bolsas que custavam o preço de um carro popular. Elas eram o padrão. Eram a moldura esperada para as estrelas do futebol.
Mas Erling nunca foi de seguir molduras.
Quando ele se aproximou da grade, o enxame de fotógrafos virou as lentes simultaneamente. O choque foi audível, um murmúrio que se espalhou mais rápido que um contra-ataque. Ao lado da esposa de De Bruyne, que exibia um elegante blazer bege, estava Maria.
Ela era a antítese de tudo o que o mundo do futebol considerava "apropriado". Vestia uma camiseta de banda de metal norueguês gasta, com as mangas rasgadas revelando braços cobertos por tatuagens de traços finos e temas obscuros — crânios anatômicos, corvos e geometria sacra. O rosto, pálido e adornado por vários piercings de titânio negro no septo e nas sobrancelhas, era emoldurado por cabelos curtos, tingidos de um azul tão escuro que parecia petróleo.
Erling abriu um sorriso que raramente mostrava para as câmeras, um sorriso genuíno que iluminava seu rosto nórdico.
— Você veio — disse ele, a voz rouca pelo esforço da partida.
Maria se inclinou sobre a grade, o tilintar de suas correntes de prata acompanhando o movimento.
— Eu disse que viria, Viking — respondeu ela, a voz grave e melódica. — Três gols? Você está ficando previsível.
Ela sorriu, e foi então que os fotógrafos capturaram o detalhe que quebraria a internet em minutos: a língua bifurcada de Maria, um movimento rápido e serpentino enquanto ela umedecia os lábios.
— Previsível é bom para os negócios — Erling riu, estendendo a mão grande para tocar o rosto dela, o contraste entre a pele suada dele e o delineador pesado dela criando uma imagem surreal. — Me espere no túnel. Quero sair daqui logo.
— Estarei lá. Tente não demorar no banho de gelo.
Meia hora depois, o caos já reinava nas redes sociais. A imagem de Haaland, o jogador mais valioso do mundo, beijando uma mulher que parecia ter saído de um clube underground de Berlim, estava em todos os portais. "Quem é a namorada gótica de Haaland?", "A revolução estética no City", "O novo casal que desafia os padrões".
No vestiário, o ambiente era de curiosidade contida. Jack Grealish, sempre o mais falador, não conseguiu se segurar enquanto ajeitava o cabelo no espelho.
— Erling, companheiro... — Jack começou, com um sorriso travesso. — A internet está explodindo. Sua garota... ela é intensa, hein?
Erling, que estava calçando seus tênis brancos minimalistas, nem sequer levantou a cabeça.
— Ela é perfeita, Jack. E entende mais de tática do que metade dos analistas dessa liga.
— Eu não duvido — disse Rodri, intervindo com um tom respeitoso. — Ela tem estilo. É autêntica.
— Exatamente — finalizou Erling, levantando-se. — Ela não está aqui para ser um acessório. Ela está aqui por mim.
Ele saiu do vestiário e encontrou Maria encostada na parede de concreto do túnel, alheia aos olhares atravessados dos seguranças e funcionários do clube. Ela estava lendo um livro de capa dura, algo sobre filosofia existencialista, com fones de ouvido grandes cobrindo as orelhas.
Quando o viu, ela fechou o livro e o guardou na mochila de couro cravejada de rebites.
— Pronto para enfrentar os lobos? — perguntou ela, referindo-se aos jornalistas na zona mista.
— Com você ao meu lado? Eles não têm chance — Erling pegou a mão dela, os dedos dele entrelaçando-se com os dela, onde anéis de prata com pedras de ônix brilhavam sob as luzes fluorescentes.
Ao cruzarem a zona mista, o silêncio caiu por um breve segundo antes do bombardeio de flashes. Os repórteres tentavam esticar os microfones, ignorando as perguntas sobre o jogo e focando na figura enigmática ao lado do atacante.
— Erling! Uma palavra sobre sua acompanhante? — gritou um jornalista de um tabloide britânico.
Haaland parou. Ele raramente dava atenção a perguntas pessoais, mas naquele dia, ele queria deixar algo claro. Ele olhou para o repórter, depois para Maria, e voltou a encarar a câmera.
— O nome dela é Maria — disse ele, a voz firme e calma. — E a única coisa que vocês precisam saber é que ela é a pessoa mais interessante que já conheci. Agora, se nos dão licença, temos um jantar para ir. E não, não é em um lugar com código de vestimenta.
Eles caminharam em direção ao estacionamento, deixando para trás um rastro de confusão e fascínio. No carro, o silêncio era confortável, preenchido apenas pelo som baixo de uma banda de darkwave que Maria colocara para tocar.
— Você não precisava ter feito aquilo — disse ela, observando as luzes de Manchester passarem pela janela. — Eu não me importo com o que eles pensam. Eu gosto de ser a anomalia no seu mundo perfeito.
— Eu sei que você não se importa — Erling respondeu, manobrando o carro com precisão. — Mas eu me importo. Eles tentam colocar todo mundo em caixas, Maria. Eles querem que eu seja o robô e que você seja a boneca de porcelana.
— Uma boneca de porcelana com língua de cobra e tatuagens de demônios? — Ela riu, um som rouco e gostoso. — Acho que eles teriam um ataque cardíaco.
— É por isso que eu te amo — ele disse, simples e direto, como um de seus gols. — Você é real. Você não finge que gosta de champanhe quando prefere cerveja preta. Você não finge que se importa com a cor das cortinas da área VIP.
Maria virou-se no banco, observando o perfil forte do namorado. O mundo via um monstro físico, uma máquina de marcar gols. Ela via o homem que gostava de meditar no escuro, que tinha uma curiosidade intelectual profunda e que, acima de tudo, não tinha medo de ser diferente.
— Onde vamos comer? — perguntou ela.
— Aquele lugar de ramen no subsolo, perto do canal — respondeu Erling. — Ninguém vai nos incomodar lá. O dono é um ex-vocalista de punk que odeia futebol.
— Perfeito — Maria sorriu, esticando a mão para acariciar a nuca de Erling, onde o cabelo loiro estava preso em seu característico coque. — E amanhã? O que os jornais vão dizer?
— Vão dizer que eu perdi o juízo — Erling deu de ombros, estacionando o carro em um beco mal iluminado, longe do brilho luxuoso do centro. — E eu vou dizer que, pela primeira vez, eu finalmente o encontrei.
Eles desceram do carro. Maria, com suas botas de plataforma que a deixavam quase da altura do gigante norueguês, e Erling, com seu casaco de grife que parecia estranhamente harmônico ao lado do visual alternativo dela.
Enquanto caminhavam para a entrada discreta do restaurante, um grupo de jovens skatistas passou por eles. Um deles parou, reconhecendo o jogador, mas seus olhos foram imediatamente atraídos para Maria.
— Caramba, que estilo! — exclamou o garoto, ignorando Haaland por um momento.
Maria piscou para o jovem, o metal de seus piercings brilhando sob a luz do poste.
— Obrigada, garoto. O segredo é nunca deixar que te digam como se vestir.
Erling riu, passando o braço pelos ombros dela e puxando-a para perto.
— Viu só? — ele sussurrou no ouvido dela. — Você já está conquistando os fãs.
— Eu não quero os fãs, Erling — ela respondeu, parando diante da porta de metal pesada do restaurante. — Eu só quero o atacante.
— O atacante é todo seu — ele afirmou, abrindo a porta para que ela passasse.
Lá dentro, entre o vapor das tigelas de ramen e o som de guitarras distorcidas, não havia câmeras, não havia padrões de WAGs e não havia expectativas. Havia apenas o aço da determinação de Haaland e a tinta da alma de Maria, fundindo-se em algo que o mundo do futebol ainda não estava pronto para entender, mas que não conseguia parar de olhar.
Naquela noite, as redes sociais continuaram a arder. Discussões sobre "etiqueta", "imagem de marca" e "influência" enchiam os fóruns. Mas, em uma mesa de canto, sob uma luz vermelha fraca, Erling Haaland observava Maria usar seus hashis com destreza, discutindo a discografia de bandas de black metal dos anos 90.
Ele percebeu, então, que a maior revolução que ele já causara não fora dentro das quatro linhas, mas sim ao escolher amar alguém que se recusava a ser apenas um reflexo do seu brilho. Maria era a sua própria luz, uma luz negra e vibrante que o mantinha mais humano do que qualquer troféu jamais conseguiria.
— Você está me encarando de novo — disse Maria, sem desviar os olhos de sua comida.
— Estou apenas admirando a vista — respondeu ele.
— Coma seu ramen, Viking. Você tem treino amanhã cedo.
— Sim, senhora — ele sorriu, pegando os hashis.
O mundo podia ter suas regras, mas ali, naquele porão úmido e barulhento, eles eram os únicos que ditavam o jogo. E, para Erling Haaland, aquele era o gol mais bonito de sua carreira.
