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Fandom: Natan, Luiz

Criado: 11/07/2026

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Conexão Ininterrupta

O silêncio na mansão era absoluto, quebrado apenas pelo tique-taque rítmico do relógio de pêndulo no corredor. Natan, no entanto, não conseguia dormir. O quarto infantil, decorado com cores suaves e pelúcias caras, parecia uma prisão. Ele estava de castigo. Luiz, com sua voz grave e autoritária, havia sido claro: por ter quebrado uma das regras de etiqueta durante o jantar, Natan deveria permanecer em seu quarto, sem mimos, sem colo e, o pior de tudo, sem o contato físico que tanto ansiava.

Natan sentou-se na cama, a saia rodada de pregas brancas subindo levemente pelas suas coxas torneadas. Ele era pequeno, com uma cintura fina que Luiz adorava envolver com suas mãos grandes e calejadas, mas possuía um corpo esculpido que contrastava com sua mentalidade infantilizada. A saudade do "papai" era uma dor física.

Com passos silenciosos, ele abriu a porta e caminhou pelo tapete felpudo até o quarto principal. A porta estava encostada. Luiz dormia profundamente, a silhueta imponente ocupando a maior parte da cama king-size. O homem era a definição de força e rigidez; um pai que provia luxos inimagináveis, mas que exigia obediência absoluta através de uma disciplina rude e, muitas vezes, implacável.

Natan aproximou-se da cama. O cheiro de Luiz — uma mistura de sândalo e poder — o embriagava. Sem fazer barulho, o menor subiu no colchão. Ele desceu o zíper da calça de moletom que Luiz usava para dormir, libertando a anatomia robusta do pai. Natan sentiu um frio na barriga. Ele levantou a própria saia, afastou a calcinha de renda para o lado e, com um suspiro trêmulo, posicionou-se.

Ele desceu devagar, sentindo a plenitude dolorosa e reconfortante ao mesmo tempo. Era um encaixe forçado pelo ângulo, mas Natan não se importava. Ele se deitou sobre o peito largo de Luiz, a cabeça descansando no ombro do pai, e fechou os olhos. O desconforto da posição era um preço pequeno a pagar para estar preenchido por ele. Ali, naquela conexão estática, ele finalmente adormeceu.

Os primeiros raios de sol atravessaram as cortinas de veludo quando Luiz despertou. Ele sentiu o peso sobre si e a sensação imediata de calor e aperto em seu baixo ventre. Ao abrir os olhos, deparou-se com a figura angelical de Natan dormindo em seu peito, mas a realidade da situação logo se impôs.

— Mas o que significa isso? — A voz de Luiz saiu como um trovão baixo, rouca de sono e carregada de irritação.

Natan despertou sobressaltado, os olhos grandes e úmidos piscando rapidamente.

— Papai... eu estava com saudade... — murmurou Natan, tentando se encolher mais contra ele.

Luiz sentiu a resistência do corpo de Natan sobre o seu membro. A audácia do menino em quebrar o castigo e se infiltrar em sua cama daquela maneira era inaceitável, mas o prazer físico era inegável.

— Você desobedeceu novamente, Natan — disse Luiz, as mãos grandes agarrando a cintura fina do menor com força, cravando os dedos na pele alva. — Você queria estar aqui? Queria tanto a minha atenção a ponto de se enfiar em mim enquanto eu dormia?

— Sim, papai... por favor, não briga... — Natan choramingou, a chupeta que ele carregava no bolso agora sendo colocada na boca por Luiz de forma brusca.

— Calado. Se você gosta tanto de estar assim, vai aprender o que significa não ter escolha — sentenciou Luiz. — Você não vai sair daí. Nem hoje, nem amanhã. Vou manter você exatamente onde se colocou.

O castigo havia mudado de natureza. Luiz levantou-se da cama, carregando Natan preso ao seu corpo. O menor soltou um gemido agudo quando o movimento fez com que a conexão se aprofundasse.

— Papai, dói um pouquinho... — Natan tentou se afastar, as mãos pequenas empurrando o peito de Luiz.

— Você não vai a lugar nenhum — rosnou Luiz, prendendo as pernas de Natan ao redor de sua cintura e caminhando em
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