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Jogadores e fogo
Fandom: Jogadores e chamas
Criado: 11/07/2026
Tags
RomanceFatias de VidaFofuraHistória DomésticaPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem Explícita
Entre Vermelho, Branco e Desejos Ardentes
O Estádio da Luz ainda parecia ecoar os gritos da torcida benfiquista, mas dentro do camarote privativo, o clima era de uma celebração muito mais íntima e intensa. O Benfica havia vencido, e Richard Ríos, com aquela aura de predador que carregava tanto em campo quanto fora dele, não conseguia tirar os olhos de sua mulher.
Ana estava deslumbrante. A camisa do clube, levemente larga em seu corpo escultural, contrastava com o batom vermelho vibrante e o sorriso travesso que ela lançava para ele a cada cinco minutos. Ela era a mistura perfeita de doçura e perdição, e Richard sabia exatamente como explorar cada faceta dela.
— Você jogou muito hoje, amor — sussurrou Ana, aproximando-se dele enquanto Valentina e Martinelli discutiam animadamente sobre um lance do Arsenal no canto da sala. — Mas acho que essa energia toda guardada vai ser um problema para mim daqui a pouco.
Richard soltou uma risada rouca, passando o braço pela cintura dela e puxando-a para que seus corpos colassem. Ele sentiu o perfume doce dela e o calor que emanava de sua pele.
— Um problema? — Richard inclinou a cabeça, os lábios roçando a orelha de Ana. — Achei que você gostasse quando eu fico... faminto. E hoje, Ana, eu estou morto de fome.
Ana sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Ela adorava aquele lado carnívoro dele, a forma como ele a dominava com apenas um olhar.
— Talvez a gente devesse ir para casa logo — ela provocou, mordendo o lábio inferior e deslizando a mão pelo peito definido do jogador.
Enquanto isso, do outro lado do camarote, o clima era igualmente elétrico, mas com uma dinâmica diferente. Valentina, com sua postura mandona e cheia de atitude, estava com as mãos na cintura, encarando Gabriel Martinelli.
— Eu já disse, Gabriel! Se o Arsenal não reforçar a lateral, vamos sofrer no próximo jogo — decretou Valentina, os olhos brilhando com a paixão pelo futebol e pelo namorado.
Martinelli, com seu jeito fofo e calmo, apenas sorriu, achando a determinação da namorada a coisa mais sexy do mundo. Ele se aproximou, envolvendo a cintura dela com delicadeza, mas com firmeza.
— Você é tão linda quando está tentando ser a treinadora do time — disse ele, dando um beijo casto na ponta do nariz dela.
— Não tenta me enrolar com esse seu rostinho bonito, Martinelli — Valentina rebateu, embora já estivesse amolecendo sob o toque dele. — Eu sei o que eu estou falando.
— Eu sei que sabe — Gabriel murmurou, descendo os beijos para o pescoço dela. — Mas agora eu não quero falar de tática. Quero falar sobre como essa saia fica curta demais quando você se exalta.
Valentina soltou um risinho audacioso, virando-se nos braços dele e segurando o rosto do jogador.
— Ah, é? E o que você pretende fazer a respeito, camisa 11?
— Levar você daqui antes que o Richard e a Ana comecem a se pegar no meio do camarote — ele brincou, apontando discretamente para o outro casal, que já parecia ter esquecido que o mundo existia ao redor deles.
Richard estava com as mãos possessivas nas coxas de Ana, e ela ria baixinho, aquela risada gostosa que desarmava qualquer defesa do colombiano.
— Vamos, Richard — Ana disse entre risos, embora seus olhos estivessem escuros de desejo. — A Val e o Gabi estão olhando.
— Que olhem — Richard respondeu, a voz carregada de segundas intenções. — Eles que cuidem da vida deles, porque da sua, hoje eu cuido eu.
A despedida foi rápida. Entre piadas de Richard e as ordens brincalhonas de Valentina para que Martinelli dirigisse rápido, os dois casais seguiram caminhos opostos para suas respectivas casas, onde a verdadeira celebração começaria.
No apartamento de Richard e Ana, o silêncio durou apenas até a porta ser trancada. Richard não deu tempo para Ana acender as luzes. Ele a prensou contra a madeira da porta, as mãos subindo rapidamente para segurar o rosto dela com urgência.
— Você me deixou louco o jogo inteiro lá na arquibancada — ele rosnou, antes de tomar os lábios dela em um beijo profundo, explorador e faminto.
Ana correspondeu com a mesma intensidade, as mãos puxando o cabelo da nuca dele, o corpo arqueado contra o dele. Ela era risonha e fofa no dia a dia, mas com Richard, entre quatro paredes, ela se transformava.
— Eu queria você o tempo todo — ela confessou entre suspiros, quando o beijo se quebrou por um segundo. — Queria sentir você assim... dominante.
Richard sorriu, aquele sorriso safado que ela tanto amava. Ele a pegou no colo, as pernas dela enlaçando a cintura dele instantaneamente.
— Então prepare-se, minha torcedora favorita — disse ele, caminhando em direção ao quarto. — Porque eu não vou ter misericórdia de você hoje.
Enquanto isso, na residência de Martinelli e Valentina, o clima era de uma sedução mais lenta, mas não menos potente. Valentina já tinha se livrado dos sapatos e estava sentada no balcão da cozinha, observando Gabriel servir duas taças de vinho.
— Você é muito calmo, Martinelli — disse ela, cruzando as pernas e exibindo as curvas que deixavam o jogador sem fôlego. — Às vezes eu acho que preciso te dar um choque de realidade.
Gabriel deixou as taças de lado e caminhou até ela, posicionando-se entre suas pernas.
— Você acha que eu sou calmo demais, Val? — Ele perguntou, a voz subindo um tom, as mãos subindo pelas coxas dela com uma possessividade que raramente mostrava em público. — Talvez você só precise da motivação certa para ver o quanto eu posso ser... intenso.
Valentina arqueou uma sobrancelha, o desafio brilhando em seus olhos.
— Então me mostre. Menos conversa e mais atitude, Gabriel.
Ele não precisou ouvir duas vezes. O beijo de Gabriel foi surpreendente, uma mistura de carinho e uma força bruta que fez Valentina ofegar de surpresa e prazer. Ele a puxou para mais perto, sentindo a pulsação dela acelerar contra a sua pele.
— Melhor assim? — ele perguntou, a respiração batendo contra os lábios dela.
— Começou bem — Valentina admitiu, a voz falhando enquanto ela puxava a camisa dele para fora da calça. — Mas eu sou exigente, você sabe.
— Eu adoro suas exigências — Martinelli sussurrou, antes de pegá-la nos braços e levá-la para o quarto, onde a luz da lua entrava pela janela, iluminando o caminho para uma noite que prometia ser inesquecível.
De volta ao quarto de Richard e Ana, o calor era quase insuportável. As roupas estavam espalhadas pelo chão, e a pele de ambos brilhava sob a luz fraca do abajur. Richard estava por cima dela, seus músculos tensos enquanto ele controlava o ritmo, fazendo Ana delirar.
— Richard... por favor — ela pediu, as unhas cravadas nas costas dele, o corpo tremendo sob o toque experiente do jogador.
— Shh... — ele sussurrou, beijando o ombro dela. — Eu disse que estava com fome, Ana. E eu vou saborear cada centímetro de você.
Ele era um predador, e ela era sua presa mais do que disposta. A conexão entre eles era magnética, uma dança de poder e entrega que sempre terminava em uma explosão de sentidos. Ana ria entre os beijos, uma risada de puro êxtase, sentindo-se a mulher mais bonita e desejada do mundo nos braços do seu homem.
— Você é meu — ela afirmou, puxando-o para um beijo final, selando a promessa de uma noite que estava apenas começando.
— Sempre — Richard respondeu, sua voz sendo a última coisa que ela ouviu antes que o prazer tomasse conta de tudo.
Do outro lado da cidade, Valentina e Gabriel também encontravam seu próprio ritmo. A atitude mandona de Valentina se dissolvia em suspiros de entrega enquanto Gabriel a explorava com uma devoção quase religiosa. Ele era o porto seguro dela, mas também o fogo que a incendiava.
— Você é perfeita — Gabriel murmurou, olhando nos olhos dela enquanto se perdiam um no outro.
— E você é todo meu — Valentina respondeu, puxando-o para mais perto, o amor e o desejo se fundindo em um só sentimento.
A noite era dos jogadores, mas as chamas pertenciam às mulheres que os dominavam fora de campo. Entre o vermelho do Benfica e o branco do Arsenal, o que prevalecia era o calor de duas histórias de amor intensas, vibrantes e absolutamente irresistíveis.
Ana estava deslumbrante. A camisa do clube, levemente larga em seu corpo escultural, contrastava com o batom vermelho vibrante e o sorriso travesso que ela lançava para ele a cada cinco minutos. Ela era a mistura perfeita de doçura e perdição, e Richard sabia exatamente como explorar cada faceta dela.
— Você jogou muito hoje, amor — sussurrou Ana, aproximando-se dele enquanto Valentina e Martinelli discutiam animadamente sobre um lance do Arsenal no canto da sala. — Mas acho que essa energia toda guardada vai ser um problema para mim daqui a pouco.
Richard soltou uma risada rouca, passando o braço pela cintura dela e puxando-a para que seus corpos colassem. Ele sentiu o perfume doce dela e o calor que emanava de sua pele.
— Um problema? — Richard inclinou a cabeça, os lábios roçando a orelha de Ana. — Achei que você gostasse quando eu fico... faminto. E hoje, Ana, eu estou morto de fome.
Ana sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Ela adorava aquele lado carnívoro dele, a forma como ele a dominava com apenas um olhar.
— Talvez a gente devesse ir para casa logo — ela provocou, mordendo o lábio inferior e deslizando a mão pelo peito definido do jogador.
Enquanto isso, do outro lado do camarote, o clima era igualmente elétrico, mas com uma dinâmica diferente. Valentina, com sua postura mandona e cheia de atitude, estava com as mãos na cintura, encarando Gabriel Martinelli.
— Eu já disse, Gabriel! Se o Arsenal não reforçar a lateral, vamos sofrer no próximo jogo — decretou Valentina, os olhos brilhando com a paixão pelo futebol e pelo namorado.
Martinelli, com seu jeito fofo e calmo, apenas sorriu, achando a determinação da namorada a coisa mais sexy do mundo. Ele se aproximou, envolvendo a cintura dela com delicadeza, mas com firmeza.
— Você é tão linda quando está tentando ser a treinadora do time — disse ele, dando um beijo casto na ponta do nariz dela.
— Não tenta me enrolar com esse seu rostinho bonito, Martinelli — Valentina rebateu, embora já estivesse amolecendo sob o toque dele. — Eu sei o que eu estou falando.
— Eu sei que sabe — Gabriel murmurou, descendo os beijos para o pescoço dela. — Mas agora eu não quero falar de tática. Quero falar sobre como essa saia fica curta demais quando você se exalta.
Valentina soltou um risinho audacioso, virando-se nos braços dele e segurando o rosto do jogador.
— Ah, é? E o que você pretende fazer a respeito, camisa 11?
— Levar você daqui antes que o Richard e a Ana comecem a se pegar no meio do camarote — ele brincou, apontando discretamente para o outro casal, que já parecia ter esquecido que o mundo existia ao redor deles.
Richard estava com as mãos possessivas nas coxas de Ana, e ela ria baixinho, aquela risada gostosa que desarmava qualquer defesa do colombiano.
— Vamos, Richard — Ana disse entre risos, embora seus olhos estivessem escuros de desejo. — A Val e o Gabi estão olhando.
— Que olhem — Richard respondeu, a voz carregada de segundas intenções. — Eles que cuidem da vida deles, porque da sua, hoje eu cuido eu.
A despedida foi rápida. Entre piadas de Richard e as ordens brincalhonas de Valentina para que Martinelli dirigisse rápido, os dois casais seguiram caminhos opostos para suas respectivas casas, onde a verdadeira celebração começaria.
No apartamento de Richard e Ana, o silêncio durou apenas até a porta ser trancada. Richard não deu tempo para Ana acender as luzes. Ele a prensou contra a madeira da porta, as mãos subindo rapidamente para segurar o rosto dela com urgência.
— Você me deixou louco o jogo inteiro lá na arquibancada — ele rosnou, antes de tomar os lábios dela em um beijo profundo, explorador e faminto.
Ana correspondeu com a mesma intensidade, as mãos puxando o cabelo da nuca dele, o corpo arqueado contra o dele. Ela era risonha e fofa no dia a dia, mas com Richard, entre quatro paredes, ela se transformava.
— Eu queria você o tempo todo — ela confessou entre suspiros, quando o beijo se quebrou por um segundo. — Queria sentir você assim... dominante.
Richard sorriu, aquele sorriso safado que ela tanto amava. Ele a pegou no colo, as pernas dela enlaçando a cintura dele instantaneamente.
— Então prepare-se, minha torcedora favorita — disse ele, caminhando em direção ao quarto. — Porque eu não vou ter misericórdia de você hoje.
Enquanto isso, na residência de Martinelli e Valentina, o clima era de uma sedução mais lenta, mas não menos potente. Valentina já tinha se livrado dos sapatos e estava sentada no balcão da cozinha, observando Gabriel servir duas taças de vinho.
— Você é muito calmo, Martinelli — disse ela, cruzando as pernas e exibindo as curvas que deixavam o jogador sem fôlego. — Às vezes eu acho que preciso te dar um choque de realidade.
Gabriel deixou as taças de lado e caminhou até ela, posicionando-se entre suas pernas.
— Você acha que eu sou calmo demais, Val? — Ele perguntou, a voz subindo um tom, as mãos subindo pelas coxas dela com uma possessividade que raramente mostrava em público. — Talvez você só precise da motivação certa para ver o quanto eu posso ser... intenso.
Valentina arqueou uma sobrancelha, o desafio brilhando em seus olhos.
— Então me mostre. Menos conversa e mais atitude, Gabriel.
Ele não precisou ouvir duas vezes. O beijo de Gabriel foi surpreendente, uma mistura de carinho e uma força bruta que fez Valentina ofegar de surpresa e prazer. Ele a puxou para mais perto, sentindo a pulsação dela acelerar contra a sua pele.
— Melhor assim? — ele perguntou, a respiração batendo contra os lábios dela.
— Começou bem — Valentina admitiu, a voz falhando enquanto ela puxava a camisa dele para fora da calça. — Mas eu sou exigente, você sabe.
— Eu adoro suas exigências — Martinelli sussurrou, antes de pegá-la nos braços e levá-la para o quarto, onde a luz da lua entrava pela janela, iluminando o caminho para uma noite que prometia ser inesquecível.
De volta ao quarto de Richard e Ana, o calor era quase insuportável. As roupas estavam espalhadas pelo chão, e a pele de ambos brilhava sob a luz fraca do abajur. Richard estava por cima dela, seus músculos tensos enquanto ele controlava o ritmo, fazendo Ana delirar.
— Richard... por favor — ela pediu, as unhas cravadas nas costas dele, o corpo tremendo sob o toque experiente do jogador.
— Shh... — ele sussurrou, beijando o ombro dela. — Eu disse que estava com fome, Ana. E eu vou saborear cada centímetro de você.
Ele era um predador, e ela era sua presa mais do que disposta. A conexão entre eles era magnética, uma dança de poder e entrega que sempre terminava em uma explosão de sentidos. Ana ria entre os beijos, uma risada de puro êxtase, sentindo-se a mulher mais bonita e desejada do mundo nos braços do seu homem.
— Você é meu — ela afirmou, puxando-o para um beijo final, selando a promessa de uma noite que estava apenas começando.
— Sempre — Richard respondeu, sua voz sendo a última coisa que ela ouviu antes que o prazer tomasse conta de tudo.
Do outro lado da cidade, Valentina e Gabriel também encontravam seu próprio ritmo. A atitude mandona de Valentina se dissolvia em suspiros de entrega enquanto Gabriel a explorava com uma devoção quase religiosa. Ele era o porto seguro dela, mas também o fogo que a incendiava.
— Você é perfeita — Gabriel murmurou, olhando nos olhos dela enquanto se perdiam um no outro.
— E você é todo meu — Valentina respondeu, puxando-o para mais perto, o amor e o desejo se fundindo em um só sentimento.
A noite era dos jogadores, mas as chamas pertenciam às mulheres que os dominavam fora de campo. Entre o vermelho do Benfica e o branco do Arsenal, o que prevalecia era o calor de duas histórias de amor intensas, vibrantes e absolutamente irresistíveis.
