
Transbordando de Prazer
O ambiente da cafeteria estava carregado com o aroma de grãos torrados e o som baixo de conversas alheias, mas para Natan, nada disso importava. Sentado na mesa mais afastada, nos fundos do estabelecimento, ele se mexia inquieto na cadeira acolchoada. Seus olhos grandes e expressivos observavam Luiz, que lia calmamente algumas mensagens no celular, a expressão severa e o maxilar rígido demonstrando sua habitual crueza.
Natan não queria café. Ele não queria os doces vitrificados na vitrine. Ele queria se sentir preenchido. Ele queria o que chamava de ficar "cheinho", uma necessidade que pulsava em seu corpo esculpido, contrastando com sua aura infantil e delicada. Ele deslizou a mão por baixo da mesa, tocando a coxa rígida de Luiz, buscando atenção.
— Papai... — sussurrou Natan, o tom de voz manhoso e carregado de uma carência que beirava a birra.
Luiz nem sequer desviou os olhos da tela de imediato. Sua postura era imponente, a camisa social branca marcando os ombros largos e os braços fortes.
— O que foi agora, Natan? — a voz de Luiz era grossa, desprovida de qualquer suavidade.
— Eu não quero ficar aqui. Eu quero o leitinho do papai. Quero ficar cheinho, aqui e na boca também — Natan disse, sem qualquer filtro, a inocência de sua expressão chocando-se com a lascívia de suas palavras.
Luiz finalmente guardou o celular e encarou o filho. O olhar era frio, mas havia uma chama de possessividade ali. Ele sabia exatamente o que Natan estava pedindo: cockwarming, a prática de manter o membro do pai dentro de si por longos períodos, sentindo cada gota do sêmen preenchê-lo até o limite.
— Você não sabe esperar? — Luiz rosnou, levantando-se e pegando as chaves do carro. — Vamos. Se você quer tanto ser usado, não reclame depois.
O trajeto até o carro foi silencioso, mas a tensão era palpável. Assim que entraram no veículo de vidros escuros, Natan tentou se aproximar, mas Luiz o empurrou de volta para o banco do passageiro com sua força bruta.
— No banco de trás. Agora — ordenou Luiz.
Natan obedeceu rapidamente, o coração disparado. No espaço confinado do carro, Luiz não teve paciência para preliminares delicadas. Ele se posicionou sobre o corpo menor de Natan, cujas curvas eram perfeitamente esculpidas, a cintura fina destacando-se sob a camiseta larga. Luiz o possuiu com a crueza que lhe era característica, ignorando os gemidos baixos que misturavam prazer e surpresa.
— Bebe tudo — ordenou Luiz, forçando Natan a aceitar seu membro na boca antes de voltar a focar na parte de baixo.
Luiz despejou uma quantidade generosa de seu "leitinho" dentro de Natan, gozando profundamente enquanto segurava os quadris do rapaz com força, deixando marcas arroxeadas na pele alva. Natan arqueou as costas, sentindo-se transbordar.
— Papai... está muito cheio... dói um pouquinho — Natan choramingou, a respiração pesada.
— Você pediu por isso. Agora vai aguentar — sentenciou Luiz, fechando a calça e voltando para o banco do motorista, deixando Natan ali atrás, preenchido e trêmulo.
Ao chegarem em casa, Natan estava exausto. O cansaço físico e a sensação de peso em seu ventre o deixavam letárgico. Ele tentou se levantar para ir ao banheiro, querendo se
Natan não queria café. Ele não queria os doces vitrificados na vitrine. Ele queria se sentir preenchido. Ele queria o que chamava de ficar "cheinho", uma necessidade que pulsava em seu corpo esculpido, contrastando com sua aura infantil e delicada. Ele deslizou a mão por baixo da mesa, tocando a coxa rígida de Luiz, buscando atenção.
— Papai... — sussurrou Natan, o tom de voz manhoso e carregado de uma carência que beirava a birra.
Luiz nem sequer desviou os olhos da tela de imediato. Sua postura era imponente, a camisa social branca marcando os ombros largos e os braços fortes.
— O que foi agora, Natan? — a voz de Luiz era grossa, desprovida de qualquer suavidade.
— Eu não quero ficar aqui. Eu quero o leitinho do papai. Quero ficar cheinho, aqui e na boca também — Natan disse, sem qualquer filtro, a inocência de sua expressão chocando-se com a lascívia de suas palavras.
Luiz finalmente guardou o celular e encarou o filho. O olhar era frio, mas havia uma chama de possessividade ali. Ele sabia exatamente o que Natan estava pedindo: cockwarming, a prática de manter o membro do pai dentro de si por longos períodos, sentindo cada gota do sêmen preenchê-lo até o limite.
— Você não sabe esperar? — Luiz rosnou, levantando-se e pegando as chaves do carro. — Vamos. Se você quer tanto ser usado, não reclame depois.
O trajeto até o carro foi silencioso, mas a tensão era palpável. Assim que entraram no veículo de vidros escuros, Natan tentou se aproximar, mas Luiz o empurrou de volta para o banco do passageiro com sua força bruta.
— No banco de trás. Agora — ordenou Luiz.
Natan obedeceu rapidamente, o coração disparado. No espaço confinado do carro, Luiz não teve paciência para preliminares delicadas. Ele se posicionou sobre o corpo menor de Natan, cujas curvas eram perfeitamente esculpidas, a cintura fina destacando-se sob a camiseta larga. Luiz o possuiu com a crueza que lhe era característica, ignorando os gemidos baixos que misturavam prazer e surpresa.
— Bebe tudo — ordenou Luiz, forçando Natan a aceitar seu membro na boca antes de voltar a focar na parte de baixo.
Luiz despejou uma quantidade generosa de seu "leitinho" dentro de Natan, gozando profundamente enquanto segurava os quadris do rapaz com força, deixando marcas arroxeadas na pele alva. Natan arqueou as costas, sentindo-se transbordar.
— Papai... está muito cheio... dói um pouquinho — Natan choramingou, a respiração pesada.
— Você pediu por isso. Agora vai aguentar — sentenciou Luiz, fechando a calça e voltando para o banco do motorista, deixando Natan ali atrás, preenchido e trêmulo.
Ao chegarem em casa, Natan estava exausto. O cansaço físico e a sensação de peso em seu ventre o deixavam letárgico. Ele tentou se levantar para ir ao banheiro, querendo se
