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Suiça
Fandom: Magi
Criado: 11/07/2026
Tags
RomanceDramaDor/ConfortoHistória DomésticaLinguagem ExplícitaEstudo de Personagem
O Reflexo do Gelo e o Calor do Trono
A manhã na Suíça nasceu com um céu de um azul tão límpido que parecia pintado à mão. O frio lá fora era cortante, mas dentro do nosso chalé, o clima era de um aconchego absoluto. Giovanna havia planejado o dia com o entusiasmo de quem quer redescobrir o mundo através dos meus olhos.
— Acorda, pequena — sussurrou ela, depositando beijos úmidos na curva do meu pescoço. — O sol já está batendo no Matterhorn e eu tenho um lugar para te mostrar.
Eu me espreguicei, sentindo cada músculo do meu corpo relaxado. A segurança que Giovanna me proporcionava era algo que eu ainda estava aprendendo a processar. Não havia mais o medo de um telefonema de Soraya ou a pressão constante de dívidas que não eram minhas. Havia apenas o peso reconfortante do corpo de Gi sobre o meu e a promessa de um dia inesquecível.
Saímos bem agasalhadas. Giovanna exibia uma elegância natural mesmo sob camadas de lã e casacos térmicos de grife. Ela me levou para um passeio de helicóptero que sobrevoou as geleiras eternas, um cenário que fazia meu coração disparar não de medo, mas de uma liberdade avassaladora. Depois, pousamos perto de um restaurante isolado, acessível apenas por ar ou por trilhas muito específicas, onde o fondue de queijo parecia derreter todas as minhas preocupações remanescentes.
— Você está tão radiante hoje — comentou ela, enquanto caminhávamos por uma trilha de neve batida após o almoço. — O ar da montanha te faz bem.
— É a companhia, Gi — respondi, entrelaçando meus dedos nos dela, a luva de couro dela firme contra a minha. — É o fato de eu poder respirar sem sentir que o oxigênio custa caro.
Ela parou de andar e me puxou para um mirante natural. A imensidão branca se estendia abaixo de nós.
— Eu faria tudo de novo — disse ela, a voz grave e carregada de uma possessividade doce. — Cada centavo gasto com aquela mulher valeu a pena para ver esse sorriso agora. Você é livre, Maya. E é minha.
O caminho de volta para o chalé foi preenchido por conversas leves e risadas. Giovanna me contava histórias de suas viagens de negócios, mas agora, o tom era diferente. Ela não falava como a empresária implacável que o mundo conhecia, mas como alguém que queria compartilhar sua vida comigo.
Quando entramos em casa, o calor da lareira automática nos recebeu. O sol estava começando a baixar, tingindo a neve de um tom violeta profundo.
— Vou preparar um banho para nós — disse ela, tirando o casaco e revelando a silhueta que sempre fazia minha garganta secar.
— Não — eu disse, surpreendendo a mim mesma com a firmeza da minha voz.
Giovanna parou, com o casaco ainda na mão, e arqueou uma sobrancelha, um sorriso intrigado brincando em seus lábios.
— Não? — repetiu ela, aproximando-se devagar.
— Hoje... — comecei, caminhando em sua direção e colocando as mãos sobre o seu peito, sentindo a batida firme do seu coração através da blusa fina. — Hoje eu quero cuidar de você.
Ela soltou o casaco no chão, os olhos escurecendo de desejo e surpresa.
— É mesmo? E o que a minha rainha tem em mente?
— Senta — ordenei suavemente, indicando a poltrona de couro macio em frente à lareira.
Ela obedeceu, recostando-se com uma elegância predatória, observando cada movimento meu. Eu me ajoelhei entre suas pernas, começando a desamarrar suas botas com calma, sentindo o olhar dela queimar o topo da minha cabeça. Quando terminei, subi minhas mãos por suas coxas, sentindo a rigidez dos músculos sob o tecido da calça.
— Você passou os últimos meses cuidando de tudo, Gi — eu disse, olhando-a nos olhos. — Resolvendo meus problemas, me protegendo, movendo o mundo para me trazer aqui. Agora, eu quero que você apenas sinta.
Eu me levantei e a guiei pela mão até o quarto. A luz era baixa, apenas alguns abajures acesos. Com movimentos lentos e deliberados, comecei a despi-la. Cada peça de roupa que caía era um tributo à mulher magnífica à minha frente. Quando ela ficou apenas com a lingerie, eu parei por um momento para admirar a perfeição de suas curvas e a presença imponente que ela emanava.
— Maya... — ela começou a dizer, a voz rouca, tentando levar as mãos à minha cintura.
— Shhh — eu a silenciei, pressionando um dedo contra seus lábios. — Eu estou no controle agora.
Eu a empurrei gentilmente para a cama. Giovanna se deitou, o cabelo espalhado pelos travesseiros, os olhos fixos em mim como se eu fosse a única coisa existente no universo. Eu me despi com calma, sentindo-me mais poderosa do que nunca sob o escrutínio dela. Quando terminei, subi na cama, ficando por cima dela.
Minhas mãos exploraram seu corpo, mapeando cada centímetro de pele quente. Eu a beijei com uma urgência que ela não esperava, assumindo o ritmo, ditando a profundidade. Giovanna soltou um gemido baixo, uma nota de surpresa e prazer que vibrou contra minha língua.
— Você está me deixando louca — sussurrou ela, as mãos apertando meus quadris com força.
— Essa é a ideia — respondi, descendo meus beijos pelo seu pescoço, mordiscando a pele sensível ali.
Eu sabia exatamente o que ela queria. Eu sentia o volume entre suas pernas pressionando contra minha coxa, a prova física do quanto ela me desejava. Giovanna tinha essa dualidade que me fascinava: a força de uma líder nata e a entrega total quando estávamos sozinhas.
Com um movimento ágil, eu a ajudei a se livrar da última peça de roupa. O membro dela, ereto e pulsante, era uma extensão de sua própria força. Eu o envolvi com a mão, sentindo o calor e a textura, e vi a cabeça de Giovanna pender para trás, os olhos fechados em um êxtase puro.
— Maya, por favor... — ela murmurou, a respiração curta.
— Ainda não — eu disse, sorrindo contra a pele da sua barriga.
Eu a provoquei, usando minha boca e minhas mãos para levá-la ao limite e depois trazê-la de volta. Eu queria que ela sentisse cada grama do desejo que eu nutria por ela. Queria que ela soubesse que, embora ela tivesse me salvado, eu era quem a dominava naquele momento.
Quando finalmente senti que ela não aguentaria mais um segundo de provocação, eu me posicionei. Olhei profundamente nos olhos dela, vendo a vulnerabilidade misturada à paixão.
— Eu amo você, Gi — sussurrei.
— Eu amo você, minha rainha — ela respondeu, a voz trêmula.
Eu me baixei sobre ela, sentindo-a me preencher lentamente. O encaixe era perfeito, uma sinfonia de sensações que nos conectava além do físico. Comecei a me mover, ditando o ritmo, aumentando a intensidade conforme ouvia os sons que ela soltava — rosnados baixos, suspiros quebrados, meu nome repetido como uma oração.
Giovanna tentou assumir o controle, tentando erguer o quadril para ditar a velocidade, mas eu pressionei minhas mãos contra o peito dela, mantendo-a no lugar.
— Não — eu disse, a respiração ofegante. — Fica... assim. Deixa eu te mostrar o quanto eu te quero.
Ela relaxou sob mim, entregando-se completamente à minha condução. O prazer subia em ondas, cada movimento meu arrancando dela uma reação que me incendiava. O suor brilhava em nossas peles sob a luz fraca, e o único som no quarto era o da nossa paixão e o estalar da lenha na lareira ao longe.
Quando o ápice chegou, foi como uma explosão de cores atrás das minhas pálpebras. Eu me agarrei aos ombros dela, sentindo as pulsações dela dentro de mim enquanto ela atingia o próprio limite, seu corpo arqueando-se sob o meu em um espasmo final de prazer absoluto.
Desabei sobre seu peito, nossos corações batendo em um ritmo frenético e sincronizado. Giovanna envolveu seus braços ao meu redor, apertando-me como se nunca fosse me soltar.
— Isso... — ela começou, tentando recuperar o fôlego — ...foi inesperado. E absolutamente perfeito.
— Eu disse que tinha um plano — brinquei, beijando o queixo dela.
— Se os seus planos incluírem me deixar sem forças assim todos os dias, eu aceito a derrota agora mesmo — ela riu, uma risada rica e feliz que encheu o quarto.
Ficamos ali, entrelaçadas sob os lençóis de seda, enquanto a neve caía silenciosa do lado de fora da janela. O mundo lá fora poderia ser frio e implacável, mas ali, naquele chalé nos Alpes, tínhamos construído nosso próprio reino. Um lugar onde as dívidas eram pagas com amor e o único poder que importava era o que compartilhávamos entre quatro paredes.
— O que vamos fazer amanhã? — perguntei, quase pegando no sono.
Giovanna acariciou meu cabelo, depositando um beijo no topo da minha cabeça.
— O que você quiser, Maya. O mundo é seu. Eu só estou aqui para garantir que ninguém tente tirá-lo de você.
Sorri, fechando os olhos. Pela primeira vez na vida, eu não tinha medo do futuro. Porque, no tabuleiro da vida, eu finalmente tinha deixado de ser um peão para me tornar a peça mais poderosa ao lado da mulher que eu amava. E o jogo estava apenas começando.
— Acorda, pequena — sussurrou ela, depositando beijos úmidos na curva do meu pescoço. — O sol já está batendo no Matterhorn e eu tenho um lugar para te mostrar.
Eu me espreguicei, sentindo cada músculo do meu corpo relaxado. A segurança que Giovanna me proporcionava era algo que eu ainda estava aprendendo a processar. Não havia mais o medo de um telefonema de Soraya ou a pressão constante de dívidas que não eram minhas. Havia apenas o peso reconfortante do corpo de Gi sobre o meu e a promessa de um dia inesquecível.
Saímos bem agasalhadas. Giovanna exibia uma elegância natural mesmo sob camadas de lã e casacos térmicos de grife. Ela me levou para um passeio de helicóptero que sobrevoou as geleiras eternas, um cenário que fazia meu coração disparar não de medo, mas de uma liberdade avassaladora. Depois, pousamos perto de um restaurante isolado, acessível apenas por ar ou por trilhas muito específicas, onde o fondue de queijo parecia derreter todas as minhas preocupações remanescentes.
— Você está tão radiante hoje — comentou ela, enquanto caminhávamos por uma trilha de neve batida após o almoço. — O ar da montanha te faz bem.
— É a companhia, Gi — respondi, entrelaçando meus dedos nos dela, a luva de couro dela firme contra a minha. — É o fato de eu poder respirar sem sentir que o oxigênio custa caro.
Ela parou de andar e me puxou para um mirante natural. A imensidão branca se estendia abaixo de nós.
— Eu faria tudo de novo — disse ela, a voz grave e carregada de uma possessividade doce. — Cada centavo gasto com aquela mulher valeu a pena para ver esse sorriso agora. Você é livre, Maya. E é minha.
O caminho de volta para o chalé foi preenchido por conversas leves e risadas. Giovanna me contava histórias de suas viagens de negócios, mas agora, o tom era diferente. Ela não falava como a empresária implacável que o mundo conhecia, mas como alguém que queria compartilhar sua vida comigo.
Quando entramos em casa, o calor da lareira automática nos recebeu. O sol estava começando a baixar, tingindo a neve de um tom violeta profundo.
— Vou preparar um banho para nós — disse ela, tirando o casaco e revelando a silhueta que sempre fazia minha garganta secar.
— Não — eu disse, surpreendendo a mim mesma com a firmeza da minha voz.
Giovanna parou, com o casaco ainda na mão, e arqueou uma sobrancelha, um sorriso intrigado brincando em seus lábios.
— Não? — repetiu ela, aproximando-se devagar.
— Hoje... — comecei, caminhando em sua direção e colocando as mãos sobre o seu peito, sentindo a batida firme do seu coração através da blusa fina. — Hoje eu quero cuidar de você.
Ela soltou o casaco no chão, os olhos escurecendo de desejo e surpresa.
— É mesmo? E o que a minha rainha tem em mente?
— Senta — ordenei suavemente, indicando a poltrona de couro macio em frente à lareira.
Ela obedeceu, recostando-se com uma elegância predatória, observando cada movimento meu. Eu me ajoelhei entre suas pernas, começando a desamarrar suas botas com calma, sentindo o olhar dela queimar o topo da minha cabeça. Quando terminei, subi minhas mãos por suas coxas, sentindo a rigidez dos músculos sob o tecido da calça.
— Você passou os últimos meses cuidando de tudo, Gi — eu disse, olhando-a nos olhos. — Resolvendo meus problemas, me protegendo, movendo o mundo para me trazer aqui. Agora, eu quero que você apenas sinta.
Eu me levantei e a guiei pela mão até o quarto. A luz era baixa, apenas alguns abajures acesos. Com movimentos lentos e deliberados, comecei a despi-la. Cada peça de roupa que caía era um tributo à mulher magnífica à minha frente. Quando ela ficou apenas com a lingerie, eu parei por um momento para admirar a perfeição de suas curvas e a presença imponente que ela emanava.
— Maya... — ela começou a dizer, a voz rouca, tentando levar as mãos à minha cintura.
— Shhh — eu a silenciei, pressionando um dedo contra seus lábios. — Eu estou no controle agora.
Eu a empurrei gentilmente para a cama. Giovanna se deitou, o cabelo espalhado pelos travesseiros, os olhos fixos em mim como se eu fosse a única coisa existente no universo. Eu me despi com calma, sentindo-me mais poderosa do que nunca sob o escrutínio dela. Quando terminei, subi na cama, ficando por cima dela.
Minhas mãos exploraram seu corpo, mapeando cada centímetro de pele quente. Eu a beijei com uma urgência que ela não esperava, assumindo o ritmo, ditando a profundidade. Giovanna soltou um gemido baixo, uma nota de surpresa e prazer que vibrou contra minha língua.
— Você está me deixando louca — sussurrou ela, as mãos apertando meus quadris com força.
— Essa é a ideia — respondi, descendo meus beijos pelo seu pescoço, mordiscando a pele sensível ali.
Eu sabia exatamente o que ela queria. Eu sentia o volume entre suas pernas pressionando contra minha coxa, a prova física do quanto ela me desejava. Giovanna tinha essa dualidade que me fascinava: a força de uma líder nata e a entrega total quando estávamos sozinhas.
Com um movimento ágil, eu a ajudei a se livrar da última peça de roupa. O membro dela, ereto e pulsante, era uma extensão de sua própria força. Eu o envolvi com a mão, sentindo o calor e a textura, e vi a cabeça de Giovanna pender para trás, os olhos fechados em um êxtase puro.
— Maya, por favor... — ela murmurou, a respiração curta.
— Ainda não — eu disse, sorrindo contra a pele da sua barriga.
Eu a provoquei, usando minha boca e minhas mãos para levá-la ao limite e depois trazê-la de volta. Eu queria que ela sentisse cada grama do desejo que eu nutria por ela. Queria que ela soubesse que, embora ela tivesse me salvado, eu era quem a dominava naquele momento.
Quando finalmente senti que ela não aguentaria mais um segundo de provocação, eu me posicionei. Olhei profundamente nos olhos dela, vendo a vulnerabilidade misturada à paixão.
— Eu amo você, Gi — sussurrei.
— Eu amo você, minha rainha — ela respondeu, a voz trêmula.
Eu me baixei sobre ela, sentindo-a me preencher lentamente. O encaixe era perfeito, uma sinfonia de sensações que nos conectava além do físico. Comecei a me mover, ditando o ritmo, aumentando a intensidade conforme ouvia os sons que ela soltava — rosnados baixos, suspiros quebrados, meu nome repetido como uma oração.
Giovanna tentou assumir o controle, tentando erguer o quadril para ditar a velocidade, mas eu pressionei minhas mãos contra o peito dela, mantendo-a no lugar.
— Não — eu disse, a respiração ofegante. — Fica... assim. Deixa eu te mostrar o quanto eu te quero.
Ela relaxou sob mim, entregando-se completamente à minha condução. O prazer subia em ondas, cada movimento meu arrancando dela uma reação que me incendiava. O suor brilhava em nossas peles sob a luz fraca, e o único som no quarto era o da nossa paixão e o estalar da lenha na lareira ao longe.
Quando o ápice chegou, foi como uma explosão de cores atrás das minhas pálpebras. Eu me agarrei aos ombros dela, sentindo as pulsações dela dentro de mim enquanto ela atingia o próprio limite, seu corpo arqueando-se sob o meu em um espasmo final de prazer absoluto.
Desabei sobre seu peito, nossos corações batendo em um ritmo frenético e sincronizado. Giovanna envolveu seus braços ao meu redor, apertando-me como se nunca fosse me soltar.
— Isso... — ela começou, tentando recuperar o fôlego — ...foi inesperado. E absolutamente perfeito.
— Eu disse que tinha um plano — brinquei, beijando o queixo dela.
— Se os seus planos incluírem me deixar sem forças assim todos os dias, eu aceito a derrota agora mesmo — ela riu, uma risada rica e feliz que encheu o quarto.
Ficamos ali, entrelaçadas sob os lençóis de seda, enquanto a neve caía silenciosa do lado de fora da janela. O mundo lá fora poderia ser frio e implacável, mas ali, naquele chalé nos Alpes, tínhamos construído nosso próprio reino. Um lugar onde as dívidas eram pagas com amor e o único poder que importava era o que compartilhávamos entre quatro paredes.
— O que vamos fazer amanhã? — perguntei, quase pegando no sono.
Giovanna acariciou meu cabelo, depositando um beijo no topo da minha cabeça.
— O que você quiser, Maya. O mundo é seu. Eu só estou aqui para garantir que ninguém tente tirá-lo de você.
Sorri, fechando os olhos. Pela primeira vez na vida, eu não tinha medo do futuro. Porque, no tabuleiro da vida, eu finalmente tinha deixado de ser um peão para me tornar a peça mais poderosa ao lado da mulher que eu amava. E o jogo estava apenas começando.
