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A Obsessão do alfa mafioso
Fandom: Romance dark
Criado: 12/07/2026
Tags
RomanceFantasiaSombrioSuspenseAçãoDor/ConfortoAlmas GêmeasViolência Gráfica
O Cheiro do Medo e o Despertar da Fera
A noite em Los Angeles tinha um brilho enganoso. As luzes de neon das avenidas principais disfarçavam a escuridão que espreitava nos bairros mais afastados, onde as sombras pareciam ganhar vida própria. Elisa caminhava apressada, o som de seus saltos contra o asfalto ecoando como um metrônomo ansioso. Seus longos cachos ruivos, intensos como chamas, balançavam contra suas costas, quase roçando o início de suas nádegas enquanto ela apertava o passo.
Ela sentia. Não era apenas uma impressão; era um instinto primitivo que gritava em sua nuca. Alguém a observava.
Victor a seguia com a facilidade de um predador de topo. Seus 1,95 m de altura moviam-se com uma graça silenciosa que desafiava seu porte físico massivo e musculoso. Sob a jaqueta escura, as tatuagens em seu pescoço e braços pareciam pulsar em sintonia com seus sentidos aguçados. Ele inalou profundamente, fechando os olhos azuis por um breve segundo. O cheiro dela era inebriante: chocolate, baunilha e aquele aroma metálico e doce da pureza intocada. Ela era virgem, ele sabia. O lobo dentro dele, uma fera negra de dois metros de altura com olhos dourados, arranhava as paredes de sua consciência, exigindo que ele a reivindicasse.
Elisa dobrou a esquina, entrando em uma rua onde a iluminação pública havia falhado. O pânico começou a subir por sua garganta. Ela olhou para trás e viu um vulto alto, uma silhueta que parecia maior do que qualquer homem comum. Ela começou a correr.
Seus pulmões ardiam. O coração batia tão forte contra as costelas que ela temia que ele pudesse parar. Ao avistar um beco, ela entrou desesperada, esperando encontrar uma passagem para a rua seguinte. Mas, ao chegar ao fundo, deparou-se com um muro de tijolos impenetrável.
— Não, não, não... — sussurrou ela, virando-se bruscamente.
A figura bloqueou a entrada do beco. Ele usava uma máscara sombria, que dava a ele a aparência de um carrasco de pesadelo. Victor caminhou lentamente, cada passo fazendo Elisa recuar até que suas costas bateram na parede fria.
— Por favor... — a voz dela falhou, os olhos verdes como esmeraldas brilhando com lágrimas de terror. — Quem é você? O que você quer?
Victor não respondeu. Ele se aproximou até que seus corpos quase se tocassem. Ele sentia o calor emanando da pele morena clara dela, o tremor descontrolado de seus membros. Com uma mão enluvada, ele prendeu os braços dela contra a parede acima da cabeça. A força dele era esmagadora.
— Me solta! — ela gritou, lutando inutilmente contra a imobilidade dele.
Victor inclinou a cabeça, aproximando o rosto do pescoço dela, inalando o terror que ela exalava. Era o perfume mais doce que ele já havia sentido. Sem dizer uma palavra, ele tirou um pano embebido em clorofórmio do bolso e o pressionou contra o rosto dela. Elisa debateu-se por alguns segundos, seus olhos verdes fixos nos dele através da máscara, até que seus sentidos se esvaíram e ela desabou, inconsciente, nos braços poderosos do alfa.
***
Quando Elisa abriu os olhos, a primeira coisa que sentiu foi a maciez extrema de lençóis de seda. O quarto era vasto, decorado com uma elegância austera e masculina. Ela se sentou rapidamente, a cabeça latejando.
— Você acordou.
A voz era profunda, um barítono que parecia vibrar no ar. Victor estava parado perto da janela, agora sem máscara. A beleza dele era desconcertante: a pele branca contrastando com o cabelo preto de corte moderno, os olhos azuis gélidos e penetrantes.
— Onde eu estou? Por que me trouxe aqui? — Elisa perguntou, puxando o cobertor contra o peito, os cachos ruivos espalhados como fogo sobre a cama.
— Você está na minha casa — respondeu ele, aproximando-se com uma bandeja. — E aqui você ficará. Coma.
Ele colocou a comida e a água sobre a mesa de cabeceira. Elisa olhou para o prato e depois para ele, o desafio brilhando em seu olhar apesar do medo.
— Eu não vou tocar em nada que venha de você.
Victor estreitou os olhos. O lobo dentro dele rosnou diante da desobediência. Ele se inclinou sobre ela, apoiando as mãos na cama, cercando-a.
— É melhor você comer, Elisa — disse ele, a voz carregada de uma advertência sombria. — Eu não gostaria de ter que te mostrar o meu outro lado. Você não iria gostar do que veria.
O tom dele não deixava margem para discussões. Intimidada pela aura de perigo que ele emanava, ela pegou o copo de água com as mãos trêmulas e tomou um gole, seguida por um pedaço de pão.
— Vou deixá-la descansar — disse Victor, endireitando-se. — Há seguranças na porta e por todo o perímetro. Não tente nenhuma tolice.
Ele saiu e o som da chave virando na fechadura ecoou como uma sentença de morte. Elisa esperou alguns minutos, o coração martelando. Ela não era de desistir. Órfã desde cedo, a vida a ensinara a lutar por si mesma. Ela examinou o quarto e correu para o banheiro. Havia uma janela pequena, alta na parede. Para um homem do tamanho de Victor, seria impossível passar, mas ela era pequena, ágil.
Com movimentos frenéticos, ela arrancou os lençóis da cama, dando nós firmes até improvisar uma corda. Ela subiu no vaso sanitário, alcançou a janela e, com um esforço doloroso, conseguiu se espremer pela abertura, deslizando pela corda improvisada até o chão do jardim dos fundos.
A mansão ficava à beira de uma floresta densa nas colinas de Los Angeles. Elisa correu, mergulhando entre as árvores, sem olhar para trás.
Lá dentro, em seu escritório, Victor observava as câmeras de segurança com um sorriso predatório. Ele viu o momento exato em que ela desapareceu entre as sombras das árvores. Seu sangue ferveu de antecipação.
— Lá vou eu, minha Chapeuzinho Vermelho — murmurou ele para a sala vazia. — Vou te encontrar aonde quer que esteja.
Ele saiu para a varanda, sentindo o ar fresco da noite. Seus ossos estalaram, seus músculos se expandiram e, em um borrão de movimento e dor suportável, o homem deu lugar à fera. Um lobo negro colossal, de dois metros de altura, saltou da varanda. Seus olhos agora eram de um dourado puro, brilhando com a fome da caçada.
Elisa corria pela floresta, os galhos arranhando seus braços, o vestido rasgando-se enquanto ela avançava. O medo era um gosto amargo em sua boca. De repente, seu pé prendeu-se em uma raiz oculta.
— Ahhh! — ela gritou, caindo pesadamente. Uma dor aguda disparou de seu tornozelo. Ela tentou se levantar, mas a perna cedeu. Ela havia torcido o tornozelo seriamente.
Lágrimas de frustração e dor rolaram por seu rosto, mas ela continuou a se arrastar, o instinto de sobrevivência empurrando-a para frente. Ela chegou a uma clareira que terminava em um pequeno barranco. O caminho estava bloqueado.
Um rosnado baixo e gutural fez os pelos de seus braços se arrepiarem.
Das sombras, um lobo cinzento, grande e de aparência sarnenta, emergiu. Não era Victor. Era um lobo solitário, um desgarrado que cheirava a carne podre e agressividade. Ele rosnou, mostrando dentes amarelados, preparando-se para o bote. Elisa estava encurralada, sem ter para onde fugir.
— Não... por favor... — ela soluçou, fechando os olhos enquanto o lobo saltava.
Mas o impacto nunca veio.
Um estrondo ensurdecedor de carne colidindo com carne ecoou pela clareira. Elisa abriu os olhos e sufocou um grito. Um lobo negro imenso, maior do que qualquer animal que ela soubesse existir, havia interceptado o atacante no ar.
O lobo negro — Victor — rugiu, um som que pareceu estremecer a própria terra. Com uma mordida poderosa no pescoço do invasor e um arremesso violento, ele mandou o outro lobo ganindo para longe, ferido e aterrorizado. O intruso não pensou duas vezes antes de fugir para a escuridão.
O lobo negro virou-se para Elisa.
Ela estava paralisada. A fera era magnífica e aterrorizante. O pelo era negro como o abismo, e os olhos dourados pareciam ler sua alma. O lobo deu um passo em direção a ela, a respiração quente saindo em nuvens de vapor no ar frio.
— Fica longe! — Elisa gritou, tentando recuar, mas esqueceu-se do barranco atrás dela.
A terra sob suas mãos cedeu. Ela escorregou, caindo alguns metros barranco abaixo. Sua cabeça atingiu uma pedra saliente com um baque seco. A escuridão a reivindicou antes mesmo que ela sentisse o impacto total.
Victor, vendo sua companheira desmaiar, soltou um uivo de agonia que rasgou a noite. Ele desceu o barranco com agilidade felina. No meio do caminho, seu corpo começou a mudar, os pelos recuando, os ossos se reajustando até que ele voltasse à forma humana.
Ele a pegou nos braços com uma delicadeza que contrastava com a violência de instantes atrás. O rosto dela estava pálido, um filete de sangue escorrendo de sua têmpora.
— Você é minha, Elisa — sussurrou ele, pressionando os lábios na testa dela enquanto a carregava de volta para a mansão. — E eu nunca mais vou deixar você fugir. Nem de mim, nem de ninguém.
Ele caminhou pela floresta, o alfa protegendo seu tesouro, enquanto a lua cheia iluminava o caminho de volta para a jaula de ouro que ele havia construído para sua ruiva. Ela ainda não sabia da verdade completa, mas em breve, ela entenderia que pertencia ao lobo. E o lobo não aceitava nada menos que a entrega total.
Ela sentia. Não era apenas uma impressão; era um instinto primitivo que gritava em sua nuca. Alguém a observava.
Victor a seguia com a facilidade de um predador de topo. Seus 1,95 m de altura moviam-se com uma graça silenciosa que desafiava seu porte físico massivo e musculoso. Sob a jaqueta escura, as tatuagens em seu pescoço e braços pareciam pulsar em sintonia com seus sentidos aguçados. Ele inalou profundamente, fechando os olhos azuis por um breve segundo. O cheiro dela era inebriante: chocolate, baunilha e aquele aroma metálico e doce da pureza intocada. Ela era virgem, ele sabia. O lobo dentro dele, uma fera negra de dois metros de altura com olhos dourados, arranhava as paredes de sua consciência, exigindo que ele a reivindicasse.
Elisa dobrou a esquina, entrando em uma rua onde a iluminação pública havia falhado. O pânico começou a subir por sua garganta. Ela olhou para trás e viu um vulto alto, uma silhueta que parecia maior do que qualquer homem comum. Ela começou a correr.
Seus pulmões ardiam. O coração batia tão forte contra as costelas que ela temia que ele pudesse parar. Ao avistar um beco, ela entrou desesperada, esperando encontrar uma passagem para a rua seguinte. Mas, ao chegar ao fundo, deparou-se com um muro de tijolos impenetrável.
— Não, não, não... — sussurrou ela, virando-se bruscamente.
A figura bloqueou a entrada do beco. Ele usava uma máscara sombria, que dava a ele a aparência de um carrasco de pesadelo. Victor caminhou lentamente, cada passo fazendo Elisa recuar até que suas costas bateram na parede fria.
— Por favor... — a voz dela falhou, os olhos verdes como esmeraldas brilhando com lágrimas de terror. — Quem é você? O que você quer?
Victor não respondeu. Ele se aproximou até que seus corpos quase se tocassem. Ele sentia o calor emanando da pele morena clara dela, o tremor descontrolado de seus membros. Com uma mão enluvada, ele prendeu os braços dela contra a parede acima da cabeça. A força dele era esmagadora.
— Me solta! — ela gritou, lutando inutilmente contra a imobilidade dele.
Victor inclinou a cabeça, aproximando o rosto do pescoço dela, inalando o terror que ela exalava. Era o perfume mais doce que ele já havia sentido. Sem dizer uma palavra, ele tirou um pano embebido em clorofórmio do bolso e o pressionou contra o rosto dela. Elisa debateu-se por alguns segundos, seus olhos verdes fixos nos dele através da máscara, até que seus sentidos se esvaíram e ela desabou, inconsciente, nos braços poderosos do alfa.
***
Quando Elisa abriu os olhos, a primeira coisa que sentiu foi a maciez extrema de lençóis de seda. O quarto era vasto, decorado com uma elegância austera e masculina. Ela se sentou rapidamente, a cabeça latejando.
— Você acordou.
A voz era profunda, um barítono que parecia vibrar no ar. Victor estava parado perto da janela, agora sem máscara. A beleza dele era desconcertante: a pele branca contrastando com o cabelo preto de corte moderno, os olhos azuis gélidos e penetrantes.
— Onde eu estou? Por que me trouxe aqui? — Elisa perguntou, puxando o cobertor contra o peito, os cachos ruivos espalhados como fogo sobre a cama.
— Você está na minha casa — respondeu ele, aproximando-se com uma bandeja. — E aqui você ficará. Coma.
Ele colocou a comida e a água sobre a mesa de cabeceira. Elisa olhou para o prato e depois para ele, o desafio brilhando em seu olhar apesar do medo.
— Eu não vou tocar em nada que venha de você.
Victor estreitou os olhos. O lobo dentro dele rosnou diante da desobediência. Ele se inclinou sobre ela, apoiando as mãos na cama, cercando-a.
— É melhor você comer, Elisa — disse ele, a voz carregada de uma advertência sombria. — Eu não gostaria de ter que te mostrar o meu outro lado. Você não iria gostar do que veria.
O tom dele não deixava margem para discussões. Intimidada pela aura de perigo que ele emanava, ela pegou o copo de água com as mãos trêmulas e tomou um gole, seguida por um pedaço de pão.
— Vou deixá-la descansar — disse Victor, endireitando-se. — Há seguranças na porta e por todo o perímetro. Não tente nenhuma tolice.
Ele saiu e o som da chave virando na fechadura ecoou como uma sentença de morte. Elisa esperou alguns minutos, o coração martelando. Ela não era de desistir. Órfã desde cedo, a vida a ensinara a lutar por si mesma. Ela examinou o quarto e correu para o banheiro. Havia uma janela pequena, alta na parede. Para um homem do tamanho de Victor, seria impossível passar, mas ela era pequena, ágil.
Com movimentos frenéticos, ela arrancou os lençóis da cama, dando nós firmes até improvisar uma corda. Ela subiu no vaso sanitário, alcançou a janela e, com um esforço doloroso, conseguiu se espremer pela abertura, deslizando pela corda improvisada até o chão do jardim dos fundos.
A mansão ficava à beira de uma floresta densa nas colinas de Los Angeles. Elisa correu, mergulhando entre as árvores, sem olhar para trás.
Lá dentro, em seu escritório, Victor observava as câmeras de segurança com um sorriso predatório. Ele viu o momento exato em que ela desapareceu entre as sombras das árvores. Seu sangue ferveu de antecipação.
— Lá vou eu, minha Chapeuzinho Vermelho — murmurou ele para a sala vazia. — Vou te encontrar aonde quer que esteja.
Ele saiu para a varanda, sentindo o ar fresco da noite. Seus ossos estalaram, seus músculos se expandiram e, em um borrão de movimento e dor suportável, o homem deu lugar à fera. Um lobo negro colossal, de dois metros de altura, saltou da varanda. Seus olhos agora eram de um dourado puro, brilhando com a fome da caçada.
Elisa corria pela floresta, os galhos arranhando seus braços, o vestido rasgando-se enquanto ela avançava. O medo era um gosto amargo em sua boca. De repente, seu pé prendeu-se em uma raiz oculta.
— Ahhh! — ela gritou, caindo pesadamente. Uma dor aguda disparou de seu tornozelo. Ela tentou se levantar, mas a perna cedeu. Ela havia torcido o tornozelo seriamente.
Lágrimas de frustração e dor rolaram por seu rosto, mas ela continuou a se arrastar, o instinto de sobrevivência empurrando-a para frente. Ela chegou a uma clareira que terminava em um pequeno barranco. O caminho estava bloqueado.
Um rosnado baixo e gutural fez os pelos de seus braços se arrepiarem.
Das sombras, um lobo cinzento, grande e de aparência sarnenta, emergiu. Não era Victor. Era um lobo solitário, um desgarrado que cheirava a carne podre e agressividade. Ele rosnou, mostrando dentes amarelados, preparando-se para o bote. Elisa estava encurralada, sem ter para onde fugir.
— Não... por favor... — ela soluçou, fechando os olhos enquanto o lobo saltava.
Mas o impacto nunca veio.
Um estrondo ensurdecedor de carne colidindo com carne ecoou pela clareira. Elisa abriu os olhos e sufocou um grito. Um lobo negro imenso, maior do que qualquer animal que ela soubesse existir, havia interceptado o atacante no ar.
O lobo negro — Victor — rugiu, um som que pareceu estremecer a própria terra. Com uma mordida poderosa no pescoço do invasor e um arremesso violento, ele mandou o outro lobo ganindo para longe, ferido e aterrorizado. O intruso não pensou duas vezes antes de fugir para a escuridão.
O lobo negro virou-se para Elisa.
Ela estava paralisada. A fera era magnífica e aterrorizante. O pelo era negro como o abismo, e os olhos dourados pareciam ler sua alma. O lobo deu um passo em direção a ela, a respiração quente saindo em nuvens de vapor no ar frio.
— Fica longe! — Elisa gritou, tentando recuar, mas esqueceu-se do barranco atrás dela.
A terra sob suas mãos cedeu. Ela escorregou, caindo alguns metros barranco abaixo. Sua cabeça atingiu uma pedra saliente com um baque seco. A escuridão a reivindicou antes mesmo que ela sentisse o impacto total.
Victor, vendo sua companheira desmaiar, soltou um uivo de agonia que rasgou a noite. Ele desceu o barranco com agilidade felina. No meio do caminho, seu corpo começou a mudar, os pelos recuando, os ossos se reajustando até que ele voltasse à forma humana.
Ele a pegou nos braços com uma delicadeza que contrastava com a violência de instantes atrás. O rosto dela estava pálido, um filete de sangue escorrendo de sua têmpora.
— Você é minha, Elisa — sussurrou ele, pressionando os lábios na testa dela enquanto a carregava de volta para a mansão. — E eu nunca mais vou deixar você fugir. Nem de mim, nem de ninguém.
Ele caminhou pela floresta, o alfa protegendo seu tesouro, enquanto a lua cheia iluminava o caminho de volta para a jaula de ouro que ele havia construído para sua ruiva. Ela ainda não sabia da verdade completa, mas em breve, ela entenderia que pertencia ao lobo. E o lobo não aceitava nada menos que a entrega total.
