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Viagem para a praia

Fandom: My OC's

Criado: 12/07/2026

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O Preço da Obediência

O ambiente da cafeteria estava calmo, com o aroma de grãos torrados pairando no ar e o som baixo de uma rádio local tocando ao fundo. Luiz escolhera estrategicamente a mesa nos fundos, onde a iluminação era precária e as divisórias de madeira alta garantiam a privacidade necessária para o que ele pretendia fazer. Natan estava sentado à sua frente, balançando as pernas curtas sob a mesa, os olhos grandes e brilhantes fixos no pai. Ele usava um casaco largo que escondia sua cintura fina, mas Luiz sabia exatamente o que havia por baixo daquele tecido.

Luiz tomou um gole de seu café preto, observando a expressão inocente e, ao mesmo tempo, provocadora de Natan. O rapaz estava com sua chupeta azul pendurada em um prendedor na gola da camisa, um acessório que ele raramente abandonava.

— Natan, venha aqui embaixo agora — ordenou Luiz, sua voz um barulho baixo e rouco que não admitia contestação.

Natan hesitou. Ele olhou para os lados, vendo alguns clientes distantes na frente do estabelecimento. Ele gostava de provocar, mas o tom de Luiz indicava que a paciência do mais velho estava no limite. O jovem negou levemente com a cabeça, fazendo um biquinho manhoso.

— Agora, Natan. Não me faça repetir.

— Papai, aqui não... as pessoas podem ver — sussurrou Natan, tentando manter sua fachada de resistência.

Luiz franziu o cenho. Ele não gostava de ser desafiado, especialmente quando já havia deixado claro que daria tudo o que Natan quisesse, desde que a obediência fosse absoluta. Sem dizer uma palavra, Luiz abriu o zíper da calça por baixo da mesa. Com um movimento rápido, ele pegou a chupeta que estava presa na camisa de Natan, puxando-a com força.

— Você quer brincar de ser rebelde? — Luiz perguntou, enquanto passava o bico de silicone da chupeta lentamente pela extensão de seu membro rígido, cobrindo-o com o líquido pré-seminal que já escapava. — Se você não vai fazer o seu trabalho com a boca, vai carregar o meu cheiro o dia todo.

Luiz estendeu a chupeta molhada de volta para Natan.

— Coloque na boca. Agora.

Natan, com os olhos arregalados e as bochechas coradas, obedeceu. O gosto salgado e característico do pai invadiu seus sentidos imediatamente. Ele sugou o objeto com força, sentindo uma onda de excitação percorrer seu corpo esculpido. Luiz deu um sorriso frio, satisfeito com o olhar de submissão que agora emanava do filho.

— Vamos embora. O café acabou.

O trajeto até o carro foi silencioso, mas a tensão era palpável. Assim que entraram no veículo, Luiz dirigiu com pressa, ignorando os olhares de soslaio que Natan lhe enviava. Ao chegarem em casa, Luiz nem sequer esperou que Natan tirasse os sapatos. Ele agarrou o rapaz pelo braço e o arrastou para o quarto principal.

— Você achou que podia me dizer "não" na cafeteria? — Luiz rosnou, jogando Natan sobre a cama de casal.

— Papai, eu só estava com medo... — Natan tentou se explicar, mas foi interrompido quando Luiz subiu sobre ele, prendendo seus pulsos acima da cabeça.

— Medo não é desculpa para desobediência. Você sabe o que eu quero, e sabe que eu não vou parar até estar vazio.

Luiz arrancou as roupas de Natan com brutalidade, expondo o corpo alvo e a cintura delicada que ele tanto adorava marcar. Natan começou a chorar baixinho, uma mistura de medo e desejo, mas Luiz não teve piedade. Ele se posicionou entre as pernas do rapaz e, sem qualquer preparação ou lubrificante além do que o próprio corpo de Natan produzia pelo nervosismo, ele o possuiu de uma vez só.

Natan soltou um grito abafado contra o travesseiro, suas costas arqueando enquanto ele sentia a plenitude dolorosa de Luiz dentro de si.

— Quique para mim, Natan — ordenou Luiz, soltando os pulsos dele e segurando firmemente em seus quadris. — Mostre que você aprendeu a lição.

Mesmo soluçando, Natan começou a se mover. Ele quicava sobre o membro do pai, sentindo cada estocada profunda atingir seu interior. O prazer começava a nublar sua mente, e ele se entregou ao ritmo frenético. Luiz não parava, suas mãos fortes deixando marcas vermelhas na pele clara de Natan. O som da carne colidindo ecoava pelo quarto, misturado aos gemidos sôfregos do jovem.

— Eu quero... eu quero o leitinho, papai — Natan implorou, a voz embargada.

— Você vai ter — disse Luiz, atingindo o ápice e despejando uma carga generosa dentro de Natan. — E você vai guardar tudo aí dentro. Se uma gota cair, você vai se arrepender.

Luiz não saiu de dentro dele imediatamente. Ele ficou ali, sentindo as pulsações de Natan ao redor de si, praticando o cockwarming que o rapaz tanto amava, mas desta vez como uma punição. Eventualmente, Luiz se afastou, mas ordenou que Natan permanecesse deitado com as pernas elevadas.

— Durma assim. Eu quero você cheinho até amanhã.

Natan adormeceu exausto, o corpo ainda trêmulo. No entanto, por volta das três da manhã, o excesso de líquido começou a transbordar. O sêmen quente escorreu pelas coxas de Natan, manchando os lençóis de seda. O movimento e o desconforto acordaram Luiz, que dormia ao lado. Ele passou a mão pela cama e sentiu a umidade.

A fúria de Luiz foi instantânea. Ele acendeu o abajur, a luz amarela revelando a "bagunça" que Natan havia feito.

— Eu não disse para você guardar? — Luiz rugiu, acordando Natan com um solavanco.

— Desculpa, papai... eu não consegui segurar, saiu sozinho — Natan choramingou, encolhendo-se.

— Se está saindo, é porque ainda tem espaço — Luiz disse, a voz gélida. Ele se posicionou novamente, seu membro já rígido pela raiva e pelo desejo acumulado.

Ele entrou em Natan novamente, mais forte do que antes. Natan gemia, sentindo-se completamente preenchido, quase transbordando. Luiz despejou mais e mais, forçando o corpo do filho a aceitar cada gota. Quando terminou, ele se retirou bruscamente.

— Agora, limpe o que você derramou — Luiz ordenou, apontando para si mesmo.

Natan, trêmulo e com o rosto banhado em lágrimas, ajoelhou-se entre as pernas do pai. Ele começou a chupar, limpando cada rastro do "leitinho" que Luiz havia produzido, bebendo tudo conforme lhe fora ordenado. O olhar de Luiz era severo, observando cada movimento da língua de Natan.

— Bom menino — Luiz disse, finalmente suavizando o tom, mas mantendo a autoridade. — Agora volte a dormir. E se eu sentir um pingo fora do lugar antes do sol nascer, começaremos tudo de novo.

Natan deitou-se novamente, sentindo o peso e o calor dentro de si, a mente perdida entre o trauma da rigidez do pai e o prazer doentio de ser cuidado daquela forma extrema. Ele fechou os olhos, sabendo que, para Luiz, o amor e a obediência eram a mesma coisa.
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