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Prometo te odiar
Fandom: Stalia
Criado: 12/07/2026
Tags
RomanceDramaDor/ConfortoHistória DomésticaCrimeEstudo de PersonagemLinguagem Explícita
O Eco do Desejo entre Sombras e Algemas
Fiquei imóvel por alguns segundos, surpresa com aquela reconciliação tão suave depois de tudo o que tínhamos dito. Não me virei, só apertei um pouco mais as suas mãos que estavam entrelaçadas na minha cintura, e respondi baixo, com a voz ainda um pouco embargada:
— Eu que devia pedir desculpas… fui injusta com você.
Respirei fundo, sentindo o calor do corpo dela contra mim, e completei num sussurro:
— Também te amo mais do que tudo.
O silêncio do apartamento parecia amplificar o som das nossas respirações. Giovanna, sempre tão firme em sua farda, sempre tão guiada pela lei e pela ordem, agora era apenas vulnerabilidade e calor atrás de mim. Eu sentia a pressão constante de suas mãos, mas logo algo mais se fez presente. Um roçar firme e insistente contra a curva da minha bunda, uma evidência física de que o perdão não era a única coisa que ela buscava naquele momento. O volume rígido sob o tecido da calça dela pressionava minha carne, despertando um arrepio que percorreu minha espinha com a força de uma descarga elétrica.
Eu sabia o poder que tinha sobre ela. Mesmo grávida, mesmo com a barriga começando a desenhar uma nova silhueta sob meu vestido de seda, eu ainda era a sua perdição. E ela, a minha lei e o meu crime.
— Maya… — a voz de Giovanna saiu rouca, um som baixo que vibrou contra o meu pescoço. — Você não tem ideia do quanto eu senti falta disso. De você assim, perto.
Senti seus lábios trilharem o caminho da minha nuca, beijos úmidos e urgentes que faziam minhas pernas tremerem. Eu inclinei a cabeça para o lado, dando-lhe mais acesso, enquanto empurrava meu quadril para trás, querendo sentir mais daquela pressão. O contraste entre a doçura da reconciliação e a urgência do desejo era inebriante.
— Então me mostra — sussurrei, girando lentamente nos braços dela.
Quando nossos olhos se encontraram, vi a tempestade neles. Giovanna ainda usava parte do uniforme, o distintivo brilhando sob a luz fraca da sala, um lembrete constante de quem ela era. Mas seus dedos, agora livres das algemas que costumava carregar, subiram para o meu rosto, traçando o contorno dos meus lábios com uma delicadeza quase dolorosa.
— Você está tão linda — murmurou ela, descendo o olhar para o volume da minha barriga. — Tão perfeita.
Ela se ajoelhou diante de mim, as mãos espalmadas sobre meu ventre, onde nosso futuro crescia silencioso. Giovanna encostou a testa ali, fechando os olhos por um instante, como se fizesse uma prece silenciosa. A manipuladora em mim, aquela parte que sempre sabia como mover as peças do jogo, derreteu-se diante daquela demonstração de devoção pura.
— Ela está calma agora — eu disse, acariciando os cabelos curtos de Giovanna. — Mas acho que a mãe dela está precisando de atenção.
Giovanna soltou um riso anasalado, levantando o olhar com uma centelha de malícia que eu conhecia bem. Ela se levantou, sem quebrar o contato visual, e com uma agilidade que só o treinamento policial proporcionava, me ergueu e me sentou no balcão de mármore da cozinha.
— A lei pode esperar, Maya — disse ela, a voz carregada de intenção. — Mas eu não posso.
Suas mãos subiram pelas minhas coxas, levantando a seda do vestido, até encontrarem a pele quente. O contato foi como fogo. Giovanna se encaixou entre minhas pernas, e eu senti novamente a rigidez dela contra mim, agora sem as barreiras das roupas pesadas, já que ela habilmente se livrara do cinto tático.
— Você sempre sabe como me dobrar, não é? — perguntei, envolvendo o pescoço dela com meus braços, puxando-a para mais perto.
— Eu não te dobro, Maya — respondeu ela, antes de capturar meus lábios em um beijo profundo e faminto. — Eu me rendo a você. Sempre foi assim.
O beijo era uma mistura de desculpas não ditas e promessas de proteção. Minhas mãos desceram para o peito dela, sentindo o coração batendo descompassado sob a camisa social. Comecei a abrir os botões, um por um, com a paciência de quem sabe que o prêmio vale a espera. Quando a pele dela foi revelada, a temperatura na sala pareceu subir dez graus.
Giovanna não perdeu tempo. Suas mãos, firmes e experientes, exploravam cada curva nova do meu corpo. Ela tratava minha gravidez com uma reverência quase sagrada, mas sem perder o fogo que sempre definiu nossa conexão. Ela desceu o vestido pelos meus ombros, deixando-me apenas de lingerie, exposta sob a luz âmbar.
— Você é a coisa mais perigosa que já entrou na minha vida — sussurrou ela, descendo os beijos para os meus seios, que estavam mais sensíveis do que nunca.
— E você é a única que sabe como me prender, oficial Torres — respondi, soltando um gemido baixo quando a língua dela encontrou meu mamilo.
O prazer subia em ondas, impulsionado pelos hormônios e pela saudade. Giovanna afastou-se apenas o suficiente para se livrar do resto de suas roupas, revelando o corpo atlético e tenso. Quando ela voltou para mim, a pele contra pele foi o catalisador final. Ela me puxou para a beirada do balcão, suas mãos sustentando meu peso com facilidade.
— Devagar — pedi, a voz falhando. — Por causa dela.
— Eu nunca machucaria vocês — prometeu ela, os olhos brilhando com uma intensidade protetora.
Ela entrou em mim com um movimento lento e fluido, preenchendo o vazio que os dias de briga tinham deixado. Eu soltei um suspiro longo, enterrando o rosto em seu pescoço, sentindo o cheiro de sabonete e adrenalina que era tão dela. Cada estocada era um verso de uma poesia muda, um ritmo que só nós duas conhecíamos.
Maya, a mulher que manipulava destinos, agora estava completamente entregue aos sentidos. Giovanna, a mulher que defendia a paz, encontrava seu caos mais doce em meus braços. O movimento era cadenciado, respeitoso com o meu estado, mas carregado de uma luxúria que não podia ser contida.
— Giovanna… — chamei, minhas unhas cravando-se levemente em seus ombros.
— Estou aqui, Maya. Sempre aqui — respondeu ela, acelerando levemente o ritmo, sentindo meu ápice se aproximar.
O clímax veio como uma explosão de cores atrás das minhas pálpebras fechadas. Eu me agarrei a ela, sentindo as contrações de prazer ecoarem por todo o meu corpo, enquanto Giovanna soltava um rosnado baixo, atingindo seu próprio limite logo em seguida.
Ficamos ali, abraçadas, o silêncio retornando aos poucos, quebrado apenas pelo som das respirações recuperando o ritmo. Giovanna me tirou do balcão, mantendo-me em seus braços como se eu fosse feita de vidro, e caminhamos até o quarto.
Deitadas sob os lençóis, com a luz da lua entrando pela fresta da cortina, ela colocou a mão sobre minha barriga novamente.
— Acha que ela sentiu? — perguntou, com um tom de preocupação genuína que me fez sorrir.
— Ela sentiu que a mãe dela está feliz agora — respondi, encostando minha cabeça em seu ombro. — E que a casa dela é segura.
Giovanna beijou o topo da minha cabeça, o braço me envolvendo em um arco protetor.
— Eu vou cuidar de vocês. Não importa o que aconteça no trabalho, não importa quem tente nos separar. Você é minha prioridade, Maya.
Eu fechei os olhos, sentindo a segurança daquela promessa. Eu podia ser a manipuladora, a que planejava três passos à frente, mas nos braços de Giovanna Torres, eu era apenas uma mulher amada. E, pela primeira vez na vida, eu não precisava de um plano. Eu só precisava dela.
— Eu que devia pedir desculpas… fui injusta com você.
Respirei fundo, sentindo o calor do corpo dela contra mim, e completei num sussurro:
— Também te amo mais do que tudo.
O silêncio do apartamento parecia amplificar o som das nossas respirações. Giovanna, sempre tão firme em sua farda, sempre tão guiada pela lei e pela ordem, agora era apenas vulnerabilidade e calor atrás de mim. Eu sentia a pressão constante de suas mãos, mas logo algo mais se fez presente. Um roçar firme e insistente contra a curva da minha bunda, uma evidência física de que o perdão não era a única coisa que ela buscava naquele momento. O volume rígido sob o tecido da calça dela pressionava minha carne, despertando um arrepio que percorreu minha espinha com a força de uma descarga elétrica.
Eu sabia o poder que tinha sobre ela. Mesmo grávida, mesmo com a barriga começando a desenhar uma nova silhueta sob meu vestido de seda, eu ainda era a sua perdição. E ela, a minha lei e o meu crime.
— Maya… — a voz de Giovanna saiu rouca, um som baixo que vibrou contra o meu pescoço. — Você não tem ideia do quanto eu senti falta disso. De você assim, perto.
Senti seus lábios trilharem o caminho da minha nuca, beijos úmidos e urgentes que faziam minhas pernas tremerem. Eu inclinei a cabeça para o lado, dando-lhe mais acesso, enquanto empurrava meu quadril para trás, querendo sentir mais daquela pressão. O contraste entre a doçura da reconciliação e a urgência do desejo era inebriante.
— Então me mostra — sussurrei, girando lentamente nos braços dela.
Quando nossos olhos se encontraram, vi a tempestade neles. Giovanna ainda usava parte do uniforme, o distintivo brilhando sob a luz fraca da sala, um lembrete constante de quem ela era. Mas seus dedos, agora livres das algemas que costumava carregar, subiram para o meu rosto, traçando o contorno dos meus lábios com uma delicadeza quase dolorosa.
— Você está tão linda — murmurou ela, descendo o olhar para o volume da minha barriga. — Tão perfeita.
Ela se ajoelhou diante de mim, as mãos espalmadas sobre meu ventre, onde nosso futuro crescia silencioso. Giovanna encostou a testa ali, fechando os olhos por um instante, como se fizesse uma prece silenciosa. A manipuladora em mim, aquela parte que sempre sabia como mover as peças do jogo, derreteu-se diante daquela demonstração de devoção pura.
— Ela está calma agora — eu disse, acariciando os cabelos curtos de Giovanna. — Mas acho que a mãe dela está precisando de atenção.
Giovanna soltou um riso anasalado, levantando o olhar com uma centelha de malícia que eu conhecia bem. Ela se levantou, sem quebrar o contato visual, e com uma agilidade que só o treinamento policial proporcionava, me ergueu e me sentou no balcão de mármore da cozinha.
— A lei pode esperar, Maya — disse ela, a voz carregada de intenção. — Mas eu não posso.
Suas mãos subiram pelas minhas coxas, levantando a seda do vestido, até encontrarem a pele quente. O contato foi como fogo. Giovanna se encaixou entre minhas pernas, e eu senti novamente a rigidez dela contra mim, agora sem as barreiras das roupas pesadas, já que ela habilmente se livrara do cinto tático.
— Você sempre sabe como me dobrar, não é? — perguntei, envolvendo o pescoço dela com meus braços, puxando-a para mais perto.
— Eu não te dobro, Maya — respondeu ela, antes de capturar meus lábios em um beijo profundo e faminto. — Eu me rendo a você. Sempre foi assim.
O beijo era uma mistura de desculpas não ditas e promessas de proteção. Minhas mãos desceram para o peito dela, sentindo o coração batendo descompassado sob a camisa social. Comecei a abrir os botões, um por um, com a paciência de quem sabe que o prêmio vale a espera. Quando a pele dela foi revelada, a temperatura na sala pareceu subir dez graus.
Giovanna não perdeu tempo. Suas mãos, firmes e experientes, exploravam cada curva nova do meu corpo. Ela tratava minha gravidez com uma reverência quase sagrada, mas sem perder o fogo que sempre definiu nossa conexão. Ela desceu o vestido pelos meus ombros, deixando-me apenas de lingerie, exposta sob a luz âmbar.
— Você é a coisa mais perigosa que já entrou na minha vida — sussurrou ela, descendo os beijos para os meus seios, que estavam mais sensíveis do que nunca.
— E você é a única que sabe como me prender, oficial Torres — respondi, soltando um gemido baixo quando a língua dela encontrou meu mamilo.
O prazer subia em ondas, impulsionado pelos hormônios e pela saudade. Giovanna afastou-se apenas o suficiente para se livrar do resto de suas roupas, revelando o corpo atlético e tenso. Quando ela voltou para mim, a pele contra pele foi o catalisador final. Ela me puxou para a beirada do balcão, suas mãos sustentando meu peso com facilidade.
— Devagar — pedi, a voz falhando. — Por causa dela.
— Eu nunca machucaria vocês — prometeu ela, os olhos brilhando com uma intensidade protetora.
Ela entrou em mim com um movimento lento e fluido, preenchendo o vazio que os dias de briga tinham deixado. Eu soltei um suspiro longo, enterrando o rosto em seu pescoço, sentindo o cheiro de sabonete e adrenalina que era tão dela. Cada estocada era um verso de uma poesia muda, um ritmo que só nós duas conhecíamos.
Maya, a mulher que manipulava destinos, agora estava completamente entregue aos sentidos. Giovanna, a mulher que defendia a paz, encontrava seu caos mais doce em meus braços. O movimento era cadenciado, respeitoso com o meu estado, mas carregado de uma luxúria que não podia ser contida.
— Giovanna… — chamei, minhas unhas cravando-se levemente em seus ombros.
— Estou aqui, Maya. Sempre aqui — respondeu ela, acelerando levemente o ritmo, sentindo meu ápice se aproximar.
O clímax veio como uma explosão de cores atrás das minhas pálpebras fechadas. Eu me agarrei a ela, sentindo as contrações de prazer ecoarem por todo o meu corpo, enquanto Giovanna soltava um rosnado baixo, atingindo seu próprio limite logo em seguida.
Ficamos ali, abraçadas, o silêncio retornando aos poucos, quebrado apenas pelo som das respirações recuperando o ritmo. Giovanna me tirou do balcão, mantendo-me em seus braços como se eu fosse feita de vidro, e caminhamos até o quarto.
Deitadas sob os lençóis, com a luz da lua entrando pela fresta da cortina, ela colocou a mão sobre minha barriga novamente.
— Acha que ela sentiu? — perguntou, com um tom de preocupação genuína que me fez sorrir.
— Ela sentiu que a mãe dela está feliz agora — respondi, encostando minha cabeça em seu ombro. — E que a casa dela é segura.
Giovanna beijou o topo da minha cabeça, o braço me envolvendo em um arco protetor.
— Eu vou cuidar de vocês. Não importa o que aconteça no trabalho, não importa quem tente nos separar. Você é minha prioridade, Maya.
Eu fechei os olhos, sentindo a segurança daquela promessa. Eu podia ser a manipuladora, a que planejava três passos à frente, mas nos braços de Giovanna Torres, eu era apenas uma mulher amada. E, pela primeira vez na vida, eu não precisava de um plano. Eu só precisava dela.
