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Abbie x mister Root
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 12/07/2026
Sombras no Quarto de Papel
O silêncio nos corredores da academia era absoluto, quebrado apenas pelo som distante do vento batendo contra as janelas de vidro. Dentro do dormitório, a atmosfera era pesada, carregada de uma tensão que Abbie mal conseguia processar. Ele estava sentado na beira da cama, suas mãos apertando o tecido da bermuda branca. O pequeno caule de maçã em sua cabeça parecia murchar levemente sob o peso do olhar que recebia.
Mister Root estava parado junto à porta fechada. Ele observava o filho com uma intensidade que ultrapassava qualquer noção de cuidado paternal convencional. Para Root, Abbie não era apenas um estudante ou um herdeiro; era uma obsessão moldada em papel e tinta, uma figura de fragilidade que ele sentia a necessidade constante de dominar e possuir.
— Você parece tenso, Abbie — comentou Mister Root, sua voz saindo como um sussurro grave que fez os ombros do garoto subirem até as orelhas.
— Eu... eu só estou cansado das aulas, pai — respondeu Abbie, sem coragem de encontrar os olhos do mais velho. Suas bochechas já exibiam um tom rosado, uma reação instintiva à presença intimidadora do homem.
Mister Root aproximou-se lentamente. Cada passo parecia ecoar no chão de madeira. Quando ele parou à frente de Abbie, a sombra que projetava cobriu o garoto quase por completo. Ele estendeu a mão, tocando o rosto pálido do filho, deslizando os dedos pela mandíbula até alcançar a nuca.
— Não precisa mentir para mim. Eu conheço cada batida do seu coração.
Abbie estremeceu. O toque era possessivo, carregado de uma intenção que ele reconhecia, mas que ainda o deixava em um estado de alerta constante. Root inclinou-se, aproximando seu rosto do de Abbie, sentindo a respiração curta e descompassada do jovem. O brilho nos olhos de Root era malicioso, uma fome que ele não fazia mais questão de esconder.
— Você é tão perfeito — murmurou Root, deslizando a mão para baixo, contornando a curva das costas de Abbie até alcançar a base de sua coluna.
O toque tornou-se mais invasivo. Mister Root começou a deslizar os dedos com firmeza e precisão, explorando as curvas das nádegas de Abbie por cima do tecido fino da roupa. Abbie soltou um suspiro involuntário, um som que oscilava entre o susto e uma resposta sensorial profunda. Seus olhos se fecharam e o rubor em seu rosto intensificou-se, transformando sua expressão de timidez em algo muito mais vulnerável.
— Pai... — Abbie tentou articular, mas o som saiu como um gemido contido.
— Shhh. Apenas sinta — ordenou Root, intensificando a pressão.
A provocação era deliberada. Root movia os dedos com uma lentidão calculada, sentindo a reação do corpo de Abbie a cada movimento. O garoto estava em transe, o conflito interno entre a obediência e o prazer manifestando-se em pequenos tremores por seus membros. Ele sentia o calor de Root emanando contra ele, uma âncora em meio à névoa de sensações que o dominava.
Momentos depois, a dinâmica no quarto mudou. Abbie estava agora imobilizado, uma mordaça de tecido branco envolvendo sua boca, impedindo que qualquer palavra clara fosse dita. Seus olhos estavam arregalados, brilhando com uma mistura de submissão e desejo. Mister Root o observava com um sorriso satisfeito, apreciando a imagem do filho sob seu controle total.
— Agora você está como eu quero — disse Root, levando a mão até o nó da mordaça.
Ele a des amarrou com um movimento fluido. Assim que o tecido caiu, a boca de Abbie permaneceu aberta, sua respiração saindo em arfadas pesadas. Sua língua pendia levemente, um sinal claro de seu estado de exaustão emocional e física. Root não perdeu tempo. Ele segurou o queixo de Abbie com firmeza, forçando-o a olhar diretamente em seus olhos antes de reduzir a distância entre eles.
O beijo foi imediato e profundo. Suas línguas se encontraram e se entrelaçaram em uma dança úmida e exploratória. Não havia delicadeza ali; era uma conexão de posse. Durante três minutos longos e intensos, o único som no quarto era o do contato entre eles. Quando finalmente se separaram, um fio de saliva conectava suas bocas, brilhando sob a luz fraca do abajur.
Abbie estava completamente entregue. Suas pernas fraquejaram e ambos acabaram no chão, o tapete áspero contra a pele contrastando com o calor de seus corpos. Entre eles, um dispositivo vibratório foi posicionado, unindo-os em uma simetria de prazer compartilhado.
— Sinta isso, Abbie — sussurrou Root contra o ouvido do filho, enquanto começava a mover seu corpo em um ritmo frenético. — Sinta o quanto você pertence a mim.
Abbie não conseguia mais formar pensamentos coerentes. Ele reagia aos movimentos de Root, arqueando as costas e soltando gemidos altos que preenchiam o espaço vazio do quarto. A vibração constante intensificava cada sensação, levando-os rapidamente ao limite de sua resistência.
O ritmo acelerou. Root não dava descanso, movendo-se com uma urgência que exigia uma resposta igual de Abbie. O suor brilhava em suas peles enquanto o clímax se aproximava como uma onda inevitável.
— Eu estou... eu vou... — Abbie tentou dizer, sua voz falhando.
— Juntos — comandou Root, apertando-o com mais força.
Em um surto final de movimento e som, ambos atingiram o ápice. O prazer foi avassalador, uma descarga de energia que os deixou exaustos e trêmulos no chão. Abbie desabou contra o peito de Root, seu coração batendo como o de um pássaro engaiolado, enquanto o silêncio retornava lentamente ao quarto, deixando apenas o eco do que acabara de acontecer.
Mister Root estava parado junto à porta fechada. Ele observava o filho com uma intensidade que ultrapassava qualquer noção de cuidado paternal convencional. Para Root, Abbie não era apenas um estudante ou um herdeiro; era uma obsessão moldada em papel e tinta, uma figura de fragilidade que ele sentia a necessidade constante de dominar e possuir.
— Você parece tenso, Abbie — comentou Mister Root, sua voz saindo como um sussurro grave que fez os ombros do garoto subirem até as orelhas.
— Eu... eu só estou cansado das aulas, pai — respondeu Abbie, sem coragem de encontrar os olhos do mais velho. Suas bochechas já exibiam um tom rosado, uma reação instintiva à presença intimidadora do homem.
Mister Root aproximou-se lentamente. Cada passo parecia ecoar no chão de madeira. Quando ele parou à frente de Abbie, a sombra que projetava cobriu o garoto quase por completo. Ele estendeu a mão, tocando o rosto pálido do filho, deslizando os dedos pela mandíbula até alcançar a nuca.
— Não precisa mentir para mim. Eu conheço cada batida do seu coração.
Abbie estremeceu. O toque era possessivo, carregado de uma intenção que ele reconhecia, mas que ainda o deixava em um estado de alerta constante. Root inclinou-se, aproximando seu rosto do de Abbie, sentindo a respiração curta e descompassada do jovem. O brilho nos olhos de Root era malicioso, uma fome que ele não fazia mais questão de esconder.
— Você é tão perfeito — murmurou Root, deslizando a mão para baixo, contornando a curva das costas de Abbie até alcançar a base de sua coluna.
O toque tornou-se mais invasivo. Mister Root começou a deslizar os dedos com firmeza e precisão, explorando as curvas das nádegas de Abbie por cima do tecido fino da roupa. Abbie soltou um suspiro involuntário, um som que oscilava entre o susto e uma resposta sensorial profunda. Seus olhos se fecharam e o rubor em seu rosto intensificou-se, transformando sua expressão de timidez em algo muito mais vulnerável.
— Pai... — Abbie tentou articular, mas o som saiu como um gemido contido.
— Shhh. Apenas sinta — ordenou Root, intensificando a pressão.
A provocação era deliberada. Root movia os dedos com uma lentidão calculada, sentindo a reação do corpo de Abbie a cada movimento. O garoto estava em transe, o conflito interno entre a obediência e o prazer manifestando-se em pequenos tremores por seus membros. Ele sentia o calor de Root emanando contra ele, uma âncora em meio à névoa de sensações que o dominava.
Momentos depois, a dinâmica no quarto mudou. Abbie estava agora imobilizado, uma mordaça de tecido branco envolvendo sua boca, impedindo que qualquer palavra clara fosse dita. Seus olhos estavam arregalados, brilhando com uma mistura de submissão e desejo. Mister Root o observava com um sorriso satisfeito, apreciando a imagem do filho sob seu controle total.
— Agora você está como eu quero — disse Root, levando a mão até o nó da mordaça.
Ele a des amarrou com um movimento fluido. Assim que o tecido caiu, a boca de Abbie permaneceu aberta, sua respiração saindo em arfadas pesadas. Sua língua pendia levemente, um sinal claro de seu estado de exaustão emocional e física. Root não perdeu tempo. Ele segurou o queixo de Abbie com firmeza, forçando-o a olhar diretamente em seus olhos antes de reduzir a distância entre eles.
O beijo foi imediato e profundo. Suas línguas se encontraram e se entrelaçaram em uma dança úmida e exploratória. Não havia delicadeza ali; era uma conexão de posse. Durante três minutos longos e intensos, o único som no quarto era o do contato entre eles. Quando finalmente se separaram, um fio de saliva conectava suas bocas, brilhando sob a luz fraca do abajur.
Abbie estava completamente entregue. Suas pernas fraquejaram e ambos acabaram no chão, o tapete áspero contra a pele contrastando com o calor de seus corpos. Entre eles, um dispositivo vibratório foi posicionado, unindo-os em uma simetria de prazer compartilhado.
— Sinta isso, Abbie — sussurrou Root contra o ouvido do filho, enquanto começava a mover seu corpo em um ritmo frenético. — Sinta o quanto você pertence a mim.
Abbie não conseguia mais formar pensamentos coerentes. Ele reagia aos movimentos de Root, arqueando as costas e soltando gemidos altos que preenchiam o espaço vazio do quarto. A vibração constante intensificava cada sensação, levando-os rapidamente ao limite de sua resistência.
O ritmo acelerou. Root não dava descanso, movendo-se com uma urgência que exigia uma resposta igual de Abbie. O suor brilhava em suas peles enquanto o clímax se aproximava como uma onda inevitável.
— Eu estou... eu vou... — Abbie tentou dizer, sua voz falhando.
— Juntos — comandou Root, apertando-o com mais força.
Em um surto final de movimento e som, ambos atingiram o ápice. O prazer foi avassalador, uma descarga de energia que os deixou exaustos e trêmulos no chão. Abbie desabou contra o peito de Root, seu coração batendo como o de um pássaro engaiolado, enquanto o silêncio retornava lentamente ao quarto, deixando apenas o eco do que acabara de acontecer.
