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Robby x Riley
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 13/07/2026
Tags
SombrioHorror PsicológicoRomanceDramaEstudo de PersonagemSuspenseClockpunk / Windpunk
Engrenagens e Obsessão
O silêncio na Paper School nunca fora algo reconfortante. Geralmente, o som de lápis riscando papel ou os gritos de pânico nos corredores preenchiam o vazio, mas ali, naquele porão sem janelas, o ar parecia ter a densidade de chumbo. Robby sentia o frio do chão de concreto atravessar seus sapatos pretos. Ele apertou o cabo de sua chave inglesa cinza, o metal frio sendo a única coisa familiar naquele breu absoluto.
— Olá? Tem alguém aí? — a voz de Robby saiu trêmula, ecoando pelas paredes invisíveis.
Ele ajustou os óculos no rosto, mas não adiantava. Não havia luz para refletir. O chapéu de hélice em sua cabeça parecia pesar o dobro, como se a gravidade ali fosse diferente. Ele deu um passo à frente, o som de sua bota ecoando como uma sentença.
— Sabe, Robby... eu sempre admirei a forma como você cuida das suas ferramentas — uma voz doce, porém carregada de um veneno melódico, ressoou de algum lugar acima dele.
Robby deu um pulo, girando nos calcanhares. Riley. Ele reconheceria aquele tom em qualquer lugar. Era a garota mais baixa da escola, mas sua presença sempre parecia ocupar todo o espaço.
— Riley? É você? Por que estamos aqui? Ligue as luzes, isso não tem graça — ele pediu, tentando manter a voz firme, embora suas garras estivessem cravando no metal da chave inglesa.
— Eu sei tanta coisa sobre você, Robby — a voz dela parecia vir de todos os lados agora, aproximando-se como uma sombra que ganha vida. — Sei que você passa horas escondido na oficina porque prefere o som das engrenagens ao das pessoas. Sei que você limpa seus óculos três vezes por dia quando está nervoso. E sei que, toda vez que eu passo por você, seu ritmo cardíaco acelera exatamente dez batidas por minuto.
Robby sentiu um calafrio percorrer sua estrutura fina. Como ela poderia saber de detalhes tão insignificantes? O choque o paralisou.
— Como você... por que você estaria me observando assim? — ele gaguejou, sentindo o suor frio brotar em sua testa.
— Porque você é fascinante, Robby. Como um relógio que eu quero desmontar para ver como funciona por dentro — o tom dela mudou, tornando-se mais agudo, quase maníaco.
Antes que ele pudesse reagir, um vulto branco cortou a escuridão. Riley saltou das sombras com uma agilidade predatória. O impacto o jogou no chão com força. Robby soltou a chave inglesa, que deslizou para longe com um tilintar metálico agonizante.
Em um segundo, Riley estava montada sobre ele. O torso robusto dela pressionava o peito dele, e o longo rabo de cavalo branco caía sobre os ombros de Robby como uma cortina de seda pálida. O laço preto em seu cabelo parecia uma borboleta noturna pousada no caos.
Riley começou a rir. Não era uma risada de alegria, mas um som histérico e agudo que parecia arranhar as paredes do porão. Ela segurava a faca preta na mão esquerda, a lâmina roçando perigosamente perto do pescoço inexistente de Robby, enquanto seus olhos brilhavam com uma fixação doentia.
— Olhe para você — ela sibilou, a risada morrendo em um sorriso largo. — Está tremendo, Robby. Por que está tremendo tanto? E por que seu rosto está ficando tão... vermelho?
Robby sentia o calor subir pelas suas bochechas. A proximidade era esmagadora. Ele podia ver cada detalhe da camisa social branca dela, o bolso grande, e a cauda preta e pontiaguda que chicoteava o ar atrás dela com excitação.
— É a... é a sua perna — Robby murmurou, desviando o olhar, sentindo o coração martelar contra as costelas. — Você está... você está muito perto, Riley.
Riley inclinou a cabeça para o lado, o sorriso se tornando ainda mais provocador. Ela moveu o corpo sutilmente, sentindo a resistência e a fragilidade dele sob ela.
— Só a minha perna? — ela ronronou, aproximando o rosto do dele até que suas respirações se misturassem. — Ou será que é o fato de que eu finalmente te peguei? Talvez você goste de estar preso assim. Talvez você goste de saber que eu poderia fazer qualquer coisa com você agora.
— Você é... — Robby parou, a voz falhando enquanto ele olhava para aqueles olhos intensos. — Você é fofa, Riley. Mesmo sendo... assim.
O silêncio que se seguiu foi quase ensurdecedor. Riley paralisou por um instante, a faca tremendo levemente em sua mão. Ela piscou, a expressão de psicopata dando lugar a uma curiosidade genuinamente perturbada.
— Você me acha... fofa? — ela perguntou, a voz subindo uma oitava. — Mesmo depois de tudo o que eu disse? Mesmo eu estando com uma faca no seu pescoço?
— Sim — ele respondeu, a honestidade sobrepujando o medo por um momento. — Você sempre foi... diferente. E eu gosto de coisas diferentes.
Riley soltou uma gargalhada curta, quase um ganido. Ela passou a lâmina da faca pela bochecha dele, sem cortar, apenas sentindo a textura da pele de papel dele.
— Você é um idiota, Robby. Um idiota adorável — ela disse, e seu tom voltou a ser predatório. — E agora que você disse isso, eu quero ainda mais. Eu quero provar um pedacinho de você. Quero ver se você é tão doce por dentro quanto é por fora.
Robby sentiu o ar escapar de seus pulmões quando ela soltou a faca — que ficou cravada no chão ao lado da cabeça dele — e levou a mão direita ao peito dele.
— O que você está fazendo? — ele perguntou, a voz saindo como um suspiro.
— Shh... — ela sussurrou, deslizando os dedos finos e pretos pela gola da camiseta polo dele. — Eu quero ver o que tem embaixo dessa engrenagem toda.
Com uma lentidão torturante, Riley começou a puxar o tecido da camiseta dele. O bolso frontal grande da roupa de Robby parecia um obstáculo bobo diante da determinação dela. Ela não desviou os olhos dos dele nem por um segundo, mantendo-o hipnotizado enquanto o despojava de sua proteção.
— Riley, espera... — ele tentou dizer, mas a mão dela parou sobre o peito dele, sentindo as batidas frenéticas.
— Tarde demais para esperar, Robby — ela murmurou, terminando de tirar a peça de roupa e jogando-a na escuridão. — Agora você é meu projeto. E eu não pretendo parar até conhecer cada peça desse seu mecanismo.
Robby estava exposto, tremendo não apenas de frio, mas de uma antecipação aterrorizante que ele não conseguia explicar. Riley se inclinou mais, o rabo de cavalo branco roçando o peito nu dele, e ele soube, naquele momento, que não havia saída daquela oficina improvisada de obsessão.
— Olá? Tem alguém aí? — a voz de Robby saiu trêmula, ecoando pelas paredes invisíveis.
Ele ajustou os óculos no rosto, mas não adiantava. Não havia luz para refletir. O chapéu de hélice em sua cabeça parecia pesar o dobro, como se a gravidade ali fosse diferente. Ele deu um passo à frente, o som de sua bota ecoando como uma sentença.
— Sabe, Robby... eu sempre admirei a forma como você cuida das suas ferramentas — uma voz doce, porém carregada de um veneno melódico, ressoou de algum lugar acima dele.
Robby deu um pulo, girando nos calcanhares. Riley. Ele reconheceria aquele tom em qualquer lugar. Era a garota mais baixa da escola, mas sua presença sempre parecia ocupar todo o espaço.
— Riley? É você? Por que estamos aqui? Ligue as luzes, isso não tem graça — ele pediu, tentando manter a voz firme, embora suas garras estivessem cravando no metal da chave inglesa.
— Eu sei tanta coisa sobre você, Robby — a voz dela parecia vir de todos os lados agora, aproximando-se como uma sombra que ganha vida. — Sei que você passa horas escondido na oficina porque prefere o som das engrenagens ao das pessoas. Sei que você limpa seus óculos três vezes por dia quando está nervoso. E sei que, toda vez que eu passo por você, seu ritmo cardíaco acelera exatamente dez batidas por minuto.
Robby sentiu um calafrio percorrer sua estrutura fina. Como ela poderia saber de detalhes tão insignificantes? O choque o paralisou.
— Como você... por que você estaria me observando assim? — ele gaguejou, sentindo o suor frio brotar em sua testa.
— Porque você é fascinante, Robby. Como um relógio que eu quero desmontar para ver como funciona por dentro — o tom dela mudou, tornando-se mais agudo, quase maníaco.
Antes que ele pudesse reagir, um vulto branco cortou a escuridão. Riley saltou das sombras com uma agilidade predatória. O impacto o jogou no chão com força. Robby soltou a chave inglesa, que deslizou para longe com um tilintar metálico agonizante.
Em um segundo, Riley estava montada sobre ele. O torso robusto dela pressionava o peito dele, e o longo rabo de cavalo branco caía sobre os ombros de Robby como uma cortina de seda pálida. O laço preto em seu cabelo parecia uma borboleta noturna pousada no caos.
Riley começou a rir. Não era uma risada de alegria, mas um som histérico e agudo que parecia arranhar as paredes do porão. Ela segurava a faca preta na mão esquerda, a lâmina roçando perigosamente perto do pescoço inexistente de Robby, enquanto seus olhos brilhavam com uma fixação doentia.
— Olhe para você — ela sibilou, a risada morrendo em um sorriso largo. — Está tremendo, Robby. Por que está tremendo tanto? E por que seu rosto está ficando tão... vermelho?
Robby sentia o calor subir pelas suas bochechas. A proximidade era esmagadora. Ele podia ver cada detalhe da camisa social branca dela, o bolso grande, e a cauda preta e pontiaguda que chicoteava o ar atrás dela com excitação.
— É a... é a sua perna — Robby murmurou, desviando o olhar, sentindo o coração martelar contra as costelas. — Você está... você está muito perto, Riley.
Riley inclinou a cabeça para o lado, o sorriso se tornando ainda mais provocador. Ela moveu o corpo sutilmente, sentindo a resistência e a fragilidade dele sob ela.
— Só a minha perna? — ela ronronou, aproximando o rosto do dele até que suas respirações se misturassem. — Ou será que é o fato de que eu finalmente te peguei? Talvez você goste de estar preso assim. Talvez você goste de saber que eu poderia fazer qualquer coisa com você agora.
— Você é... — Robby parou, a voz falhando enquanto ele olhava para aqueles olhos intensos. — Você é fofa, Riley. Mesmo sendo... assim.
O silêncio que se seguiu foi quase ensurdecedor. Riley paralisou por um instante, a faca tremendo levemente em sua mão. Ela piscou, a expressão de psicopata dando lugar a uma curiosidade genuinamente perturbada.
— Você me acha... fofa? — ela perguntou, a voz subindo uma oitava. — Mesmo depois de tudo o que eu disse? Mesmo eu estando com uma faca no seu pescoço?
— Sim — ele respondeu, a honestidade sobrepujando o medo por um momento. — Você sempre foi... diferente. E eu gosto de coisas diferentes.
Riley soltou uma gargalhada curta, quase um ganido. Ela passou a lâmina da faca pela bochecha dele, sem cortar, apenas sentindo a textura da pele de papel dele.
— Você é um idiota, Robby. Um idiota adorável — ela disse, e seu tom voltou a ser predatório. — E agora que você disse isso, eu quero ainda mais. Eu quero provar um pedacinho de você. Quero ver se você é tão doce por dentro quanto é por fora.
Robby sentiu o ar escapar de seus pulmões quando ela soltou a faca — que ficou cravada no chão ao lado da cabeça dele — e levou a mão direita ao peito dele.
— O que você está fazendo? — ele perguntou, a voz saindo como um suspiro.
— Shh... — ela sussurrou, deslizando os dedos finos e pretos pela gola da camiseta polo dele. — Eu quero ver o que tem embaixo dessa engrenagem toda.
Com uma lentidão torturante, Riley começou a puxar o tecido da camiseta dele. O bolso frontal grande da roupa de Robby parecia um obstáculo bobo diante da determinação dela. Ela não desviou os olhos dos dele nem por um segundo, mantendo-o hipnotizado enquanto o despojava de sua proteção.
— Riley, espera... — ele tentou dizer, mas a mão dela parou sobre o peito dele, sentindo as batidas frenéticas.
— Tarde demais para esperar, Robby — ela murmurou, terminando de tirar a peça de roupa e jogando-a na escuridão. — Agora você é meu projeto. E eu não pretendo parar até conhecer cada peça desse seu mecanismo.
Robby estava exposto, tremendo não apenas de frio, mas de uma antecipação aterrorizante que ele não conseguia explicar. Riley se inclinou mais, o rabo de cavalo branco roçando o peito nu dele, e ele soube, naquele momento, que não havia saída daquela oficina improvisada de obsessão.
