Fanfy
.studio
Imagem de fundo

D70

Fandom: Record of ragnarok

Criado: 22/07/2026

Tags

RomanceFantasiaPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaCenário CanônicoHistória DomésticaCiúmesSombrio
Índice

O Trono de Helheim e a Rendição do Imperador

O aniversário do Rei do Submundo não era uma data que Hades costumava celebrar com pompas ou banquetes barulhentos. Para ele, a eternidade era marcada por deveres, pela ordem em Helheim e pelo cuidado com seus irmãos. No entanto, Qin Shi Huang, o homem que desafiou o destino e os deuses, decidiu que aquele ano seria diferente. O Imperador da China, com sua arrogância carismática e um sorriso que escondia séculos de dor e triunfo, fizera uma promessa a Hades: por vinte e quatro horas, o Rei do Submundo poderia fazer o que quisesse com ele.

Hades, sempre o estrategista nobre e calmo, aceitou o presente com uma intensidade que Qin não previu. O que começou como uma celebração íntima transformou-se em uma maratona de luxúria que consumiu cada centímetro do palácio. Hades, movido por um desejo possessivo que raramente demonstrava, não deu trégua ao humano.

Eles começaram na cama real, mas a paixão de Hades era uma tempestade. Ele fodeu Qin contra as paredes frias do corredor, o som da carne colidindo ecoando pelas pedras ancestrais. Na cozinha, sobre a mesa de mármore, Hades o possuiu enquanto Qin agarrava as bordas do móvel, seus gemidos tornando-se a única música do ambiente. No escritório, entre pergaminhos e mapas de almas, e na varanda, sob o céu perpétuo de Helheim, o Rei dos Mortos marcou o Imperador como seu.

Hades não retirava seu membro, um mastro imponente de vinte e cinco centímetros, de dentro de Qin para quase nada. Ele queria sentir o calor interno do humano o tempo todo, fundindo suas existências. Qin, que sempre se portava como o centro do universo, viu-se reduzido a um ser de puro espasmo e prazer. Suas pernas já não sustentavam seu peso; ele era carregado, virado e penetrado com uma força que beirava a brutalidade benevolente.

Quando a noite finalmente caiu sobre o reino, Qin estava exausto, sua voz rouca de tanto clamar pelo nome do deus. Ele se agarrou ao pescoço de Hades, o suor misturando-se entre os corpos, e sussurrou com o que restava de sua audição:

— Faça... até eu apagar, Hades. O Rei... ordena que você não pare.

Hades atendeu ao comando com uma ferocidade renovada. Ele o fodeu de todas as formas possíveis, explorando cada ângulo do corpo de Qin, até que o Imperador finalmente desmaiou, o corpo entregue à inconsciência pelo excesso de estímulo. Quando Hades finalmente se retirou, o esfíncter de Qin estava visivelmente aberto e dilatado, incapaz de se fechar imediatamente após tamanha invasão, escorrendo uma quantidade absurda de sêmen que manchava os lençóis de seda negra. Satisfeito, o deus deitou-se ao lado de seu amante e dormiu com uma calma possessiva.

A manhã em Helheim não trazia sol, apenas uma mudança na tonalidade das sombras. Qin Shi Huang acordou sentindo cada músculo do seu corpo protestar. Ele tentou se sentar, mas um gemido baixo escapou de seus lábios. Ao mover as pernas, sentiu algo quente e viscoso escorrer por suas coxas.

— Mas o que... — Qin olhou para baixo e viu o rastro branco e espesso sujando o lençol. Suas bochechas arderam em um tom de carmesim que ele raramente mostrava.

Hades, já acordado e observando-o com um olhar de pura satisfação e ternura sombria, soltou um riso baixo, a voz vibrando no peito.

— Parece que eu exagerei um pouco na quantidade, Imperador.

— Você é um bruto, Hades — resmungou Qin, tentando limpar o excesso com a mão, apenas para sentir mais fluido escapando de seu interior. — Isso não para de sair. É embaraçoso.

Hades inclinou-se para frente, a mão grande e fria repousando no joelho de Qin.

— Se isso o incomoda tanto, eu posso providenciar um dildo para você usar durante o dia. Ele serviria como uma rolha, impedindo que o meu presente escape.

Qin arregalou os olhos, chocado com a sugestão audaciosa, e deu um tapa sem força no braço musculoso do deus.

— Cale a boca! Eu não vou andar por aí com um brinquedo enfiado em mim só porque você resolveu me inundar.

Qin tentou se deitar novamente, fechando as pernas com força em uma tentativa de conter o que restava lá dentro, mas Hades não permitiu. Com uma mão firme, o Rei do Submundo segurou os tornozelos de Qin e abriu suas pernas novamente, revelando a visão da entrada do Imperador, ainda rosada e úmida.

— Hades, não... — Qin protestou, embora o calor que subia por sua espinha dissesse o contrário.

— Ontem foi o meu aniversário, mas hoje eu ainda sinto que tenho direitos sobre você — disse Hades, posicionando-se entre as pernas abertas de Qin.

Sem mais avisos, o deus empurrou seu membro de volta para dentro. Qin soltou um grito abafado, a sensação de ser preenchido novamente após estar tão sensível era quase insuportável. Hades começou a estocar com força, ignorando os protestos iniciais que logo se transformaram em gemidos de aceitação. Ele arregaçou as pernas de Qin, empurrando os joelhos do humano contra o peito dele, expondo-o completamente enquanto o comia com vontade.

Depois de algum tempo, quando Hades finalmente terminou aquela rodada matinal, Qin tentou se levantar mais uma vez. Sua pele estava hipersensível; o simples roçar do ar parecia um toque elétrico. Ele sentia o tesão latejando, uma fome que parecia não ser saciada, mas seu corpo físico estava no limite.

Ao ficar de pé, ele sentiu novamente o líquido quente escorrendo. Hades fez menção de puxá-lo pelo quadril para trazê-lo de volta à cama, seus olhos brilhando com uma fome insaciável.

— Venha aqui, Qin. Eu ainda vejo que você quer mais.

— Não! — Qin deu um passo trôpego para trás, rindo nervosamente enquanto tentava manter sua dignidade imperial. — Eu preciso de um banho. Se você me tocar de novo agora, eu vou acabar derretendo.

Qin correu — ou tentou correr com a rigidez de suas pernas — em direção ao banheiro privativo, deixando o deus rindo sozinho no quarto.

No entanto, a fuga durou pouco.

Minutos depois, o som da água caindo preenchia o luxuoso box de mármore. Hades entrou silenciosamente, sua presença preenchendo o espaço. Qin estava de costas, tentando lavar o sêmen de suas coxas, quando sentiu as mãos do deus em sua cintura.

Hades sentou-se no chão do box, sob a água morna, e puxou Qin para cima de si.

— O que você está fazendo? — perguntou Qin, a voz falhando enquanto era posicionado.

— Eu quero ver você de perto, Imperador. Sente-se aqui.

Hades indicou seu rosto. Qin, sentindo o rosto queimar de vergonha, mas incapaz de negar um desejo daquele que agora chamava de seu, agachou-se sobre o rosto de Hades. O Rei do Submundo começou a usar sua língua, limpando o rastro de sêmen que ainda insistia em sair, antes de guiar Qin para que ele se sentasse em seu colo, mas de uma forma específica.

Hades ergueu seu membro novamente, que já estava pulsando de prontidão, e guiou a entrada de Qin sobre ele. Qin sentou-se devagar, sentindo cada centímetro entrar, enquanto Hades mantinha o rosto pressionado contra as nádegas do humano, inalando seu cheiro misturado ao sabão e ao sexo.

— Ah... Hades... — Qin se inclinou para frente, as mãos apoiando-se na parede de mármore do box.

Hades começou a estocar de baixo para cima, com uma força bruta que fazia o corpo de Qin chacoalhar sob a água. O som dos corpos se batendo era abafado pelo ruído do chuveiro, mas a intensidade era nítida. Hades segurava as nádegas de Qin com firmeza, enterrando os dedos na carne macia e pressionando o corpo do Imperador ainda mais contra seu rosto e seu pau.

— Você está tremendo, meu Rei — sussurrou Hades contra a pele molhada de Qin, sua voz saindo como um trovão baixo.

— É... sua culpa... — Qin ofegou, seus olhos revirando enquanto a cabeça pendia para trás. — Você está me quebrando...

— Eu não vou deixar você cair — prometeu Hades, apertando o abraço e aumentando a velocidade das estocadas.

O movimento era forte, rítmico e implacável. Qin sentia-se como se estivesse sendo aberto ao meio, mas a sensação de plenitude era algo que só Hades conseguia lhe proporcionar. Ele se tremia tanto que suas mãos escorregavam pela parede molhada, mas sempre que ele ameaçava perder o equilíbrio, as mãos poderosas de Hades o seguravam, ancorando-o naquela tempestade de prazer.

Hades fodeu o cuzinho de Qin com uma vontade renovada, cada impacto fazendo o Imperador soltar gritos que se perdiam no vapor do banheiro. O contraste entre a sofisticação habitual de Hades e a maneira selvagem com que ele possuía Qin era o que mais excitava o humano.

Quando o ápice finalmente chegou para ambos, Qin desabou contra o peito de Hades, o corpo mole e exausto. O sêmen de Hades inundou Qin novamente, misturando-se à água que corria pelo ralo.

Hades permaneceu ali, segurando o homem que amava em seus braços, sob a água, sentindo o coração de Qin bater freneticamente contra o seu. Ele era o Rei de Helheim, o pilar de sua família, mas ali, naquele momento, ele era apenas um homem devoto ao seu Imperador. E Qin, o homem que não se curvava a ninguém, sentia-se finalmente em casa, completamente preenchido e protegido pelo abraço do Deus dos Mortos.

Índice

Quer criar seu próprio fanfic?

Cadastre-se na Fanfy e crie suas próprias histórias!

Criar meu fanfic