
Engel x Oliver 😳✊
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 22/07/2026
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Lições de Anatomia e Pecado
O ar na sala de treinamento estava pesado, carregado com o cheiro peculiar de grafite, papel velho e o aroma adocicado de sabonete que sempre emanava de Oliver. Engel sentia seu coração martelar contra as costelas como um pássaro enjaulado. Ele nunca soube que um "treinamento" com o valentão da escola poderia tomar um rumo tão bizarro e humilhante. Ali, parado com as pernas trêmulas, Engel sentia a brisa fria do local em sua pele exposta, agora que o seu macacão preto estava caído pelos tornozelos.
Oliver, com aquele sorriso malicioso que parecia esculpido em seu rosto de porcelana, não demonstrava um pingo de hesitação. Ele se aproximou por trás de Engel, seus cabelos brancos e longos balançando levemente. Com uma agilidade cruel, Oliver segurou os quadris de Engel e forçou o garoto gentil a empinar as nádegas.
— O que você está fazendo, Oliver? — Engel perguntou, a voz falhando enquanto o rubor subia por seu pescoço até as pontas de suas orelhas. — Isso não parece nenhum tipo de treino que a Senhorita Circle aprovaria!
— Shhh... — sussurrou Oliver, inclinando-se para perto do ouvido de Engel, seu hálito cheirando a sabão de lavanda. — A Circle não precisa saber de tudo, Engel. Você é tão certinho, tão herói... achei que gostaria de aprender algo que não está nos livros.
Oliver deslizou o dedo lentamente pela curva das nádegas de Engel, traçando a linha de sua pele com uma precisão torturante. Engel soltou um suspiro curto, apertando os olhos. O contraste entre eles era gritante: a agressividade lúdica de Oliver contra a passividade assustada de Engel.
Sem aviso prévio, Oliver levou as mãos às bordas das roupas íntimas pontudas que ainda os protegiam. Em um movimento rápido e ousado, ele removeu a sua própria cueca de tema de sabonete e, logo em seguida, despojou Engel de sua proteção com tema de penas e lupas.
O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor. Engel sentiu-se completamente vulnerável. Suas partes íntimas estavam agora expostas ao olhar predatório de Oliver, embora a pequena e felpuda cauda branca de Engel tivesse se curvado instintivamente para frente, tentando esconder sua genitália de forma desesperada.
— Olha só para você — zombou Oliver, sua voz carregada de uma diversão sombria. — Tentando se esconder atrás dessa cauda ridícula. Não adianta, Engel. Eu já vi tudo o que eu queria ver.
Oliver se posicionou de forma que sua própria nudez ficasse evidente, a marca de "A+" em seu cabelo parecendo brilhar sob as luzes fluorescentes. Ele se aproximou ainda mais, forçando o contato físico, sentindo a pele quente de Engel contra a sua.
— Agora, vamos para a parte prática do exercício — disse Oliver, agarrando o rosto de Engel com sua mão de carne, enquanto o braço de lápis permanecia apoiado no chão para manter o equilíbrio. — Eu quero que você coloque o rosto bem aqui, entre as minhas nádegas.
Engel arregalou os olhos, o pavor substituindo a vergonha.
— Não! Oliver, por favor, eu não quero fazer isso! Isso é... isso é demais! — Engel tentou se afastar, mas Oliver era mais forte e muito mais determinado em sua malícia.
— Você não tem escolha, "herói" — Oliver riu, um som seco e cortante.
Com um movimento brusco, Oliver empurrou suas nádegas avantajadas contra o rosto de Engel, forçando-as para dentro da boca aberta do garoto. Engel soltou um som abafado, um murmúrio de protesto que morreu na garganta enquanto era sufocado pela carne firme de Oliver. O gosto era estranhamente limpo, como se Oliver tivesse se lavado obsessivamente com seus sabonetes favoritos antes de vir para o treino.
Enquanto Engel lutava para respirar, Oliver começou a provocar a cauda branca do garoto, acariciando a base sensível com os dedos ágeis. O estímulo foi repentino e intenso demais para o pobre Engel, cujo corpo já estava em um estado de choque e excitação involuntária.
— Hmm, você está tremendo, Engel — Oliver comentou, sentindo a reação do corpo do outro sob suas mãos. — É o medo ou é outra coisa?
A sensação da carícia na cauda, combinada com a posição humilhante, levou Engel ao limite. Um espasmo percorreu sua espinha e, com um gemido abafado contra a pele de Oliver, ele atingiu um clímax descontrolado. O sêmen jorrou com força, preenchendo sua própria boca e sujando o espaço entre eles.
Oliver finalmente se afastou, libertando o rosto de Engel. O garoto gentil caiu de joelhos, ofegante, com os olhos marejados e o rosto completamente vermelho.
— Abra a boca — ordenou Oliver, impiedoso.
Engel obedeceu por puro reflexo, e Oliver observou com um brilho de triunfo nos olhos como a boca do garoto estava lotada de sêmen, escorrendo pelos cantos de seus lábios e sujando seu queixo.
— Que bagunça você fez, Engel — Oliver disse, fingindo uma desaprovação que não sentia. — Um aluno tão exemplar se comportando dessa maneira... o que os outros diriam?
Oliver então deu a volta, ficando novamente atrás de Engel, que ainda tentava recuperar o fôlego. O valentão agarrou a cauda branca de Engel, que ainda tentava inutilmente cobrir sua vagina, e a puxou para o lado com força, expondo completamente a intimidade do garoto.
— Agora — sussurrou Oliver, inclinando-se sobre as costas de Engel e pressionando o peito contra as omoplatas dele —, vamos ver se você consegue limpar essa bagunça antes que a próxima aula comece. Ou talvez eu deva deixar você assim o dia todo, para que todos vejam o que acontece quando você treina comigo.
Engel não conseguiu responder. Ele apenas fechou os olhos, sentindo o peso de Oliver sobre ele, sabendo que, naquele jogo cruel de papel e lápis, ele acabara de ser completamente apagado e reescrito pelo prazer perverso de seu maior rival.
