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Taehyung e Yasmin

Fandom: Fandom fantasma, não é público.

Criado: 23/07/2026

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Entre a Posse e o Desejo

O silêncio do quarto de Taehyung era preenchido apenas pelo som rítmico da chuva que batia contra a vidraça, mas dentro daquelas quatro paredes, o ar estava carregado de uma eletricidade que nada tinha a ver com a tempestade lá fora. Kim Taehyung, com seus cabelos pretos caindo levemente sobre os olhos castanhos profundos, mantinha o olhar fixo em Yasmin. Para ele, ela era a definição de uma obra de arte viva, uma mistura inebriante de curvas brasileiras e uma força que o deixava de joelhos.

Eles estavam próximos, tão próximos que o calor emanava de seus corpos como uma fornalha. As mãos de Taehyung, grandes e firmes, traçavam o contorno dos ombros de Yasmin, descendo lentamente pelas costas dela. Ele era conhecido por seu jeito carinhoso, mas naquela noite, havia algo mais sombrio e urgente em seus toques. Uma possessividade que ele raramente deixava transparecer totalmente, mas que agora guiava cada movimento.

— Você não tem ideia do que faz comigo, Yasmin — sussurrou ele, a voz rouca rente ao ouvido dela.

Yasmin sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Suas tranças finas e longas balançavam levemente conforme ela inclinava a cabeça para trás, expondo a pele negra e macia do pescoço ao toque dele. Ela sentia a destreza dos dedos de Taehyung. Ele estava abrindo o fecho invisível do seu vestido com uma agilidade quase imperceptível. Se ela notou que a peça começava a escorregar por seus ombros, não fez menção de impedi-lo. Pelo contrário, ela se pressionou mais contra o corpo magro e definido dele, sentindo os músculos do peito dele contra seus seios fartos.

— Então me mostre, Tae — respondeu ela, a voz carregada de desafio e entrega. — Não guarde nada para si hoje.

Taehyung sorriu, um sorriso ladino que misturava seu lado brincalhão com uma intenção puramente carnívora. Ele terminou de abrir o vestido, deixando que o tecido caro caísse no chão como uma pétala murcha, revelando a exuberância das curvas de Yasmin. Ele parou por um segundo, os olhos castanhos percorrendo cada detalhe: as coxas grossas, a cintura marcada, a curva generosa do quadril. Para ele, ela era território sagrado, e ele era um devoto pronto para a adoração.

— Você é minha — ele declarou, as mãos agora apertando firmemente os quadris dela, os dedos se enterrando na carne macia com uma força que beirava a marcação de território. — Só minha.

— Eu sou — confirmou ela, puxando-o pela nuca para um beijo que interrompeu qualquer fôlego restante.

O beijo era urgente, uma batalha de línguas que buscava domínio e conforto ao mesmo tempo. Taehyung a conduziu até a cama, o movimento fluido e possessivo. Ele não a soltou por um segundo sequer, como se temesse que ela pudesse desaparecer se o contato físico fosse quebrado. Quando suas costas tocaram o colchão macio, Yasmin sentiu o peso do corpo dele sobre o seu, um contraste perfeito entre a estrutura esguia dele e a volúpia dela.

— Você está sendo muito apressado para alguém que costuma ser tão romântico — brincou ela entre beijos, embora suas mãos estivessem ocupadas puxando a camisa dele para fora da calça.

— O romance não morreu, meu amor — disse ele, pausando para beijar a linha da mandíbula dela com uma ternura que contrastava com a força de suas mãos. — Eu só cansei de ser paciente. Eu quero cada centímetro de você. Agora.

Taehyung começou a trilhar um caminho de beijos pelo colo dela, descendo em direção aos seios. Seus movimentos eram precisos, famintos. Ele a tocava como se estivesse tentando memorizar sua textura através das palmas das mãos. O sexo entre eles nunca era apenas físico; era uma troca de poder, um diálogo silencioso onde o amor se manifestava na intensidade da posse.

— Tae... — Yasmin arqueou as costas quando sentiu os dentes dele roçarem levemente sua pele. — Por favor...

— Diga meu nome de novo — ele ordenou, subindo o olhar para encontrá-la. — Quero ouvir que você sabe exatamente quem está te fazendo sentir assim.

— Taehyung — ela suspirou, as mãos perdidas nos cabelos pretos dele, puxando-o para mais perto. — Kim Taehyung.

Ele sorriu, satisfeito, e retomou seu objetivo. A atmosfera no quarto estava densa, o cheiro de perfume e desejo misturando-se ao som da respiração pesada de ambos. Taehyung era carinhoso, sim, mas havia uma fome nele que Yasmin adorava provocar. Ele a virou com facilidade, querendo sentir a curva de suas costas, o peso de seu bumbum contra ele, demonstrando que, naquele espaço, ele era o único que importava.

— Às vezes eu acho que você me enfeitiçou — murmurou ele, as mãos descendo pelas coxas grossas de Yasmin, explorando a força e a maciez que ela possuía. — Eu não consigo pensar em mais nada quando estou longe de você. É irritante o quanto eu te quero.

— E o que você vai fazer sobre isso? — perguntou ela, virando o rosto para olhá-lo por cima do ombro, um brilho de diversão nos olhos escuros.

— Vou garantir que você também não consiga pensar em mais nada — respondeu ele, a voz baixando para um tom quase inaudível, mas carregado de promessa.

O que se seguiu foi uma dança de corpos que se conheciam e se descobriam novamente. Taehyung era possessivo em cada toque, marcando a pele de Yasmin com beijos que deixariam lembranças por dias. Ele era romântico na forma como olhava nos olhos dela, buscando a conexão da alma enquanto seus corpos se uniam em um ritmo frenético e carnívoro. Não havia espaço para hesitação.

Yasmin recebia cada avanço dele com a mesma intensidade. Ela não era uma participante passiva; suas unhas cravavam-se nos ombros definidos dele, sua voz guiava o ritmo, e seu corpo curvilíneo parecia feito sob medida para os braços dele. A cada movimento, ela sentia o amor dele transbordar, mesmo naqueles momentos de maior agressividade e desejo bruto.

— Você é perfeita — ele ofegou, o suor brilhando em sua testa, os fios pretos grudados na pele. — Minha Yasmin. Minha linda brasileira.

— Sempre sua, Tae — ela respondeu, sentindo o ápice se aproximar, o mundo lá fora deixando de existir completamente.

Eles se perderam um no outro, em um turbilhão de sensações onde o tempo parecia ter parado. Quando o clímax finalmente os atingiu, foi como uma explosão silenciosa que os deixou exaustos e entrelaçados. Taehyung não se afastou; ele a envolveu em seus braços, puxando o lençol para cobri-los, mas mantendo-a colada ao seu peito.

— Você está bem? — perguntou ele, voltando ao seu tom carinhoso habitual, beijando o topo da cabeça dela, entre as tranças.

— Estou maravilhosa — disse ela, rindo baixo e descansando a mão sobre o coração dele, que ainda batia acelerado. — Você não brinca em serviço, não é?

— Com você? Nunca — ele respondeu, apertando-a um pouco mais, o instinto possessivo ainda presente, mesmo na calmaria. — Eu poderia ficar assim para sempre. Só nós dois, longe de tudo.

— O mundo sentiria sua falta, Kim Taehyung. Mas eu não me importaria de te esconder só para mim por um tempo.

— Engraçado — ele comentou, fechando os olhos e sentindo o perfume dela. — Eu estava pensando exatamente a mesma coisa sobre você.

O quarto voltou a ser preenchido apenas pelo som da chuva, mas agora havia uma paz satisfatória no ar. Taehyung continuou a acariciar o braço de Yasmin, seus dedos traçando padrões invisíveis na pele negra, um gesto de puro carinho que selava a promessa feita no calor do momento. Eles eram opostos que se completavam, uma mistura de culturas, formas e intensidades que encontravam equilíbrio no amor e no desejo incontrolável que sentiam um pelo outro.

— Durma um pouco — sussurrou ele, a voz doce agora. — Eu vou estar aqui quando você acordar. Eu não vou a lugar nenhum.

— Eu sei que não vai — respondeu Yasmin, fechando os olhos, sentindo-se protegida e amada. — Você não conseguiria ficar longe de mim nem se tentasse.

Taehyung soltou uma risada curta e anuiu, sabendo que ela tinha total razão. Ele era dela, tanto quanto ela era dele, presos em um ciclo eterno de romance e posse que nenhum dos dois desejava quebrar.

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