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Abbie x miss circle

Fandom: Fundamental paper education FPE

Criado: 26/07/2026

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SombrioPWP (Enredo? Que enredo?)HorrorHorror PsicológicoPedofiliaGravidez Não Planejada/IndesejadaOOC (Fora do Personagem)Linguagem Explícita
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O Encurralado no Elevador de Papel

O silêncio dentro da escola de papel era raramente absoluto, mas dentro do elevador metálico, o som do motor parecia amplificar cada batida do coração de Abbie. O garoto, cujos cabelos pretos ostentavam aquele característico coque em formato de caule de maçã, apertava as mãos contra a bermuda branca. Ele sentia o suor frio escorrer por sua nuca. Ao seu lado, a figura imponente e aterrorizante de Miss Circle ocupava quase metade do espaço.

Miss Circle não era apenas uma professora de matemática; ela era o pesadelo encarnado de qualquer aluno que ousasse falhar em suas equações. Suas pupilas em fenda fixaram-se em Abbie, que tremia visivelmente. O olhar da professora, geralmente carregado de uma fúria punitiva, transformou-se em algo diferente, uma expressão maliciosa que Abbie não conseguia processar em seu estado de pânico.

O elevador deu um solavanco e parou entre os andares. As luzes oscilaram, deixando o ambiente em uma penumbra inquietante. Abbie olhou para o painel de botões, mas antes que pudesse reagir, Miss Circle moveu-se com uma rapidez predatória.

— Onde pensa que vai, Abbie? — a voz dela ecoou, rouca e autoritária.

Sem aviso, ela começou a desabotoar sua blusa preta. Abbie recuou até suas costas baterem contra a parede fria de metal. Seus olhos, pequenas fendas de puro terror, arregalaram-se quando a professora removeu a peça superior e, em seguida, sua calça branca. A estatura dela parecia ainda maior agora, e a exposição de seu corpo deixou o garoto paralisado, o rosto queimando em um tom de vermelho profundo que contrastava com sua pele pálida.

— Professora... por favor... — a voz de Abbie falhou, um sussurro desesperado que mal saiu de sua garganta.

Ignorando o apelo, Miss Circle avançou. Com um movimento brusco, ela removeu a bermuda do garoto, deixando-o completamente vulnerável diante dela. O contraste entre a fragilidade de Abbie e a dominância agressiva de Circle era absoluto. Ela se aproximou, envolvendo-o em uma situação que o garoto jamais imaginaria sobreviver, usando seu próprio corpo para pressioná-lo contra a parede.

O contato físico era avassalador. Abbie sentia o calor da pele dela contra a sua, um calor que parecia queimar. Ele estava suado, o coração disparado a um nível perigoso. Miss Circle agia com uma intensidade maníaca, alternando entre gestos de posse e uma luxúria violenta que refletia sua personalidade instável na sala de aula.

— Você sempre foi tão atento aos detalhes, Abbie — murmurou ela, aproximando o rosto do dele. — Vamos ver como você lida com essa lição.

O ambiente do elevador tornou-se claustrofóbico. Os sons da respiração pesada de Miss Circle preenchiam o vácuo deixado pelo motor parado. Em um momento de dominação total, ela forçou uma intimidade física que deixou Abbie sem fôlego, levando o garoto ao limite de seus sentidos. O prazer e o medo se misturavam em uma confusão sensorial que ele não conseguia repelir.

Após momentos de intensa atividade, onde a professora demonstrava uma fome insaciável, ela se afastou levemente, apenas o suficiente para olhar nos olhos dele novamente. Ela abriu as pernas, expondo-se completamente para ele, e o puxou para si. A penetração foi imediata e bruta. Miss Circle soltou um gemido alto, um som que oscilava entre o prazer e um grito de guerra, enquanto suas mãos apertavam os ombros de Abbie.

— Mais... eu quero mais de você! — ela exclamou, balançando-se com um ritmo frenético, sua expressão cada vez mais maliciosa e entregue ao momento.

Ela buscou os lábios de Abbie em um beijo forçado e profundo, sufocando qualquer protesto que ele pudesse tentar articular. O garoto, embora aterrorizado, estava preso no turbilhão das sensações. O clímax se aproximava para ambos. Miss Circle gritava de prazer, um som que ecoava pelo poço do elevador, enquanto Abbie atingia seu limite, sentindo o corpo fraquejar.

Quando o silêncio finalmente retornou, interrompido apenas pelos arquejos pesados de ambos, Miss Circle não se afastou. Ela permaneceu próxima, olhando para Abbie com uma fixação perturbadora. Ela levou a mão à parte inferior do corpo dele, tocando-o de forma possessiva, fazendo o garoto encolher-se e corar ainda mais, se é que isso era possível.

— Abbie — disse ela, a voz voltando a um tom baixo e perigoso enquanto tocava o próprio peito —, você acha que eu posso engravidar de você?

O pânico atingiu um novo patamar. Abbie olhou para ela, o desespero nítido em seu rosto. A ideia de estar ligado àquela professora assassina de uma forma tão permanente era o pior de seus pesadelos.

— Não... não, por favor... — ele gaguejou, as lágrimas começando a se formar nos cantos de seus olhos.

Miss Circle sorriu, um sorriso que não trazia conforto algum. Ela ignorou o terror dele, mantendo-o preso sob seu peso e sua vontade, enquanto o elevador permanecia imóvel no escuro, um pequeno santuário de papel e metal para sua obsessão distorcida.

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