
Abbie x Engel
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 27/07/2026
Sombras e Silêncios no Dormitório
O corredor da Academia Paper estava mergulhado em um silêncio opressor, quebrado apenas pelo som distante do giz batendo contra o quadro negro em alguma sala de detenção. Abbie caminhava apressado, os dedos apertando as alças de sua mochila enquanto seus olhos, pequenas fendas pretas e alertas, vasculhavam cada canto escuro. O medo da Miss Circle era uma presença constante, uma sombra que parecia espreitar atrás de cada armário. Para Abbie, a sobrevivência dependia de passar despercebido, mas seu coração batia tão forte que ele temia que os professores pudessem ouvi-lo.
— Abbie! — Uma voz suave, porém firme, chamou-o por trás.
O garoto deu um salto, o pequeno caule de maçã no topo de sua cabeça balançando violentamente. Ao se virar, encontrou Engel. O garoto de cabelos brancos e penas coloridas exibia sua habitual expressão gentil, embora houvesse algo diferente em seu olhar naquele dia, algo mais intenso.
— Engel... você me assustou — sussurrou Abbie, a respiração entrecortada.
— Venha cá. Você parece que vai desmaiar de ansiedade — disse Engel, segurando o pulso de Abbie com seus dedos longos e afiados, mas com uma delicadeza surpreendente.
Ele o conduziu até um dos quartos privativos dos monitores, um lugar onde as regras rígidas da escola pareciam não alcançar. Assim que a porta foi trancada, a atmosfera mudou. O pânico de Abbie pela escola começou a se transformar em outra forma de nervosismo. O rosto de ambos começou a ganhar um tom avermelhado, uma tensão elétrica preenchendo o espaço entre eles.
Engel deu um passo à frente, diminuindo a distância. Ele estendeu a mão e, com um movimento lento, desfez o coque em forma de caule no topo da cabeça de Abbie, deixando os fios pretos caírem sobre seus ombros.
— Você fica melhor assim — sussurrou Engel, sua voz perdendo a doçura amigável e ganhando um tom mais grave e malicioso.
Abbie, trêmulo, levou as mãos trêmulas ao macacão de Engel. Seus dedos tropeçaram nos fechos, mas ele conseguiu abrir a peça, revelando a pele pálida do outro. Engel não ficou atrás; suas mãos habilidosas deslizaram pelo colete preto de Abbie, removendo-o junto com a camisa branca, até que ambos estivessem expostos um ao outro.
A bermuda branca de Abbie e a calça do macacão de Engel foram as próximas a cair, seguidas rapidamente pelas roupas íntimas. O silêncio do quarto era agora preenchido apenas pelo som da respiração pesada. Engel, mantendo o contato visual, exibiu-se para Abbie, que retribuiu o gesto, ambos em um estado de excitação evidente.
Engel aproximou-se, envolvendo o membro de Abbie com a mão. O contato súbito fez o garoto de cabelos pretos soltar um gemido alto, o corpo arqueando-se instintivamente.
— Gosta disso, Abbie? — perguntou Engel, o olhar fixo na reação do outro.
Sem esperar uma resposta verbal, Engel impulsionou Abbie para a cama, posicionando-se sobre ele. A força física de Engel, contrastando com sua habitual gentileza, era avassaladora. Ele abriu as pernas de Abbie com firmeza, expondo-o completamente.
— Você quer que eu faça isso? — Engel sussurrou, a ponta de seu membro roçando a entrada de Abbie. — Quer que eu penetre você?
— Sim! Por favor, Engel! — gritou Abbie, o prazer e a antecipação sobrepujando qualquer timidez que ele pudesse ter sentido minutos antes.
Engel avançou, penetrando-o de forma decidida. O impacto fez Abbie soltar um gemido profundo, as mãos agarrando os lençóis com força enquanto seus olhos se reviravam. Engel não tinha pressa; ele se movia com uma malícia calculada, indo cada vez mais fundo, provocando cada terminação nervosa de Abbie.
— Você é tão apertado... — comentou Engel, aumentando o ritmo, as penas em sua cabeça balançando com o movimento frenético.
Abbie estava em transe, os gemidos tornando-se súplicas desconexas por mais. A velocidade de Engel aumentou, buscando o ápice de ambos. Em pouco tempo, a liberação veio para Abbie, que estremeceu violentamente enquanto o sêmen de Engel cobria seu abdômen.
Ainda ofegante, Abbie estendeu a mão, tocando Engel de volta, o que arrancou um gemido rouco do garoto de cabelos brancos. Engel, no entanto, ainda não estava satisfeito. Ele girou o corpo de Abbie, deixando-o de costas, em uma posição de total vulnerabilidade.
— Ainda não terminamos — disse Engel, sua voz agora um sussurro predatório.
Ele desferiu um tapa firme nas nádegas de Abbie. O som ecoou no quarto, seguido por um gemido de prazer surpreso do garoto de cabelos pretos.
— Quer de novo? — Engel perguntou, a mão pairando sobre a pele agora avermelhada de Abbie.
— Sim... eu quero — respondeu Abbie, a voz abafada pelo travesseiro.
Engel deu outro tapa, mais forte, antes de se inclinar e sussurrar bem próximo ao ouvido de Abbie:
— Bom garoto... meu cachorrinho.
Com uma das mãos, Engel afastou as nádegas de Abbie, expondo-o novamente. Ele buscou uma camisinha, abrindo-a com um som plástico que pareceu alto no silêncio do quarto. Abbie gemeu apenas com a expectativa. Engel então segurou os cabelos pretos de Abbie, puxando-os levemente para trás para expor seu pescoço, provocando mais um gemido de submissão.
Antes de prosseguir, Engel posicionou-se de forma que Abbie pudesse ver sua excitação de perto, provocando-o visualmente, saboreando o desespero e o desejo nos olhos do garoto tímido que, naquele momento, pertencia inteiramente a ele.
