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Oliver!(FPE Science AU!

Fandom: Fundamental paper education FPE

Criado: 28/07/2026

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Sujeito 006: Protocolo de Contenção

As luzes fluorescentes do laboratório cintilavam com um zumbido elétrico constante, banhando as paredes de metal frio em uma claridade estéril. No centro da cela de contenção, Oliver, designado pelo sistema como Sujeito 006, estava imobilizado. Seus longos cabelos brancos, que chegavam à altura dos joelhos, estavam espalhados pelo chão metálico, contrastando com a marca escura do número "006" gravada no lado direito de sua cabeça. A mecha arrepiada no topo de seu cabelo tremia levemente a cada respiração pesada que ele soltava.

Oliver estava de costas para a entrada, com os braços e pernas envoltos por faixas pretas apertadas que restringiam seus movimentos. O macacão branco, marcado com sua etiqueta de identificação, estava sujo pela poeira do confinamento. Ele soltou um rugido baixo, um som gutural que reverberou pelas paredes da cela, mostrando que, apesar da contenção, sua natureza agressiva e travessa ainda ardia sob a pele.

A porta pesada de aço deslizou para o lado com um chiado hidráulico. Science Miss Circle entrou no recinto. Sua expressão era uma mistura de seriedade profissional e uma malícia indisfarçável que dançava em seus olhos. Ela observou a figura amarrada diante dela com um olhar predatório, ignorando os rosnados de aviso que o Sujeito 006 emitia.

— Você continua sendo um espécime fascinante, Oliver — disse ela, sua voz ecoando no silêncio do laboratório.

Oliver tentou se debater, as faixas pretas esticando-se contra sua pele. Ele virou o rosto levemente, o suficiente para que um de seus chifres pretos captasse a luz fria do local.

— Saia... daqui... — rosnou Oliver, sua voz falhando pela falta de uso, mas ainda carregada de hostilidade.

Miss Circle não recuou. Em vez disso, ela se aproximou lentamente, seus passos ecoando com uma cadência deliberada. Ela se posicionou atrás dele, observando a vulnerabilidade da posição em que ele se encontrava. Sem pressa, ela começou a manipular a vestimenta de Oliver, abrindo a parte traseira de sua bermuda branca, expondo a intimidade do sujeito aos instrumentos e ao olhar frio da cientista.

Ao sentir o contato e a exposição, o rosto de Oliver ferveu em um tom carmesim intenso. Ele soltou um rugido mais alto, uma mistura de raiva e pavor, enquanto seu corpo tremia violentamente contra as amarras.

— Pare com isso! — gritou ele, a respiração tornando-se errática.

Miss Circle ignorou o comando. Com uma calma perturbadora, ela revelou sua própria anatomia, preparando-se para o ato de penetração. Quando ela finalmente forçou a entrada na vagina de Oliver por trás, o laboratório foi preenchido por um grito agudo. Não era um rugido de fera, mas um gemido de dor pura e choque.

— Dói... pare... por favor... — Oliver implorava, as palavras saindo entre dentes cerrados.

O corpo do Sujeito 006 entrou em espasmos. Ele estava visivelmente corado, o suor começando a brotar em sua testa e a escorrer pelo pescoço. Miss Circle, por outro lado, soltou um gemido de prazer, sua respiração acelerando à medida que continuava o movimento invasivo. Ela não demonstrava qualquer sinal de hesitação diante da agonia do rapaz; para ela, ele era um experimento, um objeto de estudo e satisfação.

— Fique quieto, 006 — ordenou ela, a voz embargada pelo desejo —. Isso é necessário para a coleta de dados.

— Mentira! — Oliver gritou, tentando desesperadamente se soltar, mas as faixas pretas em seus braços e pernas apenas cortavam sua circulação.

A dor era excruciante, mas o corpo de Oliver, sob o estresse extremo e a manipulação constante, começou a reagir de formas que ele não conseguia controlar. O sêmen começou a ser expelido, sujando as coxas e o chão frio enquanto ele atingia um ápice forçado e doloroso. Ele soltou um último grito antes de suas forças se esvaírem completamente.

Quando Miss Circle finalmente se retirou, os joelhos de Oliver cederam e ele caiu pesadamente no chão da cela, ainda preso pelas amarras superiores. Ele ofegava, o corpo tremendo de forma incontrolável, os olhos perdidos em algum ponto vazio do metal.

Miss Circle permaneceu de pé, observando o fluido que escorria pelo corpo do sujeito. Um sorriso provocador surgiu em seus lábios.

— Olhe para você — disse ela, agachando-se ao lado dele —. Tão agressivo lá fora, mas tão quebrado aqui dentro.

Ela se inclinou, ignorando os protestos fracos e os soluços de dor de Oliver. Com uma atitude de puro escárnio e dominação, ela se aproximou da intimidade melada de Oliver, realizando um ato final de humilhação ao lamber o sêmen e os fluidos que restavam ali.

— Pare... eu imploro... — Oliver gemeu, a voz quase um sussurro agora, o rosto ainda escondido pelos longos cabelos brancos que agora serviam apenas para esconder suas lágrimas de dor e vergonha.

Miss Circle levantou-se, limpando o canto da boca com as costas da mão, seus olhos brilhando com a satisfação de ter submetido o Sujeito 006 à sua vontade. Ela se virou para sair, deixando Oliver sozinho na escuridão parcial da cela, onde apenas o som de sua respiração quebrada e o zumbido das luzes permaneciam.

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