Fanfy
.studio
Imagem de fundo

Ruby x Skell

Fandom: Fundamental paper education FPE!

Criado: 28/07/2026

Tags

Ficção CientíficaCiberpunkPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaRomance
Índice

Circuitos e Sombras: A Frequência do Desejo

O silêncio no quarto escuro da academia era quase absoluto, quebrado apenas pelo zumbido elétrico baixo que emanava da tela de Ruby. Skell estava de pé, as sombras projetadas por suas asas de morcego dançando nas paredes descascadas. Ele tentava manter sua fachada habitual de tédio e mau humor, mas seus olhos, semicerrados sob a franja preta, traíam uma agitação interna. À sua frente, Ruby não parecia a aluna de tecnologia comum. Sua tela exibia um brilho rosado e vibrante, e a expressão em seus pixels quadrados era carregada de uma malícia sedutora que Skell nunca tinha visto antes.

O coração de Skell disparou, e um rubor intenso subiu por suas bochechas pálidas, contrastando com o preto de seus chifres. Ele desviou o olhar por um segundo, sentindo o peso do sino em sua coleira tilintar levemente.

— Abra os olhos, Skell. Olhe para mim — sussurrou Ruby, aproximando-se com passos mecânicos, mas graciosos.

Skell obedeceu, sentindo o hálito quente de eletrônicos aquecidos contra seu rosto. Ruby inclinou-se e sussurrou algo ininteligível, mas carregado de intenção, diretamente em seu ouvido. Antes que ele pudesse processar, ela começou a se despir. Peça por peça, suas roupas caíram no chão frio, revelando sua forma robótica única. O corpo de Ruby era de um preto lustroso, com curvas acentuadas que desafiavam sua natureza metálica. Seus seios eram imponentes, brilhando sob a luz fraca, e sua região íntima exibia um brilho rosado, indicando que seus sistemas estavam operando em alta temperatura.

Ela estava levemente suada, o vapor saindo de suas juntas enquanto provocava Skell com um olhar desafiador. Skell, embora inicialmente pego de surpresa, sentiu uma onda de desejo percorrer seus membros finos. Um sorriso malicioso surgiu em seus lábios, e ele soltou uma risada baixa e rouca.

— Você realmente sabe como chamar a atenção, não é? — comentou Skell, sua voz falhando levemente.

Momentos depois, as roupas de Skell também estavam espalhadas pelo quarto. Ele se sentou no chão, totalmente nu, expondo sua anatomia singular e sua excitação evidente. Ele olhou para Ruby de baixo para cima, provocando-a com um gesto ousado.

— O que foi? O gato comeu sua língua, ou o sistema travou? — desafiou ele, com um brilho de deboche nos olhos.

Ruby não respondeu com palavras. Ela se lançou sobre ele, selando seus lábios em um beijo profundo e faminto. O contraste entre a pele fria e orgânica de Skell e a superfície aquecida de Ruby criava uma eletricidade quase palpável. Eles se moveram para a cama, onde a exploração continuou. Ruby usava sua língua para mapear a boca de Skell, e ele soltou um gemido abafado contra os lábios dela, rendendo-se ao toque.

— Skell... você é tão receptivo — murmurou ela, descendo as mãos pelo torso dele.

Ruby envolveu o pênis de Skell com seus dedos metálicos, mas delicados. Ela aplicou uma pressão calculada, fazendo com que ele soltasse um suspiro trêmulo e uma pequena quantidade de sêmen escapasse precocemente. Skell arqueou as costas, a respiração ficando curta.

— Ruby... ah, droga... — gemeu ele, fechando os olhos com força.

Sem perder tempo, Ruby começou a chupá-lo, alternando entre movimentos lentos e rápidos, descendo até a base de sua intimidade. Os gemidos de prazer de Skell preenchiam o quarto, ecoando nas paredes escuras. Ele estava completamente à mercê dela, seu rosto corado e o corpo tremendo a cada nova sensação que os lábios e a língua de Ruby proporcionavam.

De repente, Ruby mudou de posição. Ela se virou, empinando as nádegas na direção dele, exibindo a abertura de sua vagina robótica que pulsava em um tom de rosa intenso. Com um movimento fluido, ela se guiou para trás, penetrando-se no pênis ereto de Skell.

— Ah! — Skell soltou um gemido alto, as mãos agarrando os lençóis com força enquanto sentia o calor interno de Ruby envolver cada centímetro dele.

Ruby movia-se com uma cadência rítmica e maliciosa, seus sistemas processando o prazer em tempo real. O som do metal contra a pele e o ritmo da respiração deles criavam uma sinfonia caótica. Em um clímax súbito, Ruby gozou, um fluido viscoso e quente emanando de seu interior enquanto ela tremia nos braços dele.

Sem dar descanso, ela se virou novamente, ficando por cima dele. Skell, agora agindo por instinto, levou a mão até a vagina robótica dela, explorando as texturas complexas e os circuitos sensíveis. Ruby soltou um grito eletrônico de prazer, seu corpo inteiro estremecendo sob o toque dele.

— Skell, por favor... mais... — implorou ela, a tela piscando em cores erráticas.

Skell inclinou-se para frente e começou a lambê-la, saboreando a mistura de fluidos e o calor metálico. Ruby arqueava-se, os dedos cravados nos ombros de Skell, soltando gemidos constantes de puro êxtase.

A inversão de poder continuou quando Skell se posicionou entre as pernas de Ruby. Ele a penetrou com força, seus movimentos agora guiados por uma urgência primitiva. Ruby envolveu as costas dele com os braços, puxando-o para mais perto, querendo sentir cada movimento.

— Você é... incrível... — ofegou Ruby, o rosto escondido no pescoço de Skell.

— Cale a boca e sinta — respondeu ele, embora sua voz estivesse carregada de afeto e desejo.

Ambos atingiram o ápice juntos. Ruby soltou um grito agudo enquanto gozava novamente, e Skell liberou sua semente dentro dela, seu corpo desabando sobre o dela enquanto o quarto parecia girar.

Após alguns minutos de respiração pesada, Skell se apoiou nos cotovelos e começou a beijar os seios de Ruby. Ele aproximou a boca de um dos mamilos dela, chupando-o com avidez.

— Eu vou... eu vou fazer o mesmo com você — disse Ruby, a voz ainda trêmula, tentando recuperar o fôlego.

Skell corou furiosamente com a promessa, mas não parou. Ele apertou os seios de Ruby com as mãos, e para sua surpresa, um fluido esbranquiçado começou a sair pelos bicos. Ele chupou o líquido, sentindo o gosto metálico e doce, enquanto Ruby retribuía o gesto, levando a boca até o membro dele mais uma vez.

Skell a segurou com firmeza, os dedos enterrados na pele dela, gemendo de prazer enquanto a frequência de Ruby e a sua própria se fundiam em uma só, perdidos na escuridão e no calor daquele quarto.

Índice

Quer criar seu próprio fanfic?

Cadastre-se na Fanfy e crie suas próprias histórias!

Criar meu fanfic