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Criado: 30/07/2026
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Lições Particulares e Segredos de Família
A casa estava silenciosa, mergulhada na penumbra do final de tarde. A mãe de Natan já havia saído, deixando para trás apenas o perfume barato e o som do carro se afastando. Ela tinha seus próprios compromissos, encontros que a mantinham longe de casa por noites inteiras, confiando a educação e o cuidado de seu filho ao homem que agora subia as escadas com passos firmes e decididos.
Luiz não era apenas um professor. Ele era uma presença imponente, alto, com ombros largos que pareciam ocupar todo o corredor. Seu rosto mantinha uma expressão gélida, uma máscara de autoridade que raramente se quebrava. Ao chegar à porta do quarto de Natan, ele não bateu. Apenas girou a maçaneta e entrou.
O quarto era um santuário de cores pastéis e brinquedos espalhados. Natan estava sentado no meio da cama grande, cercado por pelúcias. Ele usava uma saia plissada rosa muito curta, que mal cobria suas coxas delicadas, e uma blusinha branca de gola boneca. Em sua boca, uma chupeta azul clara se movia ritmicamente enquanto ele se concentrava em um bloco de montar.
Luiz caminhou até a escrivaninha e puxou a cadeira de madeira, sentando-se de frente para a cama. Seus olhos escuros percorreram o corpo pequeno de Natan, notando a pele alva e os contornos suaves que o rapaz possuía.
— Boa noite, Natan. — A voz de Luiz era um barítono profundo que fez o menor estremecer levemente.
Natan ergueu os olhos, tirando a chupeta da boca por um instante, deixando um rastro de saliva no queixo.
— Oi, Papai — respondeu Natan, com a voz mansa e infantilizada que Luiz tanto exigia.
— Venha aqui agora. Sente-se no colo do Papai para começarmos a lição de hoje — ordenou Luiz, batendo levemente em suas próprias coxas.
Natan obedeceu prontamente. Ele se levantou, revelando a calcinha de babados que usava por baixo da saia, e caminhou até o professor. Ao sentar-se de costas para Luiz, no colo firme do homem, Natan sentiu imediatamente a rigidez por baixo do tecido da calça social do mestre. Era um volume quente e intimidador que pressionava diretamente contra sua bunda pequena.
Luiz abriu o livro de exercícios sobre a mesa, mas suas mãos não foram para as páginas. Com uma agilidade praticada, ele abriu o zíper de sua calça. Natan sentiu o calor aumentar. O professor levantou a sainha do garoto e, com um movimento possessivo, puxou o elástico da calcinha para o lado, expondo a entrada estreita e rosada de Natan.
— O Papai vai ficar aqui dentro para garantir que fiquemos bem quentinhos durante a aula — sussurrou Luiz contra o ouvido de Natan, antes de empurrar-se para dentro dele com uma pressão lenta e dominante.
Natan soltou um arquejo abafado, levando a chupeta de volta à boca e sugando-a com força. Seus olhos lacrimejaram com a sensação de preenchimento total. Luiz o segurou pela cintura, mantendo-o firme em seu colo, enquanto começava a apontar para os números no papel.
— Vamos começar, pequeno. Se você acertar, o Papai fica quietinho. Mas toda vez que você errar, haverá uma estocada. Entendeu?
Natan assentiu freneticamente, tentando focar a visão nas contas de somar, mas era difícil quando sentia o membro de Luiz pulsando dentro de si.
— Quanto é oito mais sete? — perguntou Luiz, a voz fria, mas carregada de uma antecipação pervertida.
Natan hesitou. Os números pareciam dançar diante de seus olhos. Ele contou nos dedos mentalmente, sentindo o suor frio descer por suas costas.
— Treze? — arriscou Natan, a voz abafada pela chupeta.
— Errado — sentenciou Luiz.
Sem aviso, Luiz desferiu uma estocada profunda e violenta para cima. O corpo de Natan saltou no colo dele, e um choro agudo foi contido pelo plástico da chupeta. O professor não deu tempo para ele se recuperar.
— Quinze, Natan. A resposta é quinze. Próxima: quanto é nove vezes três?
Natan tremia. Ele tentou se concentrar, mas a sensação de Luiz dentro dele era avassaladora. Ele sentia o cheiro do perfume amadeirado do professor misturado ao cheiro de seu próprio corpo.
— Vinte e... sete? — Natan disse, incerto.
— Correto. Por enquanto.
A aula prosseguiu por quase uma hora. Entre acertos trêmulos e erros que resultavam em estocadas punitivas e prazerosas, Natan estava exausto. Sua mente infantilizada lutava para processar as informações enquanto seu corpo reagia desesperadamente ao domínio de Luiz. Quando a última página foi virada, Luiz fechou o livro com um estalo seco.
— Acabamos a lição, Natan. Você foi um bom menino, apesar dos erros — Luiz disse, sua mão subindo para acariciar o rosto corado do pequeno. — Agora, o Papai acha que merecemos brincar um pouco. Que tal brincarmos de cavalinho?
Os olhos de Natan brilharam através das lágrimas.
— Cavalinho! Natan gosta de cavalinho com o Papai!
Luiz levantou-se com Natan ainda preso a ele, levando-o até a cama. Ele deitou o menor de costas e começou a se movimentar com mais vigor, transformando a punição em um ritmo frenético de prazer. Natan agarrava os lençóis, as pernas finas jogadas sobre os ombros largos de Luiz. O som da chupeta sendo sugada e os gemidos baixos enchiam o quarto.
Conforme o ápice se aproximava, Luiz sentiu seu autocontrole esvair-se. Ele começou a se retirar, pretendendo gozar fora como sempre fazia para não sujar os lençóis excessivamente, mas Natan, em um surto de carência e desejo, envolveu a cintura de Luiz com suas pernas, prendendo-o.
— Não, Papai... — Natan implorou, tirando a chupeta e deixando-a cair no travesseiro. — Solta o leitinho dentro do Natan... Por favor, Papai... Deixa o Natan quentinho por dentro...
Luiz rosnou, a frieza habitual dando lugar a uma luxúria possessiva. Ele cedeu ao pedido, empurrando-se o mais fundo que podia e despejando seu sêmen dentro do corpo delicado de Natan. O pequeno estremeceu, gozando simultaneamente, sua pele alva contrastando com o lençol escuro.
Após alguns minutos de silêncio, onde apenas a respiração pesada de ambos era ouvida, Luiz se levantou. Ele não deixou Natan sujo. Com uma gentileza rara, ele buscou uma toalha úmida e limpou cuidadosamente o corpo do menino.
— Vamos trocar essa roupa, pequeno. Você precisa dormir limpinho — Luiz disse, sua
