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Oliver

Fandom: Fundamental paper education FPE

Criado: 30/07/2026

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Armadilha de Sabão e a Descoberta Inesperada

A Academia de Papel era um lugar peculiar, onde o perigo espreitava em cada corredor de papelão e as regras eram ditadas por professores que não hesitariam em eliminar qualquer um que tirasse uma nota baixa. No entanto, para Oliver, a escola era apenas o seu parquinho pessoal. Com seus longos cabelos brancos que chegavam aos tornozelos, presos em um rabo de cavalo baixo, ele caminhava calmamente pelos corredores. A marca de "A+" em seu cabelo brilhava sob as luzes fluorescentes, e seu braço de lápis batia ritmicamente contra a coxa enquanto ele se deliciava com seu lanche favorito: uma barra de sabão neutro.

Oliver deu uma mordida crocante no sabonete, sentindo o gosto químico e refrescante que tanto amava. Ele estava de ótimo humor, pensando em qual seria a próxima travessura que faria com Zip e Edward. Ele ajustou suas bermudas brancas e suas meias até o joelho, sentindo-se o rei da escola.

— Nada como um bom sabonete de manhã para começar o dia com energia — murmurou Oliver para si mesmo, limpando um pouco de espuma do canto da boca.

Enquanto caminhava por um corredor menos frequentado, Oliver não percebeu que, preso ao teto de papel, havia um mecanismo metálico estranho: uma lâmina afiada em formato de gancho, escondida entre as dobras do cenário. Era uma armadilha clássica, mas Oliver estava distraído demais saboreando sua "comida".

Ao passar exatamente por baixo da lâmina, o gancho desceu com uma velocidade impressionante. Em um movimento preciso, o metal enganchou firmemente no cós de sua cueca — que, ironicamente, tinha uma estampa personalizada de pequenos sabonetes coloridos.

— Mas o quê...? — Oliver soltou um grito de surpresa quando sentiu um puxão violento para cima.

Antes que pudesse reagir, ele foi içado do chão. Suas botas pretas perderam o contato com o piso e ele ficou pendurado a um metro de altura. A lâmina puxou sua cueca com tanta força que o tecido esticou ao limite, prendendo-o em uma posição humilhante e desconfortável.

— Ei! Me solta! Que brincadeira sem graça é essa? — gritou ele, balançando as pernas no ar, tentando usar seu braço de lápis para alcançar o teto, mas o ângulo era impossível.

Oliver sentiu o rosto esquentar instantaneamente. Ele estava irritado, fechando um dos olhos com força enquanto tentava se desvencilhar. A situação era degradante. Ele, o mestre das pegadinhas, havia caído em uma. O pior de tudo era a sensação de exposição. Com o puxão da cueca, suas bermudas haviam descido um pouco, e o tecido fino da roupa íntima estava tão esticado que revelava mais do que ele gostaria.

Pela fresta do tecido e pela posição em que estava, Oliver percebeu que sua intimidade estava completamente à mostra para quem quer que passasse por ali. Ele mordeu o lábio inferior, o rubor se espalhando por suas bochechas e orelhas.

— Isso não pode estar acontecendo... Se a Zip me vir assim, eu nunca mais vou ouvir o fim disso — resmungou ele, tentando cobrir a parte de trás com as mãos, sem sucesso.

De repente, o som de passos ecoou pelo corredor. Oliver congelou. Ele reconheceria aquele andar em qualquer lugar. Era Edward.

Edward apareceu na curva do corredor, ajustando seus óculos e carregando alguns projetos de engenharia. Ele parou abruptamente ao ver a cena: Oliver, o garoto mais convencido da escola, pendurado pelo teto como um ornamento de Natal bizarro.

— Oliver? — Edward perguntou, a voz falhando enquanto ele tentava conter o riso. — O que você está fazendo aí em cima? Virou decoração de teto agora?

— Não tem graça, Edward! — Oliver exclamou, o rosto agora vermelho como uma pimenta. — Me tira daqui agora! Essa lâmina estúpida me pegou de surpresa!

Edward se aproximou lentamente, um sorriso travesso surgindo em seu rosto. Ele percebeu que Oliver havia caído exatamente na armadilha que ele mesmo tinha instalado para testar a resistência de novos materiais.

— Ah, então você pisou na minha isca? — Edward riu, parando bem atrás de Oliver. — Eu estava me perguntando quem seria o bobo a cair nisso.

— Edward, eu juro que se você não me soltar, eu vou... — Oliver começou a ameaçar, mas foi interrompido.

Edward estendeu a mão e, em vez de soltar o mecanismo, ele segurou a borda da cueca de Oliver e a puxou ainda mais para baixo, aumentando a tensão.

— AAAH! Para com isso! — Oliver gritou, o corpo inteiro tremendo com a nova onda de vergonha.

Com o novo puxão, a visão de Edward se tornou privilegiada. Ele viu a pele branca e macia de Oliver, e a forma como a vulnerabilidade do amigo estava exposta diante dele. O coração de Edward falhou uma batida. Ele não esperava que Oliver fosse tão... delicado naquela região. O rubor intenso no rosto de Oliver e a forma como ele mordia o lábio o tornavam irresistivelmente atraente naquele momento.

— Sabe, Oliver... — Edward disse em voz baixa, sua voz mudando de tom. — Você fica muito bem assim, todo vulnerável.

— Edward, do que você está falando? Me solta! — Oliver pediu, mas sua voz perdeu um pouco da força.

Edward, movido por um impulso que nem ele mesmo entendia, estendeu a mão e tocou levemente a pele de Oliver. O contato fez Oliver soltar um arquejo curto e fechar os olhos com força.

— Você é tão macio — sussurrou Edward, sentindo-se estranhamente apaixonado por aquela visão.

Sem aviso, Edward usou as mãos para afastar as nádegas de Oliver, expondo-o completamente. O ar frio do corredor atingiu a pele sensível de Oliver, fazendo-o arrepiar-se da cabeça aos pés.

— O-Edward... o que você está fazendo? — Oliver gaguejou, o prazer começando a lutar contra a vergonha em sua mente.

Edward não respondeu com palavras. Ele se aproximou mais, seu rosto ficando a poucos centímetros da intimidade de Oliver. Com um movimento decidido, ele começou a beijar e sugar a região, envolvendo Oliver em uma sensação que o garoto de cabelos brancos nunca havia experimentado antes.

Os sons que Edward fazia eram abafados contra a pele de Oliver, ruídos de sucção e satisfação que ecoavam no corredor silencioso. Oliver sentiu suas pernas fraquejarem, embora ele ainda estivesse pendurado.

— Ah... hmmm... — Oliver soltou um gemido involuntário, sua cabeça caindo para trás enquanto o prazer percorria sua espinha.

Edward parecia faminto, engolindo e explorando cada centímetro com uma intensidade que demonstrava o quanto ele estava fascinado. Oliver, que antes estava furioso, agora estava completamente entregue ao toque do amigo. O rubor em seu rosto não era mais apenas de vergonha, mas de um desejo ardente que ele mal compreendia.

— Continua... — Oliver sussurrou, quase sem fôlego, esquecendo-se completamente de que estava pendurado por uma lâmina no teto da escola.

Edward continuou sua exploração, fazendo sons cada vez mais profundos e abafados, enquanto o corredor da Academia de Papel se tornava o palco de uma descoberta inesperada e intensamente prazerosa entre os dois amigos.

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