
Oliver x ∆lice
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 31/07/2026
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O Banquete das Sombras
A luz fraca das lâmpadas fluorescentes da Escola de Papel parecia mais distante do que nunca para Oliver. O silêncio nos corredores era absoluto, um contraste gritante com o caos que ele, Edward e Zip costumavam causar durante o dia. No entanto, o travesso garoto de cabelos brancos não estava em um corredor, nem escondendo sabonetes em armários alheios. Ele estava em um quarto escuro, deitado de costas, com os pulsos e tornozelos firmemente presos às extremidades de uma cama de ferro.
Oliver tentou puxar as amarras, sentindo o atrito do metal contra sua pele. Ele rangeu os dentes, a mecha de cabelo arrepiada no topo de sua cabeça parecia vibrar de irritação. O braço esquerdo, substituído por um lápis gigante, era inútil naquela posição, servindo apenas como um peso morto contra o lençol.
— Mas que droga é essa? — resmungou Oliver para o vazio, sua voz ecoando nas paredes frias. — Alice, isso não tem graça!
O som de passos pesados e rítmicos ecoou do outro lado da porta. Oliver sentiu um calafrio percorrer sua espinha, misturando medo com uma antecipação que ele não queria admitir. Quando a porta se abriu com um rangido lento, a silhueta de ∆lice preencheu o vão. Ela não era uma estudante comum; ela era uma força da natureza, um demônio que habitava as profundezas da escola e o coração distorcido de Oliver.
Ela entrou no quarto segurando seu colar preto, o pingente com o símbolo "∆" marrom claro balançando suavemente. Seus olhos brilhavam com uma intensidade predatória. Oliver sentiu o rosto esquentar instantaneamente, uma mancha vermelha subindo por suas bochechas, competindo com a marca de "A+" em seu cabelo.
— Você está muito barulhento para alguém que está à minha mercê — disse ∆lice, sua voz era um sussurro aveludado que causava arrepios.
Ela fechou a porta atrás de si e, com um clique seco, girou a chave na fechadura. O som do trinco selando o destino de Oliver fez seu coração martelar contra as costelas. ∆lice caminhou até a beira da cama, observando-o como um prato principal sendo preparado para ser servido. Ela inclinou a cabeça, um sorriso enigmático brincando em seus lábios.
— O que você vai fazer? — perguntou Oliver, tentando manter o tom de voz firme, embora estivesse visivelmente trêmulo.
Em resposta, ∆lice estalou os dedos. Em um piscar de olhos, as meias brancas e as botas pretas de Oliver desapareceram, deixando apenas sua camisa preta de gola com listras brancas cobrindo a parte superior de seu tronco e sua bermuda branca. O garoto arregalou os olhos, sentindo-se exposto.
∆lice não parou por aí. Com movimentos lentos e deliberados, ela começou a desabotoar sua própria camisa preta. Os botões brancos saltavam das casas um a um, revelando a pele pálida e, por fim, um biquíni preto que realçava suas curvas demoníacas. Ela deixou a camisa cair no chão e, logo em seguida, desfez o fecho de sua saia, deixando-a deslizar até os tornozelos.
Ela ficou ali, parada, observando o corpo de Oliver. Para ela, ele não era apenas seu namorado; ele era uma iguaria. Ela estava visivelmente apaixonada, mas havia uma fome em seu olhar que transcendia o afeto. Ela queria consumi-lo, em todos os sentidos da palavra.
— Você é tão... apetitoso — sussurrou ela, mordendo o lábio inferior.
∆lice subiu na cama, engatinhando como uma predadora sobre Oliver. O peso dela sobre o colchão fez o garoto prender a respiração. Quando ela se posicionou sobre ele, Oliver sentiu o calor emanando de seu corpo. Ela levou a mão à bermuda branca dele, puxando-a levemente para baixo, o suficiente para ver a pele do quadril.
Oliver estava completamente corado agora. A irritação havia sido substituída por um desejo avassalador. ∆lice inclinou-se para frente e selou seus lábios nos dele. O beijo era intenso, carregado de uma fome que Oliver não conseguia mais resistir. Ele cedeu, fechando os olhos e permitindo que a sensação de prazer o envolvesse enquanto ela aprofundava o contato.
Com um movimento ágil, ∆lice removeu completamente a bermuda de Oliver. Ao ver a masculinidade dele exposta, os olhos dela brilharam ainda mais. Ela parecia estar em transe, dividida entre o amor e o instinto de predadora. Ela abriu a boca, revelando uma escuridão profunda e faminta, e o envolveu por completo.
Oliver soltou um gemido baixo, a cabeça jogada para trás contra o travesseiro. A sensação era avassaladora, algo que ele nunca havia experimentado com tamanha intensidade. Dentro da mente de ∆lice, sua própria voz ecoava, saboreando cada momento, cada centímetro dele. Para ela, aquilo era o ápice do prazer e da alimentação.
O ritmo aumentou, e Oliver sentiu a pressão crescer dentro de si. Ele não conseguia mais se segurar. Com um espasmo final, ele atingiu o seu limite dentro da boca dela. ∆lice aceitou tudo, saboreando o gosto dele com uma satisfação quase divina.
Ela se afastou por um momento, limpando o canto da boca com o polegar, um sorriso triunfante no rosto. Sem perder tempo, ela removeu a calcinha preta de seu biquíni, revelando-se para ele.
— Agora, querido — sussurrou ela, a palavra soando como uma promessa sombria —, é a minha vez.
Ela se posicionou e, com um movimento fluido, uniu seus corpos. O impacto fez ambos gemerem em uníssono. O prazer era quase insuportável, uma mistura de dor e êxtase que preenchia o quarto escuro. ∆lice movia-se com uma urgência faminta, seus olhos fixos nos de Oliver, que parecia perdido em um mar de sensações.
— Isso... isso é incrível — ofegou Oliver, o suor escorrendo por sua testa, molhando suas longas mechas brancas.
∆lice aumentou a velocidade, sentindo que seu próprio ápice estava próximo. Ela cravou as unhas nos ombros de Oliver, soltando um grito abafado quando o prazer finalmente a dominou, deixando um rastro de sêmen e desejo entre eles. Ela desabou sobre o peito dele, o coração batendo tão rápido quanto o dele.
Ela se inclinou para perto do ouvido dele, sua respiração quente causando novos arrepios.
— Eu ainda estou com fome, Oliver — sussurrou ela, sua voz carregada de uma nova intenção. — Eu quero que você me coma agora. Literalmente.
Oliver arregalou os olhos, o rosto voltando a queimar. Ele estava exausto, suado e completamente apaixonado por aquela criatura que o mantinha preso, mas que também o libertava de todas as suas inibições. Ele olhou para ela, vendo a mistura de amor e loucura em seus olhos, e soube que, naquela escola de papel, nada mais importava além daquele banquete sombrio.
