
Engel x Abbie!!
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 01/08/2026
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O Som da Rendição no Silêncio da Noite
A escuridão do dormitório da Paper School parecia mais densa naquela noite, como se as paredes de papel estivessem absorvendo todos os segredos que aconteciam ali dentro. O único som audível era a respiração pesada e descompassada de Abbie, que contrastava com a calma quase predatória de Engel. Abbie, sempre tão tímido, sempre tão propenso a tremer diante de qualquer sombra ou nota baixa, agora se encontrava em um estado de vulnerabilidade que nunca imaginou experimentar.
Engel estava posicionado sobre ele, o peso de seu corpo sendo uma âncora que impedia Abbie de fugir, embora, naquele momento, fugir fosse a última coisa que o garoto da folha na cabeça desejava. As penas azuis e vermelhas de Engel balançavam suavemente com seus movimentos, e seus olhos, geralmente cheios de uma gentileza protetora, agora brilhavam com uma intensidade que fazia o coração de Abbie disparar contra as costelas.
A penetração era profunda, preenchendo Abbie de uma forma que o fazia perder o fôlego. O prazer era uma onda avassaladora, fazendo com que ele arqueasse as costas, os dedos de papel cravando-se nos lençóis com força.
— E-Engel... por favor... — arquejou Abbie, a voz falhando enquanto seu rosto ardia em um tom de carmesim profundo.
— Por favor, o quê, Abbie? — Engel sussurrou, a voz carregada de uma ternura provocante. Ele se inclinou, deixando que seu rabo de cavalo branco roçasse o ombro de Abbie. — Você quer que eu pare? Ou quer que eu vá mais fundo?
— Mais... eu quero mais... — Abbie admitiu em um sussurro desesperado, fechando os olhos com força enquanto as lágrimas de prazer começavam a se formar nos cantos de suas pálpebras.
Engel soltou um riso baixo, um som que vibrou no peito de Abbie. Ele adorava como o garoto era honesto em meio ao seu pânico habitual. Engel sabia exatamente como desestabilizar a fachada de medo de Abbie e transformá-la em desejo puro. No entanto, Engel não estava satisfeito apenas com o ritmo constante. Ele queria ver até onde a resistência de Abbie iria.
Com um movimento ágil e inesperado, Engel se afastou ligeiramente, fazendo Abbie soltar um gemido de protesto, sentindo o vazio repentino. Antes que Abbie pudesse reclamar, ele viu Engel alcançar algo que estava escondido, um objeto que brilhava sob a luz fraca da lua que entrava pela janela: um vibrador rosa, de aparência sofisticada e vibrante.
Os olhos de Abbie se arregalaram. O medo e a excitação lutavam dentro dele.
— Engel... o que é isso? — perguntou Abbie, a voz trêmula.
— Um pequeno presente para garantir que você não esqueça esta noite — respondeu Engel, com um sorriso travesso.
Sem aviso, Engel introduziu o objeto, combinando a vibração mecânica com sua própria presença. A sensação foi imediata e avassaladora. Abbie soltou um grito abafado, o corpo inteiro sofrendo um espasmo diante da nova estimulação. Era demais, era intenso demais, e a provocação de Engel era a cereja no topo do bolo.
— Seu idiota! — Abbie exclamou, as palavras saindo por entre dentes cerrados enquanto ele tentava lidar com a sobrecarga sensorial. — Eu te odeio, Engel! Por que você tem que ser assim?
— Você me odeia? — Engel provocou, aumentando a intensidade da vibração e movendo-se novamente com um ritmo que parecia projetado para levar Abbie à loucura. — Seus gemidos dizem o contrário, Abbie.
— Maldito... ah! — Abbie xingou novamente, mas sua mão subiu para puxar Engel para mais perto, as unhas arranhando levemente o macacão preto do outro. — Não para... não ouse parar agora!
— Você é tão exigente quando está assim — comentou Engel, beijando a curva do pescoço de Abbie, sentindo o pulso acelerado do garoto sob seus lábios. — Onde está aquele garoto tímido que se esconde nos corredores?
— Ele... ele foi embora! — Abbie gritou, a voz subindo de tom enquanto o prazer atingia um novo ápice. — Cala a boca e me dá o que eu quero!
Engel obedeceu, mas não sem antes provocar mais um pouco, diminuindo o ritmo propositalmente apenas para ouvir Abbie implorar. O contraste entre a natureza gentil de Engel e essa dominância lúdica era o que mais excitava Abbie. Ele se sentia seguro nos braços de Engel, mesmo quando o outro o levava ao limite do seu autocontrole.
O quarto estava cheio do som rítmico de seus corpos e dos gemidos incessantes de Abbie. O garoto da folha estava completamente entregue, seu rosto enterrado no travesseiro para abafar os xingamentos e os sons de puro deleite que escapavam de sua garganta. Ele chamava o nome de Engel entre insultos, uma mistura confusa de afeto e frustração que Engel achava absolutamente adorável.
— Você é meu, Abbie — sussurrou Engel, as mãos grandes e escuras segurando os quadris de Abbie com firmeza, guiando-o através da tempestade de sensações.
— Eu sou... eu sou... — Abbie concordou, a mente nublada, o mundo reduzido apenas ao toque de Engel e àquela vibração constante que parecia incendiar seus nervos.
A noite ainda era jovem, e na Paper School, onde o perigo espreitava em cada sala de aula durante o dia, aquela pequena bolha de intimidade era o único lugar onde ambos podiam ser verdadeiros. Abbie continuou a gemer, pedindo por mais, enquanto Engel, com um sorriso triunfante, garantia que cada desejo de seu companheiro fosse atendido, da maneira mais provocante possível.
