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Fandom: My OC's

Criado: 03/08/2026

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Entre a Autoridade e a Entrega

O silêncio nos corredores do colégio era absoluto, quebrado apenas pelo som dos passos apressados de Natan. O sol já começava a se pôr, tingindo as janelas de um laranja profundo. A maioria dos alunos e funcionários já havia partido, mas para Natan, o dia estava longe de terminar. Ele apertava a alça de sua mochila, sentindo o tecido da sua saia plissada roçar nas coxas. Por baixo, a calcinha de renda que Luiz o obrigara a usar naquela manhã parecia apertar mais do que o normal, um lembrete constante de a quem ele pertencia.

Ao chegar à porta da diretoria, Natan hesitou. Ele sabia que Luiz não estava ali apenas como o diretor da instituição, mas como seu Daddy. E ele sabia que estava em apuros. A briga no pátio fora rápida, um empurrão e alguns insultos trocados com um colega, mas as regras de Luiz eram claras: Natan deveria se comportar.

Ele girou a maçaneta e entrou. Luiz estava sentado atrás da grande mesa de mogno, a postura impecável em seu terno escuro. Seus olhos frios e dominantes subiram dos papéis para a figura pequena e delicada de Natan.

— Feche a porta e tranque-a, Natan — a voz de Luiz era um barítono baixo, carregado de uma autoridade que fez as pernas do menor tremerem.

Natan obedeceu, o clique da fechadura ecoando no escritório silencioso. Ele se aproximou da mesa, mantendo o olhar baixo, a chupeta pendurada em um cordão no seu pescoço balançando levemente.

— Eu soube que você causou problemas hoje — Luiz continuou, levantando-se lentamente. Ele era muito mais alto, uma presença física que preenchia o espaço e exigia submissão. — O que o papai disse sobre brigar na escola?

— Que... que não era para o Natan fazer isso — murmurou o garoto, a voz infantilizada entregando sua ansiedade.

— Exatamente. E agora que todos foram embora, nós temos todo o tempo do mundo para lidar com a sua desobediência. Venha aqui.

Luiz sentou-se novamente em sua cadeira de couro e deu dois tapinhas em suas coxas. Natan hesitou por um segundo, os olhos lacrimejando.

— Papai, por favor... Natan não queria brigar, ele começou...

— Agora, Natan.

Sem escolha, o jovem caminhou até Luiz e sentou-se de lado em seu colo. Imediatamente, ele sentiu a rigidez por baixo do tecido da calça social do diretor. A ereção de Luiz pressionava contra sua bunda, firme e quente. Natan soltou um pequeno suspiro, seu corpo pequeno e atraente reagindo instintivamente à proximidade do homem.

— Você vai ser punido, pequeno — Luiz sussurrou em seu ouvido, a mão grande e forte apertando a cintura fina de Natan com possessividade. — E não adianta chorar.

— Natan não quer punição... — ele choramingou, escondendo o rosto no pescoço de Luiz, sentindo o perfume caro e masculino do mais velho.

— O papai decide o que você quer.

Com um movimento ágil, Luiz abriu o zíper da própria calça. Ele levantou a sainha de Natan, revelando as pernas brancas e delicadas. Com um dedo, ele afastou a calcinha para o lado, expondo a entrada do menor. Natan soltou um arquejo quando sentiu o contato direto da pele quente.

Sem preliminares gentis, Luiz se posicionou e entrou de uma vez. Natan soltou um grito abafado contra o ombro do diretor, as mãos pequenas agarrando o paletó de Luiz enquanto seu corpo era preenchido pela dominância do Daddy.

— Nós vamos brincar um pouco agora — Luiz declarou, começando a se mover com estocadas firmes e profundas. — Para você aprender a ser um bom menino.

O som da carne batendo contra a carne preenchia a sala. Luiz era implacável, cada movimento demonstrando seu controle total sobre Natan. O menor soluçava, entre o prazer e a dor da punição, sentindo-se completamente dominado. O ciúme e a possessividade de Luiz eram palpáveis em cada investida.

— De quem você é, Natan? — Luiz rosnou, aumentando o ritmo.

— Do... do Papai! Natan é do Papai! — ele exclamou, a cabeça jogada para trás, os cachos balançando.

Luiz continuou até que não pudesse mais se segurar. Com um gemido baixo e gutural, ele despejou todo o seu leite dentro de Natan, preenchendo-o completamente. Ele não se retirou de imediato; permaneceu ali, mantendo a conexão, sentindo o corpo de Natan tremer em seu colo enquanto o garoto tentava recuperar o fôlego.

Após alguns minutos de silêncio, Luiz se afastou. O vazio súbito fez Natan soluçar mais alto.

— Não... Papai, volta... fica dentro — Natan implorou, estendendo as mãos, os olhos vermelhos pelo choro.

— Já chega por agora — Luiz disse, a voz voltando ao tom frio de sempre, embora houvesse um brilho de satisfação em seus olhos. — Arrume-se. Vamos para casa.

Natan choramingou, sentindo-se incompleto, mas obedeceu. Ele ajeitou a calcinha e a saia, limpando o rosto com as costas das mãos. Luiz fechou o zíper, ajustou o terno e pegou sua pasta. O trajeto até o carro foi silencioso, com Natan agarrado ao braço de Luiz, ainda buscando o conforto que lhe fora negado momentaneamente.


Ao chegarem em casa, a atmosfera mudou ligeiramente, mas a tensão subjacente permanecia. Luiz sentou-se na poltrona da sala de estar, observando Natan, que parecia inquieto. O garoto não suportava a sensação de vazio; ele precisava se sentir "cheio" novamente, precisava daquela conexão física que reafirmava seu lugar no mundo de Luiz.

Natan aproximou-se timidamente e, sem precisar de ordens, subiu no colo de Luiz mais uma vez. Ele olhou nos olhos do Daddy, buscando qualquer sinal de permissão.

— Papai... por favor — Natan sussurrou, levando seus dedos pequenos e trêmulos até o zíper da calça de Luiz.

— Você ainda não aprendeu a lição? — Luiz perguntou, embora sua mão já estivesse acariciando o cabelo do menor.

— Natan quer ficar cheinho... Natan quer o Papai dentro dele — ele implorou, abrindo o zíper com cuidado. — Por favor, Daddy.

Luiz observou a vulnerabilidade de Natan, a forma como o corpo pequeno se moldava ao seu. A frieza cedeu espaço a uma centelha de desejo pervertido e uma ponta de gentileza que ele só reservava para aqueles momentos.

— Tudo bem, pequeno. Se você quer tanto...

Luiz ajudou-o a se posicionar, guiando Natan para que ele descesse lentamente sobre ele. O suspiro de alívio que escapou dos lábios de Natan quando ele foi novamente preenchido ecoou pela sala. Ele se acomodou, sentindo-se finalmente completo, com a cabeça apoiada no peito largo de Luiz.

— Feliz agora? — Luiz perguntou, envolvendo-o com os braços fortes, prendendo-o ali.

— Muito feliz, Papai — Natan respondeu com um sorriso pequeno, fechando os olhos e deixando-se levar pela segurança possessiva que só o seu Daddy poderia proporcionar.

Ali, no silêncio da casa, Natan não era mais o aluno briguento ou o garoto desobediente. Ele era apenas o Baby boy de Luiz, protegido e dominado, exatamente onde desejava estar.

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