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Robby x Riley

Fandom: Fundamental paper education FPE

Criado: 06/08/2026

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Engrenagens, Sangue e Obsessão

O silêncio nos corredores da Paper School era quase ensurdecedor, quebrado apenas pelo zumbido distante das luzes fluorescentes. Dentro de uma das salas técnicas, o ar estava pesado, carregado com o cheiro de metal e papel velho. Riley observava Robby com um olhar que oscilava entre a adoração absoluta e uma sede de sangue perigosa. Seus cabelos brancos, presos naquele rabo de cavalo impecável, pareciam brilhar sob a luz pálida, e sua cauda curta e pontiaguda balançava freneticamente atrás dela, denunciando sua agitação.

Robby, sempre focado em suas engrenagens, sentia que algo estava errado. Ele ajeitou os óculos pretos e segurou sua chave inglesa com força, mas a curiosidade falava mais alto que o instinto de sobrevivência. Ele estava sentado de forma relaxada, abrindo um pouco as pernas enquanto tentava entender por que Riley o encarava daquela maneira.

Ao ver a postura dele, Riley começou a tremer. Suas mãos finas e negras apertaram o cabo da faca preta que ela sempre carregava. O rosto dela estava corado, uma mistura de desejo malicioso e uma psicopatia latente que ele ainda não compreendia totalmente.

— Robby... você não tem ideia do quanto eu esperei por este momento — sussurrou ela, a voz carregada de uma doçura venenosa.

Antes que ele pudesse reagir, Riley avançou. Com uma força surpreendente para sua estatura baixa, ela o empurrou contra uma mesa de metal frio. O impacto fez as ferramentas de Robby tilintarem. Ele tentou protestar, mas a expressão de Riley o paralisou; ela parecia estar em transe, consumida por uma obsessão que ultrapassava os limites da sanidade escolar.

— Riley? O que você está fazendo? — Robby perguntou, a voz trêmula de confusão e um medo crescente.

Sem responder, Riley começou a explorar o corpo de Robby com uma agressividade que beirava a tortura. Ela o despiu com pressa, expondo a anatomia peculiar dele. Quando ela inseriu um dedo de forma abrupta na intimidade rosada dele, Robby arqueou as costas, soltando um som agudo de dor que ecoou pela sala.

— Dói... Riley, para! — gemeu ele, o rosto ficando vermelho de vergonha e agonia.

— Shhh... a dor é apenas o começo do meu amor, Robby — disse ela, deslizando o dedo com mais força, quase o machucando de propósito.

O prazer e a dor começaram a se misturar na mente de Robby. Ele gemeu alto, as lágrimas nublando seus óculos enquanto o prazer forçado o atingia. Em um espasmo de agonia pura, ele soltou um grito alto e o sêmen escapou de seu corpo, sujando a mesa de metal. Ele tremia violentamente, o peito subindo e descendo em busca de ar.

Riley não estava satisfeita. Ela olhou para a chave inglesa que Robby havia deixado cair e um sorriso doentio cruzou seu rosto. Ela pegou a ferramenta fria e pesada.

— Vamos ver como você lida com isso — murmurou ela.

Robby arregalou os olhos, mas não teve tempo de fugir. Riley empurrou a chave inglesa para dentro dele, indo fundo, quase ao limite. O grito que escapou de Robby foi uma mistura dilacerante de prazer e dor excruciante. Ele estava em choque, o trauma se instalando enquanto ele gozava novamente, de forma involuntária, o líquido se espalhando pela superfície fria da mesa.

— Por favor... chega... — ele implorou, a voz falhando.

Riley se deitou em cima dele, sentindo o calor do corpo trêmulo de Robby. Ela estava corada, a respiração ofegante, olhando para ele como se ele fosse um brinquedo que ela finalmente possuía. A malícia em seus olhos era evidente; ela queria mais, queria quebrar cada parte dele para que ele nunca pudesse deixá-la.

— Você é meu agora, Robby. Só meu.

Com um movimento brusco, ela o virou, empinando suas nádegas. Sem aviso, Riley desferiu um tapa forte na pele exposta de Robby.

— Ahhh! — ele gritou, a dor latejando onde ela o atingira.

Riley agarrou as nádegas dele com as mãos em forma de garra, cravando os dedos levemente antes de se inclinar e começar a chupá-lo com uma intensidade desesperada. Robby gritou novamente, um som de puro desespero e prazer forçado, sentindo-se perdido naquele ciclo de tortura e obsessão que Riley havia criado para os dois. Ele estava preso, e no fundo, sabia que Riley nunca o deixaria sair daquela sala por inteiro.

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