
Oliver x Edward !
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 12/08/2026
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Segredos de Grafite e Sabão
A sala de descanso dos alunos estava mergulhada em uma penumbra densa, iluminada apenas pelo brilho fraco que escapava pelas frestas das persianas fechadas. O silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo som da respiração pesada de Edward. Ele estava jogado no sofá de couro sintético, acreditando estar completamente sozinho. Em um momento de vulnerabilidade e curiosidade, suas mãos exploravam o próprio corpo, tocando-se por cima da cueca, perdido em pensamentos que ele jamais admitiria em voz alta.
O estalo seco da fechadura girando ecoou como um tiro no ambiente silencioso. Edward saltou, o coração disparando contra as costelas, e seus olhos se arregalaram ao ver a silhueta alta e familiar na porta.
Oliver estava parado ali, com a mão ainda na maçaneta, tendo acabado de trancar a porta atrás de si. O valentão da escola, conhecido por suas travessuras cruéis e por seu hábito bizarro de comer sabonete como se fosse doce, parecia paralisado. Seus longos cabelos brancos, presos naquele rabo de cavalo baixo com o laço preto, caíam sobre seus ombros, e a marca vermelha de "A+" brilhava fracamente na penumbra.
— Edward? — A voz de Oliver saiu falha. Seu rosto, normalmente pálido, rapidamente ganhou um tom de carmesim profundo. Ele parecia assustado, mas, em questão de segundos, o medo se transformou em algo muito mais sombrio e malicioso. Um sorriso de canto surgiu em seus lábios.
Edward sentiu o sangue subir ao rosto, as orelhas queimando de vergonha.
— Oliver! Eu... eu não... — Ele tentou gaguejar uma explicação, mas as palavras morreram em sua garganta.
Sem dizer uma palavra, Oliver começou a se despir. O movimento era lento, calculado para intimidar e provocar. Ele puxou a camisa preta de gola, revelando o tronco pálido, seguido pelo colarinho e pela bermuda branca. Edward observava, hipnotizado e aterrorizado ao mesmo tempo, enquanto o braço de lápis de Oliver reluzia sob a pouca luz.
Quando Oliver ficou apenas de cueca branca, ele caminhou até o sofá. Ele se aproximou de Edward e, com um gesto audacioso, abriu um pouco o elástico da peça. Edward sentiu o ar faltar nos pulmões. O que ele viu o deixou completamente sem ação, uma mistura de choque e um desejo proibido que ele não conseguia mais reprimir.
— O que foi, Edward? — sussurrou Oliver, a voz carregada de provocação. — Gostou do que viu?
Edward, movido por um impulso que não conseguia controlar, estendeu a mão. Quando seus dedos entraram em contato com a pele de Oliver, o valentão soltou um arquejo alto. O rosto de Oliver ficou ainda mais vermelho e um gemido involuntário escapou de seus lábios, quebrando sua fachada de superioridade.
— Ah... Edward... — Oliver gemeu, fechando os olhos com força, o corpo tremendo sob o toque inesperado.
Minutos depois, a dinâmica na sala havia mudado completamente. Oliver estava deitado de costas no sofá, o peito subindo e descendo com rapidez, o rosto escondido entre os braços. Edward estava ajoelhado entre suas pernas, terminando um ato que deixou Oliver sem forças. Edward limpou o canto da boca, onde um rastro de sêmen brilhava, e olhou para o garoto de cabelos brancos com um olhar predatório que Oliver nunca tinha visto nele antes.
— Eu disse que ia brincar com você, Oliver — disse Edward, a voz rouca.
— Espera... Edward, a gente devia... a Zip pode aparecer, ou a Alice... — Oliver tentou inventar uma desculpa, a voz trêmula de desespero enquanto tentava se cobrir.
— A porta está trancada, lembra? — Edward interrompeu, puxando o que restava das roupas de Oliver com força.
Oliver sentiu um calafrio percorrer sua espinha. Ele estava vulnerável, exposto de uma forma que nunca permitira a ninguém. Edward se inclinou sobre ele, pressionando o próprio peito contra o corpo de Oliver, esfregando-se contra ele com uma intensidade que fez Oliver tremer violentamente.
— Por favor... — Oliver gemeu, a voz embargada, enquanto o prazer e o medo se misturavam em sua mente.
Edward não respondeu com palavras. Ele apenas continuou o movimento rítmico até que, com um rosnado baixo, ele gozou. O fluido quente escorreu pelo peito e chegou ao rosto de Oliver, que permanecia imóvel, em choque.
Foi então que Edward se afastou o suficiente para tirar a própria cueca. Oliver, ainda tentando recuperar o fôlego, arregalou os olhos. Ele tentou formular outra desculpa, qualquer coisa para parar aquele momento avassalador, mas Edward foi mais rápido. Ele segurou as pernas de Oliver e as abriu com força, expondo a intimidade do garoto.
— Não... não toca aí! — Oliver gritou, uma mistura de ordem e súplica.
Mas Edward não obedeceu. Em um movimento firme e decidido, ele penetrou Oliver. O grito que escapou da garganta de Oliver não foi de dor, mas de um prazer tão intenso que ele sentiu como se estivesse caindo de um penhasco.
— Ah, meu Deus! — Oliver exclamou, as mãos agarrando os lençóis improvisados do sofá, as unhas cravando no couro.
Edward começou a se mover dentro dele, cada estocada arrancando gemidos profundos e descontrolados de Oliver. O valentão da escola, aquele que sempre tinha uma piada pronta ou um plano para atormentar os outros, agora estava reduzido a um amontoado de sensações, completamente à mercê de Edward.
— Você gosta disso, não gosta? — provocou Edward, inclinando-se para sussurrar no ouvido de Oliver enquanto continuava o ritmo frenético. — O grande Oliver, chorando por mais.
Oliver não conseguia responder. Ele apenas balançava a cabeça, os cabelos brancos espalhados pelo sofá como uma aura bagunçada. O prazer estava atingindo um ponto de ebulição. Edward sentia que também estava chegando ao seu limite.
Com um último esforço coordenado, ambos atingiram o clímax juntos. Oliver soltou um grito abafado e desabou contra o encosto do sofá, o corpo mole e suado. O sêmen manchava ambos, um sinal físico do que acabara de acontecer naquela sala escura.
Edward se afastou lentamente, respirando com dificuldade. Ele observou Oliver por um momento, vendo o garoto que costumava ser o terror dos corredores agora vulnerável e exausto. Um sorriso travesso cruzou o rosto de Edward.
— Sabe, Oliver... — começou Edward, limpando o suor da testa. — Isso foi interessante.
Oliver abriu um olho, o rosto ainda muito corado, a respiração voltando ao normal aos poucos.
— Você não pode contar pra ninguém — murmurou Oliver, a voz fraca. — Se a Zip souber disso...
Edward soltou uma risada baixa e provocadora, aproximando-se do rosto de Oliver uma última vez.
— Considere isso um segredo, Oliver. Um segredo que você vai ter que guardar muito bem se não quiser que eu conte para a Zip o quanto você gritou o meu nome.
Oliver escondeu o rosto nas mãos, sentindo a vergonha e o calor retornarem com força total, enquanto Edward se levantava para se vestir, deixando o valentão da escola de papel em um silêncio pensativo e completamente desarmado.
