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FPE Dormen dark au( Claire x Engel!

Fandom: FPE Dormen dark au

Criado: 15/08/2026

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O Gelo Quebradiço da Floresta Negra

A floresta estava mergulhada em um silêncio opressor, interrompido apenas pelo estalar de galhos secos sob as botas pesadas de Engel. O ar era denso, carregado com o cheiro de terra úmida e o presságio de algo sinistro. Engel caminhava com uma postura rígida, a expressão gélida e calculista moldada em seu rosto pálido. Seus longos cabelos brancos, presos em um rabo de cavalo baixo e desgrenhado, balançavam levemente, enquanto as duas penas escuras e rasgadas em sua cabeça pareciam antenas captando a tensão do ambiente.

Em sua mão direita, ele segurava uma lança de ponta afiada, um instrumento de morte que ele manejava com uma precisão assustadora. Seus olhos pretos, profundos como abismos, desviaram-se do caminho para focar na figura que o seguia.

Claire estava a poucos passos de distância, encolhida em seu próprio corpo. Ela usava sua camisa cinza de gola de babados e laço preto, tentando inutilmente se proteger do frio e da aura intimidadora que Engel exalava. Seus cabelos Chanel brancos estavam levemente desalinhados, e a pequena trança atrás balançava conforme ela tremia. Ela olhou para cima e encontrou o olhar de Engel. O medo a paralisou. Seus olhos brancos com pupilas pretas dilataram-se, e as lágrimas começaram a brotar, ameaçando cair a qualquer momento.

Engel parou subitamente. Ele não disse nada, apenas ficou ali, como uma estátua de gelo, observando o desespero dela com uma indiferença que beirava a crueldade.

Claire soluçou baixo, a garganta apertada. Ela não sabia por que continuava a segui-lo, ou por que ele permitia sua presença, mas a dinâmica entre eles era um fio tenso prestes a romper. A curiosidade, porém, começou a lutar contra o terror. Havia algo na imobilidade de Engel, na forma como ele parecia ignorar a própria vulnerabilidade física enquanto mantinha o controle absoluto, que a atraía de uma maneira doentia.

Lentamente, como se estivesse em transe, Claire se agachou. Suas mãos tremiam violentamente enquanto ela se aproximava dele por trás. Engel não se moveu, embora seus dedos pontiagudos como garras tenham apertado o cabo da lança com mais força.

Com um movimento hesitante e movida por um impulso que ela mesma não compreendia, Claire estendeu a mão para a parte de trás das calças pretas de Engel. O tecido era áspero sob seus dedos frios. Ela abriu um pouco a vestimenta, revelando a pele pálida e as nádegas do jovem. O coração dela martelava contra as costelas, um som surdo que ecoava em seus ouvidos.

Ao afastar a carne com delicadeza e medo, ela descobriu algo inesperado, uma anatomia que desafiava a aparência externa dele. Ali, oculta sob a frieza do guerreiro, estava sua intimidade mais profunda. A visão da vulva de Engel, úmida e rosada em contraste com a pele alva, fez o medo de Claire se transformar instantaneamente em uma obsessão ardente.

Ela sentiu o suor escorrer pelas têmporas. As lágrimas que antes eram de pavor agora eram de uma fome avassaladora.

— Engel... — sussurrou ela, um som abafado que se perdeu no vento da floresta.

Sem pensar nas consequências, Claire avançou. Ela pressionou o rosto contra ele, sentindo o calor súbito que emanava daquela região. Ela começou a chupar a intimidade de Engel com um fervor desesperado, a língua explorando cada dobra com uma urgência faminta.

Engel soltou um arquejo audível. Seu corpo, antes rígido como pedra, vacilou. O rosto dele, geralmente pálido, foi tomado por um rubor violento que subiu até as pontas das orelhas. Ele cravou a lança no chão para se sustentar, os nós dos dedos ficando brancos.

— O que... o que você pensa que está fazendo? — a voz dele saiu rouca, uma mistura de irritação profunda e um prazer que ele tentava desesperadamente sufocar.

Claire não respondeu. Ela estava perdida. Sua franja estava bagunçada, grudada na testa pelo suor, e seus olhos estavam nublados pela luxúria súbita. Ela continuou o ato, sugando com mais força, fazendo sons úmidos que preenchiam o vácuo da floresta.

Engel fechou os olhos com força, os dentes rangendo. Ele queria empurrá-la, queria usar suas garras para afastá-la, mas o prazer era uma onda avassaladora que quebrava suas defesas. Um gemido baixo e involuntário escapou de seus lábios, um som que ele tentou disfarçar como um rosnado de raiva.

— Pare com isso... Claire... — ele ordenou, mas não havia convicção em sua voz.

Claire se afastou por um segundo, a língua para fora enquanto buscava oxigênio. Seu rosto estava vermelho, o peito subindo e descendo rapidamente. Ela parecia uma criatura selvagem, completamente diferente da garota tímida de minutos atrás.

— Não consigo... — ela arquejou, antes de mergulhar novamente, entregando-se ao prazer de sentir o gosto dele, ignorando o perigo que Engel representava.

O tempo pareceu parar. Engel estava em conflito, a mente calculista lutando contra os instintos básicos do corpo. Ele sentia a língua dela, o calor, a pressão, e cada fibra de seu ser vibrava. Ele gemeu novamente, desta vez mais alto, um som de pura entrega que ecoou entre as árvores escuras.

Finalmente, Claire parou. Ela se afastou, respirando pesadamente, os lábios brilhantes e o olhar fixo no chão, a timidez retornando agora que o transe havia sido interrompido. O suor esfriava em sua pele, e ela tremia, esperando a retribuição violenta que certamente viria.

Engel se recompôs lentamente. Ele puxou as calças, ajeitando o moletom cinza e o cachecol branco com mãos que ainda tremiam levemente. Ele se virou para ela, a lança ainda enterrada no solo. A expressão em seu rosto era uma máscara de fúria contida e algo muito mais sombrio e malicioso.

Ele deu um passo à frente, a sombra de seu corpo cobrindo a pequena Claire. Com um movimento rápido, ele segurou o queixo dela com seus dedos pontiagudos, forçando-a a olhar para cima.

— Você é muito mais ousada do que aparenta, Claire — disse ele, a voz baixa e perigosa.

Claire, em um misto de submissão e desejo restante, deixou a língua para fora, um convite silencioso e trêmulo.

Engel estreitou os olhos pretos. Ele parecia irritado por ter sido levado àquele estado, por ter perdido o controle, mas a atração era mútua e inegável. Ele inclinou a cabeça, o rosto a centímetros do dela.

— Se você quer brincar com fogo — murmurou ele, a malícia brilhando em seu olhar —, terá que lidar com as queimaduras.

Lentamente, Engel também colocou a língua para fora, um gesto desafiador e carregado de uma tensão erótica sufocante. Ele inclinou-se e selou seus lábios nos dela em um beijo agressivo, possessivo, que misturava o gosto da floresta, do medo e da descoberta proibida que acabara de ocorrer entre eles.

Naquele momento, a floresta negra não parecia mais tão assustadora para Claire; o monstro que ela temia agora era o único calor que ela desejava consumir. E Engel, o calculista frio, descobriu que até o gelo mais resistente pode derreter sob a pressão certa.

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